Semana da Cultura Científica 2013 - Voluntariado Ambiental Água

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Testemunho de saída de campo para a Ribeira do Alportel, Tavira, 11º A2 e A3, professora Teresa Afonso, Escola Secundária Dr. Jorge Augusto Correia, no âmbito do Projeto Voluntariado Ambiental para a Água. Cedido à Biblioteca para divulgação na Semana da Cultura Científica 2013

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1 Agrupamento Escolas Dr Jorge Augusto Correia – Tavira Voluntariado Ambiental para a Água Monitorização da qualidade da água da Ribeira de Alportel com recurso aos macroinvertebrados bentónicos de água doce

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Este projeto dá-nos a conhecer a qualidade da água em determinados pontos de uma ribeira numa localidade próxima de nós e permite-nos exercitar um novo método de trabalho, em articulação com equipas de profissionais ligadas à investigação científica.

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O principal objetivo é, partindo do fundamento científico, alertar consciências e fomentar, em cada um de nós, uma atitude proativa na defesa do ambiente da nossa região. Um outro aspeto importante é a vertente do voluntariado. Hoje, mais do que nunca, importa dar sem esperar nada em troca (em termos materiais); é importante darmos o nosso tempo, a nossa disponibilidade na defesa de um projeto em prol do bem comum.

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4 O que fizemos? Planeamento da Ação Saída de Campo: Recolha das Amostras Laboratório: Identificação e Contagem MIB Registo de Resultados Divulgação interpares

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À chegada ao local, Ribeira de Alportel, começámos por observar o espaço envolvente ao ponto de amostragem, tendo em vista o preenchimento da Ficha de Campo. Foto: Teresa A.

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Panorâmica do local, denotando bom estado de preservação ecológica Foto: Rita Borges

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Observação das características ecológicas, geológicas e paisagísticas do local selecionado como ponto de amostragem. Foto: Rita Borges

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Aspeto do coberto vegetal do local selecionado como ponto de amostragem Foto: Teresa A.

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Aspeto do coberto vegetal e sedimentos do ponto de amostragem Foto: Rita Borges

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Pormenor da imagem anterior Foto: Rita Borges

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11 Libelinha Foto: Rita Borges

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A amostragem deve efetuar-se quando o fundo das águas é bem visível. Foto: Rita Borges

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Aspecto dos sedimentos do local escolhido como ponto de amostragem Foto: Rita Borges

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No words... Foto: Rita Borges

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Suave ondulação bem visível Foto: Rita Borges

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Canas penduradas na copa das árvores denunciam o ponto, em altura, a que terá chegado o nível das águas na época de cheia. Foto: Teresa A.

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Preenchimento da Ficha de Campo, após observação do local, em termos geológicos, ecológicos e paisagísticos [naturais e decorrentes da presença humana]. Foto: Rita Borges

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19 O que fizemos? Seguidamente, procedemos à recolha do material, de acordo com o protocolo de amostragem e análise para os macroinvertebrados bentónicos de água doce, disponibilizado pelo grupo de trabalho liderado pelo professor Paulo Pinto, Univ. Évora, que subscreve a Diretiva Quadro da Água. Neste protocolo são dadas indicações sobre a época adequada à amostragem, que deve ser sempre a mesma todos os anos, material e equipamentos necessários, normas de segurança a observar e procedimento de amostragem propriamente dito.

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Ilustração do procedimento a executar na recolha da amostra Foto: Rita Borges

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Exemplicação do modo como se deve manusear o chalavar no momento de recolha da amostra. Foto: Teresa A.

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Uso do chalavar para recolha da amostra no ponto previamente selecionado. Foto: Teresa A.

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Momento da recolha da amostra no local pré-selecionado Foto: Teresa A.

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Momento da recolha da amostra em local pré-selecionado Foto: Teresa A.

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João observa atentamente a sua recolha… Foto: Rita Borges

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Aspecto da amostra composta após o varrimento do fundo do local previamente selecionado Foto: Rita Borges

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Amostra composta lançada no tabuleiro in loco Foto: Teresa A.

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Retirada da amostra do chalavar para o tabuleiro, com ajuda de um pouco de água da ribeira. Foto: Rita Borges

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Crivo de malha calibrada (0,5 mm), a utilizar na lavagem da amostra recolhida. Foto: Rita Borges

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Passagem da amostra pelo crivo de malha calibrada. Foto: Rita Borges

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Captura com manuseamento da pedra (técnica alternativa à primeiramente efetuada) Foto: Teresa A.

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Extração dos MIB da pedra com recurso a um esguicho Foto: Teresa A.

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1ª observação do material recolhido Foto: Teresa A.

