Estado de Tempo & Clima

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By: geraldoafeitosa (7 month(s) ago)

Ol� poderia mandar este ppt para meu e-mail, pois gostei muito e posso trabalhar em sala de aula. feitos76@yahoo.com.br. Obrigado.

By: acrvp (17 month(s) ago)

Gostei.

By: luzcampos (31 month(s) ago)

Muito bom

By: FilipeFelix (31 month(s) ago)

Bom Dia. Parabéns por esta apresentação. Será que podias-me enviar esta apresentação para o meu e-mail? filipe_felizardo_92@hotmail.com. BGD

By: 3431 (31 month(s) ago)

Boa Tarde. Pareb�ns pela apresenta��o ppt.Se me puder enviar para o meu email agradecia. Cumprimentos jrgouveia_82@hotmail.com

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Presentation Transcript

Slide 1: 

CLIMA ESTADO DE TEMPO Conjunto de fenómenos meteorológicos que caracterizam o estado da atmosfera num dado momento e lugar. O comportamento destes fenómenos variam ao longo do dia e do lugar. Comportamento da temperatura, precipitação; nebulosidade; Vento, .... Sucessão de estados de tempo ao longo de um período mais alargado, cerca de 30 anos. São considerados os valores médios dos fenómenos meteorológicos (temperatura, precipitação, nebulosidade...). Ciência que estuda é a Climatologia Ciência que estuda é a Meteorologia Cacilda Basto

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ELEMENTOS CLIMÁTICOS Fenómenos meteorológicos a partir dos quais se caracterizam o clima e o estado de tempo. TEMPERATURA Grau de aquecimento do ar. Unidade de medida: ºC (graus celsius).

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Indicadores de trabalho Temperatura média diurna – resulta do somatório de todos os valores de temperatura registados num dia, a dividir pelo número de observações. Temperatura média mensal – resulta do somatório das temperaturas médias de um mês, a dividir pelo nº de dias de 1 mês. Temperatura média anual – resulta do somatório das temperaturas médias mensais, a dividir pelo nº de meses (12). Amplitude térmica diurna – é a diferença entre a temperatura máxima e a mínima registadas num dia. Amplitude térmica mensal – é a diferença entre a temperatura mais elevada e a temperatura mais baixa registadas num mês. Amplitude térmica anual – é a diferença entre a temperatura média do mês mais quente e temperatura média do mês mais frio.

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PRECIPITAÇÃO Água que cai da atmosfera para a superfície terrestre, no estado líquido (chuva) ou sólido (neve). Unidade de medida: mm (precipitação).

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Indicadores de trabalho Total anual de precipitação – resulta do somatório de todos os valores de precipitação registados ao longo de um mês.

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VENTO Deslocação de ar das altas para as baixas pressões. Unidade de medida km/h.

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PRESSÃO ATMOSFÉRICA Refere-se ao peso que o ar exerce sobre a superfície terrestre. Unidade de medida mb (milibares).

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INSOLAÇÃO - Corresponde ao nº de horas de sol.

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FACTORES CLIMÁTICOS Condições geográficas que influenciam os elementos climáticos. Altitude Caso da Temperatura: - diminui à medida que a altitude aumenta (0,6ºC por cada 100m – designa-se gradiente térmico). Porquê? - Porque na troposfera a quantidade de componentes atmosféricos que absorvem o calor (vapor de água, dióxido de carbono, poeiras) é menor, logo menos se faz sentir o calor libertado pelo globo (radiação terrestre).

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Temperatura mais elevada Temperatura mais baixa

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Latitude (noções/ideias prévias) A Terra possui o Movimento de Rotação e o Movimento de Translação. O movimento de rotação faz a Terra girar em torno de si mesma num intervalo de 24 horas, originando a sucessão dos dias e das noites. Noite Dia

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O dia inicia-se por volta das 6h00 e finda por volta das 19h, consoante a estação do ano em que nos encontramos. Radição solar + radiação terrestre Não há radiação solar e a superfície da Terra libertou todo o calor armazenado

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Associado ao desenrolar do dia, o Sol executa um movimento – Movimento Diurno Aparente do Sol – devido ao Movimento de Rotação. De facto, ao longo do dia, o Sol vai ocupando posições distintas: - Nasce a Este - Meio-dia está a Sul (no Hemisfério Norte) - Põe-se a Oeste.

