logging in or signing up DIVERSIDADE SEXUAL escola cledenir Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 1437 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (1) Dislike it (0) Added: July 01, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... By: athos466 (18 month(s) ago) Olá.... Sou Educador, trabalho na rede estadual de ensino na minha cidade e gostaria de fazer o download desse material.... se possível, gostaria de recebe-lo em meu e-mail. lulaneto@hotmail.com Desde já agradeço Luiz Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close Premium member Presentation Transcript DIVERSIDADE SEXUAL : DIVERSIDADE SEXUAL Psicóloga Maria Aparecida Bofill “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito. “ Albert Einsten : “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito. “ Albert Einsten História : História Os registros arqueológicos mais antigos do homo erotismo apontam para 12000 a.C. na Era Paleolítica onde algumas pinturas rupestres e centenas de "batons" fálicos foram encontrados na caverna de Gorge D'Enfer em Dordonha na França. Entre os exemplares encontrados destaca-se um dildo duplo supostamente utilizado para relações sexuais entre mulheres. Outros registros arqueológicos apontam para 5000 a.C. na Era Mesolítica onde o homo erotismo está representado em uma rocha encontrada em Addara na Sicília. Nessa inscrição em rocha, homens e mulheres dançam ao redor de duas figuras masculinas com ereção. Supõe-se que esse registro represente uma relação homo erótica. Slide 4: Em 2800 a.C. um poeta desconhecido escreve a mais antiga epopéia preservada pela história, a Epopéia de Gilgamesh. A epopéia inclui a primeira história de amor homo erótico retratada pelo personagem Enkidu. Na Grécia em 1930 a.C. o herói Aquiles e o seu amado Pátroclo terão sido companheiros na Guerra de Tróia. Quando Pátroclo morre é vingado por Aquiles. Quando Aquiles morre, é enterrado junto de Pátrocolo. A Bíblia corrobora que o relacionamento de pessoas do mesmo sexo existiu em tempos passados. Em 600 a.C. a poetisa Safo, da Ilha de Lesbos, escreve obras sobre o amor entre mulheres. Slide 5: Em 385 a.C. na Grécia, Platão defende publicamente que apenas o amor homossexual pode conferir ao homem grego a plenitude do seu potencial intelectual. Invencível por 40 anos o Batalhão Sagrado de Tebas era composto exclusivamente por 150 casais homossexuais. 336 a.C na Grécia Alexandre “O Grande” e o seu amado companheiro de vida e batalhas Hefestião expandem largamente o Império da Macedônia. Existem diversas outras referências da homossexualidade no passado histórico da humanidade, aconselho um vídeo postado no Youtube chamado “A HISTÓRIA DA HOMOSSEXUALIDADE” Slide 7: Entendendo alguns conceitos Preconceito : Preconceito Slide 9: PRECONCEITO: Idéia preconcebida, intolerância. Uma opinião que é aceita sem contestação e com tanta força que resiste a qualquer argumento racional. O preconceito enraíza-se maisfacilmente naqueles que já estão favoravelmente predisposto a aceitá-lo. DISCRIMINAÇÃO: Ação de tratar de modo diferente, injusto e desigual aqueles que deveriam ser tratados de maneira igual baseados em critérios normalmente aceitos nos paísescivilizados. É a conseqüência do preconceito. Slide 10: A escola é o lugar de se ensinar sobre sexualidade? Aceitação e respeito : Aceitação e respeito ESCOLA : ESCOLA A escola é um espaço decisivo para contribuir na construção de padrões sociais de relacionamentos democráticos pautados pelo reconhecimento e respeito à diversidade sexual, contra toda espécie de preconceito, discriminação e violência. A escola brasileira não pode ser um espaço de opressão e de incremento das desigualdades sociais. O devido respeito às singularidades de indivíduos e grupos, bem como a valorização da pluralidade cultural, não só humanizam a construção do conhecimento como tbm se tornam fator essencial para desenvolver o pensamento crítico e atitudes cidadãs. Slide 13: “Eu cansei de chegar rouco em casa depois da escola, de tanto forçar para engrossar a voz durante o dia.” Jovem homossexual “Eu tinha um aluno que nunca tinha se assumido, mas tinha trejeitos. Os colegas implicavam, ridicularizavam, e ele reclamava. Eu conversei com ele e falei que não tem que dar satisfação da sua vida, você que sabe de si. Ele conseguiu se formar. Encontrei ele hoje advogado e assumido.” Professora Escola, uma instituição laica : Escola, uma instituição laica Slide 15: “Eu pessoalmente acho errado. Essa é minha