logging in or signing up livre arbítrio adrianocarvalho Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 196 Category: Spiritual/ Ins.. License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: February 12, 2011 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description Trajetoria do principio espiritual na conquista do livre arbitrio Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Livre Arbítrio: Livre ArbítrioSlide 2: DEUSSlide 3: DEUS Fluido CósmicoSlide 4: DEUS Fluido Cósmico Princípio EspiritualSlide 5: DEUS Fluido Cósmico Princípio Espiritual EvoluçãoSlide 6: DEUS Fluido Cósmico Princípio Espiritual Evolução Corpo Físico Corpo Perispiritual Mundo Espiritual Fluidos Etc.Slide 7: DEUS Fluido Cósmico Princípio Espiritual Evolução Vírus Vegetais Animais Homens Anjos Corpo Físico Corpo Perispiritual Mundo Espiritual Fluidos Etc.Slide 8: “Afastou-se do leito oceânico, atingiu a superfície das águas protetoras, moveu-se em direção à lama das margens, debateu-se no charco, chegou à terra firme, experimentou na floresta copioso material de formas representativas, ergueu-se do solo, contemplou os céus e, depois de longos milênios, durante os quais aprendeu a procriar, alimentar-se, escolher, lembrar e sentir, conquistou a inteligência...” André Luiz, No Mundo Maior.Slide 9: “Viajou do simples impulso para a irritabilidade, da irritabilidade para a sensação, da sensação para o instinto, do instinto para a razão. Nessa penosa romagem, inúmeros milênios decorreram sobre nós. Estamos, em todas as épocas, abandonando as esferas inferiores, a fim de escalar as superiores.” André Luiz, No Mundo Maior.Slide 10: X YSlide 11: Princípio Espiritual X YSlide 12: Princípio Espiritual X YSlide 13: Princípio Espiritual X Y MistérioSlide 14: Princípio Espiritual X YSlide 15: Princípio Espiritual X Y 1.500.000.000 de anosSlide 16: “Para alcançar a idade da razão, com o título de homem, o ser, na romagem para o reino angélico, despendeu nada menos de um bilhão e meio de anos.” André Luiz, Evolução Em Dois Mundos, 1958.Slide 17: Mineral Princípio Espiritual X YSlide 18: Princípio Espiritual Vegetal X Y MineralSlide 19: Princípio Espiritual Vegetal Animal X Y MineralSlide 20: Princípio Espiritual I N D I V I D U A L I D A D E Vegetal Animal X Y MineralSlide 21: “Sinto-me à vontade para declarar que todos nós já nos debatemos no acanhado círculo evolutivo dos animais. São eles os nossos parentes próximos, apesar da teimosia de quantos persistem em o não reconhecer.” Emmanuel, do livro Emmanuel, 1938.Slide 22: “Os animais têm a sua linguagem, os seus afetos, a sua inteligência rudimentar, com atributos inumeráveis. São eles os irmãos mais próximos do homem, merecendo, por isso, a sua proteção e amparo.” Emmanuel, do livro Emmanuel, 1938.Slide 23: “(…) muitas espécies nos demonstram as suas elevadas qualidades, exemplificando o amor conjugal, o sentimento da paternidade, o amparo ao próximo, as faculdades de imitação, o gosto da beleza.” Emmanuel, do livro Emmanuel, 1938.Slide 24: Cerca de 3 a 5% dos mamíferos encontram um parceiro para o resto da vida, incluindo lontras, castores e lobos. Entre os primatas, a porcentagem é um pouco maior – 6% das 300 espécies são monogâmicas, como o gibão.A Pesquisa também mostrou:: A Pesquisa também mostrou: Chimpanzés selvagens, muitas vezes, repartiam o alimento e, até mesmo a carne (recurso muito valioso);A Pesquisa também mostrou:: A Pesquisa também mostrou: Chimpanzés selvagens, muitas vezes, repartiam o alimento e, até mesmo a carne (recurso muito valioso); Casos de adoção, proteção, cuidado, compartilhamento de comida e defesa do filhote por muito tempo;A Pesquisa também mostrou:: A Pesquisa também mostrou: