logging in or signing up Assist�ncia de enfermagem dist�rbios respirat�rios parte II aSGuest56863 Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 2184 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: July 26, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Assistência de enfermagem distúrbios respiratóriosHérnia diafragmática : Assistência de enfermagem distúrbios respiratóriosHérnia diafragmática Prof Bruna Manzo e Gislene Silva Considerações : Considerações A hérnia diafragmática congênita é a anormalidade do desenvolvimento mais comum do diafragma e ocorre em aproximadamente 1/2000 a 1/5000 nascidos vivos e está associada a elevado índice de morbi-mortalidade (1).Geralmente os defeitos diafragmáticos são unilaterais (97 %) e à esquerda (75 a 90 %). Em 3 a 4 % são bilaterais e em 1,5 % o diafragma está totalmente ausente (1). Considerações : Considerações A partir da 6ª semana, ocorre formação do diafragma pela fusão de 4 componentes embrionários: as membranas pleuroperitoneais estendem-se para se fundirem com o mesentério dorsal do esôfago e do septo transverso, separando as cavidades pleurais da peritoneal; Formação do diafragma : Formação do diafragma Considerações : Considerações o fechamento das aberturas é completado pela migração de mioblastos para dentro das membranas. A abertura pleuroperitoneal do lado esquerdo fecha-se mais tardiamente que a direita, onde ocorre mais freqüentemente o defeito de fechamento (85 a 90%), levando a herniação dos intestinos, estômago e baço para a cavidade torácica; deslocando os pulmões e o coração. Considerações : Considerações A história natural da hérnia diafragmática leva a migração de vísceras abdominais para o interior do tórax através do defeito , promovendo efeito expansivo que se manifesta por desvio do mediastino, compressão pulmonar e hipoplasia pulmonar. Anatomia fisiológica : Anatomia fisiológica HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA : HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA Ao nascimento: Desconforto respiratório persistente Hipercapnéia, acidose,hipóxia Abdome escavado MV (-) do lado da hérnia Hipertensão pulmonar Hipoplasia pulmonar Bulhas cardíacas deslocadas Considerações- Prognóstico : Considerações- Prognóstico A taxa de mortalidade perinatal associada a hérnia diafragmática congênita é extremamente elevada, chegando a cifras de 75 % . Os principais fatores prognósticos são a presença de malformações associadas, o volume do conteúdo herniado, hipoplasia pulmonar e o momento da herniação. Massas maiores e mais precoces na gestação possuem piores prognósticos . HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA : HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA “Recém-nascidos com suspeita de Hérnia Diafragmática não devem ser submetidos à reanimação com balão e máscara prolongada. Eles devem ser intubados imediatamente e uma sonda orogátrica calibrosa (10F) deve também ser inserida para esvaziar o conteúdo gástrico.” (Kattwinkel, 2002, p. 214) Condutas Pré operatórias : Condutas Pré operatórias Intubação imediata; Surfactante Vevtilação pressão 100%( A asfixia piora a hipertensão pulmonar) CI :uso da mascara +ambu Descompressão do estômago SOG 8 Cateter central Manutenção da PAM/Drogas vasoativas ECO Analgesia/sedação/manipulação mínima Considerações : Considerações A gravidade da insuficiência respiratória, assim como o prognóstico depende diretamente do grau de hipoplasia pulmonar e de hipertensão pulmonar associada . HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA Diagnósticos : HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA Diagnósticos Intra útero ( U.S) RX Tratamento intra útero : Tratamento intra útero A cirurgia realizada ainda na barriga da mãe permite o