crença. Mas eu nunca vou dizer isso para um aluno. Cada um tem os seus valores.” Professora “Esse projeto (oficinas sobre sexualidades) não pode acontecer aqui não. É que essa escola é Testemunha de Jeová.” Coordenadora pedagógica de uma escola pública Postura diante de atitudes homofóbicas dentro da sala de aula : Postura diante de atitudes homofóbicas dentro da sala de aula Slide 17: “Me sentia sempre constrangido e inferior aos demais colegas por conta das gracinhas e piadinhas. O constrangimento era tanto que eu me sentia menor e inferior aos demais.” Aluno homossexual “Humilhado, esta é a palavra que melhor descreve o sentimento em relação à discriminação homofóbica. Inferiorizado, posto à margem. Incapaz de responder aos palavrões e ações de colegas, medo de que aquilo fosse verdade.” Aluno homossexual “Uma das situações que mais me constrangia e que os colegas faziam piadinhas era nas aulas de educação física, pois nunca tive habilidade para o futebol e para eles todos os meninos tinham que gostar de jogar bola.” Aluno homossexual Homossexualidade : Homossexualidade É atração sexual dirigida a pessoa do mesmo sexo; segundo Costa (1994) além da atração existe a capacidade de apaixonamento terno. São homens ou mulheres que nascem biologicamente machos ou fêmeas, e se relacionam, ou melhor, têm como objeto de amor e desejo uma pessoa do mesmo sexo. HOMOSSEXUALIDADE : HOMOSSEXUALIDADE Mesmo que ainda o tema cause muito preconceito e levante tabu entre as pessoas, devemos perceber que a identidade sexual não pode ser vista como um dado a ser controlado por alguém ou por alguma instituição. Antes de qualquer justificativa, seja contra ou a favor dos homossexuais, devemos colocar o respeito ao outro como princípio máximo dessa questão. Homossexualidade : Homossexualidade Não se nasce homossexual ou heterossexual. Tanto a homossexualidade quanto a heterossexualidade são construídas através das experiências de cada um. São muitos fatores, às vezes difíceis de serem identificados, que influem na construção da orientação sexual. A única diferença em relação ao demais homens é a vivência da afetividade e sexualidade. O comportamento de um homem homossexual não é igual ao de uma mulher lésbica; suas identidades de gênero são respectivamente, masculinas e femininas, o que difere são os papéis que vão desempenhar na vida, em especial, o sexual. Homossexualidade : Homossexualidade “Quem quer escolher uma sexualidade que leva à discriminação?”. A homossexualidade não é uma doença, mas também não se trata de uma opção sexual. Slide 22: "Sempre tive atração por meninas, só que morria de vergonha de me aproximar delas e revelar o que sentia. Precisei de alguns anos para aceitar, eu mesma, a idéia. Foi na internet que consegui arranjar a primeira namorada. Quando a coisa ficou séria e eu quis levá-la a minha casa, contei a meus pais, que, como era esperado, sofreram. Meus amigos também já sabem que sou homossexual. No começo, estranharam. Nunca me enquadrei no estereótipo da menina gay, masculinizada, mas não tenho dúvida quanto à minha opção. O melhor: depois de um processo difícil, isso acabou se tornando natural para mim e para todos à minha volta." Harumi, 20 anos, estudante Slide 23: "No início da adolescência, já me sentia atraída por meninas. Aluna de um colégio de freiras, havia crescido ouvindo que o amor entre pessoas do mesmo sexo era algo imperdoável, mas nunca vi a coisa assim. A mim, parecia natural. Aos 14, até tentei namorar um menino. Não funcionou. Um ano depois, quando me apaixonei de verdade por uma garota, resolvi contar a meus pais. Minha mãe repetia: 'Calma que passa, é uma fase'. A aceitação da ideia é um processo lento, que envolve agressões de todos os lados e decepção. Sei que contrariei o sonho da minha família, de me ver de grinalda e com filhos, mas a melhor coisa que fiz para mim mesma foi ser verdadeira. Por que me sentir uma criminosa por algo que, afinal, diz respeito ao amor?" Amanda Rodrigues, 18 anos, estudante, RJ Slide 24: O conflito interno que os homens e mulheres homossexuais “carregam” dentro de si nasce da sociedade, ninguém faz uma “opção” por um modo de vida que o levará à discriminação. Veja a citação: “A força Aérea me condecorou por matar dois homens no Vietnã e me expulsou por amar um”. (Leornardo Matlovich, citado por Costa, 1994, p.99). Slide 25: “Se eu pudesse optar pela minha sexualidade, logicamente escolheria a heterossexualidade. Seria burrice de minha parte, eu optar por