Chimpanzés selvagens, muitas vezes, repartiam o alimento e, até mesmo a carne (recurso muito valioso); Casos de adoção, proteção, cuidado, compartilhamento de comida e defesa do filhote por muito tempo; Machos assumindo papéis maternais na criação dos filhotes adotivos.Slide 29: Princípio Espiritual Animal I N S T I N T O Vegetal MineralSlide 30: 75 É exato dizer que os dons instintivos diminuem à medida que aumentam os intelectuais?Slide 31: – Não; o instinto sempre existe, mas o homem o despreza. O instinto também pode conduzir ao bem. Ele nos guia, quase sempre, mais seguramente do que a razão. Nunca se engana.Slide 32: Mineral Vegetal Princípio Espiritual Animal Hominal X YSlide 33: Mineral Vegetal Princípio Espiritual Animal Hominal X Y RazãoSlide 34: Mineral Vegetal Princípio Espiritual Animal Hominal X Y Razão ConsciênciaSlide 35: O que é Consciência?Slide 36: Centelha de Luz Divina - Emmanuel;Slide 37: Centelha de Luz Divina - Emmanuel; Espelho do Senhor – Amadeu Amaral;Slide 38: Centelha de Luz Divina - Emmanuel; Espelho do Senhor – Amadeu Amaral; A Lei que te acompanha e espreita – Amadeu Amaral.Slide 39: Mineral Princípio Espiritual X Y Hominal Animal Vegetal Razão ConsciênciaSlide 40: Hominal AnimalSlide 41: Hominal Escolher AnimalSlide 42: Hominal Escolher AnimalSlide 43: Nosso poder de escolha tem limites?Slide 45: Hominal Escolher Animal EscolherSlide 46: Hominal Escolher Animal EscolherSlide 47: Mineral Princípio Espiritual X Y Hominal Animal Vegetal Razão ConsciênciaSlide 48: Mineral Princípio Espiritual X Y Hominal Animal Vegetal Razão ConsciênciaSlide 49: Mineral Princípio Espiritual DETERMINISMO X Y Hominal Animal Vegetal Razão ConsciênciaSlide 50: Mineral Princípio Espiritual DETERMINISMO Hominal Animal Vegetal Razão Consciência Arbítrio Livre X YSlide 51: DETERMINISMO Livre Arbítrio Hominal DETERMINISMOSlide 52: DETERMINISMO Infra-normais Livre Arbítrio HominalSlide 53: DETERMINISMO Infra-normais Normais Livre Arbítrio HominalSlide 54: DETERMINISMO Infra-normais Chico Livre Arbítrio Hominal NormaisSlide 55: DETERMINISMO Livre Arbítrio Sono sem SonhosSlide 56: Consciência anestesiada e ausência de vontade; Predomínio do instinto sobre a razão; Subdiafragmático.Slide 57: Consciência anestesiada e ausência de vontade; Predomínio do instinto sobre a razão; Subdiafragmático.Slide 58: Consciência anestesiada e ausência de vontade; Predomínio do instinto sobre a razão; Subdiafragmático.Slide 59: DETERMINISMO Livre Arbítrio Sono sem Sonhos Sono com SonhosSlide 60: Desenvolvimento da inteligência e da razão; Sentimentos passionais; Ensaio de uma percepção do mundo íntimo; Egocentrismo predominante. Desejo e posse do outro.Slide 61: Desenvolvimento da inteligência e da razão; Sentimentos passionais; Ensaio de uma percepção do mundo íntimo; Egocentrismo predominante. Desejo e posse do outro.Slide 62: Desenvolvimento da inteligência e da razão; Sentimentos passionais; Ensaio de uma percepção do mundo íntimo; Egocentrismo predominante. Desejo e posse do outro.Slide 63: Desenvolvimento da inteligência e da razão; Sentimentos passionais; Ensaio de uma percepção do mundo íntimo; Egocentrismo predominante. Desejo e posse do outro.Slide 64: Desenvolvimento da inteligência e da razão; Sentimentos passionais; Ensaio de uma percepção do mundo íntimo; Egocentrismo predominante. Desejo e posse.Slide 65: DETERMINISMO Livre Arbítrio Sono sem Sonhos Sono com Sonhos Sono AcordadoSlide 66: A determinação pessoal, aliada à vontade, conduz o ser aos ideais de enobrecimento; À descoberta da finalidade da sua existência; Às aspirações do que lhe é essencial; Ao auto-encontro; À realização total.Slide 67: A determinação pessoal, aliada à vontade, conduz