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OS RECURSOS MARÍTIMOS:

OS RECURSOS MARÍTIMOS

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Em Portugal, as pescas continuam a ter um importante peso social e é o país onde se consome mais peixe por habitante; Temos potencialidades:a zona económica exclusiva é extensa, há tradição e "know-how", existem suficientes portos de pesca e o sector tem ligações fortes a outras actividades económicas (conserveiras); Mas também temos problemas: deficiente organização, o incumprimento da legislação, o fraco investimento na qualidade das frotas, a falta de tecnologia, a idade e habilitações literárias dos pescadores e até o escasso conhecimento dos recursos existentes na ZEE ● Clima favor á vel ● Boas e numerosas praias de areia fina e á guas t é pidas ● Explora ç ão de metais (ex: ferro, estanho, cobre … ) ● Extrac ç ão do cloreto de s ó dio (sal) ● Aproveitamento da for ç a das ondas e das mar é s para mover geradores ● Contribui para a substitui ç ão de certos produtos da pesca ● Forma racional e pouco destrutiva de aproveitamento das riquezas naturais ● Esp é cies utilizadas como fertilizante (sarga ç o ou moli ç o) ● Algas transformadas em farinha para ra ç ões ● Algas com destino a certas ind ú strias qu í micas, em especial a farmacêutica PESCA MAR Í TIMA AQUACULTURA VEGETAL MINERAL ENERG É TICO TUR Í STICO Potencializar o uso do espa ç o Mar í timo em diferentes dom í nios

A Actividade Piscatória:

A Actividade Piscatória

A Riqueza das águas:

A Riqueza das águas A abundância de peixe é influenciada pelas condições de temperatura, iluminação, salinidade e oxigenação das águas. de que depende a existência de maior ou menor quantidade de plâncton. Desta forma, existem nos oceanos áreas de maior abundância e diversidade de espécies, como por exemplo as plataformas continentais e as áreas de convergência das correntes marítimas. Factores que condicionam a actividade piscatória

O que é uma Plataforma Continental?:

O que é uma Plataforma Continental? É a extensão da placa continental que se encontra submersa e cuja profundidade não ultrapassa os 200 metros. Constituindo apenas cerca de 10% dos fundos marinhos, as plataformas continentais proporcionam ao ser humano mais de 80% das capturas de peixe. 4000 m

Qual a razão da Riqueza das Plataformas Continentais?:

Qual a razão da Riqueza das Plataformas Continentais? · águas são pouco profundas, o que permite uma maior penetração da luz, e maior existência de plâncton; · a maior agitação das suas águas torna-as ricas em oxigénio; águas com menor teor em sal, por receberem as águas dos rios que nele desaguam; ·águas mais ricas em nutrientes: - devido ao oxigénio e luz que favorecem a formação de plâncton; - recebem resíduos orgânicos transportados pelos rios;

Áreas de abundância de pescado: As correntes marítimas:

Áreas de abundância de pescado: As correntes marítimas Factores que condicionam a actividade piscatória Por Portugal passa a designada corrente de Portugal, com origem no Golfo do México (quente), que se encontra com a corrente fria das Canárias, favorecendo a existência de pescado.

Áreas de abundância de pescado: Os upwelings:

Áreas de abundância de pescado: Os upwelings Factores que condicionam a actividade piscatória O upwelling é uma corrente marítima vertical que se forma sempre que os ventos arrastam as águas superficiais para o largo. Para compensar essa deslocação surgem correntes ascendentes, muito ricas em nutrientes, que são provenientes dos fundos oceânicos e responsáveis pela abundância de pescado.

Áreas de abundância de pescado: Os upwelings:

Este fenómeno provoca uma maior agitação das águas, uma diminuição da temperatura e maior oxigenação e maior quantidade disponível de plâncton. Esta corrente de compensação faz ainda ascender à superfície grandes quantidades de nutrientes, atraindo os cardumes. . Áreas de abundância de pescado: Os upwelings Devido à ocorrência do fenómeno de upwelling, nos meses de Verão, é possível pescar na costa portuguesa, maior quantidade de espécies como a sardinha e o carapau

As áreas de maior captura de pescado:

As áreas de maior captura de pescado Atlântico Noroeste Atlântico Nordeste Pacífico Sudeste Pacífico Noroeste Pacífico Centro-Oeste