algo que é socialmente discriminado, dificultado e considerado amoral e pecaminoso”. (Costa, 1994, p.97). Slide 26: "Solitária, aos 14 anos resolvi dividir com a minha irmã aquilo que já era muito claro para mim: gostava de meninas, e sabia que isso decepcionaria minha família. Ela chorou, disse que logo essa fase passaria, e o pior: contou para todo mundo. Minha família chegou a me encaminhar ao psicólogo. Depois, à igreja. Não foi fácil, mas o alívio de compartilhar a situação me transformou em outra pessoa. Pouco falo sobre meus namoros, e agiria da mesma forma se eles fossem com meninos. Fico, no entanto, bem à vontade para falar de minha vida amorosa no Twitter, no qual tenho mais de 1 700 seguidores. De onde menos se espera às vezes ainda vem uma agressão gratuita, mas a coisa está mudando para melhor." Sexualidade + afetividade : Sexualidade + afetividade “Só parecemos o que somos, quando nos dão oportunidades para sermos, e principalmente, quando nós mesmos nos permitimos ser em nós e com o outro”. (Luciene Garcia, 2004). HOMOSSEXUALIDADE : HOMOSSEXUALIDADE PARADA GAY : PARADA GAY Slide 30: Esses meninos e meninas estão desfrutando uma convivência mais leve justamente em uma fase da vida de muitas incertezas, quando a aceitação pelos pares é decisiva para a saúde emocional e mental. Isso é um avanço notável. Por essa razão talvez, a idade em que um jovem acredita que definiu sua preferência sexual tem caído. Uma pesquisa feita pela Uerj e Unicamp tem os números: aos 18 anos, 95% dos jovens já se declararam gays, a maior parte, aos 16. Na geração anterior, a revelação pública da homossexualidade ocorria em torno dos 21 anos, de acordo com a maior compilação de estudos já feita sobre o assunto. À frente do levantamento, o psicólogo americano Ritch Savin-Williams, autor do livro O Novo Adolescente Gay, resumiu "O peso de sair do armário já não existe para os jovens gays do Ocidente: tornou-se natural". Slide 31: A questão central é que eles simplesmente deixaram de se entender como um grupo. São, sim, gays, mas essa é apenas uma de suas inúmeras singularidades - e não aquela que os define no mundo, como antes. Explica o sociólogo Carlos Martins: "Os jovens nunca se viram às voltas com tantas identidades. Para eles, ficar reafirmando o rótulo gay não só perdeu a razão de ser como soa antiquado". Ícone desses meninos e meninas, a cantora americana Lady Gaga os fascina justamente por ser "difícil de definir o que ela é". São marcas de uma geração que, não há dúvida, é bem menos dada a estereótipos do que aquela que a precedeu. Diz, com a firmeza típica de seus pares, a estudante paulista Harumi, 20 anos: "Nunca fiz o tipo masculino nem quis chocar ninguém com cenas de homossexualidade. Basta que esteja em paz e feliz com a minha opção". Slide 32: Para boa parte dos jovens gays de hoje, a vida subterrânea nunca fez sentido. Diz o produtor de moda carioca Victor Guedes, 19 anos: "Desde que ficou claro para mim que meu interesse era pelo sexo masculino, não pensei em esconder isso dos meus pais. Só esperei a hora certa para abrir o jogo, com todo o tato". É gritante o contraste com as gerações anteriores, às quais lança luz o livro Cuidado! Seu Príncipe Pode Ser uma Cinderela (a ser lançado pela editora Best Seller), das jornalistas Consuelo Dieguez e Ticiana Azevedo. O conjunto de depoimentos ali reunido revela o sofrimento diário enfrentado por políticos, diplomatas e figurões do mercado financeiro que nunca saíram do armário. Slide 33: Os adolescentes e jovens brasileiros começam a vencer o arraigado preconceito contra os homossexuais, e nunca foi tão natural ser diferente quanto agora. É uma conquista da juventude que deveria servir de lição para muitos adultos Slide 34: "Eu sou gay". Não é fácil para quem fala, menos ainda para quem ouve. As mães se assustam, mas logo o amor materno supera o choque do novo. Os pais demoram mais a metabolizar a novidade. A orientação sexual ainda é e vai ser por muito tempo uma questão complexa e tensa no seio das famílias. Isso muda muito lentamente. O que mudou muito rapidamente, porém, foi a maneira como a homossexualidade é encarada por adolescentes e jovens no Brasil. Declarar-se gay em uma turma ou no colégio de uma grande cidade brasileira deixou de ser uma condenação ao banimento ou às gozações eternas. A rapaziada está imprimindo um alto grau de tolerância a suas relações, a um ponto em que nada é mais feio do que demonstrar preconceito contra pessoas de raças, religiões