SONOPLASTIA_-_Palestra

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SONOPLASTIA para Igrejas:

SONOPLASTIA para Igrejas

Qualidades do Sonoplasta:

Qualidades do Sonoplasta 1. Responsabilidade 2. Organização 3. Conhecimento e Habilidade 4. Acuidade Auditiva

Responsabilidade:

Responsabilidade Primeiro a chegar e último a sair. Não gostar de aparecer. Pontualidade. Antecedência. Ensaio.

Organização:

Organização Cronograma sim, improviso não. Cabos, microfones e acessórios em gavetas. Equalização antecipada.

Acuidade Auditiva:

Acuidade Auditiva É o conhecido “ouvido”, normalmente presente em quem canta ou toca bem um instrumento sem precisar de partitura.

Conhecimento e Habilidade:

Conhecimento e Habilidade Conhecimento básico de eletrônica. Conhecimento básico de Som e Acústica. Conhecimento dos recursos disponíveis. Delicadeza manual.

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Sonoplastia para Igrejas SOM – é uma onda mecânica ou eletromecânica que se propaga fazendo vibrar as moléculas de uma matéria na sua mesma frequência. MEIO DE PROPAGAÇÃO TEMPERATURA ºC DENSIDADE Kg/m 3 V elocidade m/s GASES Ar Atmosférico 0 - 325 Ar Atmosférico 20 1.20 340 Ar Atmosférico 37 - 350 Ar Atmosférico 100 - 380 CO 2 20 1.98 260 He 20 1.16 970 LÍQUIDOS Etanol 20 90 1.210 Água 20 1.000 1.480 Água do Mar 20 1.040 1.530 Sangue 37 1.056 1.570 SÓLIDOS Tecidos Biológicos 37 1.047 1.570 Cobre 20 8.900 3.560 Madeira (carvalho) 20 800 3.850 Alumínio 20 2.700 5.100 Ferro 20 7.900 5.130 Vidro 20 2.500 5.600 Conceitos Básicos em SOM

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Sonoplastia para Igrejas FREQUÊNCIA, ALTURA ou TOM – é o número de vibrações da onda mecânica ou eletromecânica em 1 segundo. Quanto maior a frequência, mais agudo ou alto é o som; quanto menor a frequência, mais grave ou baixo é o som. (Hz) Conceitos Básicos em SOM

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Sonoplastia para Igrejas INTENSIDADE, VOLUME, AMPLITUDE ou NÍVEL – é a quantidade de energia sonora, o que o caracteriza como forte ou fraco. (dB) FONTE DECIBEL (dB) POTÊNCIA/ÁREA (W.m -2 ) “Silêncio” 0 10 -12 Sussurro ou tic-tac de relógio de pulso (a 1 metro) +20 10 -10 Fala em voz baixa (a 1 metro) +40 10 -8 Fala normal (a 1 metro) +60 10 -6 Rádio alto (a 1 metro) +80 10 -4 Rua com tráfego intenso +80 10 -4 Grande Orquestra (em fortíssimo) +80 10 -4 Britadeira de ar comprimido (a 10 metros) +100 10 -2 Turbina de avião a jato (a 100 metros) +120 10 0 INÍCIO DA DOR AUDITIVA Turbina de avião a jato (a 10 metros) +140 10 2 Conceitos Básicos em SOM

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Conceitos Básicos em SOM Sonoplastia para Igrejas HARMÔNICAS – são frequências múltiplas da frequência base, que correm paralelas a esta, responsáveis pela característica do som chamada TIMBRE . TIMBRE – é a “roupa” do som; é o que faz a diferença entre dois sons de mesma frequência produzidos por fontes diferentes.

