logging in or signing up estabilizacao andreparente Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 1520 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: December 05, 2008 This Presentation is Public Favorites: 1 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript COLUNA VERTEBRAL : COLUNA VERTEBRAL COLUNA VERTEBRAL : COLUNA VERTEBRAL Admite-se que 80% da população mundial adulta têm ou terão lombalgia; 30 a 40% desta população apresentam de forma assintomática hérnia de disco lombar; 2 a 3% já estão acometidos Primeira crise de dor é com aproximadamente 37 anos (Ortiz, 2000) ANATOMIA E FUNÇÃO : ANATOMIA E FUNÇÃO CERVICAL: SETE VÉRTEBRAS DORSAL: DOZE VÉRTEBRAS LOMBAR: CINCO VÉRTEBRAS SACRO: CINCO. COCCÍGEAS: QUATRO ANATOMIA E FUNÇÃO : ANATOMIA E FUNÇÃO No plano frontal deve ser reta No plano sargital encontramos curvas ANATOMIA E FUNÇÃO : ANATOMIA E FUNÇÃO As funções da coluna são contraditórias, pois deve ser uma estrutura rígida para suporte de peso e de proteção, como também deve ser flexível para auxiliar nossos movimentos. Resta para nós conciliarmos estes princípios. A capacidade para desenvolver essas duas funções é da ESTABILIDADE. FUNÇÃO ESTÁTICA : FUNÇÃO ESTÁTICA Devido aos corpos vertebrais e aos discos. Uma parte periférica formada por um anel fibroso. Uma parte central o núcleo pulposo. Slide 7: A face posterior do disco, as lâminas são mais finas e menos numerosas (Humphreys, 1999), esse é um dos fatores que justificam as hérnias discais posteriores Função cinética : Função cinética Atribuída ao arco posterior. Orientação das articulares posteriores. PROTEÇÃO : PROTEÇÃO Da medula espinhal e seus prolongamentos nervosos. Raízes nervosas : Raízes nervosas São formadas pelas convergências das radículas que emergem da medula. São mais vulneráveis a lesão pois não possuem proteção do tecido epineural e perineural. Formato do canal neural. : Formato do canal neural. Grande e triangular na cervical. Na região torácica é menor e circular. Triangular na região lombar. Forame intervertebral. : Forame intervertebral. Propicia a passagem da raiz nervosa para periferia. Os seus comprimentos aumentam cefalocaudalmente. A flexão aumenta o diâmetro vertical. A extensão diminui o diâmetro vertical e ântero-posterior. CAUSAS DA DOR LOMBAR : CAUSAS DA DOR LOMBAR Aspectos do início da dor lombar. : Aspectos do início da dor lombar. Genético (Backlestter) - Estudo com 40 gêmeos idênticos Dos fatores individuais a idade é o mais importante.(Andersson GB) Fatores ocupacionais : Fatores ocupacionais Trabalho físico pesado. Postura de trabalho. Inclinar-se e girar o tronco freqüentemente. Levantar, empurrar e puxar. Trabalho repetitivo. Vibrações. Outros fatores. : Outros fatores. Psicológicos e psicossociais. Gravidez. O fumo. Aterosclerose na artéria aorta abdominal. Pacientes com revestimentos da faceta anômalo. Uma orientação assimétrica das articulações. Sedentarismo. Slide 17: Nachemson AL.The lumbar spine.Spine 1976;1(1):61.) TRATAMENTO : TRATAMENTO FISIOTERAPIA MANIPULATIVA; AJUSTE NA MESA DE FLEXÃO/TRACÃO E TRITON DTS; ESTABILIZACÃO SEGMENTAR VERTEBRAL ATIVIDADE FÍSICA. Slide 19: Psoas Quadrado lombar. Slide 20: Diafragma R M A DA COLUNA VERTEBRAL : R M A DA COLUNA VERTEBRAL É um conjunto de técnicas fisioterapêuticas utilizado para o tratamento das patologias da coluna vertebral. HÉRNIA DE DISCO PROTRUSÃO DE DISCO LOMBALGIA ARTROSE CERVICALGIA Pesquisa neurological; Volume 20, Número 3, Abril 1998). : Pesquisa neurological; Volume 20, Número 3, Abril 1998). 