Punho e mão

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Avaliação Médico-pericial das sequelas do punho e da mão

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Punho e Mão Generalidades 1.Anatomo-fisiologia 2.O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões traumáticas 3. Sequelas a valorizar 4. Exames complementares S 
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PADRÕES DO DANO E SUA 
 VALORIZAÇÃO PERICIAL 5.Nexo de causalidade 6.Data de consolidação e consequências temporárias 7.Consequências permanentes 8.Situações de agravamento 9.Quantum doloris 10.Dano estético permanente 11.Prejuízo profissional 12.Repercussão nas activid. desportivas e de lazer 13.Dependências S 
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1. Anatomo-fisiologia do punho e da mão Ossos Cadeia articular Estruturas musculo-ligamentares

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OSSOS DA MÃO Carpo - 8 ossos Metacarpo - 5 ossos Dedos - 14 ossos

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CARPO 1º FILEIRA - Escafóide Semilunar Piramidal Pisiforme 2º FILEIRA - Trapézio Trapezóide Grande osso Unciforme

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MÚSCULOS DA MÃO Extrínsecos Dorsais - tendões dos músc. post. do antebraço Palmares - tendões dos músc. ant. do antebraço Intrínsecos Grupo externo - eminência tenar Grupo interno - eminência hipotenar Grupo médio - região palmar média

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EMINÊNCIA TENAR Curto abdutor do polegar Oponente do polegar Curto flexor do polegar Adutor do polegar

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EMINÊNCIA HIPOTENAR Abdutor do quinto dedo Curto flexor do quinto dedo Oponente do quinto dedo

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REGIÃO PALMAR MÉDIA Músculos - Palmar cutâneo Interósseos 7 Lumbricóides 4 Aponevrose palmar

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ARCOS E ARCADAS

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Instrumento de comunicação

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Instrumento de comunicação

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Instrumento de comunicação

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Ferramenta de comunicação

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INTERROGATÓRIO Dor - Instabilidade - Sofrimento da unidade cinética - Síndrome ósseo - Atraso cons/Pseudartrose Disfunção Deformidade Distrofia alterações tróficas e cutâneas 2. O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões traumáticas P 
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EXAME FÍSICO INSPECÇÃO Contornos ósseos e alinhamento Contornos dos tecidos moles Cor e textura da pele Cicatrizes e fístulas 2. O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões do ombro O M B R O B R A Ç O P 
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EXAME FÍSICO 2. O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões do ombro O M B R O Temperatura da pele Contornos ósseos Contornos dos tecidos moles Pontos dolorosos PALPAÇÃO O M B R O B R A Ç O P 
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MOBILIDADE 2. O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões do punho e da mão

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MOBILIDADE 2. O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões do punho e da mão

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MOBILIDADE 2. O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões do punho e da mão

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FORÇA MUSCULAR 2. O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões do punho e da mão

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2. O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões do punho e da mão ESTABILIDADE

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PINÇAS 2. O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões do punho e da mão Com a ponta dos dedos de precisão - alfinete Tripolpar - apreciação da rugosidade Laterais - polici-latero- digital Esférica Cilindrica Gancho

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2. O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões do punho e da mão Territórios nervosos Cutâneo ext Radial Mediano Cubital Cutâneo int Mediano Radial Cut Ext Cubital Cut Int

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2. O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões do punho e da mão Territórios nervosos

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2. O exame médico na avaliação do dano corporal nas sequelas das lesões do punho e da mão SENSIBILIDADE zonas muito úteis +++ zonas úteis ++ zonas menos úteis +

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3. Algumas lesões traumáticas P 
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 O Fracturas

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3. Algumas lesões traumáticas P 
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 O Fracturas

