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COLUNA VERTEBRAL : 

COLUNA VERTEBRAL

COLUNA VERTEBRAL : 

COLUNA VERTEBRAL Admite-se que 80% da população mundial adulta têm ou terão lombalgia; 30 a 40% desta população apresentam de forma assintomática hérnia de disco lombar; 2 a 3% já estão acometidos Primeira crise de dor é com aproximadamente 37 anos (Ortiz, 2000)

ANATOMIA E FUNÇÃO : 

ANATOMIA E FUNÇÃO CERVICAL: SETE VÉRTEBRAS DORSAL: DOZE VÉRTEBRAS LOMBAR: CINCO VÉRTEBRAS SACRO: CINCO. COCCÍGEAS: QUATRO

ANATOMIA E FUNÇÃO : 

ANATOMIA E FUNÇÃO No plano frontal deve ser reta No plano sargital encontramos curvas

ANATOMIA E FUNÇÃO : 

ANATOMIA E FUNÇÃO As funções da coluna são contraditórias, pois deve ser uma estrutura rígida para suporte de peso e de proteção, como também deve ser flexível para auxiliar nossos movimentos. Resta para nós conciliarmos estes princípios. A capacidade para desenvolver essas duas funções é da ESTABILIDADE.

FUNÇÃO ESTÁTICA : 

FUNÇÃO ESTÁTICA Devido aos corpos vertebrais e aos discos. Uma parte periférica formada por um anel fibroso. Uma parte central o núcleo pulposo.

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A face posterior do disco, as lâminas são mais finas e menos numerosas (Humphreys, 1999), esse é um dos fatores que justificam as hérnias discais posteriores

Função cinética : 

Função cinética Atribuída ao arco posterior. Orientação das articulares posteriores.

PROTEÇÃO : 

PROTEÇÃO Da medula espinhal e seus prolongamentos nervosos.

Raízes nervosas : 

Raízes nervosas São formadas pelas convergências das radículas que emergem da medula. São mais vulneráveis a lesão pois não possuem proteção do tecido epineural e perineural.

Formato do canal neural. : 

Formato do canal neural. Grande e triangular na cervical. Na região torácica é menor e circular. Triangular na região lombar.

Forame intervertebral. : 

Forame intervertebral. Propicia a passagem da raiz nervosa para periferia. Os seus comprimentos aumentam cefalocaudalmente. A flexão aumenta o diâmetro vertical. A extensão diminui o diâmetro vertical e ântero-posterior.

CAUSAS DA DOR LOMBAR : 

CAUSAS DA DOR LOMBAR

Aspectos do início da dor lombar. : 

Aspectos do início da dor lombar. Genético (Backlestter) - Estudo com 40 gêmeos idênticos Dos fatores individuais a idade é o mais importante.(Andersson GB)

Fatores ocupacionais : 

Fatores ocupacionais Trabalho físico pesado. Postura de trabalho. Inclinar-se e girar o tronco freqüentemente. Levantar, empurrar e puxar. Trabalho repetitivo. Vibrações.

Outros fatores. : 

Outros fatores. Psicológicos e psicossociais. Gravidez. O fumo. Aterosclerose na artéria aorta abdominal. Pacientes com revestimentos da faceta anômalo. Uma orientação assimétrica das articulações. Sedentarismo.

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Nachemson AL.The lumbar spine.Spine 1976;1(1):61.)

TRATAMENTO : 

TRATAMENTO FISIOTERAPIA MANIPULATIVA; AJUSTE NA MESA DE FLEXÃO/TRACÃO E TRITON DTS; ESTABILIZACÃO SEGMENTAR VERTEBRAL ATIVIDADE FÍSICA.

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Psoas Quadrado lombar.