ou orientações sexuais diferentes das da maioria Slide 35: Um conjunto de fatores ajuda a explicar o fato da atual geração gay ser mais livre de amarras - alguns de ordem sociológica, outros culturais. Um ponto básico se deve à sua aceitação por outros adolescentes. Para esses jovens, o conceito de tribo perdeu o valor, como chamou atenção o antropólogo americano Ted Polhemus, por meio de suas pesquisas. Ele apelidou essa geração de "supermercado de estilos" - ou só "sem rótulos". Nesse contexto, não há mais lugar para algo como o grupo em que apenas ingressam os gays ou os negros, algo que as escolas brasileiras já ecoam. Antes fonte de tormento para alunos homossexuais, alvo de piadas, quando não de surras e linchamentos. Slide 36: Muitos pais já compreendem (com algumas idas e vindas) que, ao apoiar os filhos, estão lhes prestando ajuda decisiva. "Quando a própria mãe trata o fato com naturalidade, a tendência é que o preconceito em relação a ele diminua", diz a estilista gaúcha Ana Maria Konrath, 55 anos, em coro com uma nova geração de mães - também mais tolerantes. O que elas sabem por experiência a ciência em parte já investigou. Segundo um estudo americano, conduzido pela Universidade Estadual de São Francisco, jovens gays que convivem em harmonia com os pais raramente sofrem de depressão, doença comum entre vítimas de preconceito. Professores homossexuais : Professores homossexuais Slide 38: “... os professores que, durante anos, dezenas de anos, de séculos, explicaram às crianças que a homossexualidade era inadmissível; você crê que os manuais escolares que expurgaram a literatura e falsificado a história, com o objetivo de excluir um certo número de condutas sexuais, não causaram danos pelo menos tão sérios quanto os que se podem imputar a um professor homossexual que fale da homossexualidade e que o defeito é só explicar uma dada realidade, uma experiência vivida? O fato de que um professor seja homossexual apenas tem efeitos eletrizantes e extremos sobre seus alunos se o resto da sociedade se recusar a admitir a homossexualidade. A priori, um professor homossexual não deve colocar mais problemas do que um professor calvo, um professor homem numa escola de meninas, uma professora mulher em uma escola de meninos ou um professor árabe em uma escola do XVIo distrito de Paris. Quanto ao problema do professor homossexual que busque ativamente seduzir seus alunos, tudo o que eu posso dizer é que a possibilidade desse problema é presente em todas as situações pedagógicas; encontra-se bem mais exemplos deste tipo de conduta entre os professores heterossexuais – simplesmente porque eles constituem a maior parte dos professores. “ Michael Focault Slide 39: Travestis e Transexuais Slide 40: “Eu sempre fui afeminada. Desde a 1ª série meus pais eram chamados toda hora para a secretaria, por conta do meu jeito. Meu sonho sempre foi estudar..Com 12 anos fui com bolsa para escola particular e todo mundo olhava estranho. Com 13 eu comecei a tomar hormônio e isso causou mais problema. Não podia usar o banheiro... Mas não ligava pro que diziam. Um dia disseram que não aceitavam aluno assim, eu não podia mais estudar lá. Fui para rua, mas sempre queria voltar a estudar. Queria ter faculdade de medicina. Hoje quero me reciclar, fazer pré-vestibular, esse é meu sonho. Quero chegar lá, não importa a idade, e dizer que tentei e consegui.” Jovem travesti “Com 15 anos eu era gay e já tomava hormônio. Quando descobriram, eu quase fui morta, fiquei em pânico. Meus pais se mudaram pra Guaratiba. Aí os meninos começaram a zombar de mim. Na escola onde eu estudava aconteceu um roubo e falaram que fui eu. Meu pai não agüentava mais, foi conversar com o diretor e ele disse: “seu filho é viado, e nossa escola não aceita esse tipo de coisa”. Minha mãe verdadeira não aceitou, virou as costas para mim.” Jovem travesti, 29 anos, mora hoje em Campo Grande. Tem vontade de voltar a estudar. “A escola precisa ensinar, antes de tudo ,o respeito à diversidade.” : “A escola precisa ensinar, antes de tudo ,o respeito à diversidade.” Se é consenso que a educação é a melhor forma para combater o preconceito e a discriminação, o que acontece quando a própria escola não sabe como – ou não quer – lidar com a questão? “ CADA SER HUMANO É UM UNIVERSO ÚNICO E EXCLUSIVO. ISSO SIGNIFICA QUE CADA UM É DOTADO DE CARACTERÍSTICAS E VONTADES PRÓPRIAS QUE SE MANIFESTAM ATRAVÉS DE SUAS OPÇÕES,REALIZAÇÕES PROFISSIONAIS E TAMBÉM DE SUA ORIENTAÇÃO SEXUAL.” : “ CADA