Boas Pr�Ticas de Fabrica��O Bom

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 (5 month(s) ago)  
Achei essa apresentação muito interessante, e gostaria de baixá-la. Gostaria de saber se tem como disponibiliza-la por email. Aguardo e agradeço desde já. (comercial@oxetil.com.br)

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 (6 month(s) ago)  
Fantástica apresentação. Um dos melhores ppt que já vi sobre BPM
.

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 (6 month(s) ago)  
nmnn

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Added: January 05, 2009 This Presentation is Public 
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Presentation Transcript

Slide 1:BPF FAZER O CERTO DA PRIMEIRA VEZ


Boas Práticas de Fabricação :Boas Práticas de Fabricação APLICAÇÃO NA PRÁTICA


Linha do Tempo nas BoasPráticas :Linha do Tempo nas BoasPráticas 1963 1967 1971 1978 1988 1997 2003 2007 Criação pelo FDA do primeiro guia de GMP; Decorrente da intoxicação causada por elixires de sulfas contendo etilenoglicol em 1938 Pela constatação de problemas referentes à contaminações cruzadas freqüentes na fabricação de penicilina e dietilbestrol o FDA oficializa o primeiro Guia de Fabricação de Medicamentos em 1967, nascendo assim as GMP Assembléia de saúde solicita aos seus membros o cumprimento das GMP OMS obriga aos estados membros seguir o roteiro de BPF Nasce o conceito de Validação Unificação das GMP da CEE Portaria 348/97 pela Anvisa, “Boas Práticas de Fabricação de Cosméticos” RDC 210/2003 pela ANVISA, “Boas Práticas de Fabricação e Controle”, aplicada a Indústria Farmacêutica RDC 67/2007 pela ANVISA, “Boas Práticas de Manipulação”, para a Farmácia Magistral.


Slide 4:Conjunto de questões e ações planejadas e sistemáticas que influem individual ou coletivamente, na qualidade final do produto, possibilitando sua utilização final. Amostragem; Controle de processo; Controle de qualidade; Calibração; Inspeção; Validação. GARANTIA DA QUALIDADE


Slide 5:Na implantação das Boas Práticas de Fabricação, se idealiza todo o projeto tomando por base: Evitar misturas acidentais ; Evitar contaminações/contaminações cruzadas; Garantir rastreabilidade Garantir a identidade e teor do ativo Treinamento Base 5W2H1S What? ( O que?) Why? (Por que?) Who? (Quem?) Where? (Onde?) When? (Quando?) How? (Como?) How much? (Quanto?) It’s Safe? (É seguro?)


Slide 6:Garantia do ativo: Ar condicionado; Umidade relativa; Qualificação de fornecedores; Qualidade dos equipamentos; Estudos de estabilidade; Programa de cosmetovigilância; Análise de riscos; Controle de almoxarifados,FIFO e FEFO ; Controle de qualidade e em processo. FIFO – Frist In, Frist Out (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) FEFO – Frist Expired, Frist Out (Primeiro que Vence, Primeiro que Sai)


Validação de Processos :Validação de Processos A validação é a evidência documentada de que um sistema se encontra em grau de fazer aquilo que se propõem de forma consistente e dentro das especificações e atributos de qualidade preestabelecidos. Um processo que funciona por 10 anos está validado? Cálculo de capabilidade de processo é validação? Todo equipamento é qualificável? Toda planta pode ser qualificada? Qualquer sistema é validável?


Validação de Processos :Validação de Processos Antes de se iniciar a implantação de um programa de validação é fundamental: Adequação da planta às BPF; Sistema de HVAC adequado; Programa de manutenção e calibração; CEP- e capabilidade de processos; Revisão de todos os métodos analíticos; Adequação da documentação e programa de limpeza. HVAC "Heating, Ventilation and Air Conditioning" "Calefação, Ventilação e Ar Condicionado". CEP – Controle Estatístico de Processo


Validação de Processos :Validação de Processos Tipos de Validação: Retrospectiva; Prospectiva; Concorrente. Precede a validação do processo: Qualificação de fornecedores ; Preparação do PMV; IQ e OQ. Metodologias analíticas e Limpeza.


Validação de Processos :Validação de Processos Verificar a adequação do local de fabricação ao projeto e às BPFv; Nesta investigação deve se observar: Características dos materiais de construção do local e adequação à atividade. Checar o sistema de HVAC - classificação ambiental em repouso; Placas indicativas, EPC, e rede elétrica, tipos de serviços e sua classificação; Documentos necessários; dados sobre a construção, serviços e manutenção dos mesmos. Logbook de área.