desenvolvimento adequado dos pulmões do bebê. Através da introdução de uma fina agulha, alcançam a traquéia do feto e a bloqueiam, o líquido produzido pelos pulmões (que normalmente é despejado pela boca) fica contido, estimulando o crescimento deles. Com a expansão dos pulmões, os outros órgãos são empurrados para os seus devidos lugares, e assim quando a criança nasce a traquéia é desbloqueada. Hérnia Diagramática : Hérnia Diagramática Condutas pós operatórias : Condutas pós operatórias Dados vitais Manutenção hemodinâmica Balanço hídrico Glicemia/ions/gasometria Atenção ao padrão respiratório e cuidados com VM Assistência de Enfermagem nas Cirurgias do trato respiratório Superior : Assistência de Enfermagem nas Cirurgias do trato respiratório Superior Amigdalectomia : Amigdalectomia A tonsilectomia ou amigdalectomia é um processo cirúrgico que consiste na excisão das amídalas, glândulas localizadas na parte posterior da garganta. Slide 27: Antes da era antibiótica enorme número de crianças era submetido a amigdalectomias e/ou adenoidectomias , com o objetivo de controlar as infecções repetidas de garganta. Antes da era antibiótica enorme número de crianças era submetido a amigdalectomias e/ou adenoidectomias , com o objetivo de controlar as infecções repetidas de garganta. Slide 28: Embora muitos dos quadros de infecções repetidas tenham passado a ser controlados com remédios , existem ainda circunstâncias em que há necessidade de praticar essas cirurgias Indicações : Indicações Aumento exagerado de tamanho, levando a grande dificuldade de deglutição. Aumento exagerado de tamanho, levando à obstrução das vias aéreas superiores . Tumores quase sempre causam aumento de volume unilateral. Indicações : Indicações Amigdalites de repetição - usualmente considera-se que existe indicação cirúrgica quando ocorrem cinco ou mais amigdalites em um ano, ou quatro por ano em um período de dois anos consecutivos Indicações : Indicações Abscesso periamigdalino, especialmente quando precedido por amigdalites de repetição Apnéia obstrutiva do sono - pode ocorrer em virtude da grande hipertrofia das amígdalas palatinas (e faríngica). Em geral está acompanhada de ronco noturno e sono inquieto. A cirurgia costuma provocar melhora rápida e intensa Adenoidectomia : Adenoidectomia Aumento exagerado de tamanho, levando à obstrução das vias aéreas superiores .· Sinais de deformidade do andar médio da face. Adenoidectomia : Adenoidectomia Hipertrofia adenoídea importante, associada a distúrbios dentários , e/ou auditivos e/ou sinusais .· Amígdala faríngica infectante - há casos em que não há grande hipertrofia, porém as vegetações adenóides causam distúrbios . Contra indicações : Contra indicações Também são semelhantes às da amigdalectomia. Não há, contudo, contra-indicação de adenoidectomia nas crianças alérgicas , que muito se beneficiam com a cirurgia. A adenoidectomia e amigdalectomia são realizadas , em geral, a partir dos dois anos e meio a três anos de idade, mas podem ser realizadas em crianças menores , quando rigorosamente indicadas . Adenoidectomia : Adenoidectomia Em casos de otite média serosa com indicação para tubo de ventilação timpânica prefere-se efetuar conjuntamente a adenoidectomia. Slide 37: Complicações Cuidados de enfermagem : Cuidados de enfermagem Avaliação pré operatória: Avaliar nível de desenvolvimento da criança Avaliar compreensão dos pais acerca do procedimento Exame físico pré operatório Jejum Cuidados de enfermagem : Cuidados de enfermagem Pós operatório Avaliar presença de dor Capacidade de manter boa ingesta oral Avaliar sangramento pós operatório Diagnósticos e intervenções : Diagnósticos e intervenções Reduzindo o medo Aliviando ansiedade dos pais Mantendo a volemia Limpeza eficaz da via aérea