o ser aos ideais de enobrecimento; À descoberta da finalidade da sua existência; Às aspirações do que lhe é essencial; Ao auto-encontro; À realização total.Slide 68: A determinação pessoal, aliada à vontade, conduz o ser aos ideais de enobrecimento; À descoberta da finalidade da sua existência; Às aspirações do que lhe é essencial; Ao auto-encontro; À realização total.Slide 69: A determinação pessoal, aliada à vontade, conduz o ser aos ideais de enobrecimento; À descoberta da finalidade da sua existência; Às aspirações do que lhe é essencial; Ao auto-encontro; À realização total.Slide 70: A determinação pessoal, aliada à vontade, conduz o ser aos ideais de enobrecimento; À descoberta da finalidade da sua existência; Às aspirações do que lhe é essencial; Ao auto-encontro; À realização total.Slide 71: DETERMINISMO Livre Arbítrio Transcendência Sono sem Sonhos Sono com Sonhos Sono AcordadoSlide 72: A identificação consigo mesmo; A liberação do Eu Profundo, realizando a harmonia íntima com os ideais superiores, seu real objetivo psicológico existencial; A superação dos conflitos, das angústias, a desidentificação dos conteúdos psicológicos afligentes; A iluminação.Slide 73: A identificação consigo mesmo; A liberação do Eu Profundo, realizando a harmonia íntima com os ideais superiores, seu real objetivo psicológico existencial; A superação dos conflitos, das angústias, a desidentificação dos conteúdos psicológicos afligentes; A iluminação.Slide 74: A identificação consigo mesmo; A liberação do Eu Profundo, realizando a harmonia íntima com os ideais superiores, seu real objetivo psicológico existencial; A superação dos conflitos, das angústias, a desidentificação dos conteúdos psicológicos afligentes; A iluminação.Slide 75: A identificação consigo mesmo; A liberação do Eu Profundo, realizando a harmonia íntima com os ideais superiores, seu real objetivo psicológico existencial; A superação dos conflitos, das angústias, a desidentificação dos conteúdos psicológicos afligentes; A iluminação.Slide 76: DETERMINISMO Livre Arbítrio Sono sem Sonhos Sono com Sonhos Sono Acordado Consciência Cósmica TranscendênciaSlide 77: 120 Todos os Espíritos passam pelo mal para chegar ao bem?Slide 78: – Pelo mal, não, mas sim pela fieira da ignorância.Slide 79: 121 Por que alguns Espíritos seguiram o caminho do bem e outros o do mal?Slide 80: – Não têm eles o livre-arbítrio? Deus não criou Espíritos maus; criou-os simples e ignorantes, ou seja, com as mesmas aptidões tanto para o bem quanto para o mal. Os que são maus o são por vontade própria.Slide 81: 122 Como é que os Espíritos, em sua origem, quando ainda não têm consciência de si mesmos, podem ter a liberdade de escolha entre o bem e o mal? Há neles algum princípio, alguma tendência que os leve para um ou outro caminho?Slide 82: – O livre-arbítrio se desenvolve à medida que o Espírito adquire a consciência de si mesmo. Não haveria mais liberdade se a escolha fosse determinada ou imposta por uma causa independente da vontade do Espírito.Slide 83: A causa não está nele, e sim fora, nas influências a que cede em virtude de sua livre vontade. É essa a grande figura da queda do homem e do pecado original: uns cederam, outros resistiram à tentação.Slide 84: 122 a De onde parte a influência sobre ele?Slide 85: – Dos Espíritos imperfeitos que procuram apossar-se dele para dominá-lo e ficam satisfeitos de o fazer fracassar. Foi isso que se quis simbolizar na figura de Satanás.Slide 86: 122 b Essa influência se exerce sobre o Espírito somente em sua origem?Slide 87: – Essa influência o segue na sua vida de Espírito até que alcance um domínio tão completo sobre si mesmo que os maus desistam de obsediá-lo. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
