logging in or signing up SAUDE NA ENFREMAGEM DA MULHER DA MULHER - aSGuest74495 Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 1546 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: November 07, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: Prof. Alexandre Amorim Saúde da Mulher I Faculdade Evangélica do Paraná PRÉ-NATAL E PUERPÉRIO ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL Como abrir mão dos papéis predeterminados socialmente? Como (re)aprender a fala popular? Como aproximar-se de cada sujeito respeitando sua singularidade? Como não perder de vista o contexto familiar e social? Como ser capaz de corresponder à confiança que as mulheres demonstram ao aderir à assistência pré-natal? ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL NO BRASIL : ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL NO BRASIL 1,2 consultas por parto em 1995 5,1 consultas por parto em 2003 (SIA-Datasus e AIH-Datasus, 2004); Comprometimento da qualidade da assistência pré-natal incidência de sífilis congênita 12 casos/1000 nascidos vivos no SUS (PN-DST/Aids, 2002); hipertensão arterial causa mais freqüente de morte materna no Brasil; REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL : REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL Vinculação de unidades que prestam atenção pré-natal às maternidades/hospitais; Garantia dos recursos humanos, físicos, materiais e técnicos necessários à atenção pré-natal, assistência ao parto e ao recém-nascido e atenção puerperal; Estabelecimento de critérios mínimos para o funcionamento das maternidades e unidades de saúde; Captação precoce das gestantes com realização da primeira consulta de pré-natal até 120 dias da gestação; Garantia de atendimento a todas as gestantes que procurem os serviços de saúde; REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL : REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL Realização de, no mínimo, seis consultas de pré-natal, sendo, preferencialmente, uma no primeiro trimestre, duas no segundo trimestre e três no terceiro trimestre da gestação; Vinculação à Central de Regulação Obstétrica e Neonatal nos casos de demanda excedente; Transferência da gestante e/ou do neonato em transporte adequado, mediante vaga assegurada em outra unidade, quando necessário (SAMU); Garantia de atendimento das intercorrências obstétricas e neonatais; REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL : REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL Escuta da mulher e de seus(suas) acompanhantes, esclarecendo dúvidas; Informar o que vai ser feito durante a consulta e as condutas a serem adotadas; Realizar atividades educativas em grupo ou individualmente; Realizar anamnese e exame clínico-obstétrico da gestante; Realizar os exames laboratoriais mínimos; Imunização antitetânica Avaliação do estado nutricional da gestante e monitoramento por meio do SISVAN; REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL : REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL Prevenção e tratamento dos distúrbios nutricionais; Prevenção ou diagnóstico precoce do câncer de colo uterino e de mama; Classificação de risco gestacional a ser realizada na primeira consulta e nas subseqüentes; Atendimento às gestantes classificadas como de risco, garantindo vínculo e acesso à unidade de referência; Registro em prontuário e cartão da gestante, inclusive registro de intercorrências/urgências; Atenção à mulher e ao recém-nascido na primeira semana após o parto. AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL INDICADORES DE PROCESSO Percentual de gestantes que se inscreveram no programa e realizaram a primeira consulta até o quarto mês, em relação à população-alvo (número de gestantes existente ou estimado pelo número de nascidos vivos do município); Percentual de gestantes inscritas que realizam, no mínimo, seis consultas de pré-natal; Percentual de gestantes inscritas que realizaram, no mínimo, seis consultas de pré-natal e a consulta de puerpério; AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL INDICADORES DE PROCESSO Percentual de gestantes