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Movimento de Translação: responsável pela sucessão das estações do ano e pela duração do nº de horas de insolação (duração do dia natural).

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Dia natural (12h) é igual à noite (12h) em todo o planeta – Primavera/Outono ou Equinócio de Março (20 ou 21)/ Equinócio de Setembro (22 ou 23).

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Dia natural maior do que noite no Hemisfério Sul – Verão; Dia natural menor do que noite no Hemisfério Norte – Inverno ou Solstício de Dezembro (21 Dezembro). 6 meses de dia 6 meses de noite

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Dia natural maior do que noite no Hemisfério Norte – Verão; Dia natural menor do que noite no Hemisfério Sul – Inverno ou Solstício de Junho (21 ou 22).

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Dependendo da posição da Terra na sua órbita e da inclinação do eixo terrestre e da altura do dia a incidêndia dos raios solares varia, resultando na variação dos valores de temperatura com a latitude.

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As temperaturas médias anuais são mais elevadas junto do equador e muito baixas junto das latitudes elevadas, genericamente a norte do Círculo Polar Árctico e a sul do Círculo Polar Antárctico. Logo, a temperatura dimini do equador para os pólos, ou diminui à medida que aumenta a latitude.

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Menor obliquidade/inclinação dos raios solares, Menor superfície terrestre a aquecer, Menor espessura da atmosfera a atravessar, Maior a temperatura. Maior obliquidade/inclinação, Maior superfície a aquecer, Maior espessura de atmosfera, Temperatura mais baixa. Acontece sempre: - Às 12h do Solstício de Junho, - Junto ao Equador Acontece sempre: De manhã e de tarde, No solstício de Dezembro, - Junto das latitudes médias e altas.

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Proximidade/afastamento do mar ou grau de continentalidade

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A PRECIPITAÇÃO TAMBÉM VARIA NO PLANETA TERRA.

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Latitude A precipitação diminui com o aumento da latitude.

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Porque chove mais junto do Equador? As baixas pressões provocam a subida do ar. Com a altitude, o ar arrefece, condensa, originando nuvens e precipitação.

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Porque chove pouco junto dos Pólos? Nas altas pressões, o ar desce. A diminuição da altitude provoca um aquecimento do ar, logo não há condições para ocorrer a condensação, não se formam nuvens, não ocorre precipitação.

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Altitude A precipitação aumenta com a altitude. O ar, ao ascender (subir) ao longo de uma montanha arrefece e condensa, originando a formação de nuvens e precipitação.

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Proximidade/afastamento do mar ou grau de continentalidade As regiões do litoral são, regra geral, mais chuvosas do que as do interior. A proximidade de correntes marítimas quentes faz aumentar ainda mais a precipitação, pois a água a temperaturas mais elevadas evapora com mais facilidade para a atmosfera.

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Orientação do Relevo Este factor climático também influencia a distribuição da precipitação no espaço.

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Para que servem? Gráficos Termopluviométricos São gráficos que representam em simultâneo a variação da temperatura e da precipitação ao longo do ano. Através destes é possível caracterizar e distinguir genericamente os tipos de clima.

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Como se constrói? Para a construção deve-se utilizar uma folha de papel milimétrico. 1º - Começa-se por traçar, a 2 ou 3 cm da base de uma folha de papel milimétrico, uma linha horizontal (eixo horizontal) com 6 cm de comprimento, que se divide em 12 partes iguais (0,5 cm cada), correspondentes aos 12 meses do ano. A meio de cada um dos espaços escreve-se a inicial do respectivo mês.

