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ESTUDO DE CASO - PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DE OSTRAS DA GRANDE FLORIANÓPOLIS : 

ESTUDO DE CASO - PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DE OSTRAS DA GRANDE FLORIANÓPOLIS

COMISSÃO DE ACREDITAÇÃO : 

COMISSÃO DE ACREDITAÇÃO A Comissão é constituída por Instituições representativas do Setor que proporcionam credibilidade ao Programa de Certificação, sendo formada pelas seguintes entidades: EPAGRI; SDR FLORIANÓPOLIS; SEAP SEBRAE; UFSC; UNIVALI.

Slide 3: 

COMITÊ TÉCNICO O Comitê Técnico é constituído por representantes de instituições que sejam reconhecidas pelo conhecimento técnico sobre produção de ostras, sendo formada pelas seguintes entidades: COOPERILHA; EPAGRI; SDR FLORIANÓPOLIS; PM FLORIANÓPOLIS; REP. PRODUTORES; SEAP; SEBRAE; UFSC; REP. AUDITORES

Critérios e Pontos de Controle : 

Critérios e Pontos de Controle

Critérios e Pontos de Controle : 

Critérios e Pontos de Controle

Critérios e Pontos de Controle : 

Critérios e Pontos de Controle

QUEM PODE SER CERTIFICADO? : 

QUEM PODE SER CERTIFICADO? Todos os produtores de OSTRAS da Grande Florianópolis.

A CERTIFICAÇÃO TEM CUSTO? : 

A CERTIFICAÇÃO TEM CUSTO? QUEM PAGA? Sim. É necessária a cobrança de uma taxa para cobrir custos administrativos e das auditorias. Os produtores interessados. O valor situa-se entre R$ 600,00 e R$ 900,00 anuais, dependendo do porte do produtor/empresa.

Slide 9: 

CADERNO DE NORMAS(NORMAS) Instrumento que auxilia o produtor a atender os requisitos exigidos pelo Programa de Certificação de Qualidade. INSTRUMENTOS DE APOIO

Slide 10: 

SOFTWARE (rastreabilidade, indicadores, tabelas e gráficos) INSTRUMENTOS DE APOIO

CONTROLE DE CUSTOS DE PRODUÇÃO : 

CONTROLE DE CUSTOS DE PRODUÇÃO

ACOMPANHAMENTO GRÁFICO DE INDICADORES : 

ACOMPANHAMENTO GRÁFICO DE INDICADORES

CONTROLE DE ORIGEM DE PRODUÇÃO : 

CONTROLE DE ORIGEM DE PRODUÇÃO

RASTREAMENTO DE PRODUTO : 

RASTREAMENTO DE PRODUTO

ETIQUETA DE CONTROLE DE PRODUÇÃO : 

ETIQUETA DE CONTROLE DE PRODUÇÃO

ALGUNS PROGRAMAS DE CERTIFICAÇÃO DESENVOLVIDOS : 

ALGUNS PROGRAMAS DE CERTIFICAÇÃO DESENVOLVIDOS

Projetos realizados : 

Projetos realizados Programa de Certificação de Qualidade para Produtores de Flores e Plantas Ornamentais;

Projetos realizados : 

Projetos realizados Programa de Certificação de Qualidade para Produtores de Alfafa;

Projetos realizados : 

Projetos realizados Programa de Certificação de Qualidade para Apicultores;

Projetos realizados : 

Projetos realizados Programa de Certificação de Qualidade para o Turismo;

Projetos realizados : 

Projetos realizados Programa de Certificação de Qualidade para a Piscicultura MAVIPI;

Projetos realizados : 

Projetos realizados Programa de Certificação de Qualidade para a Produção de Catfish;

Projetos realizados : 

Projetos realizados Programa de Certificação de Qualidade para Produtores de Banana;

CARACTERÍSTICAS DOS PROGRAMAS DE CERTIFICAÇÃO SETORIAS DO SEBRAE : 

CARACTERÍSTICAS DOS PROGRAMAS DE CERTIFICAÇÃO SETORIAS DO SEBRAE

Slide 25: 

Construídos a partir de: Diagnóstico Pesquisa de Mercado Visitas técnicas Discussões com Produtores e Técnicos CARACTERÍSTICAS DOS PROGRAMAS DE CERTIFICAÇÃO SETORIAIS

Slide 26: 

Valorização do Local: realidade do armador; Caráter Inclusivo: acessível, “degrau intermediário”; Modernização Gerencial: gestão por indicadores; Comunicação com o Mercado: marketing “coletivo”; CARACTERÍSTICAS DOS PROGRAMAS DE CERTIFICAÇÃO SETORIAIS

Slide 27: 