livre arbítrio adrianocarvalho Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 196 Category: Spiritual/ Ins.. License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: February 12, 2011 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description Trajetoria do principio espiritual na conquista do livre arbitrio Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Livre Arbítrio: Livre ArbítrioSlide 2: DEUSSlide 3: DEUS Fluido CósmicoSlide 4: DEUS Fluido Cósmico Princípio EspiritualSlide 5: DEUS Fluido Cósmico Princípio Espiritual EvoluçãoSlide 6: DEUS Fluido Cósmico Princípio Espiritual Evolução Corpo Físico Corpo Perispiritual Mundo Espiritual Fluidos Etc.Slide 7: DEUS Fluido Cósmico Princípio Espiritual Evolução Vírus Vegetais Animais Homens Anjos Corpo Físico Corpo Perispiritual Mundo Espiritual Fluidos Etc.Slide 8: “Afastou-se do leito oceânico, atingiu a superfície das águas protetoras, moveu-se em direção à lama das margens, debateu-se no charco, chegou à terra firme, experimentou na floresta copioso material de formas representativas, ergueu-se do solo, contemplou os céus e, depois de longos milênios, durante os quais aprendeu a procriar, alimentar-se, escolher, lembrar e sentir, conquistou a inteligência...” André Luiz, No Mundo Maior.Slide 9: “Viajou do simples impulso para a irritabilidade, da irritabilidade para a sensação, da sensação para o instinto, do instinto para a razão. Nessa penosa romagem, inúmeros milênios decorreram sobre nós. Estamos, em todas as épocas, abandonando as esferas inferiores, a fim de escalar as superiores.” André Luiz, No Mundo Maior.Slide 10: X YSlide 11: Princípio Espiritual X YSlide 12: Princípio Espiritual X YSlide 13: Princípio Espiritual X Y MistérioSlide 14: Princípio Espiritual X YSlide 15: Princípio Espiritual X Y 1.500.000.000 de anosSlide 16: “Para alcançar a idade da razão, com o título de homem, o ser, na romagem para o reino angélico, despendeu nada menos de um bilhão e meio de anos.” André Luiz, Evolução Em Dois Mundos, 1958.Slide 17: Mineral Princípio Espiritual X YSlide 18: Princípio Espiritual Vegetal X Y MineralSlide 19: Princípio Espiritual Vegetal Animal X Y MineralSlide 20: Princípio Espiritual I N D I V I D U A L I D A D E Vegetal Animal X Y MineralSlide 21: “Sinto-me à vontade para declarar que todos nós já nos debatemos no acanhado círculo evolutivo dos animais. São eles os nossos parentes próximos, apesar da teimosia de quantos persistem em o não reconhecer.” Emmanuel, do livro Emmanuel, 1938.Slide 22: “Os animais têm a sua linguagem, os seus afetos, a sua inteligência rudimentar, com atributos inumeráveis. São eles os irmãos mais próximos do homem, merecendo, por isso, a sua proteção e amparo.” Emmanuel, do livro Emmanuel, 1938.Slide 23: “(…) muitas espécies nos demonstram as suas elevadas qualidades, exemplificando o amor conjugal, o sentimento da paternidade, o amparo ao próximo, as faculdades de imitação, o gosto da beleza.” Emmanuel, do livro Emmanuel, 1938.Slide 24: Cerca de 3 a 5% dos mamíferos encontram um parceiro para o resto da vida, incluindo lontras, castores e lobos. Entre os primatas, a porcentagem é um pouco maior – 6% das 300 espécies são monogâmicas, como o gibão.A Pesquisa também mostrou:: A Pesquisa também mostrou: Chimpanzés selvagens, muitas vezes, repartiam o alimento e, até mesmo a carne (recurso muito valioso);A Pesquisa também mostrou:: A Pesquisa também mostrou: Chimpanzés selvagens, muitas vezes, repartiam o alimento e, até mesmo a carne (recurso muito valioso); Casos de adoção, proteção, cuidado, compartilhamento de comida e defesa do filhote por muito tempo;A Pesquisa também mostrou:: A Pesquisa