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35 O que fizemos? No guia de amostragem é ainda dada orientação sobre o processamento em laboratório, designadamente no que concerne ao material e métodos de triagem / subamostragem e forma de proceder na identificação dos organismos presentes na amostra.

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Observação dos organismos recolhidos (MIB de água doce) à lupa e vista desarmada. Foto: Teresa A.

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Observação do material recolhido e respetiva identificação, à lupa. [com a prestimosa colaboração de Dra. Paula Vaz, da coordenação da APA Algarve] Foto: Teresa A.

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Observação do material recolhido, à lupa e vista desarmada. Foto: Teresa A.

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Observação da amostra recolhida, à lupa e vista desarmada Foto: Teresa A.

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O que fizemos? Fizemos a identificação dos MIB (macroinvertebrados bentónicos) recorrendo à chave de identificação de autoria de Barbara Bis e Grazyna Kosmala, cuja primeira página está ilustrada no slide seguinte.

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Identificação dos espécimes encontrados com recurso à chave para identificação de MIB de água doce, de autoria de Barbara Bis e Grazyna Kosmala Foto: Teresa A.

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Alguns dos exemplares mais frequentemente encontrados na nossa amostra são larvas de: Plecóptero Efemeróptero Estes dois grupos de organismos são sensíveis à poluição / falta de oxigénio. Portanto, a sua presença é indicadora de boa qualidade da água onde se encontram.

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Larva de Plecóptero Classe: Insecta Ordem: Plecoptera São muito sensíveis à poluição. Foto: Teresa A.

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Larvas de Efemeróptero Classe: Insecta Ordem: Ephemeroptera Sensíveis à poluição Foto: Teresa A.

Larva de Efemeróptero Imagem na qual são bem visíveis as brânquias laterais ao longo do abdómenFonte: chave de Identificação de MIB água doce, de Barbara Bis : 

Larva de Efemeróptero Imagem na qual são bem visíveis as brânquias laterais ao longo do abdómenFonte: chave de Identificação de MIB água doce, de Barbara Bis

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Larva de libélula Classe – Insecta Ordem – Odonata São relativamente tolerantes às perturbações de habitat. Foto: Teresa A.

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Larvas de Libelinha Classe Insecta Ordem: Odonata Medianamente tolerantes à poluição Foto: Teresa A.

Água Doce – Ribeira de Alportel Maio 13 : 

50 Água Doce – Ribeira de Alportel Maio 13 RESULTADOS

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Pela forma diferenciada como reagem às alterações do seu habitat, os macroinvertebrados bentónicos são bioindicadores fidedignos da qualidade da água em que se encontram.

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Como pode ver-se nas tabelas de referência supra, os organismos mais frequentes na nossa amostra são sensíveis à poluição, isto é, dão-se apenas em águas bem oxigenadas, pelo que poderemos concluir que a água da Ribeira de Alportel, no ponto considerado, é de muito boa qualidade. [Resultados considerados válidos para o momento da recolha, a 2 de maio de 2013]

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Os resultados obtidos pelas equipas de voluntários são susceptíveis de ser auditados pelas universidades e entidades oficiais parceiras / promotoras do projeto de voluntariado ambiental para a água.

Água Doce – Ribeira de Alportel Mai 13 : 

56 Água Doce – Ribeira de Alportel Mai 13 O que representou, para mim, esta experiência? «A saída de campo foi muito interessante...» «...não gostei de mexer nos bichos...» «...é importante, porque nos alerta para a necessidade de fiscalizarmos os atentados ao ambiente...»

Água Doce – Ribeira de Alportel Mai 13 : 

57 Água Doce – Ribeira de Alportel Mai 13 «Nunca pensei que bichitos tão “insignificantes” pudessem dar informações tão importantes» «Os bichos (à lupa) eram bué da fixes...» «É importante participar neste tipo de projetos, (...) pois faz-nos perceber que cada um de nós pode ter um papel ativo na defesa do ambiente da sua região.»

Água Doce – Ribeira de Alportel Maio 13 : 

58 Água Doce – Ribeira de Alportel Maio 13 Colaboraram connosco: Comunidade escolar (alunos, professores e auxiliares) Universidade do Algarve Ciência Viva de Tavira ARH / APA (Dra Paula Vaz) Município de Tavira (Engª Telma Conceição) Direção Regional de Agricultura (Engª Dulce Reis)

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Agrupamento Escolas Dr Jorge Augusto Correia – Tavira Voluntariado Ambiental para a Água Monitorização da qualidade da água da Ribeira de Alportel com recurso aos macroinvertebrados bentónicos de água doce Trabalho realizado pelas turmas do 11º A2 e A3, sob a coordenação da professora Teresa Afonso Edição final: Novembro 2013 pela

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