DST

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DST/AIDS

O que são Doenças Sexualmente Transmissíveis-DST? : 

O que são Doenças Sexualmente Transmissíveis-DST? São doenças causadas por vírus, bactérias ou outros micróbios, é transmitida, principalmente na relação sexual.

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Sinais de DST: Úlceras ou Feridas Corrimentos

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Verrugas

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Clamídia: A transmissão é sexual mas, nas mulheres grávidas infectadas, pode provocar o parto prematuro e ser transmitida durante o mesmo, causando conjuntivite ou mesmo pneumonia no recém-nascido. Muitas vezes a infecção pela clamídia é assintomática, podendo persistir durante vários anos. Geralmente causa uma cervicite (inflamação das células do colo do útero), tendo como sintomas o corrimento vaginal mucopurulento e sangramento após a relação sexual. Sempre deve ser diagnosticada e tratada, pois suas conseqüências são muito sérias, podendo levar à infecção crônica, à gravidez ectópica ou à infertilidade.

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Uretrite por clamídia (no homem)

Gonorréia: : 

Gonorréia: O sinal da doença é um corrimento amarelo ou esverdeado ou, até mesmo, um pouco de sangue, que sai do pênis, da vagina ou do ânus. Isto aparece dois a oito dias depois da transa. Dói para urinar e para transar. Se não tratar logo a pessoa pode ficar estéril (incapaz de ter filhos). Sem tratamento a doença pode afetar o sistema nervoso, os ossos e o coração. Na mulher é mais difícil perceber os sintomas. Atinge todo o trato urogenital e muitas vezes pode ser assintomática.

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Uretrite gonocócica (no homem) Vaginite gonocócica Oftalmia gonocócica

Tricomoníase: : 

Tricomoníase: Os sinais são: grande quantidade de corrimento amarelo-esverdeado, com mau cheiro, coceira na vagina e no pênis, dor ao urinar. Dói também para ter relações sexuais. No homem, geralmente não apresenta sinais ou sintomas. O exame direto da secreção vaginal demonstra o protozoário.

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Tricomoníase vaginal

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Candidíase: Causa muita coceira nos órgãos sexuais, que ficam bem vermelhos. Arde muito para urinar. Na mulher a doença provoca corrimento branco, que nem leite talhado, e pode dar até infecção urinária, com dores forte. No homem, às vezes, não tem sinais ou sintomas. É uma doença que pode ser passada pelo sexo ou não. O agente que causa a doença existe de forma natural, em pequena quantidade, na vagina da mulher. Quando aumenta muito de quantidade, causa a doença.

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Lesão localizada no pênis Candidiase Vulvovaginite

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Herpes Genital: Se manifesta por úlceras genitais. Uma vez a pessoa infectada pelo vírus, ele permanece latente para sempre, residindo na raiz nervosa e só ocasionando sintomas quando reaparece. A primeira infecção apresenta, como sintomas, manifestações sistêmicas de uma síndrome viral, com febre e mal-estar geral. Após, aparecem vesículas geralmente múltiplas na vulva, que se unem e formam úlceras rasas e dolorosas. O surto é autolimitado e as lesões curam espontaneamente em torno de 14 dias. Os episódios seguintes, em geral, apresentam menor duração e sintomas mais brandos, sendo precedidos por coceira ou queimação. Os surtos podem ser desencadeados por alguma alteração na resposta imune como estresse, gestação, menstruação, cansaço ou um estado imunocomprometido.

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Lesões no pênis (fase inicial) Lesões localizadas no períneo feminino. Lesões localizadas no pênis.

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Cancro Mole: São feridas com pus que aparecem na cabeça do pênis e na parte externa da vagina. Como é muito contagiosa, também pode aparecer no saco, virilha ou outro lugar que entre em contato com o pus da ferida. A ferida é dolorosa,ao contrário da ferida da sífilis, e se não for tratada vai aumentando de tamanho e não some sozinha. Se tratar, a pessoa fica totalmente curada. Também é conhecida como mula.

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Lesões localizadas no pênis Cancro Mole

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Sífilis ou Cancro Duro: Primeiro aparece uma ferida no pênis, ou no saco, ou na vagina ou até na boca ( quando se pegou pelo sexo oral),alguns dias depois da relação sexual.A ferida não dói, desaparece com o tempo e a pessoa pensa que está curada.Se não tratada, meses depois surgem manchas pelo corpo e descamação na sola do pé na palma da mão. Estas manchas também somem mas a sífilis continua no sangue. Mesmo sem o tratamento correto,uma pessoa com sífilis pode passar vários anos sem sentir nada. A sífilis pode causar cegueira, paralisia, doença neurológica,problema de coração e levar até a morte. Outros sintomas da sífilis são: verrugas na região genital, ânus e na boca, ínguas pelo corpo, febre, dores nas juntas e falha na sobrancelha.

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1º fase: acontece umas 2 a 3 semana depois da infecção.A ferida não dói e some sem tratamento.O micróbio continua no corpo. 2º fase: apresenta por manchas no corpo, nas palmas das mãos e na sola dos pés e por ínguas,febres e mal-estar. 3º fase: micróbio da sífilis pode prejudicar os ossos, o coração, a mente e fazer com que a pessoa fique aleijada ou até provocar sua morte. A 3º fase da sífilis não tem cura.