778 pacientes que fizeram tração vertebral, 92% relataram melhora. Os estudos verificaram redução das pressões intradiscais na escala negativa -150 mm/HG. DeSeze e Levernieux relataram uma descompressão de 1,5mm após tração lombar. Mathews e Yates relataram uma distração 2mm por espaço de disco após a tração. Slide 25: Neugebauer relatou 87% de alívio ao tratar 30.000 pacientes com protrusão de disco por um período de 14 anos. Ele concluiu que a tração permitiu: O aumento do espaço do disco; O aumento em tamanho do forame intervertebral; Alongamento do ligamento longitudinal posterior. Tração Vertebral no Brasil : Tração Vertebral no Brasil A tração convencional nunca demonstrou uma redução da pressão intradiscal Ao contrário, muitos dispositivos da tração até aumentaram a pressão intradiscal. MESA DE TRAÇÃO ELETRÔNICA : MESA DE TRAÇÃO ELETRÔNICA As cintas de contato circunferenciais são largas e flexíveis; A mesa possui um mecanismo de deslizamento com molas que controlam o atrito do paciente; Garante progressão segura, suave, confortável e precisa na aplicação e retirada de carga; Trava de abertura p/ o quadril; Chave de controle do paciente. UNIDADE DE TRAÇÃO : UNIDADE DE TRAÇÃO Descompressão: Alonga os músculos espinhais monoarticulares; Diminuição da compressão sobre as raízes nervosas; Retifica as curvaturas espinhais; Aumento do espaço intervertebral; Inibição da proteção reflexa que diminui o desconforto dos músculos. REGULADA DE ACORDO COM A EVOLUÇÃO DO PACIENTE : REGULADA DE ACORDO COM A EVOLUÇÃO DO PACIENTE Estabilização Segmentar Vertebral : Estabilização Segmentar Vertebral Idealizado por um grupo de fisioterapeutas australianos (Jull G., Hides J., Hodges P., Richardson C.) A estabilidade vertebral depende da integração de 3 subsistemas, são eles: - Passivo (osteoligamentar) - Ativo (musculotendíneo) - Neural (Sisa Nervoso Periférico e Sistema Nervoso Central) (MohamendPanjabi, bioengenheiro indiano) MODELO DE PANJABI : MODELO DE PANJABI Zona neutra – Região intervertebral onde é oferecido o mínimo de resistência interna. INSTABILIDADE SEGMENTAR É DEFINIDA COMO: : INSTABILIDADE SEGMENTAR É DEFINIDA COMO: Perda da rigidez articular; Aumento da mobilidade; Movivento anormal vertebral (cizalhamento). Mecanismos que influenciam a estabilidade (4) : Mecanismos que influenciam a estabilidade (4) Velocidade de ativação rápida dos estabilizadores. Co-contração muscular coordenada. Resistência adequada. Força do motor primário suficiente. INSTABILIDADE CLÍNICA : INSTABILIDADE CLÍNICA Diminuição significativa da capacidade do sistema estabilizador vertebral em manter as zonas neutras intervertebrais dentro dos limites fisiológicos. PRINCIPIO DA ESTABILIZAÇÃO : PRINCIPIO DA ESTABILIZAÇÃO Utilização do sistema muscular específico para proteção das estruturas articulares e neurais contra os efeitos do desuso, lesão ou dor, evitando a formação do ciclo contínuo de incapacidade. Slide 37: A coluna lombar é apoiada posteriormente por três tipos de músculos. Interseguementar. Os que prendem a coluna lombar ao sacro e ao ilíaco. Os que abarcam a coluna lombar. Músculos Estabilizadores : Músculos Estabilizadores Cruzam apenas uma articulação; Intimamente associados com estruturas passivas articulares. Localização dentro de um grande grupo de sinergista. Afetam somente uma articulação. Característica: : Característica: Em forma de pena; Possui inserções fascias extensivas; Controlam um movimento específico; Função antigravitacional (ativação tônica contínua durante a maior parte dos movimentos). Unidade motora com contração lenta. Os multífidos : Os multífidos São estabilizadores intersegmentais. São ativos em toda extensão e flexão do tronco. Eles fornecem rigidez segmentar e controle do movimento. Músculo com predominância de fibras posturais A proximidade do multífido aos segmentos vertebrais fornece uma vantagem biomecânica, velocidade rápida de contração. Mobilizadores : Mobilizadores Cruzam varias articulações; Menos capacidade