32ª e 33ª Sessão do CURSO SUPERIOR ML - ORTOPEDIA

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Curso Superior de Medicina Legal 2013 - Clinica médico-legal - Traumatologia e Ortopedia Forense - 32 e 33ª Sessão.

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CURSO SUPERIOR DE MEDICINA LEGAL CLÍNICA MÉDICO-LEGAL 32ª e 33ª Sessão Generalidades em Ortopedia e Traumatologia

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http://pmadac. com m amede.albuquerque@gmail.com

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Luxação e sub-luxação Diversos tipos Agudas Recidivantes Habituais Procedimentos terapêuticos

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Entorses De pequena gravidade De média gravidade Graves

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Fracturas Diversos tipos Procedimentos terapêuticos Complicações das fracturas

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Equimoses superficiais – Lacassagne Cor vinosa inicial Escurecem ao segundo terceiro dia Azulam do terceiro ao sexto dia Esverdinham do sétimo ao décimo segundo dia Amarelecem do décimo terceiro ao vigésimo dia MEDICINA LEGAL

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Fracturas Procedimentos terapêuticos Incruentos Gessos, termaleáveis e alcatenas Tracção contínua Cruentos Placas Cavilhas ou cravos intramedulares Parafusos Arames, fios de Kirschner Enxerto ósseo fixo com parafusos Implicações periciais das extracções de material

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Complicações das fracturas Doença fracturária Rigidez articular Amiotrofia Osteopenia por desuso

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Complicações das fracturas Consolidação retardada (3-4 meses) Pseudartrose Causas Diagnóstico e tratamento Valorização pericial Laxa - com diérese estreita Firme - com diérese estreita Infectada Sem perda de substância Com perda de substância

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Complicações das fracturas Infecção Aguda Crónica Reactivações frequentes Fistulização permanente Pele friável de má qualidade PCR elevada Rx de osteíte crónica

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Complicações das fracturas Necrose avascular Anatomia Patológica Localizações Diagnóstico e tratamento Valorização pericial Discussão da imputabilidade Consequências patrimoniais e não patrimoniais

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Complicações das fracturas Consolidação em má posição Membro superior Critérios de valorização pericial Membro inferior Consequências patrimoniais e não patrimoniais Dano futuro

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Complicações das fracturas Lesões articulares Periartrites Rigidez articular Tratamento Critérios de valorização pericial

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Complicações das fracturas Ossificação pós-traumática Localizações preferenciais Consequências patrimoniais e não patrimoniais

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Complicações das fracturas Atrofia óssea de Sudeck Clínica Impotência dolorosa Perturbações vaso-motores Alterações tróficas

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Complicações das fracturas Atrofia óssea de Sudeck Tratamento Localizações preferenciaIs Consequências patrimoniais e não patrimoniais

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Complicações das fracturas Artrose pós-traumática Causas Sinais clínicos Sinais radiológicos Tratamento Localizações preferenciais Consequências patrimoniais e não patrim.

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Complicações gerais das fracturas Choque Embolia gorda (2-3 primeiros dias)

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Outras lesões com relevância pericial Condropatias Agudas Crónicas Sindromas Compartimentais Lesões musculares e roturas tendinosas

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Consolidação médico legal e patologia osteoarticular Consolidação óssea das fracturas Fases da formação do calo ósseo Provas clínicas de consolidação Critérios radiográficos Estabilização da recuperação trófica

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Data de Consolidação Data da alta clinica A fixação da taxa definitiva da desvalorização só deverá efectuar-se, quando os resultados da reeducação estiverem estabilizados e tenha sido atingida uma situação imutável.

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Data de Consolidação Data da alta clinica A fixação da taxa definitiva da desvalorização só deverá efectuar-se, quando os resultados da reeducação estiverem estabilizados e tenha sido atingida uma situação imutável.