inscritas que realizaram, no mínimo, seis consultas de pré-natal e todos os exames básicos; Percentual de gestantes inscritas que realizaram, no mínimo, seis consultas de pré-natal, a consulta de puerpério e todos os exames básicos; AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL INDICADORES DE PROCESSO Percentual de gestantes inscritas que receberam imunização antitetânica (no mínimo duas doses durante o pré-natal ou dose de reforço em mulheres já imunizadas, ou nenhuma dose nas mulheres com imunização completa); Percentual de gestantes inscritas que realizaram, no mínimo, seis consultas de pré-natal, a consulta de puerpério e todos os exames básicos, o teste anti-HIV e a imunização antitetânica. AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL INDICADORES DE RESULTADO Percentual de recém-nascidos com diagnóstico de sífilis congênita em relação ao total de recém-nascidos vivos do município; Percentual de recém-nascidos com tétano neonatal, em relação ao total de recém-nascidos vivos do município. AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL INDICADORES DE IMPACTO Coeficiente de incidência de sífilis congênita no município, comparado com o do ano anterior; Coeficiente de incidência de tétano neonatal no município, comparado com o do ano anterior; Razão de mortalidade materna no município, comparada com a do ano anterior; AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL INDICADORES DE IMPACTO Coeficiente de mortalidade neonatal precoce no município, comparado com o do ano anterior; Coeficiente de mortalidade neonatal tardia no município, comparado com o do ano anterior; Coeficiente de mortalidade neonatal total no município, comparado com o do ano anterior. AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL COEFICIENTE DE MORTALIDADE INFANTIL AVALIAÇÃO PRÉ-CONCEPCIONAL : AVALIAÇÃO PRÉ-CONCEPCIONAL Consulta que o casal faz antes de uma gravidez; Identificar fatores de risco ou doenças que possam alterar a evolução normal de uma futura gestação; Instrumento importante na melhoria dos índices de morbidade e mortalidade materna e infantil. DIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZ : DIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZ Frente a uma amenorréia ou atraso menstrual, deve-se, antes de tudo, suspeitar da possibilidade de uma gestação. PRIMEIRO ATENDIMENTO : PRIMEIRO ATENDIMENTO Realizada por profissional de saúde; Entrega do cartão da gestante com: Identificação da paciente; Número do SISPRENATAL; Hospital de referência para o parto e intercorrências; Calendário de vacinas e suas orientações; Solicitação dos exames de rotina; As orientações sobre as consultas e as atividades educativas – reuniões e visitas domiciliares. PRIMEIRA CONSULTA : PRIMEIRA CONSULTA Anamnese: Aspectos epidemiológicos; Antecedentes familiares; Antecedentes pessoais; Antecedentes ginecológicos e obstétricos; Situação da gravidez atual. Exame físico completo: Determinação de peso e altura prévios; Cálculo do IMC prévio IMC pré-gestacional referido ou IMC calculado a partir de medição realizada até a 13ª semana gestacional. PRIMEIRA CONSULTA : PRIMEIRA CONSULTA Determinação da Data Provável do Parto (DPP): Utilização de calendário, considerando duração média da gestação normal 280 dias ou 40 semanas a partir da DUM; Utilização de disco (gestograma); Cálculo da DPP: PRIMEIRA CONSULTA : PRIMEIRA CONSULTA Exemplos: Data da última menstruação: 13/09/01 dia:13+07=20 mês:09-03=06 Data provável do parto: 20/6/02 Data da última menstruação: 27/01/01 dia:27+07=03/02 mês:02+09=11 Data provável do parto: 3/11/02 AVALIAÇÃO DE RISCO : AVALIAÇÃO DE RISCO Permite a orientação e os encaminhamentos adequados em cada momento da gravidez; Deve acontecer na primeira consulta e ser reavaliada nas consultas subseqüentes; Não implica necessariamente referência da gestante para acompanhamento em pré-natal de alto risco; As situações que demandem intervenções mais complexas devem ser necessariamente referenciadas; Retorno ao nível primário situação resolvida e/ou a intervenção já realizada; A unidade básica de saúde deve continuar