de promover estabilização; Formam parte de um grupo de sinergista; Influenciam mais de uma articulação;São longos e fusiformes; Localização afastada da articulação que eles influenciam. Hodges e Richardson 1996 demonstraram que: : Hodges e Richardson 1996 demonstraram que: O atraso na contração do músculo transverso do abdômem indica déficit no controle motor resultando numa estabilizaçã vertebral ineficiente. Em 1999 : Em 1999 Eles demonstraram que a contração do TA ocorre independente dos outros músculos abdominais. O TA apresenta diminuição de atividade em pacientes que foram submetidos a dor experimental. Slide 44: O padrão de contração que utilizou o músculo transverso do abdômen seletivamente promoveu, significantemente uma maior rigidez (diminuição da instabilidade) na articulação sacro-ilíaca comparados com a contração generalizada da musculatura abdominal. Richardson C. e col. (2002) Slide 45: O multífido apresentou diminuição da amplitude de atividade em pacientes com dor lombar. Após a primeira crise lombar unilateral constatou-se diminuição da área seccional transversal do músculo multífido. Sistema muscular local : Sistema muscular local Intertransversal e interespinhal; Multífidio; longuíssimo torácico porção lombar; Iliocostal lombar porção lombar; Quadrado lombar fibras mediais. Transverso do abdomen; Oblíquo interno. Sistema muscular global : Sistema muscular global Longuíssimo torácico porção torácica; Iliocostal lombar porção torácica; Quadrado lombar fibras laterais; Reto abdominal; Oblíquo externo. ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL : ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL Slide 51: ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL Slide 52: 5/12/2008 Slide 55: 5/12/2008 Slide 57: 5/12/2008 Slide 67: 5/12/2008 Slide 72: www.itcvertebral.com.br Slide 73: REFERENCES (suggested reading in bold) Mackenzie R: Mechanical diagnosis and therapy for disorders of the low back. In Taylor JR, Twomey LT (Eds.): Physical therapy of the low back. Churchill Livingstone, New York, 2000 p.26 & 143. Kushlich SD, Ulstrom RN, Michael CJ: Tissue origin of low back pain and sciatica. Orthop Clin North Am (22):181,1991. Nachenson AL, Elfstrom G: Intravital dynamic pressure measurements of Lumbar discs. Scand J Rehabil Med 2 Supp 1:1-40, 1970. Yong, Hing K., Kirkaldy-Willis WH: Pathophysiology of degenerated discs of the lumbar spine. Phila. The Ortho Clinics of N. Am. Vol.(14) #3 July 83, p.p. 493-504. Bogduk N., Twomey L.: Clinical anatomy of the Lumbar Spine. Churchill-Livingstone New York. 1992. p.p. 68-69 & 151-173 Twomey LT.: Sustained lumbar traction: An experimental study of long spine segments. Spine 1985; (10): 146-149. Judkovich BD.: Lumbar traction therapy-elimination of physical factors that prevent stretch. JAMA 1955; 159. Gose E, Naguszewski L.: Vertebral axial decompression therapy: an outcome study. Neuro Resarch. (20) #3, April 1998. Mathews JA.: Dynamic Discograhy: A study of lumbar traction. Annals of Phy Med, IX (7) 1968, p.p. 265-279. Colachis SC.et al: Effects of intermittent traction on vertebral separation. Arch of Phy Med & Rehab 1972 (50), p.p.251-258. Shealy CN. Borgmeyer V.: Decompression, reduction, stabilization of the Lumbar spine: A cost effective treatment for lumbosacral pain. AJPM 1997, 7(2), 663-665. Slide 74: Colachis SC.et al: Effects of intermittent traction on vertebral separation. Arch of Phy Med & Rehab 1972 (50), p.p.251-258. Shealy CN. Borgmeyer V.: Decompression, reduction, stabilization of the Lumbar spine: A cost effective treatment for lumbosacral pain. AJPM 1997, 7(2), 663-665 Winkle D, et al.: Diagnosis & treatment of the lumbar spine. Aspen: Maryland: 1996 p.p. 303-313. Degenerative disorders of the spine. In: Hochschuler SH, Cotler HB, (Eds.) Rehab of the Spine. Mosby MO. 1993 p.p.464-465 & p.260. Cyriax JH: Illustrated Manual of orthopaedic med, London, Butterworths, 1983 p.p. 30-40. Schiotz E, Cyriax JH: Manipulation, past and present. London, Heinemann, 1975 Biomechanics. In: Hochschuler SH, Cotler HB, (Eds.) Rehab of the Spine. Mosby MO.1993 p.p. 146. Kushlich S: Tissue origin of mechanical low back pain and sciatica. In: Hochschuler SH, Cotler HB, (Eds.) Rehab of the Spine. Mosby, MO. 1993 p.p.595-599. Natural history of the lumbar spine. In Taylor JR, Twomey LT,(Eds):Physical Therapy of the Low Back. Churchill Livingstone, New York, 2000, p.p 25-26 & 43-51. Onel D et al. Computed tomographic investigation of the effects of traction on lumbar disc herniations. Spine 1989; 14(1):82-9 Slide 75: Beurskens AJ et al: Efficacy of traction for non-specific back pain. Spine 1997 Dec1;(23): 2756-62. Laban MM et al: Intermittant cervical traction: a progenitor of lumbar radicular pain. Arch Phys Med Rehab 1992 Mar;73 (3):295-6. Pellecchia GL: Lumbar traction: a review of the liturature. J Orthop Sports Phys Ther 1994 Nov:20 (5): 262-7. Austin R: Lumbar traction a valid option. Aust J Physio 1998; 44 (4):280. Constantoyannis C, et al: Intermittent cervical traction for radiculopathy due to large-volume herniated discs. JMPT 2002 Mar; 25 (3). Adams M, Bogduk N et al: Biomechanics of back pain. Churchill Livingstone NY, 2002: p.p 163-167 Grieve G: Mobilization of the spine. Churchill Livingstone NY, 1991: p.p 273-283. Martin M, Ramos G: Effects of vertebral axial decompression on intradiscal pressure. J Neur 81: 350-353, 1994. Richardson C, Jull G et al: Therapeutic exercises for spinal segmental stabilization in low back pain. Churchill Livingstone NY, 1999. Cox, James M. : Low Back Pain – mechanism, diagnosis and treatment. Williams & Wilkins. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
estabilizacao andreparente Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 1520 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: December 05, 2008 This Presentation is Public Favorites: 1 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript COLUNA VERTEBRAL : COLUNA VERTEBRAL COLUNA VERTEBRAL : COLUNA VERTEBRAL Admite-se que 80% da população mundial adulta têm ou terão lombalgia; 30 a 40% desta população apresentam de forma assintomática hérnia de disco lombar; 2 a 3% já estão acometidos Primeira crise de dor é com aproximadamente 37 anos (Ortiz, 2000) ANATOMIA E FUNÇÃO : ANATOMIA E FUNÇÃO CERVICAL: SETE VÉRTEBRAS DORSAL: DOZE VÉRTEBRAS LOMBAR: CINCO VÉRTEBRAS SACRO: CINCO. COCCÍGEAS: QUATRO ANATOMIA E FUNÇÃO : ANATOMIA E FUNÇÃO No plano frontal deve ser reta No plano sargital encontramos curvas ANATOMIA E FUNÇÃO : ANATOMIA E FUNÇÃO As funções da coluna são contraditórias, pois deve ser uma estrutura rígida para suporte de peso e de proteção, como também deve ser flexível para auxiliar nossos movimentos. Resta para nós conciliarmos estes princípios. A capacidade para desenvolver essas duas funções é da ESTABILIDADE. FUNÇÃO ESTÁTICA : FUNÇÃO ESTÁTICA Devido aos corpos vertebrais e aos discos. Uma parte periférica formada por um anel fibroso. Uma parte central o núcleo pulposo. Slide 7: A face posterior do disco, as lâminas são mais finas e menos numerosas (Humphreys, 1999), esse é um dos fatores que justificam as hérnias discais posteriores Função cinética : Função cinética Atribuída ao arco posterior. Orientação das articulares posteriores. PROTEÇÃO : PROTEÇÃO Da medula espinhal e seus prolongamentos nervosos. Raízes nervosas : Raízes nervosas São formadas pelas convergências das radículas que emergem da medula. São mais vulneráveis a lesão pois não possuem proteção do tecido epineural e