logging in or signing up O FILME COMO RECURSO PEDAG�GICO cledenir Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 165 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: April 20, 2011 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: Cinema Filme VídeoSlide 2: Nos últimos anos, finalmente vemos o vídeo chegar à sala de aula e aos demais espaços escolares, trazendo uma expectativa positiva em relação à sua utilização como subsídio pedagógico.Slide 3: Por isso, precisamos aproveitar essa expectativa positiva para atrair o aluno para os assuntos do nosso planejamento pedagógico.Slide 4: Salientando que o uso do vídeo possui grande potencial educativo e, que portanto, configura-se como um importante instrumento de trabalho para o professor.Slide 5: O filme educativo, como qualquer outro elemento audiovisual, não deve, pois, ser encarado como algo raro, uma atividade extra-classe com um “sabor de festa”. É instrumento, é ferramenta de trabalho e só deve ser usado se, de fato, trouxer uma contribuição efetiva à aula.Slide 6: Portanto, o educador precisa estimular a leitura crítica dos meios de comunicação audiovisual em crianças e adolescentes, por meio do desenvolvimento da percepção para as diferentes linguagens que dão suporte a este tipo de produção, contribuindo, assim, para a formação de cidadão conscientes, críticos e livres.Slide 7: O interessante é que o vídeo parte do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca todos os sentidos.Slide 8: Pelo vídeo sentimos, experimentamos sensorialmente o outro, o mundo e a nós mesmos. Suas imagens e sons mexem com o corpo, com a pele, nos toca e nos permite tocar nos outros, que estão ao nosso alcance através do visual, do close, do som envolvente.Slide 9: Além de usar sua fala, o educador tem a possibilidade de mostrar imagens, sons, movimentos, cores, inserir comentários, voltar a pontos anteriores, enfim, tem a oportunidade de desenvolver a clássica dinâmica de uma aula presencial de boa qualidade.Slide 10: Se, na escolha “do que” for passar no vídeo, forem considerados os interesses e necessidades dos educandos, ele poderá aproximar o conteúdo didático do cotidiano dos alunos, pois o vídeo pode atrair os alunos quando possui uma narrativa significativa para eles.Slide 11: O vídeo é apenas um recurso, mas um recurso muito especial! Ele parte do visível, do que toca vários sentidos. As músicas e os efeitos sonoros evocam lembranças e criam expectativas, antecipando reações e informações.Slide 12: Blu-raySlide 13: Blu-ray, também conhecido como BD (de Blu-ray Disc ) é um formato de disco óptico da nova geração de 12 cm de diâmetro (igual ao CD e ao DVD) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidade. É o sucessor do DVD e capaz de armazenar até 4 horas sem perdas. Requer uma TV full HD de LCD ou plasma para exibir todo seu potencial e justificar a troca do DVD. VídeoSlide 14: Sites que falam sobre Cinema: www.portacurtas.com.br www.cineduc.org.br/ http://www.adorocinema.com http://filmehistorico.blogspot.com/Slide 15: Cinema na sala de aula Não use:Slide 16: Vídeo-tapa buraco: Colocar vídeo quando há um problema inesperado, como ausência do professor. Usar este expediente eventualmente pode ser útil, mas se for feito com frequência, desvaloriza o uso do vídeo e a associação (na cabeça do aluno) a de não ter aula.Slide 17: Vídeo-enrolação: Exibir um vídeo sem muita ligação com a matéria. O aluno percebe que o vídeo é usado como forma de camuflar a aula. Pode concordar na hora, mas discorda do seu mau uso.Slide 18: Vídeo-deslumbramento : O professor que acaba de descobrir o uso do vídeo costuma empolgar-se e passa vídeo em todas as aulas, esquecendo outras dinâmicas mais pertinentes. O uso exagerado do vídeo diminui a sua eficácia e empobrece as aulas.Slide 19: Procedimentos para se trabalhar com filmes:Slide 20: Antes da exibição: Informar somente aspectos gerais do vídeo (autor, duração, prêmios,...). Não interpretar antes da exibição, não pré-julgar (para que cada um possa fazer a sua leitura). Checar o vídeo antes. Conhecê-lo. Checar o som (volume), o canal de exibição, o data-show.Slide 21: b) Durante a exibição: Solicitar aos alunos que anotem as cenas mais importantes. Se for necessário, parar para fazer um comentário breve, sem demorar muito nele.Slide 22: c) Depois da exibição: Reflexão e debate sobre o filme; Questionário sobre o filme; Redação sobre a história vista; Outras adequações à Disciplina trabalhada.Slide 23: Sites para assistir filmes online: www.armagedomfilmes.net/ www.filmesonlinegratis.net/ http://www.assistirfilmes.net www.verfilmesonline.com/ www.easyfilmes.com/ www.xnoveblog.com/Slide 24: Proposta metodológica para a análise de filmes.Slide 25: Leitura situacional (Informações a serem dadas): Título da obra, ano em que foi realizada, país no qual foi produzida... Época em que transcorre a ação. Gênero ao qual pertence: se provoca riso, se faz chorar, se provoca medo, se é de aventuras... Explicar, se for o caso, alguma situação ou fato interessante da produção ou filmagem.Slide 26: Leitura concreta (Questões gerais): Gostaram da obra? Por quê? Do que mais gostaram? Por quê? E do que menos gostaram? Por quê? Entenderam a história? Há alguma coisa que não ficou clara? O quê?Slide 27: Leitura narrativa (Questões a serem apresentadas): Reconstruir a história por meio de técnicas diferentes; O professor inicia a história e os alunos continuam. Cada aluno faz um resumo individual. Cada aluno explica um fragmento da história.Slide 28: Edição de vídeos Programa Movie MakerSlide 29: Sugestões de atividades pedagógicas com o uso do Vídeo:Slide 30: Vídeo como SENSIBILIZAÇÃO: Um bom vídeo é interessantíssimo para introduzir um novo assunto, para despertar a curiosidade, a motivação para novos temas. Isso facilitará o desejo de pesquisa nos alunos para aprofundar o assunto do vídeo e da matéria.Slide 31: b) Vídeo como ILUSTRAÇÃO : O vídeo muitas vezes ajuda a mostrar o que se fala em aula, a compor cenários desconhecidos dos alunos. Um vídeo traz para a sala de aula realidades distantes dos alunos. A vida se aproxima da escola através do vídeo.Slide 32: c) Vídeo como SIMULAÇÃO : É uma ilustração mais sofisticada. O vídeo pode simular experiências de química que seriam perigosas em laboratório ou que exigiriam muito tempo e recursos. Um vídeo pode mostrar o crescimento acelerado de uma planta, de uma árvore – da semente até a maturidade – em poucos segundos.Slide 33: d) Vídeo como CONTEÚDO DE ENSINO : Vídeo que mostra determinado assunto, de forma direta ou indireta. De forma direta, quando informa sobre um tema específico orientando a sua interpretação. De forma indireta, quando mostra um tema, permitindo abordagens múltiplas, interdisciplinares.Slide 34: e) Vídeo como PRODUÇÃO : Como documentação, registro de eventos, de aulas, de estudos do meio, de experiências, de entrevistas, depoimentos. Isto facilita o trabalho do professor, dos alunos e dos futuros alunos.Slide 35: Programas para baixar vídeos do youtube: aTube Real Player www.baixaki.com.brSlide 36: Produzindo vídeo na escolaSlide 37: Câmera filmadora Sinopse Roteiro Preparação dos personagens Preparação dos cenários Gravação You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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É instrumento, é ferramenta de trabalho e só deve ser usado se, de fato, trouxer uma contribuição efetiva à aula.Slide 6: Portanto, o educador precisa estimular a leitura crítica dos meios de comunicação audiovisual em crianças e adolescentes, por meio do desenvolvimento da percepção para as diferentes linguagens que dão suporte a este tipo de produção, contribuindo, assim, para a formação de cidadão conscientes, críticos e livres.Slide 7: O interessante é que o vídeo parte do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca todos os sentidos.Slide 8: Pelo vídeo sentimos, experimentamos sensorialmente o outro, o mundo e a nós mesmos. Suas imagens e sons mexem com o corpo, com a pele, nos toca e nos permite tocar nos outros, que estão ao nosso alcance através do visual, do close, do som envolvente.Slide 9: Além de usar sua fala, o educador tem a possibilidade de mostrar imagens, sons, movimentos, cores, inserir comentários, voltar a pontos anteriores, enfim, tem a oportunidade de desenvolver a clássica dinâmica de uma aula presencial de boa qualidade.Slide 10: Se, na escolha “do que” for passar no vídeo, forem considerados os interesses e necessidades dos educandos, ele poderá aproximar o conteúdo didático do cotidiano dos alunos, pois o vídeo pode atrair os alunos quando possui uma narrativa significativa para eles.Slide 11: O vídeo é apenas um recurso, mas um recurso muito especial! Ele parte do visível, do que toca vários sentidos. As músicas e os efeitos sonoros evocam lembranças e criam expectativas, antecipando reações e informações.Slide 12: Blu-raySlide 13: Blu-ray, também conhecido como BD (de Blu-ray Disc ) é um formato de disco óptico da nova geração de 12 cm de diâmetro (igual ao CD e ao