responsável pelo seguimento da gestante encaminhada a um nível de maior complexidade no sistema. FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO CARACTERÍSTICAS INDIVIDUAIS E CONDIÇÕES SOCIODEMOGRÁFICAS DESFAVORÁVEIS: Idade menor que 15 e maior que 35 anos; Ocupação: esforço físico excessivo, carga horária extensa, rotatividade de horário, exposição a agentes físicos, químicos e biológicos, estresse; Situação familiar insegura; Não aceitação da gravidez; Situação conjugal insegura; FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO CARACTERÍSTICAS INDIVIDUAIS E CONDIÇÕES SOCIODEMOGRÁFICAS DESFAVORÁVEIS: Baixa escolaridade (menor que cinco anos de estudo regular); Condições ambientais desfavoráveis; Altura menor que 1,45m; Peso menor que 45kg e maior que 75kg; Dependência de drogas lícitas ou ilícitas. FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO HISTÓRIA REPRODUTIVA ANTERIOR: Morte perinatal explicada ou inexplicada; Recém-nascido com restrição de crescimento, pré-termo ou malformado; Abortamento habitual; Esterilidade/infertilidade; Intervalo interpartal menor que dois anos ou maior que cinco anos; FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO HISTÓRIA REPRODUTIVA ANTERIOR: Nuliparidade e multiparidade; Síndromes hemorrágicas; Pré-eclâmpsia/eclâmpsia; Cirurgia uterina anterior; Macrossomia fetal. FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO INTERCORRÊNCIAS CLÍNICAS CRÔNICAS: Cardiopatias; Pneumopatias; Nefropatias; Endocrinopatias (especialmente diabetes mellitus); Hemopatias; Hipertensão arterial moderada ou grave e/ou em uso de anti-hipertensivo; Epilepsia. FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO DOENÇA OBSTÉTRICA DA GRAVIDEZ ATUAL: Desvio quanto ao crescimento uterino; Número de fetos; Volume de líquido amniótico; Trabalho de parto prematuro; Gravidez prolongada; FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO DOENÇA OBSTÉTRICA DA GRAVIDEZ ATUAL: Ganho ponderal inadequado; Pré-eclâmpsia/eclâmpsia; Amniorrexe prematura; Hemorragias da gestação; Isoimunização; Óbito fetal. CONSULTAS SUBSEQÜENTES : CONSULTAS SUBSEQÜENTES Anamnese sucinta, abordando aspectos do bem-estar materno e fetal; Esclarecimento e escuta de dúvidas e ansiedades da mulher; Avaliação de risco continuada; Perguntas sobre alimentação; Avaliação de hábito intestinal e urinário; Informação sobre movimentação fetal; Presença de corrimentos ou outras perdas vaginais. DETERMINAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL : DETERMINAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL DETERMINAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL : DETERMINAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL RELAÇÃO ENTRE IDADE GESTACIONAL E ALTURA UTERINA AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL : AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL O peso deve ser aferido em todas as consultas de pré-natal; A estatura da gestante adulta (idade > 19 anos) deve ser aferida apenas na primeira consulta; A estatura da gestante adolescente deve ser aferida pelo menos trimestralmente; Cálculo do IMC: Classificação do estado nutricional de acordo com a IG e o IMC. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL : AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL : AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL Estimar o ganho de peso de acordo com o IMC e o trimestre gestacional: AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL : AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL Registrar o ganho de peso no gráfico: AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL : CONDUTAS SEGUNDO A AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL ENCONTRADO: BAIXO PESO (BP): Investigar: história alimentar; hiperêmese gravídica, infecções, parasitoses, anemias e doenças debilitantes; Orientar: hábitos alimentares saudáveis peso adequado; Retorno: intervalo menor que o fixado no calendário habitual. ADEQUADO (A): Orientar: hábitos alimentares saudáveis manutenção; Retorno: calendário habitual. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL : CONDUTAS SEGUNDO A AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL ENCONTRADO: SOBREPESO E OBESIDADE (S e O): Investigar: obesidade pré-gestacional, edema, polidrâmnio, macrossomia, gravidez múltipla; Orientar: hábitos alimentares saudáveis peso adequado; No período gestacional não se deve perder peso; Retorno: intervalo menor que o fixado no calendário habitual. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL AVALIAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL : PAS > ou = 140mmHg e PAD > ou = 90mmHg, em duas ocasiões com intervalo mínimo de quatro horas; PAS 30mmHg ou mais e/ou PAD 15mmHg ou mais, em relação aos níveis tensionais pré-gestacionais e/ou conhecidos até a 16ª semana de gestação. Sinal de alerta e para agendamento de controles mais próximos; PAD > 110mmHg em uma única aferição. A PA pode ser aferida com a mulher sentada ou em decúbito lateral esquerdo, no braço direito, mas NUNCA EM POSIÇÃO SUPINA (deitada de costa). O acompanhamento da PA deve ser avaliado em conjunto com o ganho súbito de peso (>500g/semana) e/ou presença de edema, principalmente a partir de 24ª semana. AVALIAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL AVALIAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL : AVALIAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL PALPAÇÃO OBSTÉTRICA : Deve ser realizada antes da medida da altura uterina; Identificação da situação e da apresentação fetal; Identificar os pólos cefálico e pélvico e o dorso fetal, facilmente identificados a partir do terceiro trimestre; Estimar a quantidade de líquido amniótico. PALPAÇÃO OBSTÉTRICA PALPAÇÃO OBSTÉTRICA : PALPAÇÃO OBSTÉTRICA PALPAÇÃO OBSTÉTRICA : PALPAÇÃO OBSTÉTRICA PALPAÇÃO OBSTÉTRICA : PALPAÇÃO OBSTÉTRICA Situação: Apresentação: ALTURA UTERINA : ALTURA UTERINA ALTURA UTERINA : ALTURA UTERINA ALTURA UTERINA : ALTURA UTERINA ALTURA UTERINA : ALTURA UTERINA AUSCULTA DOS BATIMENTOS CARDÍACOS FETAIS : AUSCULTA DOS BATIMENTOS CARDÍACOS FETAIS FCF normal entre 120 a 160 bpm. Após contração uterina, movimentação fetal ou estímulo mecânico sobre o útero, aumento transitório na freqüência cardíaca fetal é sinal de boa vitalidade. AVALIAÇÃO DE EDEMA : AVALIAÇÃO DE EDEMA MEMBROS INFERIORES: Gestante em decúbito dorsal ou sentada; Pressionar na altura do tornozelo (região perimaleolar) e na perna, no nível do seu terço médio, face anterior (região pré-tibial). AVALIAÇÃO DE EDEMA : AVALIAÇÃO DE EDEMA REGIÃO SACRA: Posicionar a gestante de decúbito lateral ou sentada; Pressionar a pele, por alguns segundos, na região sacra, com o dedo polegar. O edema fica evidenciado mediante presença de depressão duradoura no local AVALIAÇÃO DE EDEMA : AVALIAÇÃO DE EDEMA EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS : EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS Na primeira consulta solicitar: dosagem de hemoglobina e hematócrito (Hb/Ht); grupo sangüíneo e fator Rh; sorologia para sífilis (VDRL): repetir próximo à 30ª semana; glicemia em jejum: repetir próximo à 30ª semana; exame sumário de urina: repetir próxima à 30ª semana; EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS : EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS Na primeira consulta solicitar: sorologia anti-HIV, com o consentimento da mulher após o “aconselhamento pré-teste”; sorologia para hepatite B (HBsAg), de preferência próximo à 30ª semana de gestação; sorologia para toxoplasmose (IgM para todas as gestantes e IgG, quando houver disponibilidade para realização). EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS : EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS Exames acrescidos à rotina mínima em algumas situações especiais: protoparasitológico: na primeira consulta, sobretudo para mulheres de baixa renda; colpocitologia oncótica: se não realizado nos últimos três anos ou se houver indicação; bacterioscopia da secreção vaginal: em torno da 30ª semana de gestação, particularmente nas mulheres com antecedente de prematuridade; sorologia para rubéola; urocultura para o diagnóstico de bacteriúria assintomática. OBRIGADO! : OBRIGADO! You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