perineural. Formato do canal neural. : Formato do canal neural. Grande e triangular na cervical. Na região torácica é menor e circular. Triangular na região lombar. Forame intervertebral. : Forame intervertebral. Propicia a passagem da raiz nervosa para periferia. Os seus comprimentos aumentam cefalocaudalmente. A flexão aumenta o diâmetro vertical. A extensão diminui o diâmetro vertical e ântero-posterior. CAUSAS DA DOR LOMBAR : CAUSAS DA DOR LOMBAR Aspectos do início da dor lombar. : Aspectos do início da dor lombar. Genético (Backlestter) - Estudo com 40 gêmeos idênticos Dos fatores individuais a idade é o mais importante.(Andersson GB) Fatores ocupacionais : Fatores ocupacionais Trabalho físico pesado. Postura de trabalho. Inclinar-se e girar o tronco freqüentemente. Levantar, empurrar e puxar. Trabalho repetitivo. Vibrações. Outros fatores. : Outros fatores. Psicológicos e psicossociais. Gravidez. O fumo. Aterosclerose na artéria aorta abdominal. Pacientes com revestimentos da faceta anômalo. Uma orientação assimétrica das articulações. Sedentarismo. Slide 17: Nachemson AL.The lumbar spine.Spine 1976;1(1):61.) TRATAMENTO : TRATAMENTO FISIOTERAPIA MANIPULATIVA; AJUSTE NA MESA DE FLEXÃO/TRACÃO E TRITON DTS; ESTABILIZACÃO SEGMENTAR VERTEBRAL ATIVIDADE FÍSICA. Slide 19: Psoas Quadrado lombar. Slide 20: Diafragma R M A DA COLUNA VERTEBRAL : R M A DA COLUNA VERTEBRAL É um conjunto de técnicas fisioterapêuticas utilizado para o tratamento das patologias da coluna vertebral. HÉRNIA DE DISCO PROTRUSÃO DE DISCO LOMBALGIA ARTROSE CERVICALGIA Pesquisa neurological; Volume 20, Número 3, Abril 1998). : Pesquisa neurological; Volume 20, Número 3, Abril 1998). 778 pacientes que fizeram tração vertebral, 92% relataram melhora. Os estudos verificaram redução das pressões intradiscais na escala negativa -150 mm/HG. DeSeze e Levernieux relataram uma descompressão de 1,5mm após tração lombar. Mathews e Yates relataram uma distração 2mm por espaço de disco após a tração. Slide 25: Neugebauer relatou 87% de alívio ao tratar 30.000 pacientes com protrusão de disco por um período de 14 anos. Ele concluiu que a tração permitiu: O aumento do espaço do disco; O aumento em tamanho do forame intervertebral; Alongamento do ligamento longitudinal posterior. Tração Vertebral no Brasil : Tração Vertebral no Brasil A tração convencional nunca demonstrou uma redução da pressão intradiscal Ao contrário, muitos dispositivos da tração até aumentaram a pressão intradiscal. MESA DE TRAÇÃO ELETRÔNICA : MESA DE TRAÇÃO ELETRÔNICA As cintas de contato circunferenciais são largas e flexíveis; A mesa possui um mecanismo de deslizamento com molas que controlam o atrito do paciente; Garante progressão segura, suave, confortável e precisa na aplicação e retirada de carga; Trava de abertura p/ o quadril; Chave de controle do paciente. UNIDADE DE TRAÇÃO : UNIDADE DE TRAÇÃO Descompressão: Alonga os músculos espinhais monoarticulares; Diminuição da compressão sobre as raízes nervosas; Retifica as curvaturas espinhais; Aumento do espaço intervertebral; Inibição da proteção reflexa que diminui o desconforto dos músculos. REGULADA DE ACORDO COM A EVOLUÇÃO DO PACIENTE : REGULADA DE ACORDO COM A EVOLUÇÃO DO PACIENTE Estabilização Segmentar Vertebral : Estabilização Segmentar Vertebral Idealizado por um grupo de fisioterapeutas australianos (Jull G., Hides J., Hodges P., Richardson C.) A estabilidade vertebral depende da integração de 3 subsistemas, são eles: - Passivo (osteoligamentar) - Ativo (musculotendíneo) - Neural (Sisa Nervoso Periférico e Sistema Nervoso Central) (MohamendPanjabi, bioengenheiro indiano) MODELO DE PANJABI : MODELO DE PANJABI Zona neutra – Região intervertebral onde é oferecido o mínimo de resistência interna. INSTABILIDADE SEGMENTAR É