também mostrou: Chimpanzés selvagens, muitas vezes, repartiam o alimento e, até mesmo a carne (recurso muito valioso); Casos de adoção, proteção, cuidado, compartilhamento de comida e defesa do filhote por muito tempo; Machos assumindo papéis maternais na criação dos filhotes adotivos.Slide 29: Princípio Espiritual Animal I N S T I N T O Vegetal MineralSlide 30: 75 É exato dizer que os dons instintivos diminuem à medida que aumentam os intelectuais?Slide 31: – Não; o instinto sempre existe, mas o homem o despreza. O instinto também pode conduzir ao bem. Ele nos guia, quase sempre, mais seguramente do que a razão. Nunca se engana.Slide 32: Mineral Vegetal Princípio Espiritual Animal Hominal X YSlide 33: Mineral Vegetal Princípio Espiritual Animal Hominal X Y RazãoSlide 34: Mineral Vegetal Princípio Espiritual Animal Hominal X Y Razão ConsciênciaSlide 35: O que é Consciência?Slide 36: Centelha de Luz Divina - Emmanuel;Slide 37: Centelha de Luz Divina - Emmanuel; Espelho do Senhor – Amadeu Amaral;Slide 38: Centelha de Luz Divina - Emmanuel; Espelho do Senhor – Amadeu Amaral; A Lei que te acompanha e espreita – Amadeu Amaral.Slide 39: Mineral Princípio Espiritual X Y Hominal Animal Vegetal Razão ConsciênciaSlide 40: Hominal AnimalSlide 41: Hominal Escolher AnimalSlide 42: Hominal Escolher AnimalSlide 43: Nosso poder de escolha tem limites?Slide 45: Hominal Escolher Animal EscolherSlide 46: Hominal Escolher Animal EscolherSlide 47: Mineral Princípio Espiritual X Y Hominal Animal Vegetal Razão ConsciênciaSlide 48: Mineral Princípio Espiritual X Y Hominal Animal Vegetal Razão ConsciênciaSlide 49: Mineral Princípio Espiritual DETERMINISMO X Y Hominal Animal Vegetal Razão ConsciênciaSlide 50: Mineral Princípio Espiritual DETERMINISMO Hominal Animal Vegetal Razão Consciência Arbítrio Livre X YSlide 51: DETERMINISMO Livre Arbítrio Hominal DETERMINISMOSlide 52: DETERMINISMO Infra-normais Livre Arbítrio HominalSlide 53: DETERMINISMO Infra-normais Normais Livre Arbítrio HominalSlide 54: DETERMINISMO Infra-normais Chico Livre Arbítrio Hominal NormaisSlide 55: DETERMINISMO Livre Arbítrio Sono sem SonhosSlide 56: Consciência anestesiada e ausência de vontade; Predomínio do instinto sobre a razão; Subdiafragmático.Slide 57: Consciência anestesiada e ausência de vontade; Predomínio do instinto sobre a razão; Subdiafragmático.Slide 58: Consciência anestesiada e ausência de vontade; Predomínio do instinto sobre a razão; Subdiafragmático.Slide 59: DETERMINISMO Livre Arbítrio Sono sem Sonhos Sono com SonhosSlide 60: Desenvolvimento da inteligência e da razão; Sentimentos passionais; Ensaio de uma percepção do mundo íntimo; Egocentrismo predominante. Desejo e posse do outro.Slide 61: Desenvolvimento da inteligência e da razão; Sentimentos passionais; Ensaio de uma percepção do mundo íntimo; Egocentrismo predominante. Desejo e posse do outro.Slide 62: Desenvolvimento da inteligência e da razão; Sentimentos passionais; Ensaio de uma percepção do mundo íntimo; Egocentrismo predominante. Desejo e posse do outro.Slide 63: Desenvolvimento da inteligência e da razão; Sentimentos passionais; Ensaio de uma percepção do mundo íntimo; Egocentrismo predominante. Desejo e posse do outro.Slide 64: Desenvolvimento da inteligência e da razão; Sentimentos passionais; Ensaio de uma percepção do mundo íntimo; Egocentrismo predominante. Desejo e posse.Slide 65: DETERMINISMO Livre Arbítrio Sono sem Sonhos Sono com Sonhos Sono AcordadoSlide 66: A determinação pessoal, aliada à vontade, conduz o ser aos ideais de enobrecimento; À descoberta da finalidade da sua existência; Às aspirações do que lhe é essencial; Ao auto-encontro; À realização total.Slide 67: A determinação pessoal, aliada