Promovendo conforto Assistência de Enfermagem nos distúrbios respiratórios em pediatria : Assistência de Enfermagem nos distúrbios respiratórios em pediatria TRAQUEOSTOMIA Traqueostomia : Traqueostomia Traqueostomia é uma pequena abertura cirúrgica (um estoma) feita na parte anterior do pescoço, ligando a traquéia com a superfície do corpo. Slide 45: Slide 46: Slide 48: Conceito É uma cirurgia simples para colocação de um pequeno tubo de metal, silicone ou plástico (chamado de cânula) na região supra esternal, para facilitar a entrada do ar. Slide 49: Indicações Dificuldade respiratória por obstrução de vias respiratórias altas em decorrência de corpos estranhos, edema de glote, tumores, etc., Necessidade de ventilação mecânica prolongada, Necessidade de remoção de secreção em excesso no trato respiratório, Traumas raquimedulares Patologias neurológicas Slide 50: Material p/ traqueostomia Bandeja Cânula Soluções anti-sépticas e assépticas Lâmina de bisturi Anestésico Fio de sutura Luvas estéril Seringas Agulhas Gaze ou curativo Material de aspiração Material para assis- tência ventilatória Coxim Pacote cirúrgico Slide 51: Complicações per-operatória Sangramento Mau posicionamento da cânula Laceração traqueal e fístula traqueoesofágica Lesão do nervo laríngeo Pneumotórax e pneumomediastino PCR Slide 52: Complicações pós- operatórias precoces Sangramento Infecção Traqueobronquite Enfisema subcutâneo Obstrução da cânula Desposicionamento da cânula Disfagia Slide 53: Complicações pós-operatórias tardias Estenose traqueal e subglótica Fístula traqueoesofágica Fístula traqueocutânea Dificuldade de extubação Traqueostomia eletiva em crianças: : Traqueostomia eletiva em crianças: Anatomicamente, há importantes diferenças entre a criança e o adulto. Nas crianças, a extensão do pescoço faz com que os grandes vasos (especialmente a veia inominada esquerda), o timo e os ápices pulmonares sejam mais inseridos dentro da região cervical. A traquéia é mais mole e pode ser difícil de ser palpada Cuidados pós operatórios : Cuidados pós operatórios O manejo adequado do paciente no pós-operatório imediato é fundamental. Após a cirurgia deve ser pedida obrigatoriamente uma radiografia torácica devido ao risco de pneumotórax e pneumomediastino, além de se poder observar a posição da ponta da cânula. Atentar !!! : Atentar !!! A aspiração freqüente da traquéia, inicialmente a cada 15 minutos é importante devido a grande quantidade de secreção produzida na traquéia após a cirurgia, tomando-se o cuidado de evitar lesão direta da traquéia pela sonda de aspiração. A nebulização contínua com O2 e o uso de agentes mucolíticos ajudam a fluidificar as secreções, evitando a formação de plugs ou rolhas que podem levar a insuficiência respiratória e morte O aparecimento de enfisema subcutâneo também deve ser observado. Aspiração com perinha : Aspiração com perinha Slide 58: Aspiração por sonda Sinais de desconforto respiratório : Sinais de desconforto respiratório •Taquipnéia Batimento de asas de nariz Utilização de musculatura respiratória acessória Retração inspiratória Taquicardia Gasometria: Hipoxemia, Hipercarbia, Acidose Avaliação do desempenho Respiratório : Avaliação do desempenho Respiratório Freqüência Respiratória Taquipnéia -Resposta inicial Lenta e Irregular Movimentos Respiratórios Gemidos Estridor Expiração prolongada Avaliação do desempenho : Avaliação do desempenho Respiratório Inspeção e Ausculta Respiratória Expansão Torácica (Simétrica e Bilateral) Ausculta (Simétrica e facilmente audível) Avaliação anterior e posterior e em todo o tórax Outros sinais: Aspecto da Pele Cianose Temperatura Drenagem Torácica : Drenagem Torácica Remoção de ar ou líquido( Sangue ,pus,empiema ) da cavidade pleural ou do mediastino Reexpansão torácica