SER HUMANO É UM UNIVERSO ÚNICO E EXCLUSIVO. ISSO SIGNIFICA QUE CADA UM É DOTADO DE CARACTERÍSTICAS E VONTADES PRÓPRIAS QUE SE MANIFESTAM ATRAVÉS DE SUAS OPÇÕES,REALIZAÇÕES PROFISSIONAIS E TAMBÉM DE SUA ORIENTAÇÃO SEXUAL.” You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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Edit Comment Close Premium member Presentation Transcript DIVERSIDADE SEXUAL : DIVERSIDADE SEXUAL Psicóloga Maria Aparecida Bofill “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito. “ Albert Einsten : “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito. “ Albert Einsten História : História Os registros arqueológicos mais antigos do homo erotismo apontam para 12000 a.C. na Era Paleolítica onde algumas pinturas rupestres e centenas de "batons" fálicos foram encontrados na caverna de Gorge D'Enfer em Dordonha na França. Entre os exemplares encontrados destaca-se um dildo duplo supostamente utilizado para relações sexuais entre mulheres. Outros registros arqueológicos apontam para 5000 a.C. na Era Mesolítica onde o homo erotismo está representado em uma rocha encontrada em Addara na Sicília. Nessa inscrição em rocha, homens e mulheres dançam ao redor de duas figuras masculinas com ereção. Supõe-se que esse registro represente uma relação homo erótica. Slide 4: Em 2800 a.C. um poeta desconhecido escreve a mais antiga epopéia preservada pela história, a Epopéia de Gilgamesh. A epopéia inclui a primeira história de amor homo erótico retratada pelo personagem Enkidu. Na Grécia em 1930 a.C. o herói Aquiles e o seu amado Pátroclo terão sido companheiros na Guerra de Tróia. Quando Pátroclo morre é vingado por Aquiles. Quando Aquiles morre, é enterrado junto de Pátrocolo. A Bíblia corrobora que o relacionamento de pessoas do mesmo sexo existiu em tempos passados. Em 600 a.C. a poetisa Safo, da Ilha de Lesbos, escreve obras sobre o amor entre mulheres. Slide 5: Em 385 a.C. na Grécia, Platão defende publicamente que apenas o amor homossexual pode conferir ao homem grego a plenitude do seu potencial intelectual. Invencível por 40 anos o Batalhão Sagrado de Tebas era composto exclusivamente por 150 casais homossexuais. 336 a.C na Grécia Alexandre “O Grande” e o seu amado companheiro de vida e batalhas Hefestião expandem largamente o Império da Macedônia. Existem diversas outras referências da homossexualidade no passado histórico da humanidade, aconselho um vídeo postado no Youtube chamado “A HISTÓRIA DA HOMOSSEXUALIDADE” Slide 7: Entendendo alguns conceitos Preconceito : Preconceito Slide 9: PRECONCEITO: Idéia preconcebida, intolerância. Uma opinião que é aceita sem contestação e com tanta força que resiste a qualquer argumento racional. O preconceito enraíza-se maisfacilmente naqueles que já estão favoravelmente predisposto a aceitá-lo. DISCRIMINAÇÃO: Ação de tratar de modo diferente, injusto e desigual aqueles que deveriam ser tratados de maneira igual baseados em critérios normalmente aceitos nos paísescivilizados. É a conseqüência do preconceito. Slide 10: A escola é o lugar de se ensinar sobre sexualidade? Aceitação e respeito : Aceitação e respeito ESCOLA : ESCOLA A escola é um espaço decisivo para contribuir na construção de padrões sociais de relacionamentos democráticos pautados pelo reconhecimento e respeito à diversidade sexual, contra toda espécie de preconceito, discriminação e violência. A escola brasileira não pode ser um espaço de opressão e de incremento das desigualdades sociais. O devido respeito às singularidades de indivíduos e grupos, bem como a valorização da pluralidade cultural, não só humanizam a construção do conhecimento como tbm se tornam fator essencial para desenvolver o pensamento crítico e atitudes cidadãs. Slide 13: “Eu cansei de chegar rouco em casa depois da escola, de tanto forçar para engrossar a voz durante o dia.” Jovem homossexual “Eu tinha um aluno que nunca tinha se assumido, mas tinha trejeitos. Os colegas implicavam, ridicularizavam, e ele reclamava. Eu conversei com ele e falei que não tem que dar satisfação da sua vida, você que sabe de si. Ele conseguiu se formar. Encontrei ele hoje advogado e assumido.” Professora Escola, uma instituição laica : Escola, uma instituição laica Slide 15: “Eu pessoalmente acho errado. Essa é minha crença. Mas eu nunca vou dizer isso para um aluno. Cada um tem os seus valores.” Professora “Esse projeto (oficinas sobre sexualidades) não pode acontecer aqui não. É que essa escola é Testemunha de Jeová.” Coordenadora