Validação de Processos :Validação de Processos Qualificação operacional: Checar todos os equipamentos da fábrica (apoio, fabricação e do local de fabricação); Qualificação de instalação; Qualificação operacional; Qualificação de performance. Descrição do sistema (QI); Objetivo do sistema (QI);


Validação de Processos :Validação de Processos Validação retrospectiva – Capabilidade do processo: Determina prioridades em termos de validação. Processo sob controle estatístico: As variações verificadas são atribuídas à causas comuns apenas. Causas Comuns: São observadas em todas as corridas do processo. São aleatórias; Causas especiais: Provocam variações apenas em parte do processo; são intermitentes, instáveis, e imprevisíveis. Devem ser identificadas e eliminadas.


Validação de Processos :Validação de Processos A capabilidade é determinada pela capacidade do processo fabricar o produto desejado dentro dos atributos de qualidade estabelecidos para o mesmo. Se escolhe as prioridades para ajuste, validação retrospectiva e validação concorrente.


Slide 14:Validação retrospectiva Escolha do produto: Processo estável e robusto; Sem alteração por um período de tempo longo; 20 lotes consecutivos (arbitrário); Sem alteração de excipientes ou ativos; Sem alteração de equipamentos; Processo de fabricação. A Garantia da Qualidade, em colaboração com a produção é a principal responsável pelo trabalho (veracidade dos fatos).


Slide 15:Validação concorrente Preparar o diagrama de processo com as variáveis possíveis para cada operação unitária; Preparar fluxograma de processo; Determinar os pontos críticos e limites de especificação; Acompanhar cada passo do processo; Procedimento de teste e amostragem (desafio) ; 3 lotes consecutivos e dentro das especificações; O processo se inicia na pesagem e finaliza na embalagem secundária.


Validação de Processos :Validação de Processos Documentação: Manual de Gestão da Qualidade ; Plano mestre de validação (cronograma/agenda, glossário, aprovações e responsabilidades, descrição do sistema e como se vai conduzir o processo/ amostragem); Protocolos gerais: Processo; Equipamento; Instalações; Análise; Limpeza. Protocolos e relatórios específicos.


Slide 17:VALIDAÇÃO PROSPECTIVA Etapas iniciais: Desenvolvimento da formulação; Desenvolvimento do processo. Desing do processo: Preparar diagrama de processo; Matriz de influências; Procedimentos experimentais; Protocolos. Caracterização: Identificar as variáveis críticas para cada etapa; Estabelecer as tolerâncias máximas e mínimas;


Slide 18:O Fluxo de Produção Fornecedores de Matérias Primas Fornecedores de Embalagens Depósito de Insumos Produção DPA Mercado Consumidor Insumos aprovados Produto Vendas


Slide 19:1- A entrada de Insumos na Empresa SUPRIMENTOS DESENVOLVIMENTO CQ ALMOXARIFADO FORNECEDORES Especificações Negociação Especificações Especificações Amostras Aprovação Rejeição


Slide 20:A Entrada de Insumos na Empresa Harmonia entre : Suprimentos Desenvolvimento Controle de Qualidade Recebimento de Insumos Transparência Entre departamentos Entre empresa e fornecedores Avaliação de fornecedores


Slide 21:O processamento CQ PRODUÇÃO ALMOXARIFADO DESENVOLVIMENTO Aprovado ? POP´s Insumos Especificações Análise Sim Não Orientação para ajustes ou descarte


Slide 22:O armazenamento e transporte DESENVOLVIMENTO CQ DPA PRODUÇÃO Informações sobre transporte e manuseio Produtos Solicitação de Análises


Slide 23:A Venda e o Armazenamento no Cliente DESENVOLVIMENTO DPA Cliente Vendas Produto Avarias Procedimentos de armazenamento e manuseio Procedimentos de armazenamento e manuseio


Slide 24:A compra e a Reação do Consumidor CONSUMIDOR CQ DESENVOLVIMENTO SAC Reclamações Elogios Resposta Informações de produtos Reclamações amostras Laudos


Slide 25:A Função de Suprimentos Porta de entrada Guardião dos custos de uma empresa Deve estar a par do custo de não conformidades Deve discutir com seus colegas os motivos de determinadas especificações Deve alertar os colegas quando certos requisitos de especificações são responsáveis por grandes diferenciais de custo Deve providenciar a compra de materiais de acordo com as especificações


Slide 26:A Função do Almoxarifado de Insumos O espaço físico do almoxarifado de insumos deve ser projetado para comportar de forma organizada e com possibilidade de movimentação adequada o volume de insumos utilizados pela empresa Deve dispor de área para segregação de produtos em análise e para produtos reprovados que aguardam devolução Deve ser organizado e dispor de documentação de movimentação dos materiais , apropriada para informações de rastreabilidade