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2º - Constrói-se, em seguida, uma linha (eixo) vertical do lado esquerdo, neste caso com 9 cm de comprimento, e divide-se em partes iguais, de acordo com a seguinte escala: 1 cm = 10º C (de temperatura). Neste eixo representam-se os valores da temperatura, de acordo com o quadro. Para os representarmos no gráfico, devemos marcar um ponto a meio do segmento correspondente a cada mês e a uma altura igual ao valor da temperatura desse mês. 3º - Uma vez marcados todos os pontos (12), unem-se, em seguida, com um marcador vermelho. Resulta, assim, uma curva que representa a variação anual da temperatura, ou seja, o chamado regime térmico.

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4º - Traça-se agora outra linha (eixo) vertical no lado direito, neste caso, também com 9 cm de comprimento, e divide-se em partes iguais, utilizando a seguinte escala: 1 cm =20 mm (de precipitação). Neste eixo representam-se os valores da precipitação, conforme os dados do quadro. Para o fazer, constrói-se uma barra para cada mês com uma largura de 0,5 cm (correspondente à medida do segmento do mês) e com uma altura equivalente ao valor da precipitação desse mês. Regime térmico

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Nota: Para que a leitura dos meses secos e húmidos, a partir dos gráficos termopluviométricos, seja mais fácil, deve-se utilizar na sua construção uma escala em que o valor da precipitação seja igual a duas vezes o valor da temperatura (P = 2 x T). Tal como se fez no exemplo, na escala da temperatura, a cada 10 mm faz-se corresponder 10º C e, na escala da precipitação, a cada 10 mm faz-se corresponder 20 mm de precipitação.

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5º - Depois de se representarem todas as barras (relativas aos 12 meses do ano), consegue-se visualizar facilmente o modo como a precipitação se distribui ao longo do ano, ou seja, percebe-se claramente qual é o regime pluviométrico. 6º - Em seguida, pinta-se com um marcador amarelo o interior das barras de precipitação dos meses secos. Um mês é considerado seco quando a precipitação total mensal é inferior ao dobro da temperatura média mensal: P < 2T. 7º - Uma vez concluída a construção, escreve-se, no cimo do gráfico, o nome da estação meteorológica a que os dados dizem respeito e o seu valor de latitude.

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Leitura de um gráfico termopluviométrico De acordo com o exemplo apresentado, a leitura do gráfico pode ser a seguinte: Quanto ao regime térmico: - a temperatura varia ao longo do ano entre 8,8ºC em Janeiro e 19,7ºC em Agosto; - as temperaturas mais elevadas registam-se nos meses de Verão e nos meses de Inverno as temperaturas são mais moderadas; - a amplitude de variação térmica é bastante moderada (19,7ºC – 8,8ºC) = 10,9ºC. Quanto ao regime pluviométrico: - a queda de precipitação varia consideravelmente de mês para mês, sendo mais abundante no Outono-Inverno e mais escassa no Verão; - o valor máximo é de 179,3 mm e regista-se em Janeiro; - o valor mínimo é de 16,5 mm e regista-se em Agosto; - o total anual de precipitação é fraco – bastante inferior a 1000 mm; - a estação seca (Julho e Agosto) é curta e coincide com a época mais quente. Quanto ao regime termopluviométrico: - à medida que as temperaturas vão aumentando o total de precipitação vai diminuindo e vice-versa.

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OS TIPOS DE CLIMAS E A VEGETAÇÃO A distribuição e diferenciação dos vários tipos de climas dependem do modo como se distribuem os elementos climáticos e os factores que mais os influenciam. Apesar de várias diferenças regionais, pode-se definir genericamente os seguintes conjuntos climáticos e respectivos climas.

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Zona Quente: Clima Equatorial; Clima Tropical (húmido e seco) e Clima Desértico. Zona Temperada: Clima Mediterrânico; Clima Marítimo ou Oceânico e Clima Continental. Zona Fria: Clima Continental ou Subpolar e Clima Polar. Os climas de altitude não acompanham a distribuição latitudinal dos climas.