à vontade, conduz o ser aos ideais de enobrecimento; À descoberta da finalidade da sua existência; Às aspirações do que lhe é essencial; Ao auto-encontro; À realização total.Slide 68: A determinação pessoal, aliada à vontade, conduz o ser aos ideais de enobrecimento; À descoberta da finalidade da sua existência; Às aspirações do que lhe é essencial; Ao auto-encontro; À realização total.Slide 69: A determinação pessoal, aliada à vontade, conduz o ser aos ideais de enobrecimento; À descoberta da finalidade da sua existência; Às aspirações do que lhe é essencial; Ao auto-encontro; À realização total.Slide 70: A determinação pessoal, aliada à vontade, conduz o ser aos ideais de enobrecimento; À descoberta da finalidade da sua existência; Às aspirações do que lhe é essencial; Ao auto-encontro; À realização total.Slide 71: DETERMINISMO Livre Arbítrio Transcendência Sono sem Sonhos Sono com Sonhos Sono AcordadoSlide 72: A identificação consigo mesmo; A liberação do Eu Profundo, realizando a harmonia íntima com os ideais superiores, seu real objetivo psicológico existencial; A superação dos conflitos, das angústias, a desidentificação dos conteúdos psicológicos afligentes; A iluminação.Slide 73: A identificação consigo mesmo; A liberação do Eu Profundo, realizando a harmonia íntima com os ideais superiores, seu real objetivo psicológico existencial; A superação dos conflitos, das angústias, a desidentificação dos conteúdos psicológicos afligentes; A iluminação.Slide 74: A identificação consigo mesmo; A liberação do Eu Profundo, realizando a harmonia íntima com os ideais superiores, seu real objetivo psicológico existencial; A superação dos conflitos, das angústias, a desidentificação dos conteúdos psicológicos afligentes; A iluminação.Slide 75: A identificação consigo mesmo; A liberação do Eu Profundo, realizando a harmonia íntima com os ideais superiores, seu real objetivo psicológico existencial; A superação dos conflitos, das angústias, a desidentificação dos conteúdos psicológicos afligentes; A iluminação.Slide 76: DETERMINISMO Livre Arbítrio Sono sem Sonhos Sono com Sonhos Sono Acordado Consciência Cósmica TranscendênciaSlide 77: 120 Todos os Espíritos passam pelo mal para chegar ao bem?Slide 78: – Pelo mal, não, mas sim pela fieira da ignorância.Slide 79: 121 Por que alguns Espíritos seguiram o caminho do bem e outros o do mal?Slide 80: – Não têm eles o livre-arbítrio? Deus não criou Espíritos maus; criou-os simples e ignorantes, ou seja, com as mesmas aptidões tanto para o bem quanto para o mal. Os que são maus o são por vontade própria.Slide 81: 122 Como é que os Espíritos, em sua origem, quando ainda não têm consciência de si mesmos, podem ter a liberdade de escolha entre o bem e o mal? Há neles algum princípio, alguma tendência que os leve para um ou outro caminho?Slide 82: – O livre-arbítrio se desenvolve à medida que o Espírito adquire a consciência de si mesmo. Não haveria mais liberdade se a escolha fosse determinada ou imposta por uma causa independente da vontade do Espírito.Slide 83: A causa não está nele, e sim fora, nas influências a que cede em virtude de sua livre vontade. É essa a grande figura da queda do homem e do pecado original: uns cederam, outros resistiram à tentação.Slide 84: 122 a De onde parte a influência sobre ele?Slide 85: – Dos Espíritos imperfeitos que procuram apossar-se dele para dominá-lo e ficam satisfeitos de o fazer fracassar. Foi isso que se quis simbolizar na figura de Satanás.Slide 86: 122 b Essa influência se exerce sobre o Espírito somente em sua origem?Slide 87: – Essa influência o segue na sua vida de Espírito até que alcance um domínio tão completo sobre si mesmo que os maus desistam de obsediá-lo.