POSICIONAMENTO DO PACIENTE

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By: rc.7 (44 month(s) ago)

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Posicionamento cirúrgico “ O posicionamento cirúrgico é uma arte, uma ciência e também um fator chave no desempenho de um procedimento seguro e eficiente, por meio da aplicação de conhecimentos relacionados à anatomia, fisiologia e patologia.”

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POSICIONAMENTO CIRÚRGICO OBJETIVOS: Oferecer exposição e acesso ótimo do local operatório Manter o alinhamento corporal e as funções circulatórias e respiratórias

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POSICIONAMENTO CIRÚRGICO Proporcionar acesso para a administração de soluções endovenosas, drogas, agentes anestésicos Não comprometer as estruturas vasculares e a integridade da pele Trazer o máximo de conforto para o paciente

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POSICIONAMENTO CIRÚRGICO É IMPORTANTE ATENTAR PARA: Temperatura da sala - se fria oferecer cobertor aquecido Uso de coxins

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POSICIONAMENTO CIRÚRGICO Quando da utilização de posicionadores, manter atenção com olhos, orelhas e nariz Alopecia focal pode ocorrer em região occipital na qual o anestesista pode virar a cabeça do paciente a cada 30 minutos

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POSICIONAMENTO DO PACIENTE Equipamentos acessórios como estribo, suporte de perna, suporte de braços e suporte de pé são desenhados para estabilizar o paciente na posição desejada e para oferecer flexibilidade no posicionamento Mudança de posição com atenção

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MESAS CIRÚRGICAS São especialmente desenhadas para atender as exigências peculiares e altamente especializadas da terapia cirúrgica

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MESA CIRÚRGICA

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O posicionamento cirúrgico Está relacionado: Mesas cirúrgicas Treinamento da equipe de enfermagem Parceria com a equipe médica RESPONSABILIDADE DE TODOS

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RECURSOS DE PROTEÇÃO Colchonetes Braçadeiras Travesseiros Perneiras Fixadores de braços e pernas Colchão piramidal (caixa de ovo) Protetores de calcâneo Protetores crânio - faciais

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RECURSOS DE PROTEÇÃO Colchão piramidal Colete térmico Colchão térmico

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RECURSOS DE PROTEÇÃO POSICIONADORES

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DECÚBITO DORSAL ou POSIÇÃO SUPINA Indicada para indução anestésica geral e acesso as cavidades maiores do corpo. ( craniana, torácica e peritoneal), as 4 extremidades e o períneo É a posição mais comum. Principais áreas de pressão: occipito, escápulas, olecrano, sacro, cóccix e os calcâneos

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Técnica: Deitada em DD com os braços ao lado ( sobre suportes de braço) e as pernas estendidas. A posição da cabeça deve manter as vértebras cervicais, torácicas e lombares numa linha reta. Os quadris paralelos. As pernas ficam paralelas e descruzadas para prevenir traumas os nervos peroneal, tibial, atrito e comprometimento circulatório

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POSIÇÕES DE DECÚBITO VENTRAL (PRONAÇÃO) A indução anestésica é feita com o paciente em decúbito dorsal Está indicada nas cirurgias da coluna cervical, dorso, região sacrococcígea área retal e extremidades inferiores

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POSIÇÕES DE DECÚBITO VENTRAL Obs.: Necessidade de expansão pulmonar – liberação das mamas no sexo feminino – uso de coxins e travesseiros. Manter cabeça lateralizada e braços no suporte

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POSIÇÕES LATERAIS O paciente fica deitado sobre o lado não afetado, oferecendo acesso a parte superior do tórax, na região dos rins, na seção superior do ureter. O posicionamento das extremidades e do tronco facilita a exposição desejada

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POSIÇÕES LATERAIS TÓRAX NA POSIÇÃO LATERAL – Permite abordagem operatória nas regiões mais superiores da cavidade torácica

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POSIÇÕES LATERAIS POSIÇÃO LATERAL DA REGIÃO DOS RINS – permite abordar a área retroperitoneal do flanco. A crista ilíaca inferior fica abaixo do elevador dos rins. Permite visualizar a região dos rins, a ponte da mesa de operação é levantada e a mesa é flexionada , de modo que a áreas entre a 12ª costela e a crista ilíaca seja elevada

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PILET

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POSIÇÃO DE TRENDELEMBURG Oferece melhor visualização dos órgãos pélvicos durante a abertura ou cirurgia laparoscópica no abdome inferior ou pelve.

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POSIÇÃO DE TRENDELEMBURG Nessa posição o paciente ficará em posição dorsal com elevação da pelve e membros inferiores, por inclinação da mesa cirúrgica, a cabeça fica mais baixa que os pés Pode ser utilizada também para melhorar a circulação no córtex cerebral e gânglio basal quando a PA cai repentinamente e aumenta o fluxo sanguínea arterial para o crânio

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TRENDELEMBURG REVERSA Usada freqüentemente para oferecer acesso a cabeça e pescoço para facilitar que a força de gravidade desloque a víscera para adiante do diafragma e na direção dos pés Quando a modificação desta posição é usada para cirurgia da tireóide, o pescoço pode ser hiperestendido pela elevação dos ombros do paciente

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POSIÇÃO DE LITOTOMIA OU GINECOLÓGICA INDICAÇÃO: Exames urinários, Endoscópicos , Cirurgias ginecológicas por via baixa e Cirurgias anu retais.

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POSIÇÃO DE LITOTOMIA OU GINECOLÓGICA Essa posição é derivada do decúbito dorsal, na qual se elevam os MMII, que ficam elevados em suportes especiais, denominados perneiras e fixados com correias As pernas são elevadas e abduzidas para expor a região perineal para procedimentos que envolvem os órgãos pélvicos e genitais Tem grande potencial para traumas

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POSIÇÃO DE FOWLER MODIFICADA – ( SENTADA) Indicada: Neurocirurgias, Mamoplastias e Abdominoplastias.

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POSIÇÃO DE FOWLER MODIFICADA (SENTADA) Essa é a posição sentada propriamente dita, isto é, em ângulo de 90º. Flexiona-se a parte dos MMII para prevenção de quedas Ocorre o aumento do peso da paciente no dorso do corpo. O repouso do dorso é elevado, os joelhos são flexionados, e o suporte de pé é mantido no lugar

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POSIÇÃO DE CANIVETE (KRASKE) É a posição derivada do decúbito ventral , na qual os MMII, tórax e MMSS são abaixados de forma que o corpo fique fletido sobre a mesa, mantendo-se a região a ser operada em plano mais elevado. Indicado para cirurgias da região proctológicas e coluna lombar

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POSIÇÃO DE CANIVETE As nádegas podem ser afastadas com tiras largas de fita adesiva, firmemente ao nível do ânus a poucos centímetros da linha média de cada lado. Estas tiras são firme e simultaneamente apertadas em direção à superfície da mesa As tiras são retiradas no final do procedimento para facilitar a aproximação das bordas da ferida

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