pedagógica de uma escola pública Postura diante de atitudes homofóbicas dentro da sala de aula : Postura diante de atitudes homofóbicas dentro da sala de aula Slide 17: “Me sentia sempre constrangido e inferior aos demais colegas por conta das gracinhas e piadinhas. O constrangimento era tanto que eu me sentia menor e inferior aos demais.” Aluno homossexual “Humilhado, esta é a palavra que melhor descreve o sentimento em relação à discriminação homofóbica. Inferiorizado, posto à margem. Incapaz de responder aos palavrões e ações de colegas, medo de que aquilo fosse verdade.” Aluno homossexual “Uma das situações que mais me constrangia e que os colegas faziam piadinhas era nas aulas de educação física, pois nunca tive habilidade para o futebol e para eles todos os meninos tinham que gostar de jogar bola.” Aluno homossexual Homossexualidade : Homossexualidade É atração sexual dirigida a pessoa do mesmo sexo; segundo Costa (1994) além da atração existe a capacidade de apaixonamento terno. São homens ou mulheres que nascem biologicamente machos ou fêmeas, e se relacionam, ou melhor, têm como objeto de amor e desejo uma pessoa do mesmo sexo. HOMOSSEXUALIDADE : HOMOSSEXUALIDADE Mesmo que ainda o tema cause muito preconceito e levante tabu entre as pessoas, devemos perceber que a identidade sexual não pode ser vista como um dado a ser controlado por alguém ou por alguma instituição. Antes de qualquer justificativa, seja contra ou a favor dos homossexuais, devemos colocar o respeito ao outro como princípio máximo dessa questão. Homossexualidade : Homossexualidade Não se nasce homossexual ou heterossexual. Tanto a homossexualidade quanto a heterossexualidade são construídas através das experiências de cada um. São muitos fatores, às vezes difíceis de serem identificados, que influem na construção da orientação sexual. A única diferença em relação ao demais homens é a vivência da afetividade e sexualidade. O comportamento de um homem homossexual não é igual ao de uma mulher lésbica; suas identidades de gênero são respectivamente, masculinas e femininas, o que difere são os papéis que vão desempenhar na vida, em especial, o sexual. Homossexualidade : Homossexualidade “Quem quer escolher uma sexualidade que leva à discriminação?”. A homossexualidade não é uma doença, mas também não se trata de uma opção sexual. Slide 22: "Sempre tive atração por meninas, só que morria de vergonha de me aproximar delas e revelar o que sentia. Precisei de alguns anos para aceitar, eu mesma, a idéia. Foi na internet que consegui arranjar a primeira namorada. Quando a coisa ficou séria e eu quis levá-la a minha casa, contei a meus pais, que, como era esperado, sofreram. Meus amigos também já sabem que sou homossexual. No começo, estranharam. Nunca me enquadrei no estereótipo da menina gay, masculinizada, mas não tenho dúvida quanto à minha opção. O melhor: depois de um processo difícil, isso acabou se tornando natural para mim e para todos à minha volta." Harumi, 20 anos, estudante Slide 23: "No início da adolescência, já me sentia atraída por meninas. Aluna de um colégio de freiras, havia crescido ouvindo que o amor entre pessoas do mesmo sexo era algo imperdoável, mas nunca vi a coisa assim. A mim, parecia natural. Aos 14, até tentei namorar um menino. Não funcionou. Um ano depois, quando me apaixonei de verdade por uma garota, resolvi contar a meus pais. Minha mãe repetia: 'Calma que passa, é uma fase'. A aceitação da ideia é um processo lento, que envolve agressões de todos os lados e decepção. Sei que contrariei o sonho da minha família, de me ver de grinalda e com filhos, mas a melhor coisa que fiz para mim mesma foi ser verdadeira. Por que me sentir uma criminosa por algo que, afinal, diz respeito ao amor?" Amanda Rodrigues, 18 anos, estudante, RJ Slide 24: O conflito interno que os homens e mulheres homossexuais “carregam” dentro de si nasce da sociedade, ninguém faz uma “opção” por um modo de vida que o levará à discriminação. Veja a citação: “A força Aérea me condecorou por matar dois homens no Vietnã e me expulsou por amar um”. (Leornardo Matlovich, citado por Costa, 1994, p.99). Slide 25: “Se eu pudesse optar pela minha sexualidade, logicamente escolheria a heterossexualidade. Seria burrice de minha parte, eu optar por algo que é socialmente discriminado, dificultado e considerado amoral e pecaminoso”. (Costa, 1994, p.97). Slide 26: "Solitária, aos 14 anos resolvi dividir com a minha irmã aquilo que já era muito claro para mim: gostava