NÍVEIS DOS CRITÉRIOS: EXIGIDO RECOMENDADO MELHORIA CONTÍNUA DO PROGRAMA: RECOMENDADO SE TORNA EXIGIDO NOVOS CRITÉRIOS SE TORNAM RECOMENDADOS CARACTERÍSTICAS DOS PROGRAMAS DE CERTIFICAÇÃO SETORIAIS

Slide 28: 

ESTRUTURA DO PROGRAMA COMISSÃO DE ACREDITAÇÃO COMITÊ TÉCNICO SECRETARIA EXECUTIVA AUDITORES PRODUTORES CONSULTORES

COMISSÃO DE ACREDITAÇÃO : 

COMISSÃO DE ACREDITAÇÃO A Comissão de Acreditação é constituída por Instituições representativas do Setor que proporcionam credibilidade ao Programa de Certificação.

Slide 30: 

COMITÊ TÉCNICO O Comitê Técnico é constituído por representantes de instituições que sejam reconhecidas pelo conhecimento técnico sobre os empreendimentos participantes.

Slide 31: 

SECRETARIA EXECUTIVA A Secretaria Executiva é o braço operacional do Programa de Certificação.

ATRIBUIÇÕES DA SECRETARIA EXECUTIVA : 

ATRIBUIÇÕES DA SECRETARIA EXECUTIVA Qualificação de Auditores; Recebimento de Pedidos de Avaliação; Taxas de Auditoria; Solicitação de documentos para Análise Preliminar; Indicação do Auditor Responsável;

ATRIBUIÇÕES DA SECRETARIA EXECUTIVA : 

ATRIBUIÇÕES DA SECRETARIA EXECUTIVA Agendamento e realização da Auditoria; Recebimento e Análise Preliminar do Relatório; Concessão do Certificado de Qualidade; Aplicação de Advertências e Suspensões de Certificados.

AUDITORES E CONSULTORES : 

AUDITORES E CONSULTORES AUDITORES Profissional capacitado em curso específico de Formação de Auditores que avalia o empreendimento e recomenda a certificação. CONSULTORES Profissional que auxilia o empreendedor a obter a certificação.

CRITÉRIOS E PONTOS DE CONTROLE – EXEMPLO OSTRAS : 

CRITÉRIOS E PONTOS DE CONTROLE – EXEMPLO OSTRAS

COMO OBTER O CERTIFICADO DE QUALIDADE? : 

COMO OBTER O CERTIFICADO DE QUALIDADE? O produtor se interessa e busca informações; A Secretaria Executiva informa procedimentos; O Produtor oficializa o interesse; O Produtor apresenta a documentação necessária; O produtor se prepara para auditoria; Secretaria Executiva agenda a auditoria; Auditor realiza a auditoria e elabora Relatório.

Slide 37: 

PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO

DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DA PESCA RESPONSÁVEL : 

DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DA PESCA RESPONSÁVEL

Objetivos do Projeto : 

Objetivos do Projeto Concepção, desenvolvimento e implantação de um Programa de Certificação da Pesca Responsável, apresentando ainda como instrumentos de apoio o Caderno de Normas e o Sistema de Informações de Gestão.

Objetivos Específicos : 

Objetivos Específicos Realizar um levantamento dos processos de pesca e de seus critérios e pontos críticos de controle, utilizando armadores-referência como modelo; Estruturar o mecanismo de avaliação e certificação de forma que operacionalize o Programa e confira credibilidade ao mesmo;

Objetivos Específicos : 

Formar o Comitê Técnico, com representantes das entidades detentoras de conhecimento técnico e prático sobre pesca; Formar a Comissão de Acreditação, com representantes de entidades que proporcionem credibilidade ao Programa de Certificação; Desenvolver um Sistema de Informação para apoio à Gestão da Produção; Objetivos Específicos

Objetivos Específicos : 

Desenvolver participativamente padronização dos procedimentos e atividades de produção, de acordo com as melhores práticas e com a realidade da produção de pescado em Santa Catarina; Proporcionar a sensibilização e capacitação dos armadores e colaboradores sobre o Caderno de Normas de Produção, facilitando futuras certificações, rotulagens e rastreabilidade dos produtos e processos. Objetivos Específicos

Slide 43: 

FASES DE DESENVOLVIMENTO COLETA DE DADOS DESENVOLVIMENTO DE CADERNOS DE NORMAS DESENVOLVIMENTO DOS REGULAMENTOS DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO SENSIBILIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA DESENVOLVIMENTO DOS CRITÉRIOS E PONTOS DE CONTROLE

Slide 44: 

