vamos aquecer o sol PNL 3periodo trabalho final

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O Sol…

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… é a estrela central do Sistema Solar. Todos os outros corpos do Sistema Solar giram ao seu redor. Sem ele nunca existiria vida.

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Tal como o Sol o nosso Coração é a estrela central do organismo, sem ele não existiria vida. É preciso aquecê-lo! O amor, o afecto, a ternura, o carinho, a amizade, a compreensão… são as chaves para consegui-lo.

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Vamos Aquecer o Sol

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Um magnífico livro do conhecido autor que escreveu…

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Entre muitos outros…

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José Mauro de Vasconcelos

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Biografia do autor José Mauro de Vasconcelos nasceu a 26 de Fevereiro de 1920, em Bangu, no Rio de Janeiro. Zé Mauro foi um dos onze filhos de uma família muito pobre. A cidade de Natal no Brasil Passou a infância com uns tios em Natal. Aprendeu a ler sozinho e com nove anos já ganhava campeonatos de natação e futebol. Em consequência do seu espírito irrequieto, tentou fazer vários cursos: dois anos de Medicina, principiou Desenho, Direito e Filosofia. Teve uma vida muito intensa – trabalhou como pescador, professor, modelo, bailarino, empregado de mesa e actor de cinema, teatro e televisão.

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Viajou pela Europa e por todo o Brasil, acompanhando os irmãos Vilas Boas. As sua inúmeras experiências e a prodigiosa capacidade de contar histórias deram a Zé Mauro muitas das suas personagens e muitos dos cenários das suas obras. Personagens do filme “O Meu Pé de Laranja Lima”

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Ele dizia que “a leitura é a arte mais difícil, porque a palavra tem que dar ao todo as cores e as nuanças da pintura, o som e a harmonia da música, o movimento. Escrever é a maneira que encontrei para transmitir as minhas vivências, o bem e o mal, e um sentimento que anda muito esquecido: a ternura. E a vida sem ternura não vale nada”.

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A Escolha do Livro Escolhi este livro porque é a continuação de “O Meu Pé de Laranja Lima” que li em tempos. Do mesmo autor também já li “O Veleiro de Cristal”. Os livros deste autor são carregados de ternura. Fazem-nos sair deste mundo agitado, insensível, individualista e recordam-nos certos valores como o amor, a amizade, a fraternidade, o carinho. A sua literatura pode ser lida por pessoas de todas as idades. Os mais velhos poderão recordar tempos idos, em que as pessoas eram valorizadas por aquilo que são e não por aquilo que possuem, Materialmente ou intelectualmente. Os mais novos irão aprender esse valores já um pouco esquecidos.

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A parte de que mais gostei A parte de que mais gostei foi quando o Zézé (o personagem principal da história) confessa ao sapo Adão (o seu amigo imaginário) que desde que ele foi morar para o seu coração a vida se tornou melhor. Acaba também por referir que precisa muito dele e que não quer que ele morra. “Bocejei compridamente. - Adão! - Diga. - Desde que você veio morar comigo que eu estou achando a vida melhor. - Isso não é bom? - Se é. Mas eu fico pensando muitas vezes. - No quê? - Você não vai morrer, vai? - Não eu não morro. Nunca morro. Meus olhos começavam a se fechar. - Será que um dia você vai embora? - Isso pode ser. Mas somente quando souber que você não irá precisar mais de mim. Vamos dormir?” Excerto retirado do terceiro capítulo – “Maurice”

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Resumo da história Zezé, um menino endiabrado com 10 anos, vai viver em Natal com o seu padrinho médico. Aí, apesar de ter uma vida confortável, não encontra aquilo de que mais necessita: a ternura e a compreensão dos que o rodeiam. Então ele cria dois personagens: o sapo Adão e o artista de cinema Maurice Chevalier, que lhe dão o carinho por que tanto anseia e lhe aquecem o sol do seu coração. Os afectos Num emaranhado de aventuras vividas pelo endiabrado Zezé, podemos encontrar histórias ricas de sentimentos, de amadurecimento, de mudança da infância para a adolescência.

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No último capitulo, Zezé já com 40 anos, vai encontrar-se com Maurice Chevalier que não o reconhece, ao contrário do que ele desejaria. Também o sapo Adão o abandonou, apesar dele o chamar e lhe pedir que lhe ensine, “como é que gente grande pode aquecer o sol”. Ainda que sem resposta, Zezé, esperançado que “Deus faça o sol acender sozinho”, continua a cantar para o sapo porque não se esqueceu da palavra saudade. Maurice Chevalier artista de cinema, ídolo de Zezé e seu amigo imaginário

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Aquece o teu coração e jamais o deixes arrefecer!

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Trabalho realizado por: Sara Pinheiro nº26 9ºB Escola E.B. 2,3/S de Vale de Cambra Junho 2010

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