de meninas, e sabia que isso decepcionaria minha família. Ela chorou, disse que logo essa fase passaria, e o pior: contou para todo mundo. Minha família chegou a me encaminhar ao psicólogo. Depois, à igreja. Não foi fácil, mas o alívio de compartilhar a situação me transformou em outra pessoa. Pouco falo sobre meus namoros, e agiria da mesma forma se eles fossem com meninos. Fico, no entanto, bem à vontade para falar de minha vida amorosa no Twitter, no qual tenho mais de 1 700 seguidores. De onde menos se espera às vezes ainda vem uma agressão gratuita, mas a coisa está mudando para melhor." Sexualidade + afetividade : Sexualidade + afetividade “Só parecemos o que somos, quando nos dão oportunidades para sermos, e principalmente, quando nós mesmos nos permitimos ser em nós e com o outro”. (Luciene Garcia, 2004). HOMOSSEXUALIDADE : HOMOSSEXUALIDADE PARADA GAY : PARADA GAY Slide 30: Esses meninos e meninas estão desfrutando uma convivência mais leve justamente em uma fase da vida de muitas incertezas, quando a aceitação pelos pares é decisiva para a saúde emocional e mental. Isso é um avanço notável. Por essa razão talvez, a idade em que um jovem acredita que definiu sua preferência sexual tem caído. Uma pesquisa feita pela Uerj e Unicamp tem os números: aos 18 anos, 95% dos jovens já se declararam gays, a maior parte, aos 16. Na geração anterior, a revelação pública da homossexualidade ocorria em torno dos 21 anos, de acordo com a maior compilação de estudos já feita sobre o assunto. À frente do levantamento, o psicólogo americano Ritch Savin-Williams, autor do livro O Novo Adolescente Gay, resumiu "O peso de sair do armário já não existe para os jovens gays do Ocidente: tornou-se natural". Slide 31: A questão central é que eles simplesmente deixaram de se entender como um grupo. São, sim, gays, mas essa é apenas uma de suas inúmeras singularidades - e não aquela que os define no mundo, como antes. Explica o sociólogo Carlos Martins: "Os jovens nunca se viram às voltas com tantas identidades. Para eles, ficar reafirmando o rótulo gay não só perdeu a razão de ser como soa antiquado". Ícone desses meninos e meninas, a cantora americana Lady Gaga os fascina justamente por ser "difícil de definir o que ela é". São marcas de uma geração que, não há dúvida, é bem menos dada a estereótipos do que aquela que a precedeu. Diz, com a firmeza típica de seus pares, a estudante paulista Harumi, 20 anos: "Nunca fiz o tipo masculino nem quis chocar ninguém com cenas de homossexualidade. Basta que esteja em paz e feliz com a minha opção". Slide 32: Para boa parte dos jovens gays de hoje, a vida subterrânea nunca fez sentido. Diz o produtor de moda carioca Victor Guedes, 19 anos: "Desde que ficou claro para mim que meu interesse era pelo sexo masculino, não pensei em esconder isso dos meus pais. Só esperei a hora certa para abrir o jogo, com todo o tato". É gritante o contraste com as gerações anteriores, às quais lança luz o livro Cuidado! Seu Príncipe Pode Ser uma Cinderela (a ser lançado pela editora Best Seller), das jornalistas Consuelo Dieguez e Ticiana Azevedo. O conjunto de depoimentos ali reunido revela o sofrimento diário enfrentado por políticos, diplomatas e figurões do mercado financeiro que nunca saíram do armário. Slide 33: Os adolescentes e jovens brasileiros começam a vencer o arraigado preconceito contra os homossexuais, e nunca foi tão natural ser diferente quanto agora. É uma conquista da juventude que deveria servir de lição para muitos adultos Slide 34: "Eu sou gay". Não é fácil para quem fala, menos ainda para quem ouve. As mães se assustam, mas logo o amor materno supera o choque do novo. Os pais demoram mais a metabolizar a novidade. A orientação sexual ainda é e vai ser por muito tempo uma questão complexa e tensa no seio das famílias. Isso muda muito lentamente. O que mudou muito rapidamente, porém, foi a maneira como a homossexualidade é encarada por adolescentes e jovens no Brasil. Declarar-se gay em uma turma ou no colégio de uma grande cidade brasileira deixou de ser uma condenação ao banimento ou às gozações eternas. A rapaziada está imprimindo um alto grau de tolerância a suas relações, a um ponto em que nada é mais feio do que demonstrar preconceito contra pessoas de raças, religiões ou orientações sexuais diferentes das da maioria Slide 35: Um conjunto de fatores ajuda a explicar o fato da atual geração gay ser mais livre de amarras - alguns de ordem sociológica, outros culturais. Um ponto básico