DVD) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidade. É o sucessor do DVD e capaz de armazenar até 4 horas sem perdas. Requer uma TV full HD de LCD ou plasma para exibir todo seu potencial e justificar a troca do DVD. VídeoSlide 14: Sites que falam sobre Cinema: www.portacurtas.com.br www.cineduc.org.br/ http://www.adorocinema.com http://filmehistorico.blogspot.com/Slide 15: Cinema na sala de aula Não use:Slide 16: Vídeo-tapa buraco: Colocar vídeo quando há um problema inesperado, como ausência do professor. Usar este expediente eventualmente pode ser útil, mas se for feito com frequência, desvaloriza o uso do vídeo e a associação (na cabeça do aluno) a de não ter aula.Slide 17: Vídeo-enrolação: Exibir um vídeo sem muita ligação com a matéria. O aluno percebe que o vídeo é usado como forma de camuflar a aula. Pode concordar na hora, mas discorda do seu mau uso.Slide 18: Vídeo-deslumbramento : O professor que acaba de descobrir o uso do vídeo costuma empolgar-se e passa vídeo em todas as aulas, esquecendo outras dinâmicas mais pertinentes. O uso exagerado do vídeo diminui a sua eficácia e empobrece as aulas.Slide 19: Procedimentos para se trabalhar com filmes:Slide 20: Antes da exibição: Informar somente aspectos gerais do vídeo (autor, duração, prêmios,...). Não interpretar antes da exibição, não pré-julgar (para que cada um possa fazer a sua leitura). Checar o vídeo antes. Conhecê-lo. Checar o som (volume), o canal de exibição, o data-show.Slide 21: b) Durante a exibição: Solicitar aos alunos que anotem as cenas mais importantes. Se for necessário, parar para fazer um comentário breve, sem demorar muito nele.Slide 22: c) Depois da exibição: Reflexão e debate sobre o filme; Questionário sobre o filme; Redação sobre a história vista; Outras adequações à Disciplina trabalhada.Slide 23: Sites para assistir filmes online: www.armagedomfilmes.net/ www.filmesonlinegratis.net/ http://www.assistirfilmes.net www.verfilmesonline.com/ www.easyfilmes.com/ www.xnoveblog.com/Slide 24: Proposta metodológica para a análise de filmes.Slide 25: Leitura situacional (Informações a serem dadas): Título da obra, ano em que foi realizada, país no qual foi produzida... Época em que transcorre a ação. Gênero ao qual pertence: se provoca riso, se faz chorar, se provoca medo, se é de aventuras... Explicar, se for o caso, alguma situação ou fato interessante da produção ou filmagem.Slide 26: Leitura concreta (Questões gerais): Gostaram da obra? Por quê? Do que mais gostaram? Por quê? E do que menos gostaram? Por quê? Entenderam a história? Há alguma coisa que não ficou clara? O quê?Slide 27: Leitura narrativa (Questões a serem apresentadas): Reconstruir a história por meio de técnicas diferentes; O professor inicia a história e os alunos continuam. Cada aluno faz um resumo individual. Cada aluno explica um fragmento da história.Slide 28: Edição de vídeos Programa Movie MakerSlide 29: Sugestões de atividades pedagógicas com o uso do Vídeo:Slide 30: Vídeo como SENSIBILIZAÇÃO: Um bom vídeo é interessantíssimo para introduzir um novo assunto, para despertar a curiosidade, a motivação para novos temas. Isso facilitará o desejo de pesquisa nos alunos para aprofundar o assunto do vídeo e da matéria.Slide 31: b) Vídeo como ILUSTRAÇÃO : O vídeo muitas vezes ajuda a mostrar o que se fala em aula, a compor cenários desconhecidos dos alunos. Um vídeo traz para a sala de aula realidades distantes dos alunos. A vida se aproxima da escola através do vídeo.Slide 32: c) Vídeo como SIMULAÇÃO : É uma ilustração mais sofisticada. O vídeo pode simular experiências de química que seriam perigosas em laboratório ou que exigiriam muito tempo e recursos. Um vídeo pode mostrar o crescimento acelerado de uma planta, de uma árvore – da semente até a maturidade – em poucos segundos.Slide 33: d) Vídeo como CONTEÚDO DE ENSINO : Vídeo que mostra determinado assunto, de forma direta ou indireta. De forma direta, quando informa sobre um tema específico orientando a sua interpretação. De forma indireta, quando mostra um tema, permitindo abordagens múltiplas, interdisciplinares.Slide 34: e) Vídeo como PRODUÇÃO : Como documentação, registro de eventos, de aulas, de estudos do meio, de experiências, de entrevistas, depoimentos. Isto facilita o trabalho do professor, dos alunos e dos futuros alunos.Slide 35: Programas para baixar vídeos do youtube: aTube Real Player www.baixaki.com.brSlide 36: Produzindo vídeo na escolaSlide 37: Câmera filmadora Sinopse Roteiro Preparação dos personagens Preparação dos cenários Gravação