Slide 27:A função Desenvolvimento de Produtos O pessoal deste departamento deverá : Realizar os desenvolvimentos de forma organizada, cumprindo todas as etapas necessárias para garantir a qualidade do produto final Manter a documentação de desenvolvimento de produtos em arquivo , organizada , de forma a propiciar consultas sempre que necessário Gerar ou compilar informações necessárias para a elaboração de todos os procedimentos


Slide 28: Metodologia analítica para matérias primas Indicar nome do insumo, número do método, número de páginas e revisão Objetivo Materiais Equipamentos Reagentes


Slide 29: PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO Devem ser escritos para todos os produtos finais ou intermediários produzidos pela empresa Devem conter: Nome e código do produto Número da especificação correspondente Data de implantação e número de páginas e número da revisão Todas as operações a serem realizadas: Adição de matérias primas – como , em que equipamento, quantidade Agitação – velocidade(RPM) , Tempo Retirada de amostras para CQ – como , quantidades O que fazer em caso de aprovação do lote – transferir , filtrar , envasar.. O que fazer em caso de reprovação do lote – corrigir , como corrigir ...


Slide 30: Relatórios de testes de estabilidade acelerada de produtos Fórmula do produto testado Condições de teste Resultados de análises físico-químicas iniciais e finais Conclusões.


Slide 31: Procedimentos para a correção de lotes fora de especificação Documento separado ou contido no POP de fabricação : O que corrigir Como corrigir Até que limite de desvio da especificação o produto poderá ser corrigido Quais análises deverão ser realizadas após a correção


Slide 32: Procedimentos para descarte de lotes fora de especificação   Deverão ser detalhados quanto a : Como descartar os produtos ( destruir, diluir em outros lotes, etc.) Cuidados com segurança e meio ambiente.


Slide 33:Procedimentos para a limpeza e desinfecção de equipamentos e linhas de envase de produtos  Análises microbiológicas – avaliação de contaminação por bactérias e fungos Deve-se estabelecer um procedimento de coleta de amostras e de análise microbiológica , com freqüência pré-determinada e com ações preventivas e corretivas recomendadas. Pontos de controle Depósitos de água Reatores Tanques de armazenamento Linhas de envase Produto acabado


Slide 34: Procedimentos para a limpeza e desinfecção de equipamentos e linhas de envase de produtos  Análises microbiológicas – avaliação de contaminação por bactérias e fungos Procedimento de coleta de amostras para análises microbiológicas prevendo : Pontos de coleta Freqüência Como amostrar Cuidados para evitar contaminação de amostras Deve existir especificação de quantidade máxima de microorganismos permitidos em cada um dos pontos de amostragem e Procedimentos para a limpeza e desinfecção dos equipamentos , caso contaminados , como também Procedimentos para ajustes ou descarte de lotes contaminados


Slide 35: Procedimentos para a limpeza e desinfecção de equipamentos e linhas de envase de produtos  Análises microbiológicas – avaliação de contaminação por bactérias e fungos Treinamento para : Utilização adequada dos Kit´s Interpretação de resultados Amostragem correta


Slide 36:Procedimentos para a limpeza e desinfecção de equipamentos e linhas de envase de produtos  Esgotar o conteúdo dos reatores, tanques , tubulações,etc. Incrustrações devem ser retiradas mecânicamente Realizar enxague para eliminar resíduos


Slide 37:Informações a Marketing e a atendimento ao consumidor Nome do produto Finalidade do produto Modo indicado de uso Restrições de uso se houver (manchamento de tecidos , desgaste de superfícies , onde não se recomenda utilizar os produto , etc.) Com que produtos pode ser misturado. Com que produtos não deve ser misturado e por que.


Slide 38:Informações a Marketing e a atendimento ao consumidor Eficiência do produto em relação aos produtos da concorrência , indicando resultados , quais os produtos testados e a identificação do relatório de testes. Cuidado, cada vez que decidirem realizar propaganda comparando seu produto, direta ou indiretamente com a concorrência . Certifique-se de ter relatórios técnicos que comprovem o que está sendo afirmado. Em casos extremos , em que se preveja uma forte reação da concorrência é adequado ter comprovação por laboratórios externos (IPT , por exemplo tem laboratórios que se dedicam a testes de eficiência). O custo de retirar uma propaganda do ar é muito alto.


Slide 39:Informações a Marketing e a atendimento ao consumidor Composição do produto. Avaliação quanto à periculosidade e toxicidade do produto (feito por profissional habilitado).   Telefone(s) de centro(s) de Toxicologia que tenha(m) informações sobre o produto.   Cuidados necessários durante o manuseio e a armazenagem do produto.


