Slide 1:Conceitos Fundamentais para uma pedagogia da Educação a Distância
Slide 2:Atingindo Objetivos
Slide 3:Conhecimento
(LÉVY, 1993, p.7) Novas maneiras de pensar e de conviver estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações e da informática. As relações entre os homens, o trabalho, a própria inteligência dependem, na verdade, da metamorfose incessante de dispositivos informacionais de todos os tipos. Escrita, leitura, visão, audição, criação, aprendizagem são capturados por uma informática cada vez mais avançada. Não se pode mais conceber a pesquisa científica sem uma aparelhagem complexa que redistribui as antigas divisões entre experiência e teoria. Emerge, neste final do século XX, um conhecimento por simulação que os epistemologistas ainda não inventaram.
Slide 4:Tecnologia Refere-se a tudo aquilo que o ser humano inventou, tanto em termos de artefatos como de métodos e técnicas, para estender a sua capacidade física, sensorial, motora ou mental, assim facilitando e simplificando o seu trabalho, melhorando sua condição de vida ou enriquecendo suas relações interpessoais.
Slide 5:Tecnologias da Inteligência
(LÉVY, 1993, p. 135) a inteligência ou a cognição são o resultado de redes complexas onde interagem um grande número de atores humanos, biológicos e técnicos.
Slide 6:Tecnologias da Informação
e da Comunicação (TIC / NTIC) NTIC - Digital
(Lévy, 1999, p. 50) Digitalizar uma informação é o ato de transformá-la em números, podendo assim ser (des) codificadas e lidas por meios computacionais. TIC
Slide 7:Ciberespaço um novo meio de comunicação que surge da interconexão mundial de computadores. O termo especifica não apenas a infra-estrutura material de comunicação digital, mas também o universo oceânico de informações que ela abriga, assim como os seres humanos que navegam e alimentam esse universo. (LÉVY,1999, p. 17)
Slide 8:Cibercultura
(LÉVY, 1993, p. 137) o conjunto de técnicas - materiais e intelectuais - de práticas, atitudes, modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o ciberespaço.
Slide 9:Humanos e criações humana
(LATOUR, 2001, p. 213) A profundidade de nossa ignorância das técnicas é insondável. Não conseguimos sequer contá-las ou afirmar que existem como objetos, como conjuntos ou como outras tantas seqüências de ações proficientes. No entanto, ainda há filósofos que acreditam na existência de objetos abjetos[...] Se, outrora, os estudos científicos supunham que a fé na construção de artefatos ajudaria a explicar os fatos, nada mais surpreendente. Os não-humanos refogem duas vezes às estruturas da objetividade: não são nem objetos conhecidos por um sujeito nem objetos manipulados por um senhor (e também não, é claro, senhores eles mesmos).
Slide 10:Ecologia Cognitiva
(LÉVY, 1993, p. 137) [...] o estudo das dimensões técnicas e coletivas da cognição [...] o meio ecológico no qual as representações se propagam é composto por dois grandes conjuntos: as mentes humanas e as redes técnicas de armazenamento, de transformação e de transmissão das representações.
Slide 11:Educação
(LIBÂNEO, 2002, p. 32) o conjunto das ações, processos, influências, estruturas que intervêm no desenvolvimento humano de indivíduos e grupos na sua relação ativa com o meio natural e social, num determinado contexto de relações entre grupos e classes sociais.
Slide 12:Disponibilidade do conhecimento Nesta nova etapa das demandas educacionais, o conhecimento precisará estar disponibilizado para todos. Escolas e educadores devem possuir um conhecimento holístico sobre o mundo, estando assim prontos para compreenderem que a integração midiática entre o global e o local formam novos modos de vida, no qual a escola é elemento chave para que o aluno tenha uma visão crítica sobre sua realidade, podendo assim nela interferir.
Slide 13:Amazônia A construção e o planejamento de novas políticas de educação, em todos os níveis, adquirem um significado especial. As tendências dos sistemas educacionais atuais, que têm como pressupostos os princípios da competitividade e do imperativo financeiro, precisam ser revertidas em prol de uma tendência ancorada na equidade (CANOY apud FREITAS, 2004, p. 37).