As áreas de maior captura de pescado:

As áreas de maior captura de pescado Atlântico Noroeste Atlântico Nordeste Pacífico Sudeste Pacífico Centro Oeste Pacífico Noroeste

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Os países que mais capturam peixe no mundo

Tipos de pesca quanto ao desenvolvimento:

Tipos de pesca quanto ao desenvolvimento Pesca tradicional Pesca moderna

A PESCA TRADICIONAL:

A PESCA TRADICIONAL Na maior parte dos países em desenvolvimento, predomina a pesca tradicional, visto que não há investimento na pesca moderna.

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A PESCA TRADICIONAL Uso de técnicas de captura artesanais (anzóis e linha); Uso de embarcações de pequena capacidade de carga e sem meios de conservação do pescado; Realiza capturas reduzidas que têm de ser rapidamente descarregadas; É realizada em águas interiores (rios e lagos) e costeiras, tendo uma duração de um dia.

PESCA MODERNA OU INDUSTRIAL:

PESCA MODERNA OU INDUSTRIAL A pesca industrial predomina nos países desenvolvidos. Ao longo do século XX houve uma grande modernização deste sector.

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A PESCA MODERNA CARACTERÍSTICAS: Uso de técnicas de detecção dos cardumes, como o sonar, meios aéreos e informações via satélite; Uso de técnicas de captura como o arrasto, o cerco e as redes de deriva; Uso de grandes frotas constituídas por grandes embarcações especializadas, incluindo uma de maior dimensão – o navio-fábrica; Longa permanência no mar; Pesca em águas internacionais.

Tipos de pesca relacionados com a distância à costa e ao tempo de permanência no mar:

Tipos de pesca relacionados com a distância à costa e ao tempo de permanência no mar a) a pesca local ou costeira - corresponde à que se pratica ao longo da costa, em barcos pequenos, utilizando-se técnicas tradicionais; b) a pesca do alto - realiza-se longe da costa, por um período inferior a oito dias, utilizando embarcações maiores e técnicas mais avançadas; c) a pesca longínqua - são utilizados barcos  de grande tonelagem, que possuem modernos meios técnicos de captura, como sonares (para a detecção dos bancos de pesca) e radares, processos de conservação e transformação do pescado em alto mar (navios-fábrica), como o uso de frigoríficos. Normalmente, pratica-se em águas internacionais, podendo os navios laborar vários meses sem virem à costa.

Técnicas de captura:

Técnicas de captura

A EVOLUÇÃO DAS CAPTURAS:

A EVOLUÇÃO DAS CAPTURAS

A evolução das capturas:

A evolução das capturas A modernização das pescas e o desenvolvimento de actividades de transformação e comercialização, assim como o crescimento da população mundial, contribuem para o aumento das capturas de espécies piscícolas. Por outro lado não há capacidade de regeneração das espécies visto que a captura é intensa (SOBREPESCA).

Soluções:

Soluções Devem ser tomadas algumas medidas para minimizar os efeitos da Sobrepesca : Intensificação do estudo das espécies; Definição de quotas; Criação de normas que regulam os instrumentos de pesca; Limitação do uso de técnicas de arrasto; Aquacultura (produção de espécies controlada pelo Homem).

O Mar de Portugal, onde se pode pescar?!:

O Mar de Portugal, onde se pode pescar?! Portugal, enquanto território costeiro, continental e insular, possui, para além do mar territorial (águas até às 12 milhas/ 22,1 km da costa) e da respetiva zona contígua (zona posterior ao mar territorial, que se estenda das 12 às 24 milhas) uma das mais extensas Zonas Económicas Exclusivas (ZEE) do continente europeu. A ZEE é a faixa marítima sobre a qual os países costeiros detêm os direitos de exploração e administração de todos os recursos. Actualmente, a largura média das ZEE é de 200 milhas marítimas.

O Mar de Portugal, onde se pode pescar?!:

O Mar de Portugal, onde se pode pescar?! A ZEE de Portugal Portugal possui uma das maiores ZEE do mundo.