SAUDE NA ENFREMAGEM DA MULHER DA MULHER - aSGuest74495 Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 1546 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: November 07, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: Prof. Alexandre Amorim Saúde da Mulher I Faculdade Evangélica do Paraná PRÉ-NATAL E PUERPÉRIO ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL Como abrir mão dos papéis predeterminados socialmente? Como (re)aprender a fala popular? Como aproximar-se de cada sujeito respeitando sua singularidade? Como não perder de vista o contexto familiar e social? Como ser capaz de corresponder à confiança que as mulheres demonstram ao aderir à assistência pré-natal? ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL NO BRASIL : ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL NO BRASIL 1,2 consultas por parto em 1995 5,1 consultas por parto em 2003 (SIA-Datasus e AIH-Datasus, 2004); Comprometimento da qualidade da assistência pré-natal incidência de sífilis congênita 12 casos/1000 nascidos vivos no SUS (PN-DST/Aids, 2002); hipertensão arterial causa mais freqüente de morte materna no Brasil; REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL : REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL Vinculação de unidades que prestam atenção pré-natal às maternidades/hospitais; Garantia dos recursos humanos, físicos, materiais e técnicos necessários à atenção pré-natal, assistência ao parto e ao recém-nascido e atenção puerperal; Estabelecimento de critérios mínimos para o funcionamento das maternidades e unidades de saúde; Captação precoce das gestantes com realização da primeira consulta de pré-natal até 120 dias da gestação; Garantia de atendimento a todas as gestantes que procurem os serviços de saúde; REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL : REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL Realização de, no mínimo, seis consultas de pré-natal, sendo, preferencialmente, uma no primeiro trimestre, duas no segundo trimestre e três no terceiro trimestre da gestação; Vinculação à Central de Regulação Obstétrica e Neonatal nos casos de demanda excedente; Transferência da gestante e/ou do neonato em transporte adequado, mediante vaga assegurada em outra unidade, quando necessário (SAMU); Garantia de atendimento das intercorrências obstétricas e neonatais; REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL : REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL Escuta da mulher e de seus(suas) acompanhantes, esclarecendo dúvidas; Informar o que vai ser feito durante a consulta e as condutas a serem adotadas; Realizar atividades educativas em grupo ou individualmente; Realizar anamnese e exame clínico-obstétrico da gestante; Realizar os exames laboratoriais mínimos; Imunização antitetânica Avaliação do estado nutricional da gestante e monitoramento por meio do SISVAN; REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL : REDE DE SERVIÇOS MUNICIPAL E ESTADUAL Prevenção e tratamento dos distúrbios nutricionais; Prevenção ou diagnóstico precoce do câncer de colo uterino e de mama; Classificação de risco gestacional a ser realizada na primeira consulta e nas subseqüentes; Atendimento às gestantes classificadas como de risco, garantindo vínculo e acesso à unidade de referência; Registro em prontuário e cartão da gestante, inclusive registro de intercorrências/urgências; Atenção à mulher e ao recém-nascido na primeira semana após o parto. AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL INDICADORES DE PROCESSO Percentual de gestantes que se inscreveram no programa e realizaram a primeira consulta até o quarto mês, em relação à população-alvo (número de gestantes existente ou estimado pelo número de nascidos vivos do município); Percentual de gestantes inscritas que realizam, no mínimo, seis consultas de pré-natal; Percentual de gestantes inscritas que realizaram, no mínimo, seis consultas de pré-natal e a consulta de puerpério; AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL INDICADORES DE PROCESSO Percentual de gestantes inscritas