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Um seixo, fugindo ao pé que o pisa.
Um insecto, que ensaia a sua dança.
Uma folha, que cai meio indecisa.
Um pássaro, pousando num ramo que balança...
Uma brisa, musicando o arvoredo.
Um arrulho... será de rola ou pomba?...
Um túnel de árvores... acesso a um segredo?...
Um raio de sol, bordando o chão a ponto-sombra...
E o meu olhar, janela aberta da minha alma,
deixa entrar esta pintura em movimento,
que me transborda e transporta o pensamento
ao patamar do sublime, onde sossega e me acalma.
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Som: Serenata de Schubert
Imagem: Ricardo Monteiro
Poema: Margarida Monteiro
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Fim