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3. Algumas lesões traumáticas Outras lesões com relevância pericial P 
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3. Algumas lesões traumáticas Outras lesões com relevância pericial P 
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Imagiologia Artroscopia Electromiografia 4 - Exames complementares P 
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5 Nexo de causalidade P 
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5 Nexo de causalidade P 
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6 – Data de consolidação e tempo de doença incapacidade temporária parcial - défice funcional temporário Redução das luxações e fracturas Manobras Incruentas ou manobras Cruentas Imobilização das lesões Talas e gessos Métodos de fixação interna Reabilitação da doença da imobilização Rigidez Amiotrofia Osteopenia Preservar o trofismo Restaurar a função P 
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7 – Consequências Permanentes Fixação da Incapacidade Permanente Parcial /Dano biológico /Défice Funcional Permanente da Integridade Fisico-Psiquica Direito de trabalho IPP perda de capacidade de ganho IPATH ou não OBJECTIVOS OBJECTIVOS — — A reparação integral do dano. A reparação integral do dano. DIREITO CIVIL DIREITO CIVIL DANOS PATRIMONIAIS DANOS PATRIMONIAIS referencial económico directo referencial económico directo nº de dias sem trabalhar nº de dias sem trabalhar ... ... DANOS NÃO PATRIMONIAIS DANOS NÃO PATRIMONIAIS quantum doloris quantum doloris - - dor dor dano estético dano estético prejuizo prejuizo de afirmação pessoal de afirmação pessoal ... ...

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Muito Bons -0 Restituição funcional total Punho Indolor Boa Preensão Mobilidade normal dedos tocando a palma Sem alterações tróficas Bons - 5 a 14 - 4 a 10 p Dor ao esforço Edema de utilização Diminuição da força de preensão 50 Flexão-Extensão 75º+75º Inclinação lateral 75º+75º 7 - Estudo funcional global P U N H O

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Sofríveis - 15 a 22 – 10 a 15 pontos Edema do punho Alterações vaso-motoras Redução da mobilidade a 1/3 Diminuição da força de preensão abaixo dos 50 Maus - 23 a 30 – 16 a 21 pontos Dor Persistente Impotência funcional constante Alterações tróficas significativas Mobilidade abaixo de 1/3 Força de preensão diminuta Dedos a mais de um centimetro da palma 7 - Estudo funcional global P U N H O

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8 - Discussão das situações de agravamento Sub-luxação rádio cubital inferior P 
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8 - Discussão das situações de agravamento Necrose do escafoide P 
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Revisões D. Trabalho A revisão terá lugar quando se modifique a perda de capacidade de ganho por: - agravamento - recidiva - recaída ou melhoria da lesão - intervenção clínica ou aplicação de prótese ou ortótese - formação ou reconversão profissional

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Dor - da lesão - do procedimento terapêutico Vicissitudes - de evolução - complicações Gerais Locais F A C T O R E S 9 - Quantum doloris D.civil

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9 - Qualificação do quantum doloris Neste grupo estão representadas as lesões osteoarticulares mais simples tais como as luxações e os entorses das articulações da mão e dedos. As imobilizações não envolveram grande incomodidade. Os cuidados de pensos quando os houve foram extremamente simples. Registou-se uma ausência total de qualquer complicação ou vicissitude de evolução. 2 2/7 Ligeiro - Sofrimento ainda pouco significativo. Dor pós-traumática assinalável mas fugaz ou dor continuada mas ligeira P 
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9 - Qualificação do quantum doloris Fracturas do punho sem desvio. Neste grau as imobilizações envolveram uma incomodidade moderada para o examinado. Os pensos foram simples e pouco prolongados. Não ocorreu qualquer complicação ou vicissitude significativa. 3 3/7 Moderado - Dor moderada que participa na incapacidade ou justifica o emprego esporádico de analgésicos. P 
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9 - Qualificação do quantum doloris - Fracturas ou lesões articulares de complexidade e de carácter doloroso significativo Fracturas multi-esquirolosas do punho e do carpo expostas do ombro de grau 1. Lesões graves da mão. Os pensos e imobilizações quando os houve foram já complicados e de incomodidade significativa. 4 4/7 Médio - Dor inicial significativa ou dor mantida justificando o uso continuado de analgésicos durante menos de duas semanas P 
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9 - Qualificação do quantum doloris 5/7 Considerável - Dor inicial muito intensa ou dor continuada exigindo analgésicos durante mais de quinze dias - Fracturas ou lesões articulares de complexidade e de carácter doloroso considerável esfacelos graves do punho e mão. Qualquer das situações consideradas nos parágrafos anteriores em que surgiu algoneurodistrofia. P 
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9 - Qualificação do quantum doloris 6/7 Importante - Dor intensa e persistente. Esfacelos do do membro superior. Imobilizações causando incomodidade importante osteotaxis complexas. Complicações locais tais como infecção grave ou algoneurodistrofia severa. Complicações gerais graves do tipo choque embolia gorda etc. 7/7 Muito importante - Sofrimento insuportável ou dor exigindo estupefacientes. Lesões do plexo ou membro fantasma P 
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10 - A avaliação do dano estético permanente Cicatrizes Dismetrias Angulações Rigidezes Anquiloses M P 
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Normalmente são feitos aos Peritos Médicos os seguintes quesitos: 1º - O sinistrado face às lesões que apresenta encontra-se incapacitado para a profissão habitual de ________ Há casos em que não há dúvidas tal a evidência da situação e a resposta é simples e unânime. Mas há outros casos muito duvidosos em que muito se discute e o laudo médico não é unânime. 2º - Qual a capacidade funcional residual do sinistrado para o exercício de outra profissão compatível 11 – Prejuízo profissional DIREITO DO TRABALHO