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Conceitos Básicos em SOM Sonoplastia para Igrejas ESPECTRO SONORO – o conjunto de frequências que formam os sons, divididos em dois grupos: Audíveis e Inaudíveis ao ouvido humano. AGUDOS  Acima de 12.000 Hz SUB-AGUDOS  5.000 a 12.000 Hz AUDÍVEL MÉDIOS  500 a 5.000 Hz GRAVES  60 a 500 Hz SOM SUB-GRAVES  Abaixo de 40 a 60 Hz INAUDÍVEL INFRA-SONS  Abaixo de 40 Hz ULTRA-SONS  Acima de 20.000 Hz

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Conceitos Básicos em ELETRÔNICA Sonoplastia para Igrejas TENSÃO ou VOLTAGEM – é a diferença de potencial elétrico entre dois condutores. Um em relação ao outro tem X Volts. Portanto é uma grandeza relativa e não absoluta. (V) CORRENTE ou AMPERAGEM – é a vazão de elétrons que flui através de um condutor elétrico. É a "forca" elétrica que caminha pelo fio. É uma grandeza absoluta. (A) POTÊNCIA – é a capacidade de trabalho consumida ou produzida por determinado circuito elétrico. É o resultado da Tensão x Corrente (RMS – Real Messure Sound ). Parte da potência é despendida em calor nos circuitos elétricos. (W) RESISTÊCIA – é o nível de resistência oferecida à passagem da corrente elétrica por um condutor ou circuito. É diretamente proporcional ao seu comprimento e inversa ao seu diâmetro. (  )

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Conceitos Básicos em ELETRÔNICA Sonoplastia para Igrejas IMPEDÂNCIA – t ipo especial de resistência. É resistência interna que um circuito impõe à corrente elétrica. (  ) Varia de acordo com o tipo de circuito e fabricante do equipamento. Abaixo de 1K considera-se baixa impedância ; já acima e 10K alta impedância . Muito importante no casamento de dois circuitos elétricos onde: CIRCUITO 1 (SAÍDA) CIRCUITO 2 (ENTRADA) RESULTADO DO ACOPLAMENTO MAIOR MENOR Perda de sinal na transferência . Ex. Saída de Teclado (47K  ) ligado a um alto-falante (8  ) IMPEDÂNCIA IGUAL IGUAL Casamento perfeito . Transferência de sinal entre os circuitos será sem perdas. Ex. Saída de Teclado (47K  ) ligado à entrada de LINHA de uma mesa mixadora (47K  ) MENOR MAIOR Distorção do sinal na entrada de quem recebe . Ex. Saída para Fone de Ouvido (8  ) ligada à entrada auxiliar de uma mesa mixadora (47K  )

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Conceitos Básicos em ELETRÔNICA Sonoplastia para Igrejas IMPEDÂNCIAS MAIS COMUNS: EQUIPAMENTO ENTRADA (  ) SAÍDA (  ) TAPE-DECK 47K  47K  AMPLIFICADORES 27 a 50K  2  a 8  MICROFONES UNIDIRECIONAIS - 600  MICROFONES DE LAPELA - 39 a 47K  TOCA DISCOS A LASER - 27K  TOCA DISCOS VINIL - 27K 

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Conceitos Básicos em ELETRÔNICA Sonoplastia para Igrejas DISTORÇÃO – é o clipamento ou corte de parte (geralmente o pico) da onda sonora por um circuito, geralmente por excesso de intensidade do sinal na entrada deste circuito. (defeitos em circuitos amplificadores, onde algumas frequências são amplificadas de forma errônea ou mesmo clipadas por defeito no transistor amplificador).

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Sonoplastia para Igrejas FONTE SONORA – é qualquer equipamento, natural ou artificial, eletrônico ou acústico, capaz de produzir som. Como exemplos, podemos citar um teclado eletrônico, um violão acústico e a própria voz humana.. PRÉ-AMPLIFICAÇÃO – uma pequena elevação da intensidade de sinais fracos de áudio, compatibilizando-os com os demais, de forma que possam ser processados sem perdas significativas por uma mesa mixadora. Um sinal provindo de um toca discos a laser, por exemplo, está em torno de 1,0 Volt; já o de um microfone, situa-se em torno de 0,005 Volts (5 mV). Para que ambos possam ser misturados em partes iguais e passar pelo processo de equalização, efeitos e etc. sem perdas, requer que tenham o mesmo nível: isso é conseguido pela pré-amplificação, que em alguns equipamentos leva o nome de controle de ganho ou sensibilidade . Conceitos Básicos em ELETRÔNICA