Quantidade não é sinónimo de qualidade…:

Quantidade não é sinónimo de qualidade… Apesar de ser extensa a ZEE portuguesa não é rica em recursos piscícolas. A quantidade e diversidade de recursos piscícolas existentes, não está relacionado com a dimensão das ZEE, mas com outros factores…

A Plataforma Continental de Portugal:

A Plataforma Continental de Portugal A plataforma continental portuguesa é relativamente estreita ao longo de todo o território litoral, sendo quase inexistente nas regiões autónomas, devido à sua origem vulcânica (profundidade muito elevada). Ao longo do litoral continental, a sua largura varia entre 30 km e o máximo de 60 km, junto à figueira da Foz. Figueira da Foz A plataforma continental portuguesa corresponde apenas a 1% da nossa ZEE (Zona Económica Exclusiva).

A Plataforma Continental Portuguesa Versus a Europeia:

A Plataforma Continental Portuguesa Versus a Europeia Compara a extensão da plataforma continental portuguesa com a extensão da plataforma continental da Europa Ocidental A plataforma continental portuguesa é notoriamente muito mais reduzida que a da Europa Ocidental, o que coloca o nosso país em desvantagem no que respeita à quantidade e diversidade de fauna marinha. Este facto traduz-se numa menor abundância de pescado.

AS PRINCIPAIS ÁREAS DE PESCA DE PORTUGAL:

AS PRINCIPAIS ÁREAS DE PESCA DE PORTUGAL Na nossa ZEE. Nas ZEE de outros países comunitários, tendo de respeitar as quotas e outras regras. Nas águas internacionais (ZEE extra-comunitárias), ao abrigo de acordos bi e multilaterais que Portugal e a União Europeia vão estabelecendo. Os pescadores portugueses pescam:

Espécies capturadas na ZEE portuguesa.:

Espécies capturadas na ZEE portuguesa. Nas águas da ZEE portuguesa, as espécies mais pescadas são: Sardinha Atum Carapau Peixe Espada Polvo Pescada Cavala Camarão vermelho Gamba Lulas Chocos Verdinho Lagostim

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Nas águas da ZEE portuguesa, as espécies mais capturadas são: As capturas com maior importância são: Sardinha (50 560 toneladas) Cavala (14 657 toneladas) Carapau (13 228 toneladas) Polvo (10 838 toneladas) Atum (6805 toneladas) Peixe espada preto (6267 toneladas) Verdinho (5126 toneladas) As capturas mais rentáveis são: Polvo (40 629 Euros) Sardinha (33 130 euros) Carapau (19 931 euros) Espécies capturadas na ZEE portuguesa: as mais abundantes e as mais rentáveis.

AS PRINCIPAIS ÁREAS DE PESCA DE PORTUGAL: desembarque de pescado por porto marítimo.:

AS PRINCIPAIS ÁREAS DE PESCA DE PORTUGAL: desembarque de pescado por porto marítimo. Em 2005, os portos com maior quantidade de pescado descarregado foram: Matosinhos, Peniche, Olhão e Sines. Em Matosinhos, Peniche e Sines a espécie mais descarregada foi a sardinha, Enquanto que em Olhão foi o lagostim e em Sesimbra o peixe espada preto.

A Pesca na ZEE Portuguesa: tipos de pesca:

A Pesca na ZEE Portuguesa: tipos de pesca Pesca local : realizada até 6 milhas, é muito importante no nosso país, pois ocupa um grande número de pescadores portugueses em pequenas embarcações (9m máximo). Captura espécies de elevado valor comercial como a pescada. Pesca costeira : pesca entre as 6 e as 12 milhas, com barcos agrupa três tipos de embarcações: - arrasto : Pescam espécies como a pescada, faneca e carapau; - cerco : (ex: traineiras). Destinam-se à captura de espécies como a sardinha; - polivalente :. Pescam peixe-espada, polvo, pargo, cherne, etc. A pesca do cerco é a que captura maior volume de pescado.