que realizaram, no mínimo, seis consultas de pré-natal e todos os exames básicos; Percentual de gestantes inscritas que realizaram, no mínimo, seis consultas de pré-natal, a consulta de puerpério e todos os exames básicos; AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL INDICADORES DE PROCESSO Percentual de gestantes inscritas que receberam imunização antitetânica (no mínimo duas doses durante o pré-natal ou dose de reforço em mulheres já imunizadas, ou nenhuma dose nas mulheres com imunização completa); Percentual de gestantes inscritas que realizaram, no mínimo, seis consultas de pré-natal, a consulta de puerpério e todos os exames básicos, o teste anti-HIV e a imunização antitetânica. AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL INDICADORES DE RESULTADO Percentual de recém-nascidos com diagnóstico de sífilis congênita em relação ao total de recém-nascidos vivos do município; Percentual de recém-nascidos com tétano neonatal, em relação ao total de recém-nascidos vivos do município. AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL INDICADORES DE IMPACTO Coeficiente de incidência de sífilis congênita no município, comparado com o do ano anterior; Coeficiente de incidência de tétano neonatal no município, comparado com o do ano anterior; Razão de mortalidade materna no município, comparada com a do ano anterior; AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL INDICADORES DE IMPACTO Coeficiente de mortalidade neonatal precoce no município, comparado com o do ano anterior; Coeficiente de mortalidade neonatal tardia no município, comparado com o do ano anterior; Coeficiente de mortalidade neonatal total no município, comparado com o do ano anterior. AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL : AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL COEFICIENTE DE MORTALIDADE INFANTIL AVALIAÇÃO PRÉ-CONCEPCIONAL : AVALIAÇÃO PRÉ-CONCEPCIONAL Consulta que o casal faz antes de uma gravidez; Identificar fatores de risco ou doenças que possam alterar a evolução normal de uma futura gestação; Instrumento importante na melhoria dos índices de morbidade e mortalidade materna e infantil. DIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZ : DIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZ Frente a uma amenorréia ou atraso menstrual, deve-se, antes de tudo, suspeitar da possibilidade de uma gestação. PRIMEIRO ATENDIMENTO : PRIMEIRO ATENDIMENTO Realizada por profissional de saúde; Entrega do cartão da gestante com: Identificação da paciente; Número do SISPRENATAL; Hospital de referência para o parto e intercorrências; Calendário de vacinas e suas orientações; Solicitação dos exames de rotina; As orientações sobre as consultas e as atividades educativas – reuniões e visitas domiciliares. PRIMEIRA CONSULTA : PRIMEIRA CONSULTA Anamnese: Aspectos epidemiológicos; Antecedentes familiares; Antecedentes pessoais; Antecedentes ginecológicos e obstétricos; Situação da gravidez atual. Exame físico completo: Determinação de peso e altura prévios; Cálculo do IMC prévio IMC pré-gestacional referido ou IMC calculado a partir de medição realizada até a 13ª semana gestacional. PRIMEIRA CONSULTA : PRIMEIRA CONSULTA Determinação da Data Provável do Parto (DPP): Utilização de calendário, considerando duração média da gestação normal 280 dias ou 40 semanas a partir da DUM; Utilização de disco (gestograma); Cálculo da DPP: PRIMEIRA CONSULTA : PRIMEIRA CONSULTA Exemplos: Data da última menstruação: 13/09/01 dia:13+07=20 mês:09-03=06 Data provável do parto: 20/6/02 Data da última menstruação: 27/01/01 dia:27+07=03/02 mês:02+09=11 Data provável do parto: 3/11/02 AVALIAÇÃO DE RISCO : AVALIAÇÃO DE RISCO Permite a orientação e os encaminhamentos adequados em cada momento da gravidez; Deve acontecer na primeira consulta e ser reavaliada nas consultas subseqüentes; Não implica necessariamente referência da gestante para acompanhamento em pré-natal de alto risco; As situações que demandem intervenções mais complexas devem ser necessariamente referenciadas; Retorno ao nível primário situação resolvida e/ou a intervenção já realizada; A