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Função profissional avaliada Execução das tarefas inerentes ao posto de trabalho Execução das tarefas inerentes ao posto de trabalho Exercício da profissão habitual Exercício de toda e qualquer outra profissão Compatibilidade entre as sequelas e a função profissional Sequelas e posto de trabalho - totalmente compatíveis Sequelas e posto de trabalho - parcialmente compatíveis Sequelas graves incompatíveis com a profissão habitual - Sequelas muito graves incompatíveis com toda as profissões Conclusão É compatível com o exercício da profissão Exige esforços suplementares no exercício da profissão É impeditivo da profissão habitual embora compatível com outras profissões na área da sua preparação técnico- profissional É impeditivo da profissão habitual assim como de outras profissões na área da sua preparação técnico- profissional 11 – Repercussão na actividade profissional D. Civil

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Prejuízo das actividades de lazer Prejuízo da actividade desportiva Desportos que exigem pouca estabilidade do punho e mobilidade da mão Desportos que exigem grande estabilidade do punho e boa mobilidade da mão 12 – Repercussão nas actividades desportivas e de lazer D. civil

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13 – Dependências

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13 – Dependências

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MÃO - Anexo B A preensão constitui a principal função da mão a qual depende da eficácia das pinças finas e grossas pressupondo a conservação do comprimento mobilidade e sensibilidade dos dedos. O exame objectivo da mão deve ter em conta a possibilidade de realização das principais modalidades de pinças. 
 Nos casos de sequelas múltiplas em que a utilização desta tabela não se adeque pode justificar-se uma eventual correcção da taxa de incapacidade permanente proposta tendo em conta as repercussões funcionais e nas A VD sendo o limite absoluto correspondente ao valor da perda dos segmentos em causa. Quando existir um intervalo para os coeficientes propostos deve ser considerado entre outros aspectos o lado dominante e o prejuízo funcional e para as A VD.

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ANQUILOSE O valor da anquilose dos dedos em posição funcional deve corresponder a cerca de metade dos valores atribuídos para as amputações. No que se refere às anquiloses em posição não funcional pode o perito propor uma taxa superior 
 de acordo com as repercussões nas A VD sempre que não seja possível a correcção cirúrgica e tendo como valor máximo o da amputação.

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RIGIDEZ A taxa a atribuir no caso de rigidez articular deve ser proporcional à taxa prevista para a anquilose em posição funcional tendo em conta o arco de movimento útil de cada articulação MCF e IFP - para o 2.° e 3.° dedos: 20 a 80° para os 4.° e 5.° dedos: 30 a 90° IFD - 20 a 70°.

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SINERGIA Quando haja compromisso de mais de um dedo existindo entre eles um efeito sinérgico a valorização tem sempre de atender a que no caso da pinça fina um dos dedos tem de ser sempre o polegar. Se os dedos afectados estão amputados o valor sinérgico deve ser superior à soma aritmética dos dedos perdidos e inferior ao valor da perda da mão. Se os dedos afectados estão anquilosados o valor da sinergia deve ser superior à soma aritmética das anquiloses mas inferior à soma aritmética das amputações desses dedos.

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Alterações da sensibilidade palmar Anestesia. Anestesia Disestesia e hipostesia. A taxa a atribuir varia entre 50 e 66 da prevista para a perda anatómica A taxa corresponde a 66 da taxa prevista para a perda anatómica

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