FASES DE DESENVOLVIMENTO COLETA DE DADOS DESENVOLVIMENTO DE CADERNOS DE NORMAS DESENVOLVIMENTO DOS REGULAMENTOS DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO SENSIBILIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA DESENVOLVIMENTO DOS CRITÉRIOS E PONTOS DE CONTROLE

FASE 1 COLETA DE DADOS : 

FASE 1 COLETA DE DADOS Pesquisa Bibliográfica, Visitas Técnicas Mapeamento dos Processos (Pesca, Gestão e Comercialização)

Slide 46: 

FASES DE DESENVOLVIMENTO COLETA DE DADOS DESENVOLVIMENTO DE CADERNOS DE NORMAS DESENVOLVIMENTO DOS REGULAMENTOS DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO SENSIBILIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA DESENVOLVIMENTO DOS CRITÉRIOS E PONTOS DE CONTROLE

Slide 47: 

a) Levantamento Preliminar de Critérios e Pontos de Controle b) Constituição do Comitê Técnico c) Análise e Validação dos Critérios e Pontos de Controle FASE 2 DESENVOLVIMENTO DOS CRITÉRIOS E PONTOS DE CONTROLES

Slide 48: 

CRITERIOS E PONTOS DE CONTROLE

Slide 49: 

FASES DE DESENVOLVIMENTO COLETA DE DADOS DESENVOLVIMENTO DE CADERNOS DE NORMAS DESENVOLVIMENTO DOS REGULAMENTOS DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO SENSIBILIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA DESENVOLVIMENTO DOS CRITÉRIOS E PONTOS DE CONTROLE

FASE 3 DESENVOLVIMENTO DO CADERNO DE NORMAS E DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO : 

FASE 3 DESENVOLVIMENTO DO CADERNO DE NORMAS E DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO Manual de Gestão da Produção, Caderno de Normas Registros e Histórico das atividades realizadas

Slide 51: 

a) ARQUITETURA DO SISTEMA E ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO FASE 3 DESENVOLVIMENTO DO CADERNO DE NORMAS E DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO

Slide 52: 

FASES DE DESENVOLVIMENTO COLETA DE DADOS DESENVOLVIMENTO DE CADERNOS DE NORMAS DESENVOLVIMENTO DOS REGULAMENTOS DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO SENSIBILIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA DESENVOLVIMENTO DOS CRITÉRIOS E PONTOS DE CONTROLE

Slide 53: 

a) Constituição da Comissão de Acreditação b) Elaboração dos Regulamentos: Regulamento Geral Regulamento da Comissão de Acreditação Regulamento do Comitê Técnico Regulamento da Secretaria Executiva Regulamento da Auditoria de Certificação c) Análise e Validação dos Critérios e Pontos de Controle FASE 5DESENVOLVIMENTO DOS REGULAMENTOS DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO

Slide 54: 

FASES DE DESENVOLVIMENTO COLETA DE DADOS DESENVOLVIMENTO DE CADERNOS DE NORMAS DESENVOLVIMENTO DOS REGULAMENTOS DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO SENSIBILIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA DESENVOLVIMENTO DOS CRITÉRIOS E PONTOS DE CONTROLE

Slide 55: 

Sensibilização Palestras de Sensibilização Capacitação Curso de Orientação a Armadores FASE 5 SENSIBILIZAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO

Slide 56: 

FASES DE DESENVOLVIMENTO COLETA DE DADOS DESENVOLVIMENTO DE CADERNOS DE NORMAS DESENVOLVIMENTO DOS REGULAMENTOS DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO SENSIBILIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA DESENVOLVIMENTO DOS CRITÉRIOS E PONTOS DE CONTROLE

Slide 57: 

FASE 6OPERACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA Estruturação e Treinamento da Secretaria Executiva Lançamento do Programa Acompanhamento das Auditorias de Certificação

Cronograma das atividades : 

Cronograma das atividades

Slide 59: 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

QUEM PODE SER CERTIFICADO? : 

QUEM PODE SER CERTIFICADO? Todos os armadores de pesca Associados ao Sindipi

SOU OBRIGADO A ME CERTIFICAR ? : 

SOU OBRIGADO A ME CERTIFICAR ? A certificação é voluntária, ou seja, ninguém é obrigado a se certificar.

Slide 62: 

SABER O QUE PRECISA FAZER (CONHECER OS CRITÉRIOS) DIZER QUE FAZ O QUE PRECISA SER FEITO (TER PROCEDIMENTOS INTERNOS, INSTALAÇÕES E PROCESSOS QUE ATENDAM AOS CRITÉRIOS) 3. PROVAR QUE FAZ O QUE DIZ (ATRAVÉS DA AUDITORIA) O QUE É UMA CERTIFICAÇÃO?

Slide 63: 

MUITO OBRIGADO! leripio@lcgconsultoria.com.br

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