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Sonoplastia para Igrejas GANHO – a taxa ou fator de pré-amplificação. Quanto maior o ganho, maior a taxa de pré-amplificação e, portanto, menor poderá ser o sinal de entrada. É importante lembrar que um ganho elevado, aumenta todos os sinais provindos da fonte sonora com um alto grau de amplificação; isso inclui também os ruídos e distorções. Na prática, com pequenas exceções, devemos ajustar o ganho em 75% do máximo sem distorção. Essa certeza de não distorção pode ser confirmada, em equipamentos de boa qualidade, por um led vermelho, chamado de overlay ou peak , que se acende quando a intensidade do sinal de entrada for maior que o permitido para a entrada ou estiver distorcido. Conceitos Básicos em ELETRÔNICA

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Sonoplastia para Igrejas Caminho ou Percurso do SOM CAPTADOR (Fonte Sonora) ▼ CONDUTOR (Cabos) ▼ MIXADOR (Mesa) ▼ EQUALIZADOR (Reforço) ▼ AMPLIFICADOR (Potência) ▼ TRANSDUTOR (Caixas Acústicas)

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Sonoplastia para Igrejas Emissores

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Sonoplastia para Igrejas Emissores

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Sonoplastia para Igrejas Captadores

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Sonoplastia para Igrejas Condutores

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Sonoplastia para Igrejas Mixadores

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Sonoplastia para Igrejas Mixadores

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Sonoplastia para Igrejas Mixadores

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Sonoplastia para Igrejas Mixadores

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Sonoplastia para Igrejas Mixadores

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Sonoplastia para Igrejas Equalizadores

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Sonoplastia para Igrejas Equalizadores

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Sonoplastia para Igrejas Amplificadores

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Sonoplastia para Igrejas Amplificadores

Slide 32:

Sonoplastia para Igrejas Amplificadores

Slide 33:

Sonoplastia para Igrejas Transdutores

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Sonoplastia para Igrejas Propcessadores

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Sonoplastia para Igrejas Transdutores (Monitores)

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NOÇÕES DE CABEAMENTO NÃO BALANCEADO: condutor composto por DOIS (2) filamentos, um em forma de malha e um isolado (“vivo”). Sujeito à interferência de radiofrequência . BALANCEADO: condutor composto por TRÊS (3) filamentos: uma malha e dois encapados. Se ligado corretamente, evita as interferências de radiofrequência . CABO: condutor multifilamentar metálico trançado e, portanto, flexível. FIO: filamento metálico condutor rígido .

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NOÇÕES DE CABEAMENTO NÃO BALANCEADO BALANCEADO MONOFÔNICO 1 malha e 1 cabo 1 malha e 2 cabos ESTEREOFÔNICO 1 malha e 2 cabos 1 malha e 4 cabos

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NOÇÕES DE CABEAMENTO PLUGS RCA (sempre Mono) P10 Mono P10 Estéreo P2 Mono P2 Estéreo P1 (*) Banana (sempre Mono) CANON (sempre Estéreo)

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NOÇÕES DE CABEAMENTO PLUGS RCA (sempre Mono) P10 Mono P10 Estéreo P2 Mono P2 Estéreo P1 (*) Banana (sempre Mono) CANON (sempre Estéreo)

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NOÇÕES DE EQUALIZAÇÃO Equalização Padrão

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NOÇÕES DE EQUALIZAÇÃO Equalização Paramétrica

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ANALISADOR DE ESPECTRO – aparelho capaz de analisar as frequências presentes em determinado ambiente e ajustá-las de forma a obter a reprodução mais fiel e natural neste ambiente. NOÇÕES DE EQUALIZAÇÃO

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EFEITOS SONOROS REVERBERAÇÃO – é o processo de reflexão sonora com mistura deles, ou seja, com um intervalo de repetição MENOR que 254ms. ECO – é um t ipo especial e direcional de reflexão sonora onde o intervalo de tempo entre as repetições é MAIOR que 254ms.

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REGRAS IMPORTANTES Não mexa no que não conhece. Não altere o que está funcionando bem. Canais de instrumentos, raramente precisam de ajustes. Testes: nunca em apresentações! Encontre a melhor posição dos receptores sem fio. heyderlino@gmail.com paulinomusic.blogspot.com

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