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Diafragma

R M A DA COLUNA VERTEBRAL : 

R M A DA COLUNA VERTEBRAL É um conjunto de técnicas fisioterapêuticas utilizado para o tratamento das patologias da coluna vertebral. HÉRNIA DE DISCO PROTRUSÃO DE DISCO LOMBALGIA ARTROSE CERVICALGIA

Pesquisa neurological; Volume 20, Número 3, Abril 1998). : 

Pesquisa neurological; Volume 20, Número 3, Abril 1998). 778 pacientes que fizeram tração vertebral, 92% relataram melhora. Os estudos verificaram redução das pressões intradiscais na escala negativa -150 mm/HG. DeSeze e Levernieux relataram uma descompressão de 1,5mm após tração lombar. Mathews e Yates relataram uma distração 2mm por espaço de disco após a tração.

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Neugebauer relatou 87% de alívio ao tratar 30.000 pacientes com protrusão de disco por um período de 14 anos. Ele concluiu que a tração permitiu: O aumento do espaço do disco; O aumento em tamanho do forame intervertebral; Alongamento do ligamento longitudinal posterior.

Tração Vertebral no Brasil : 

Tração Vertebral no Brasil A tração convencional nunca demonstrou uma redução da pressão intradiscal Ao contrário, muitos dispositivos da tração até aumentaram a pressão intradiscal.

MESA DE TRAÇÃO ELETRÔNICA : 

MESA DE TRAÇÃO ELETRÔNICA As cintas de contato circunferenciais são largas e flexíveis; A mesa possui um mecanismo de deslizamento com molas que controlam o atrito do paciente; Garante progressão segura, suave, confortável e precisa na aplicação e retirada de carga; Trava de abertura p/ o quadril; Chave de controle do paciente.

UNIDADE DE TRAÇÃO : 

UNIDADE DE TRAÇÃO Descompressão: Alonga os músculos espinhais monoarticulares; Diminuição da compressão sobre as raízes nervosas; Retifica as curvaturas espinhais; Aumento do espaço intervertebral; Inibição da proteção reflexa que diminui o desconforto dos músculos.

REGULADA DE ACORDO COM A EVOLUÇÃO DO PACIENTE : 

REGULADA DE ACORDO COM A EVOLUÇÃO DO PACIENTE

Estabilização Segmentar Vertebral : 

Estabilização Segmentar Vertebral Idealizado por um grupo de fisioterapeutas australianos (Jull G., Hides J., Hodges P., Richardson C.) A estabilidade vertebral depende da integração de 3 subsistemas, são eles: - Passivo (osteoligamentar) - Ativo (musculotendíneo) - Neural (Sisa Nervoso Periférico e Sistema Nervoso Central) (MohamendPanjabi, bioengenheiro indiano)

MODELO DE PANJABI : 

MODELO DE PANJABI Zona neutra – Região intervertebral onde é oferecido o mínimo de resistência interna.

INSTABILIDADE SEGMENTAR É DEFINIDA COMO: : 

INSTABILIDADE SEGMENTAR É DEFINIDA COMO: Perda da rigidez articular; Aumento da mobilidade; Movivento anormal vertebral (cizalhamento).

Mecanismos que influenciam a estabilidade (4) : 

Mecanismos que influenciam a estabilidade (4) Velocidade de ativação rápida dos estabilizadores. Co-contração muscular coordenada. Resistência adequada. Força do motor primário suficiente.

INSTABILIDADE CLÍNICA : 

INSTABILIDADE CLÍNICA Diminuição significativa da capacidade do sistema estabilizador vertebral em manter as zonas neutras intervertebrais dentro dos limites fisiológicos.

PRINCIPIO DA ESTABILIZAÇÃO : 

PRINCIPIO DA ESTABILIZAÇÃO Utilização do sistema muscular específico para proteção das estruturas articulares e neurais contra os efeitos do desuso, lesão ou dor, evitando a formação do ciclo contínuo de incapacidade.

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A coluna lombar é apoiada posteriormente por três tipos de músculos. Interseguementar. Os que prendem a coluna lombar ao sacro e ao ilíaco. Os que abarcam a coluna lombar.