Slide 14:Amazônia 2º pior resultado do país em termos de atendimento.
Distorção idadé-série de 49%.
Índices de evasão superiores a 30%. Aumento no número de pessoas que acessam a internet – 33,3%.
Houve redução de acesso ao computador na escola – de 24,5% para 18,5%.
- Houve redução de acesso à internet na escola – de 21,3% para 15,6%.
Slide 15:As TIC, por si só, não são a solução dos problemas educacionais na Amazônia, certamente, sua utilização mostra-se imprescindível. Em lugar de comunicar-se, o educador faz comunicados e depósitos que os educandos, meras incidências, recebem pacientemente, memorizam e repetem. Eis aí a concepção bancária da educação, em que a única imagem de ação que se oferece aos educandos é a de receberem os depósitos, guardá-los e arquivá-los. (FREIRE, 1987, p.58) Acesso de qualidade
Slide 16:Se uma tecnologia mais avançada não estiver disponível, geralmente, é possível receber as mensagens de ensino-aprendizagem por uma tecnologia mais simples [...] muitas vezes, existe a preocupação de dispor de tecnologias avançadas em lugar de se investir em mídia de qualidade para a distribuição por essas tecnologias. Um dos erros mais comuns relativos à tecnologia consiste em investir exageradamente em uma tecnologia específica e tentar incluir nela um volume maior de mídia do que ela pode viabilizar sob o ponto de vista da otimização. Educação e tecnologia
(MOORE, 2007, p. 7)
Slide 17:As técnicas não tradicionais não são novidade; a Internet e as Intranets institucionais já não são novidade; a utilização do computador na educação, embora ainda recente, também não se constitui mais em novidade; porém, o desenvolvimento de um Sistema Educacional que conjugue estes instrumentos e ideais, com base num rigoroso conceito de qualidade e na necessária dialogicidade, que seja capaz de incentivar o ‘participante’ a estudar e aprofundar estes estudos ( a partir de seu próprio ritmo e de suas necessidades), este sim é um grande desafio. O NOVO (LIBÂNEO, 2002, p. 32)
Slide 18:Interatividade
Interação
Tranversalidade
Interdisciplinaridade
Hipertextualidade Parâmetros da ação
Slide 19:A inteligência coletiva é um dos principais motores da cibercultura [...] o estabelecimento de uma sinergia entre competências, recursos e projetos, a constituição e manutenção de dinâmicas de memória em comum, a ativação de modas de cooperação flexíveis e transversais, a distribuição coordenada de centros de decisão, opõem-se à separação estanque entre as atividades, às compartimentalizações, à opacidade da organização social. Quanto mais os processos de inteligência coletiva se desenvolvem [...] melhor é a apropriação, por indivíduos e grupos, das alterações técnicas, e menores são os efeitos de exclusão ou de destruição humana resultantes da aceleração do movimento tecno-social . Inteligência Coletiva
(LÉVY, 1999, p. 169)
Slide 20:A inteligência coletiva é um dos principais motores da cibercultura [...] o estabelecimento de uma sinergia entre competências, recursos e projetos, a constituição e manutenção de dinâmicas de memória em comum, a ativação de modas de cooperação flexíveis e transversais, a distribuição coordenada de centros de decisão, opõem-se à separação estanque entre as atividades, às compartimentalizações, à opacidade da organização social. Quanto mais os processos de inteligência coletiva se desenvolvem [...] melhor é a apropriação, por indivíduos e grupos, das alterações técnicas, e menores são os efeitos de exclusão ou de destruição humana resultantes da aceleração do movimento tecno-social . Inteligência Coletiva
(LÉVY, 1999, p. 28)
Slide 21:A EAD explora certas técnicas de ensino a distância, incluindo hipermídia, as redes de comunicação interativas, e todas as tecnologias intelectuais da Cibercultura. Mas o essencial se encontra em um novo estilo de pedagogia, que favorece ao mesmo tempo as aprendizagens personalizadas e a aprendizagem coletiva em rede. Nesse contexto, o professor é incentivado a tornar-se um animador da inteligência coletiva de seus grupos de alunos em vez de um fornecedor direto de conhecimentos. Educação a Distância
(LÉVY, 1999, p. 158)