unidade básica de saúde deve continuar responsável pelo seguimento da gestante encaminhada a um nível de maior complexidade no sistema. FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO CARACTERÍSTICAS INDIVIDUAIS E CONDIÇÕES SOCIODEMOGRÁFICAS DESFAVORÁVEIS: Idade menor que 15 e maior que 35 anos; Ocupação: esforço físico excessivo, carga horária extensa, rotatividade de horário, exposição a agentes físicos, químicos e biológicos, estresse; Situação familiar insegura; Não aceitação da gravidez; Situação conjugal insegura; FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO CARACTERÍSTICAS INDIVIDUAIS E CONDIÇÕES SOCIODEMOGRÁFICAS DESFAVORÁVEIS: Baixa escolaridade (menor que cinco anos de estudo regular); Condições ambientais desfavoráveis; Altura menor que 1,45m; Peso menor que 45kg e maior que 75kg; Dependência de drogas lícitas ou ilícitas. FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO HISTÓRIA REPRODUTIVA ANTERIOR: Morte perinatal explicada ou inexplicada; Recém-nascido com restrição de crescimento, pré-termo ou malformado; Abortamento habitual; Esterilidade/infertilidade; Intervalo interpartal menor que dois anos ou maior que cinco anos; FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO HISTÓRIA REPRODUTIVA ANTERIOR: Nuliparidade e multiparidade; Síndromes hemorrágicas; Pré-eclâmpsia/eclâmpsia; Cirurgia uterina anterior; Macrossomia fetal. FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO INTERCORRÊNCIAS CLÍNICAS CRÔNICAS: Cardiopatias; Pneumopatias; Nefropatias; Endocrinopatias (especialmente diabetes mellitus); Hemopatias; Hipertensão arterial moderada ou grave e/ou em uso de anti-hipertensivo; Epilepsia. FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO DOENÇA OBSTÉTRICA DA GRAVIDEZ ATUAL: Desvio quanto ao crescimento uterino; Número de fetos; Volume de líquido amniótico; Trabalho de parto prematuro; Gravidez prolongada; FATORES DE RISCO : FATORES DE RISCO DOENÇA OBSTÉTRICA DA GRAVIDEZ ATUAL: Ganho ponderal inadequado; Pré-eclâmpsia/eclâmpsia; Amniorrexe prematura; Hemorragias da gestação; Isoimunização; Óbito fetal. CONSULTAS SUBSEQÜENTES : CONSULTAS SUBSEQÜENTES Anamnese sucinta, abordando aspectos do bem-estar materno e fetal; Esclarecimento e escuta de dúvidas e ansiedades da mulher; Avaliação de risco continuada; Perguntas sobre alimentação; Avaliação de hábito intestinal e urinário; Informação sobre movimentação fetal; Presença de corrimentos ou outras perdas vaginais. DETERMINAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL : DETERMINAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL DETERMINAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL : DETERMINAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL RELAÇÃO ENTRE IDADE GESTACIONAL E ALTURA UTERINA AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL : AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL O peso deve ser aferido em todas as consultas de pré-natal; A estatura da gestante adulta (idade > 19 anos) deve ser aferida apenas na primeira consulta; A estatura da gestante adolescente deve ser aferida pelo menos trimestralmente; Cálculo do IMC: Classificação do estado nutricional de acordo com a IG e o IMC. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL : AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL : AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL Estimar o ganho de peso de acordo com o IMC e o trimestre gestacional: AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL : AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL Registrar o ganho de peso no gráfico: AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL : CONDUTAS SEGUNDO A AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL ENCONTRADO: BAIXO PESO (BP): Investigar: história alimentar; hiperêmese gravídica, infecções, parasitoses, anemias e doenças debilitantes; Orientar: hábitos alimentares saudáveis peso adequado; Retorno: intervalo menor que o fixado no calendário habitual. ADEQUADO (A): Orientar: hábitos alimentares saudáveis manutenção; Retorno: calendário habitual. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL : CONDUTAS SEGUNDO A AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL ENCONTRADO: SOBREPESO E OBESIDADE (S e O): Investigar: obesidade pré-gestacional, edema, polidrâmnio, macrossomia, gravidez múltipla; Orientar: hábitos alimentares saudáveis peso adequado; No período gestacional não se deve perder peso; Retorno: intervalo menor que o fixado no calendário habitual. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL E DO GANHO DE PESO GESTACIONAL AVALIAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL : PAS > ou = 140mmHg e PAD > ou = 90mmHg, em duas ocasiões com intervalo mínimo de quatro horas; PAS 30mmHg ou mais e/ou PAD 15mmHg ou mais, em relação aos níveis tensionais pré-gestacionais e/ou conhecidos até a 16ª semana de gestação. Sinal de alerta e para agendamento de controles mais próximos; PAD > 110mmHg em uma única aferição. A PA pode ser aferida com a mulher sentada ou em decúbito lateral esquerdo, no braço direito, mas NUNCA EM POSIÇÃO SUPINA (deitada de costa). O acompanhamento da PA deve ser avaliado em conjunto com o ganho súbito de peso (>500g/semana) e/ou presença de edema, principalmente a partir de 24ª semana. AVALIAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL AVALIAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL : AVALIAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL PALPAÇÃO OBSTÉTRICA : Deve ser realizada antes da medida da altura uterina; Identificação da situação e da apresentação fetal; Identificar os pólos cefálico e pélvico e o dorso fetal, facilmente identificados a partir do terceiro trimestre; Estimar a quantidade de líquido amniótico. PALPAÇÃO OBSTÉTRICA PALPAÇÃO OBSTÉTRICA : PALPAÇÃO OBSTÉTRICA PALPAÇÃO OBSTÉTRICA : PALPAÇÃO OBSTÉTRICA PALPAÇÃO OBSTÉTRICA : PALPAÇÃO OBSTÉTRICA Situação: Apresentação: ALTURA UTERINA : ALTURA UTERINA ALTURA UTERINA : ALTURA UTERINA ALTURA UTERINA : ALTURA UTERINA ALTURA UTERINA : ALTURA UTERINA AUSCULTA DOS BATIMENTOS CARDÍACOS FETAIS : AUSCULTA DOS BATIMENTOS CARDÍACOS FETAIS FCF normal entre 120 a 160 bpm. Após contração uterina, movimentação fetal ou estímulo mecânico sobre o útero, aumento transitório na freqüência cardíaca fetal é sinal de boa vitalidade. AVALIAÇÃO DE EDEMA : AVALIAÇÃO DE EDEMA MEMBROS INFERIORES: Gestante em decúbito dorsal ou sentada; Pressionar na altura do tornozelo (região perimaleolar) e na perna, no nível do seu terço médio, face anterior (região pré-tibial). AVALIAÇÃO DE EDEMA : AVALIAÇÃO DE EDEMA REGIÃO SACRA: Posicionar a gestante de decúbito lateral ou sentada; Pressionar a pele, por alguns segundos, na região sacra, com o dedo polegar. O edema fica evidenciado mediante presença de depressão duradoura no local AVALIAÇÃO DE EDEMA : AVALIAÇÃO DE EDEMA EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS : EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS Na primeira consulta solicitar: dosagem de hemoglobina e hematócrito (Hb/Ht); grupo sangüíneo e fator Rh; sorologia para sífilis (VDRL): repetir próximo à 30ª semana; glicemia em jejum: repetir próximo à 30ª semana; exame sumário de urina: repetir próxima à 30ª semana; EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS : EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS Na primeira consulta solicitar: sorologia anti-HIV, com o consentimento da mulher após o “aconselhamento pré-teste”; sorologia para hepatite B (HBsAg), de preferência próximo à 30ª semana de gestação; sorologia para toxoplasmose (IgM para todas as gestantes e IgG, quando houver disponibilidade para realização). EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS : EXAMES LABORATORIAIS MÍNIMOS Exames acrescidos à rotina mínima em algumas situações especiais: protoparasitológico: na primeira consulta, sobretudo para mulheres de baixa renda; colpocitologia oncótica: se não realizado nos últimos três anos ou se houver indicação; bacterioscopia da secreção vaginal: em torno da 30ª semana de gestação, particularmente nas mulheres com antecedente de prematuridade; sorologia para rubéola; urocultura para o diagnóstico de bacteriúria assintomática. OBRIGADO! : OBRIGADO!