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Assim, para além da ZEE, Portugal pesca em: Atlântico Nordeste Atlântico Noroeste Atlântico Centro Este Índico Atl. Sudeste Atl. Sudoeste AS PRINCIPAIS ÁREAS DE PESCA DE PORTUGAL: pesca de largo nas águas internacionais

AS PRINCIPAIS ÁREAS DE PESCA DE PORTUGAL: pesca de largo nas águas internacionais:

AS PRINCIPAIS ÁREAS DE PESCA DE PORTUGAL: pesca de largo nas águas internacionais Zona de Pesca Localização Espécies capturadas Atlântico Nordeste Costa nordeste da Europa, em especial a costa da Noruega e o Mar de Barents. Bacalhau e Red Fish Atlântico Noroeste Costa da América do Norte, em particular na Terra Nova (Canadá) e na Gronelândia. Bacalhau Atlântico Centro Este Costa Ocidental de África (Marrocos até à Guiné) Marisco Atlântico Sul (Este e Oeste) Costa sul africana (Angola, Namíbia e África do Sul) – Atlântico Este Costa oriental da América do Sul – Atlântico Oeste Pescada Índico Ocidental Costa oriental de África (Madagáscar, Moçambique). Crustáceos

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A pesca do largo é praticada nas águas internacionais (superior a 12 milhas). Fica no mar por várias semanas e mesmo meses; Estes navios são enormes fábricas de pescado flutuante, onde se pesca, esventra, limpa, congela e transforma o peixe. A pesca do Largo: pesca portuguesa nas águas internacionais

A ACTIVIDADE PISCATÓRIA:

A ACTIVIDADE PISCATÓRIA A IMPORTÂNCIA DA PESCA NA ECONOMIA Dinheiro gerado pela comercialização do pescado. Ocupação da população activa (gera emprego) Desenvolvimento de infra-estruturas (portos marítimos, estradas…) Construção de embarcações (construção naval); indústrias de produção de acessórios de pesca; Fornecimento de matéria-prima para a indústria de transformação (conserveira, peixe congelado, comida embalada);

A BALANÇA COMERCIAL PORTUGUESA:

A produção nacional de pescado é claramente insuficiente face às necessidades do consumo interno, pelo que as importações de pescado e seus derivados (gordura e óleos) têm vindo a aumentar. Paralelamente, as nossas exportações têm vindo a diminuir, agravando o défice na nossa balança comercial. A BALANÇA COMERCIAL PORTUGUESA A balança comercial dos produtos de pesca é negativa

TIPOS DE PESCA:

TIPOS DE PESCA Os tipos de pesca praticado pelos pescadores portugueses são: Pesca Local Pesca Costeira Pesca de largo Área de pesca Até às 6 milhas Entre as 6 e as 12 milhas > a 12 milhas e nas águas internacionais Embarcações Pequenas e com pouca potência (até 75 kw) Superior a 9 metros de comprimento Superior a 100 TAB (tonelagem de arqueação bruta) e com 15dias de autonomia. 1tab = 2832 m 3 Técnicas utilizadas Técnicas artesanais Técnicas artesanais Técnicas industriais, que permite a transformação, conservação e congelação do pescado Duração da faina Um dia Um dia a uma semana Semanas, meses

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Mais de 75 por cento da produção de peixe do mundo é destinada ao consumo humano. O resto é na sua maior parte processado para farinha e óleo de peixe. O número de homens e mulheres que se dedica diretamente à produção primária de peixe em captura ou aquicultura atingia em 2006 cerca de 43.5 milhões. Durante as últimas três décadas o número de pescadores e de piscicultores progrediu mais rapidamente que a população mundial e o emprego na agricultura tradicional. As exportações de peixe e produtos da pesca atingiram em 2006 e um recorde 85.9 bilhões US Dólares esperando-se que o crescimento continue a subir. Nos países em desenvolvimento, as exportações líquidas da pesca (exportações menos importações) são superiores às de outros produtos agrícolas como café, chá, arroz e bananas

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Aproximadamente 52 por cento dos recursos pesqueiros marinhos do mundo, estão totalmente explorados”, ou atingiram o máximo admissível, enquanto que outros 28 por cento dos stocks são”sobrepescados”, esgotados ou em via de recuperação. O peixe contribui para a segurança alimentar em muitas regiões do mundo. Um grande número de países em desenvolvimento depende do peixe como principal fonte de proteína, em 30 dos quais representa de mais de 45 por cento do fornecimento de proteína animal.

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Desde 1970, a produção piscícola progrediu a uma taxa anual média de 8,7%. Se considerarmos os últimos dados – 51,7 milhões de toneladas - a aquicultura, pela primeira vez fornece quase metade de todo o peixe consumido no mundo.

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