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PERITAGEM MÉDICO LEGAL PREÂMBULO INFORMAÇÃO DADOS COMPLEMENTARES ESTADO ACTUAL DISCUSSÃO CONCLUSÕES RELATÓRIO MÉDICO LEGAL

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Relatório pericial nas sequelas de entorses, luxações e fracturas Informação Situação osteoartic. do examinado antes do acidente Reconstituição das lesões Tipo e gravidade das lesões Evolução Tratamento Complicações

Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro:

Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro Artigo 36.º Informação clínica ao sinistrado O sinistrado tem direito a receber, em qualquer momento, a seu requerimento, cópia de todos os documentos respeitantes ao seu processo, designadamente o boletim de alta e os exames complementares de diagnóstico em poder da seguradora

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Relatório pericial nas sequelas de entorses, luxações e fracturas Exame físico pós-consolidação médico-legal Dor osteoarticular Qualificação da dor - quantum doloris Sindromas dolorosos pós-traumáticos Perturbação funcional Rigidez Outras formas de disfunção articular Da marcha Da preensão Deformidade

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Relatório pericial nas sequelas de entorses, luxações e fracturas Dados complementares Discussão Movimentos Gestos Actividades - Quotidianas Formação-escolarização Familiares Profissionais Lazer Conclusões

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Relatório pericial nas sequelas de entorses, luxações e fracturas Conclusões IPP (perda de capacidade de ganho) IPATH ou não

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NEXO DE CAUSALIDADE Devendo valorizar-se somente o prejuízo decorrente do acidente, torna-se necessário detectar todas as anomalias existentes no examinado antes da ocorrência. Assim, o traumatismo inicial terá de ser capaz, pela sua natureza, de ocasionar o dano em causa, sendo as sequelas que se constituem clinicamente admissíveis e cientificamente aceitáveis. Na maioria dos casos revistos o orgão sede da sequela foi o atingido directa ou indirectamente, pela lesão inicial, existindo um encadeamento anátomo-clínico e temporal aceitável, podendo-se excluir outras causas prévias atendíveis . No entanto, em 6% dos casos por nós estudados foram detectados estados prévios de doença que exerceram uma influência nas consequências do acidente. É exemplo deste tipo de situação o Caso X em que se considerou o estreitamento pós-traumático da interlinha articular de uma coxo-femural resultante não só da acção traumática em si mesma como da prévia morfologia displásica da articulação em causa, pelo que a imputabilidade foi considerada parcial (50%).

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Nexo de causalidade entre traumatismo e dano 1. Natureza adequada do traumatismo para produzir as lesões evidenciadas por exemplo: uma fractura helicoidal da tíbia não pode ser produzida por um traumatismo directo. um síndroma das locas do ante- braço exige uma compressão grave do compartimento, mesmo sem fractura.

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2. Natureza adequada das lesões a uma etiologia traumática - uma hepatite, uma febre tifoide, uma doença venérea, etc., não revelam causalidade traumática. - a diabetes, o cancro, a epilepsia, etc., põem problemas delicados na discussão da etiologia traumática que admitem. - equimoses, hematomas e fracturas constituem patologia fundamental e predominantemente traumática. Nexo de causalidade entre traumatismo e dano

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3. Adequação entre o local do traumatismo e a zona da lesão - adequação não quer dizer coincidência anatómica entre o local da acção traumática e a zona da lesão. Em variadas situações fisiopatológicas a acção traumática vai produzir efeitos a distância do local do impacto; um exemplo clássico será a patologia encefálica e craniana temporal por contra-pancada. Nexo de causalidade entre traumatismo e dano

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4. Encadeamento anátomo-clínico - entre o traumatismo e o dano a imputar-lhe deverá existir uma continuidade sintomatológica e uma sucessão de factos fisiopatológicos que tornem plausível e aceitável uma cadeia causal, indo do traumatismo até à última expressão do dano, de acordo com os dados da experiência clínica. Nexo de causalidade entre traumatismo e dano

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5. Adequação temporal - esta condição interpenetra-se com a anterior; trata-se de saber se um determinado intervalo livre entre traumatismo e dano é compatível com o encadeamento anátomo-clínico e com a correlação etiológica. Naturalmente são os conhecimentos da patologia e da clínica que permitem aceitar um determinado intervalo livre como adequado e compatível com uma etiologia traumática. Nexo de causalidade entre traumatismo e dano

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6. Exclusão de alterações prévias (anteriores ao traumatismo) uma fractura com características radiológicas de antiga será excluída de um dano recente que pode ter produzido outra(s) fractura(s) vizinha(s). doença de crescimento anterior. etc. Nexo de causalidade entre traumatismo e dano

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Nexo de causalidade entre traumatismo e dano 7. Exclusão de uma causa estranha ao traumatismo nomeadamente outro traumatismo criando patologia própria e posterior àquele em causa. 88

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