Músculos Estabilizadores : 

Músculos Estabilizadores Cruzam apenas uma articulação; Intimamente associados com estruturas passivas articulares. Localização dentro de um grande grupo de sinergista. Afetam somente uma articulação.

Característica: : 

Característica: Em forma de pena; Possui inserções fascias extensivas; Controlam um movimento específico; Função antigravitacional (ativação tônica contínua durante a maior parte dos movimentos). Unidade motora com contração lenta.

Os multífidos : 

Os multífidos São estabilizadores intersegmentais. São ativos em toda extensão e flexão do tronco. Eles fornecem rigidez segmentar e controle do movimento. Músculo com predominância de fibras posturais A proximidade do multífido aos segmentos vertebrais fornece uma vantagem biomecânica, velocidade rápida de contração.

Mobilizadores : 

Mobilizadores Cruzam varias articulações; Menos capacidade de promover estabilização; Formam parte de um grupo de sinergista; Influenciam mais de uma articulação;São longos e fusiformes; Localização afastada da articulação que eles influenciam.

Hodges e Richardson 1996 demonstraram que: : 

Hodges e Richardson 1996 demonstraram que: O atraso na contração do músculo transverso do abdômem indica déficit no controle motor resultando numa estabilizaçã vertebral ineficiente.

Em 1999 : 

Em 1999 Eles demonstraram que a contração do TA ocorre independente dos outros músculos abdominais. O TA apresenta diminuição de atividade em pacientes que foram submetidos a dor experimental.

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O padrão de contração que utilizou o músculo transverso do abdômen seletivamente promoveu, significantemente uma maior rigidez (diminuição da instabilidade) na articulação sacro-ilíaca comparados com a contração generalizada da musculatura abdominal.   Richardson C. e col. (2002)

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O multífido apresentou diminuição da amplitude de atividade em pacientes com dor lombar. Após a primeira crise lombar unilateral constatou-se diminuição da área seccional transversal do músculo multífido.

Sistema muscular local : 

Sistema muscular local Intertransversal e interespinhal; Multífidio; longuíssimo torácico porção lombar; Iliocostal lombar porção lombar; Quadrado lombar fibras mediais. Transverso do abdomen; Oblíquo interno.

Sistema muscular global : 

Sistema muscular global Longuíssimo torácico porção torácica; Iliocostal lombar porção torácica; Quadrado lombar fibras laterais; Reto abdominal; Oblíquo externo.

ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL : 

ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL

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ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL

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www.itcvertebral.com.br

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Colachis SC.et al: Effects of intermittent traction on vertebral separation. Arch of Phy Med & Rehab 1972 (50), p.p.251-258. Shealy CN. Borgmeyer V.: Decompression, reduction, stabilization of the Lumbar spine: A cost effective treatment for lumbosacral pain. AJPM 1997, 7(2), 663-665 Winkle D, et al.: Diagnosis & treatment of the lumbar spine. Aspen: Maryland: 1996 p.p. 303-313. Degenerative disorders of the spine. In: Hochschuler SH, Cotler HB, (Eds.) Rehab of the Spine. Mosby MO. 1993 p.p.464-465 & p.260. Cyriax JH: Illustrated Manual of orthopaedic med, London, Butterworths, 1983 p.p. 30-40. Schiotz E, Cyriax JH: Manipulation, past and present. London, Heinemann, 1975 Biomechanics. In: Hochschuler SH, Cotler HB, (Eds.) Rehab of the Spine. Mosby MO.1993 p.p. 146. Kushlich S: Tissue origin of mechanical low back pain and sciatica. In: Hochschuler SH, Cotler HB, (Eds.) Rehab of the Spine. Mosby, MO. 1993 p.p.595-599. Natural history of the lumbar spine. In Taylor JR, Twomey LT,(Eds):Physical Therapy of the Low Back. Churchill Livingstone, New York, 2000, p.p 25-26 & 43-51. Onel D et al. Computed tomographic investigation of the effects of traction on lumbar disc herniations. Spine 1989; 14(1):82-9

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