Slide 40:A Função Controle de Qualidade O Laboratório de CQ Estar adequadamente instalado Dispor de equipamento necessários à execução de todas as análises previstas nas especificações Ter pessoal adequadamente treinado no exercício de suas funções


Slide 41:A Função Controle de Qualidade O Laboratório de CQ Ter organizados e à disposição para consulta procedimentos operacionais para todas as atividades executadas por seu pessoal


Slide 42: Exemplos de procedimentos necessários : Métodos de análise ( químicos , físicos e microbiológicos ) – toda e qualquer análise realizada deve ter um procedimento de análise escrito e disponível Procedimentos para o preparo de soluções Procedimentos para amostragem e inspeção Procedimentos para a aprovação de lotes


Slide 43:Exemplos de procedimentos necessários : Procedimentos para a reprovação de lotes Preenchimento de fichas de análise de produtos Procedimentos para a correção de lotes de produtos Procedimentos para a calibração de equipamentos Procedimentos para a validação de métodos analíticos A Função Controle de Qualidade


Slide 44:A Função Controle de Qualidade Calibração de equipamentos Todos os equipamentos utilizados deverão ter procedimento de calibração descrito, contemplando freqüência e modo de calibração Resultados de calibração deverão ser documentados Recomenda-se manter a ficha de calibração junto ao equipamento , para facilitar a consulta


Slide 45: Validação de métodos analíticos Deve ser realizada antes de utilizar o método em CQ Determina a exatidão e a precisão do método Deve ser realizada para cada faixa de concentração analisada Deve ser realizada cada vez que ocorrer mudanças em formulações


Slide 46: Validação de métodos analíticos Exatidão – Quão próximo um resultado fica do valor esperado Precisão – Reprodutibilidade de diversas medidas. Usualmente é descrito pelo desvio padrão , erro padrão ou intervalo de confiança. Boa Exatidão Má Precisão Má Exatidão Boa Precisão Boa Exatidão Boa Precisão


Slide 47:A Função Controle de Qualidade Laudo de aprovação/Rejeição de insumos É um dos documentos mais importantes no atendimento às Boas práticas de fabricação e controle. Pode ser apenas um carimbo de aprovado na ficha do produto encaminhada pelo almoxarifado,pode ser aprovação eletrônica, etc. O importante é que no Manual de Boas Práticas de Fabricação da Empresa a maneira escolhida deve constar , de forma clara.


Slide 48:A Função de Produção Controle estatístico de processo Deve ser realizado em pontos críticos de produção Permite acompanhar tendências de processo Permite antecipar problemas e corrigí-los


Slide 49:A Função de Produção Manutenção e calibração de equipamentos Todos os equipamentos utilizados deverão ter procedimento de calibração descrito, contemplando freqüência e modo de calibração Resultados de calibração deverão ser documentados Recomenda-se manter a ficha de calibração junto ao equipamento , para facilitar a consulta


Slide 50:A Função de Produção Limpeza dos equipamentos Deve-se proceder à limpeza do equipamento após a última produção de um determinado produto , quer seja para uma parada , quer seja para a produção de um outro produto


Slide 51:O profissional de produção deverá estar atento ao projeto de instalações de fabricação , certificando-se que : Equipamentos e linhas sejam construídos em materiais não porosos Tubulações de transferência de produtos sejam o mais curtas possível e tenham o menor número de curvas e mudanças de direção Antes de bombas ou filtros existam flexíveis providos de engates rápidos para facilitar a limpeza A Função de Produção


Slide 52:Sempre que possível deve-se prever a utilização da água de lavagem Deve ser previsto um sistema adequado para água de lavagem e envio para o sistema de tratamento de efluentes , cuidando para que não sejam misturados materiais incompatíveis (Ex.: detergentes aniônicos e catiônicos ; hipoclorito de sódio e amônia) A Função de Produção


Slide 53:A Função Logística De vital importância nas BPF&C Nenhum bom produto resiste a armazenamento e transporte inadequados Pode gerar informações importantes sobre estabilidade de produtos e problemas com embalagens


Slide 54:Muitas vezes esquecida Quando agregada à cadeia das BPF&C pode evitar uma série de gastos com devolução de mercadoria avariada O departamento de vendas deve receber cópias dos POPs de armazenamento e transporte de produtos e treinamento que saliente a importância dos procedimentos para evitar avaria de produtos. Deve encaminhar os procedimentos a seus clientes e certificar-se que os mesmos os estejam seguido. A Função Vendas


Slide 55:Personificação da qualidade da empresa Fonte inesgotável de informações de consumidores É uma exigência legal (lei do consumidor) Deve dispor de documentação completa e atualizada sobre os produtos da empresa Deve dispor de pessoal treinado para realizar suas atividades A Função SAC