DEFINIDA COMO: : INSTABILIDADE SEGMENTAR É DEFINIDA COMO: Perda da rigidez articular; Aumento da mobilidade; Movivento anormal vertebral (cizalhamento). Mecanismos que influenciam a estabilidade (4) : Mecanismos que influenciam a estabilidade (4) Velocidade de ativação rápida dos estabilizadores. Co-contração muscular coordenada. Resistência adequada. Força do motor primário suficiente. INSTABILIDADE CLÍNICA : INSTABILIDADE CLÍNICA Diminuição significativa da capacidade do sistema estabilizador vertebral em manter as zonas neutras intervertebrais dentro dos limites fisiológicos. PRINCIPIO DA ESTABILIZAÇÃO : PRINCIPIO DA ESTABILIZAÇÃO Utilização do sistema muscular específico para proteção das estruturas articulares e neurais contra os efeitos do desuso, lesão ou dor, evitando a formação do ciclo contínuo de incapacidade. Slide 37: A coluna lombar é apoiada posteriormente por três tipos de músculos. Interseguementar. Os que prendem a coluna lombar ao sacro e ao ilíaco. Os que abarcam a coluna lombar. Músculos Estabilizadores : Músculos Estabilizadores Cruzam apenas uma articulação; Intimamente associados com estruturas passivas articulares. Localização dentro de um grande grupo de sinergista. Afetam somente uma articulação. Característica: : Característica: Em forma de pena; Possui inserções fascias extensivas; Controlam um movimento específico; Função antigravitacional (ativação tônica contínua durante a maior parte dos movimentos). Unidade motora com contração lenta. Os multífidos : Os multífidos São estabilizadores intersegmentais. São ativos em toda extensão e flexão do tronco. Eles fornecem rigidez segmentar e controle do movimento. Músculo com predominância de fibras posturais A proximidade do multífido aos segmentos vertebrais fornece uma vantagem biomecânica, velocidade rápida de contração. Mobilizadores : Mobilizadores Cruzam varias articulações; Menos capacidade de promover estabilização; Formam parte de um grupo de sinergista; Influenciam mais de uma articulação;São longos e fusiformes; Localização afastada da articulação que eles influenciam. Hodges e Richardson 1996 demonstraram que: : Hodges e Richardson 1996 demonstraram que: O atraso na contração do músculo transverso do abdômem indica déficit no controle motor resultando numa estabilizaçã vertebral ineficiente. Em 1999 : Em 1999 Eles demonstraram que a contração do TA ocorre independente dos outros músculos abdominais. O TA apresenta diminuição de atividade em pacientes que foram submetidos a dor experimental. Slide 44: O padrão de contração que utilizou o músculo transverso do abdômen seletivamente promoveu, significantemente uma maior rigidez (diminuição da instabilidade) na articulação sacro-ilíaca comparados com a contração generalizada da musculatura abdominal. Richardson C. e col. (2002) Slide 45: O multífido apresentou diminuição da amplitude de atividade em pacientes com dor lombar. Após a primeira crise lombar unilateral constatou-se diminuição da área seccional transversal do músculo multífido. Sistema muscular local : Sistema muscular local Intertransversal e interespinhal; Multífidio; longuíssimo torácico porção lombar; Iliocostal lombar porção lombar; Quadrado lombar fibras mediais. Transverso do abdomen; Oblíquo interno. Sistema muscular global : Sistema muscular global Longuíssimo torácico porção torácica; Iliocostal lombar porção torácica; Quadrado lombar fibras laterais; Reto abdominal; Oblíquo externo. ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL : ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL Slide 51: ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL Slide 52: 5/12/2008 Slide 55: 5/12/2008 Slide 57: 5/12/2008 Slide 67: 5/12/2008 Slide 72: www.itcvertebral.com.br Slide 73: REFERENCES (suggested reading in bold) Mackenzie R: Mechanical diagnosis and therapy for disorders of the low back. In Taylor JR, Twomey LT (Eds.): Physical therapy of the low back. Churchill Livingstone, New York, 2000 p.26 & 143. Kushlich SD, Ulstrom RN, Michael CJ: Tissue origin of low back pain and sciatica. Orthop Clin North Am (22):181,1991. Nachenson AL, Elfstrom G: Intravital dynamic pressure measurements of Lumbar discs. Scand J Rehabil Med 2 Supp 1:1-40, 1970. Yong, Hing K., Kirkaldy-Willis WH: Pathophysiology of degenerated discs of the lumbar spine. Phila. The Ortho Clinics of N. Am. Vol.(14) #3 July 83, p.p. 493-504. Bogduk N., Twomey L.: Clinical anatomy of the Lumbar Spine. Churchill-Livingstone New York. 1992. p.p. 68-69 & 151-173 Twomey LT.: Sustained lumbar traction: An experimental study of long spine segments. Spine 1985; (10): 146-149. Judkovich BD.: Lumbar traction therapy-elimination of physical factors that prevent stretch. JAMA 1955; 159. Gose E, Naguszewski L.: Vertebral axial decompression therapy: an outcome study. Neuro Resarch. (20) #3, April 1998. Mathews JA.: Dynamic Discograhy: A study of lumbar traction. Annals of Phy Med, IX (7) 1968, p.p. 265-279. Colachis SC.et al: Effects of intermittent traction on vertebral separation. Arch of Phy Med & Rehab 1972 (50), p.p.251-258. Shealy CN. Borgmeyer V.: Decompression, reduction, stabilization of the Lumbar spine: A cost effective treatment for lumbosacral pain. AJPM 1997, 7(2), 663-665. Slide 74: Colachis SC.et al: Effects of intermittent traction on vertebral separation. Arch of Phy Med & Rehab 1972 (50), p.p.251-258. Shealy CN. Borgmeyer V.: Decompression, reduction, stabilization of the Lumbar spine: A cost effective treatment for lumbosacral pain. AJPM 1997, 7(2), 663-665 Winkle D, et al.: Diagnosis & treatment of the lumbar spine. Aspen: Maryland: 1996 p.p. 303-313. Degenerative disorders of the spine. In: Hochschuler SH, Cotler HB, (Eds.) Rehab of the Spine. Mosby MO. 1993 p.p.464-465 & p.260. Cyriax JH: Illustrated Manual of orthopaedic med, London, Butterworths, 1983 p.p. 30-40. Schiotz E, Cyriax JH: Manipulation, past and present. London, Heinemann, 1975 Biomechanics. In: Hochschuler SH, Cotler HB, (Eds.) Rehab of the Spine. Mosby MO.1993 p.p. 146. Kushlich S: Tissue origin of mechanical low back pain and sciatica. In: Hochschuler SH, Cotler HB, (Eds.) Rehab of the Spine. Mosby, MO. 1993 p.p.595-599. Natural history of the lumbar spine. In Taylor JR, Twomey LT,(Eds):Physical Therapy of the Low Back. Churchill Livingstone, New York, 2000, p.p 25-26 & 43-51. Onel D et al. Computed tomographic investigation of the effects of traction on lumbar disc herniations. Spine 1989; 14(1):82-9 Slide 75: Beurskens AJ et al: Efficacy of traction for non-specific back pain. Spine 1997 Dec1;(23): 2756-62. Laban MM et al: Intermittant cervical traction: a progenitor of lumbar radicular pain. Arch Phys Med Rehab 1992 Mar;73 (3):295-6. Pellecchia GL: Lumbar traction: a review of the liturature. J Orthop Sports Phys Ther 1994 Nov:20 (5): 262-7. Austin R: Lumbar traction a valid option. Aust J Physio 1998; 44 (4):280. Constantoyannis C, et al: Intermittent cervical traction for radiculopathy due to large-volume herniated discs. JMPT 2002 Mar; 25 (3). Adams M, Bogduk N et al: Biomechanics of back pain. Churchill Livingstone NY, 2002: p.p 163-167 Grieve G: Mobilization of the spine. Churchill Livingstone NY, 1991: p.p 273-283. Martin M, Ramos G: Effects of vertebral axial decompression on intradiscal pressure. J Neur 81: 350-353, 1994. Richardson C, Jull G et al: Therapeutic exercises for spinal segmental stabilization in low back pain. Churchill Livingstone NY, 1999. Cox, James M. : Low Back Pain – mechanism, diagnosis and treatment. Williams & Wilkins.