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Sífilis na Gravidez: A mulher grávida deve fazer exame de sangue logo no início da gravidez. Se ela tiver sífilis, a doença pode provocar: aborto, morte intra-uterina ( dentro da barriga ),prematuridade e síndrome da sífilis congênita ( sífilis adquirida pelo bebê durante a gravidez de uma mãe infectada e não tratada ), ataca as crianças nos primeiros dias ou semanas de vida e é caracterizado por manifestações clínicas em várias partes do organismo: sistema nervoso, ossos, fígado, baço, pele, além de anemia,icterícia ( amarelão ).

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Estas crianças necessitam de atendimento médico imediato e,na maioria das vezes,internação para tratamento com antibióticos administrados pela veia por um prazo nunca inferior a 10 dias.

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Aids

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O que é Aids? A doença é causada pelo vírus HIV (sigla em inglês para vírus da imunodeficiência humana), que compromete o funcionamento do sistema imunológico, impedindo-o de executar sua tarefa de proteger o organismo contra as agressões externas (por bactérias, outros vírus e parasitas) e contra células cancerígenas. Com o progressivo comprometimento do sistema imunológico, o corpo humano se torna cada vez mais susceptível a tipos raros de cânceres. A Aids não tem cura, mas tem tratamento, esse é garantido pela Rede Pública de Saúde.Quanto mais cedo começar o tratamento, maiores a chance de manter a qualidade de vida.

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Quem deve fazer o teste anti-HIV? Qualquer pessoa que fez sexo com penetração sem camisinha. Todos que utilizaram agulhas e seringas não esterilizadas. Gestantes que desconhecem sua sorologia. Pessoas que realizaram transfusões de sangue em épocas em que não havia controle do sangue. A aids atinge qualquer pessoa, independente de sexo, cor, idade, orientação sexual ou classe social. O teste só deve ser feito após três meses da última situação de risco, pois antes desse período o organismo ainda não produziu anticorpos para o vírus. O teste anti-HIV deve ser voluntário e sempre acompanhado de aconselhamento.

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Qual a vantagem de saber o resultado? Se for negativo, significa que a pessoa não está infectada com o HIV, lembrando que o exame só deve ser feito depois de ter passado três meses da última situação de risco. A partir deste momento, a pessoa deve continuar tomando todos os cuidados para não se infectar, pois o resultado do teste não é vacina contra o HIV. Se for positivo, deve-se buscar acompanhamento de um serviço especializado em HIV e aids. A infecção pelo HIV tem tratamento; existem muitos medicamentos e exames disponíveis na rede pública de saúde que possibilitam uma boa qualidade de vida. A pessoa também deve tomar todos os cuidados para não se infectar novamente, pois quanto maior a quantidade e/ou variedade de tipos de vírus (cepas) no organismo, maior é a chance de desenvolver aids.

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Como pegar o vírus HIV ? Relação sexual com penetração sem uso do preservativo; compartilhar agulhas e seringas; da mãe para o bebê durante a gravidez, na hora do parto e/ou amamentação; transfusão de sangue ou hemoderivados infectados (sem testagem). Como não pegar o vírus HIV ? Carícias, beijos, masturbação, sexo sem penetração, suor, lágrimas, saliva, abraços, apertos de mão, copos, talheres, chimarrão, roupas, sabonetes, vasos sanitários, saunas, piscinas, doando sangue.

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Como evitar o vírus HIV? Usando camisinha em todas as relações sexuais, inclusive com o parceiro fixo, e não compartilhando agulhas e seringas. Transmissão: No sangue, esperma, secreção vaginal e leite materno.

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Aleitamento Materno: O risco de transmissão de HIV pelo aleitamento materno é de aproximadamente 15% na ausência do tratamento anti-retroviral. O maior risco parece ocorrer nos primeiros 4-6 meses. Mesmo passando a margem de risco é prudente não amamentar.

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Doenças Oportunistas: O paciente soro positivo tem sua imunidade comprometida, por isso o vírus HIV age como porta de entrada para as doenças oportunistas. Essas devem ser tratadas com uma inteiração adequada ao tratamento já existente.

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"Nossa mãe vai morrer de Aids, mas a gente faz tudo que pode por ela..."

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Tratamento das DST Cada DST tem um tipo de tratamento e só o profissional de saúde poderá avaliar e fazer essa indicação corretamente. Só tomar remédio indicado pelo médico de saúde. Tomar o remédio na quantidade certa, nas horas certas e até o fim, mesmo que os sintomas e sinais tenham desaparecidos. Evitar relação sexual nesse período e, se não der para evitar, só manter relações usando camisinha. Voltar ao serviço de saúde quando terminar o tratamento, para a revisão. E as mulheres, para fazerem o exame preventivo do câncer do colo do útero (o médico fará a indicação). Levar o parceiro sexual para ser tratado também.

Prevenção das DST e do HIV : 

Prevenção das DST e do HIV A melhor forma de prevenir a transmissão das DST é usar sempre e corretamente a camisinha em todas as relações sexuais. Não compartilhar agulhas e seringas com outras pessoas. No caso de necessitar receber uma transfusão de sangue, exija que ele seja testado para todas as doenças que podem transmitidas pelo sangue. Cuidados gerais de higiene : - Procurar ter uma alimentação saudável, fazer exercícios e manter a limpeza do corpo; - Evitar usar roupas, toalhas ou quaisquer objetos íntimos de outras pessoas; - Ao utilizar banheiros públicos, tomar cuidado com a higiene, evitando  sentar-se nos vasos sanitários, usar toalhas de pano,etc.

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