se deve à sua aceitação por outros adolescentes. Para esses jovens, o conceito de tribo perdeu o valor, como chamou atenção o antropólogo americano Ted Polhemus, por meio de suas pesquisas. Ele apelidou essa geração de "supermercado de estilos" - ou só "sem rótulos". Nesse contexto, não há mais lugar para algo como o grupo em que apenas ingressam os gays ou os negros, algo que as escolas brasileiras já ecoam. Antes fonte de tormento para alunos homossexuais, alvo de piadas, quando não de surras e linchamentos. Slide 36: Muitos pais já compreendem (com algumas idas e vindas) que, ao apoiar os filhos, estão lhes prestando ajuda decisiva. "Quando a própria mãe trata o fato com naturalidade, a tendência é que o preconceito em relação a ele diminua", diz a estilista gaúcha Ana Maria Konrath, 55 anos, em coro com uma nova geração de mães - também mais tolerantes. O que elas sabem por experiência a ciência em parte já investigou. Segundo um estudo americano, conduzido pela Universidade Estadual de São Francisco, jovens gays que convivem em harmonia com os pais raramente sofrem de depressão, doença comum entre vítimas de preconceito. Professores homossexuais : Professores homossexuais Slide 38: “... os professores que, durante anos, dezenas de anos, de séculos, explicaram às crianças que a homossexualidade era inadmissível; você crê que os manuais escolares que expurgaram a literatura e falsificado a história, com o objetivo de excluir um certo número de condutas sexuais, não causaram danos pelo menos tão sérios quanto os que se podem imputar a um professor homossexual que fale da homossexualidade e que o defeito é só explicar uma dada realidade, uma experiência vivida? O fato de que um professor seja homossexual apenas tem efeitos eletrizantes e extremos sobre seus alunos se o resto da sociedade se recusar a admitir a homossexualidade. A priori, um professor homossexual não deve colocar mais problemas do que um professor calvo, um professor homem numa escola de meninas, uma professora mulher em uma escola de meninos ou um professor árabe em uma escola do XVIo distrito de Paris. Quanto ao problema do professor homossexual que busque ativamente seduzir seus alunos, tudo o que eu posso dizer é que a possibilidade desse problema é presente em todas as situações pedagógicas; encontra-se bem mais exemplos deste tipo de conduta entre os professores heterossexuais – simplesmente porque eles constituem a maior parte dos professores. “ Michael Focault Slide 39: Travestis e Transexuais Slide 40: “Eu sempre fui afeminada. Desde a 1ª série meus pais eram chamados toda hora para a secretaria, por conta do meu jeito. Meu sonho sempre foi estudar..Com 12 anos fui com bolsa para escola particular e todo mundo olhava estranho. Com 13 eu comecei a tomar hormônio e isso causou mais problema. Não podia usar o banheiro... Mas não ligava pro que diziam. Um dia disseram que não aceitavam aluno assim, eu não podia mais estudar lá. Fui para rua, mas sempre queria voltar a estudar. Queria ter faculdade de medicina. Hoje quero me reciclar, fazer pré-vestibular, esse é meu sonho. Quero chegar lá, não importa a idade, e dizer que tentei e consegui.” Jovem travesti “Com 15 anos eu era gay e já tomava hormônio. Quando descobriram, eu quase fui morta, fiquei em pânico. Meus pais se mudaram pra Guaratiba. Aí os meninos começaram a zombar de mim. Na escola onde eu estudava aconteceu um roubo e falaram que fui eu. Meu pai não agüentava mais, foi conversar com o diretor e ele disse: “seu filho é viado, e nossa escola não aceita esse tipo de coisa”. Minha mãe verdadeira não aceitou, virou as costas para mim.” Jovem travesti, 29 anos, mora hoje em Campo Grande. Tem vontade de voltar a estudar. “A escola precisa ensinar, antes de tudo ,o respeito à diversidade.” : “A escola precisa ensinar, antes de tudo ,o respeito à diversidade.” Se é consenso que a educação é a melhor forma para combater o preconceito e a discriminação, o que acontece quando a própria escola não sabe como – ou não quer – lidar com a questão? “ CADA SER HUMANO É UM UNIVERSO ÚNICO E EXCLUSIVO. ISSO SIGNIFICA QUE CADA UM É DOTADO DE CARACTERÍSTICAS E VONTADES PRÓPRIAS QUE SE MANIFESTAM ATRAVÉS DE SUAS OPÇÕES,REALIZAÇÕES PROFISSIONAIS E TAMBÉM DE SUA ORIENTAÇÃO SEXUAL.” : “ CADA SER HUMANO É UM UNIVERSO ÚNICO E EXCLUSIVO. ISSO SIGNIFICA QUE CADA UM É DOTADO DE CARACTERÍSTICAS E VONTADES PRÓPRIAS QUE SE MANIFESTAM ATRAVÉS DE SUAS OPÇÕES,REALIZAÇÕES PROFISSIONAIS E TAMBÉM DE SUA ORIENTAÇÃO SEXUAL.”