Restauração da pressão negativa no espaço pleural Melhora da perfusão e ventilação Alivio do desconforto respiratório Pneumotórax : Pneumotórax Suspeitar :palidez ,cianose ,alteração padrão respiratório,assimetria na expansão torácica,apnéia,esforço respiratório ,agitação Pode evoluir para o choque Confirmação :RX Punção de Emergência : Punção de Emergência Jelco 14 + seringa Assepsia 2 espaço intercostal na linha hemiclavicular ou 4 espaço intercostal na linha axilar anterior Punção de Emergência : Punção de Emergência Drenagem de tórax : Drenagem de tórax FR 10 ou 12 maiores de 1500grs FR 8 ou 10 para menores 4 ou 5 espaço na linha axilar média Orientação quanto a retirada Drenagem Torácica : Drenagem Torácica REFERENCIAS : REFERENCIAS DIAMENT, A.; CYPEL, S. Neurologia Infantil. São Paulo: Editora Atheneu, 1996, 3ª ed. FULLER, J. R. Tecnologia Cirúrgica: Princípios e Práticas. Ed. Guanabara Koogan, 2000, 3ª ed. RODECK, C. H.; WHITLE, M. J. Medicina Fetal: Fundamentos e Prática Clínica. Editora Revinter, 2005 AVERY, G. B. et cols Neonatologia: Fisiopatologia e Tratamento do RN. Ed. Artes Médicas, 4ª edição, p. 1139 – 1162 LIMA, M. M.; PEREIRA, C. U.; SILVA, A. M. Infecções em dispositivos neurológicos implantáveis em crianças e adolescentes. Arq. Neuro-Psiquiatr., Mar 2007, vol.65, no.1, p.118-123 LLOPIS, J. S.; OLIVAS, J. A.; ASUNCIÓN, C. B. Derivacion Ventriculoperitoneal. Servicio de Neurocirugía del Hospital General Universitario de Alicante. Disponível em www.neurocirurgia.com/intervenciones/dvp. Acesso em 20 de março de 2007 You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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Premium member Presentation Transcript Assistência de enfermagem distúrbios respiratóriosHérnia diafragmática : Assistência de enfermagem distúrbios respiratóriosHérnia diafragmática Prof Bruna Manzo e Gislene Silva Considerações : Considerações A hérnia diafragmática congênita é a anormalidade do desenvolvimento mais comum do diafragma e ocorre em aproximadamente 1/2000 a 1/5000 nascidos vivos e está associada a elevado índice de morbi-mortalidade (1).Geralmente os defeitos diafragmáticos são unilaterais (97 %) e à esquerda (75 a 90 %). Em 3 a 4 % são bilaterais e em 1,5 % o diafragma está totalmente ausente (1). Considerações : Considerações A partir da 6ª semana, ocorre formação do diafragma pela fusão de 4 componentes embrionários: as membranas pleuroperitoneais estendem-se para se fundirem com o mesentério dorsal do esôfago e do septo transverso, separando as cavidades pleurais da peritoneal; Formação do diafragma : Formação do diafragma Considerações : Considerações o fechamento das aberturas é completado pela migração de mioblastos para dentro das membranas. A abertura pleuroperitoneal do lado esquerdo fecha-se mais tardiamente que a direita, onde ocorre mais freqüentemente o defeito de fechamento (85 a 90%), levando a herniação dos intestinos, estômago e baço para a cavidade torácica; deslocando os pulmões e o coração. Considerações : Considerações A história natural da hérnia diafragmática leva a migração de vísceras abdominais para o interior do tórax através do defeito , promovendo efeito expansivo que se manifesta por desvio do mediastino, compressão pulmonar e hipoplasia pulmonar. Anatomia fisiológica : Anatomia fisiológica HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA : HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA Ao nascimento: Desconforto respiratório persistente Hipercapnéia, acidose,hipóxia Abdome escavado MV (-) do lado da hérnia Hipertensão pulmonar Hipoplasia pulmonar Bulhas cardíacas deslocadas Considerações- Prognóstico : Considerações- Prognóstico A taxa de mortalidade perinatal associada a hérnia diafragmática congênita é extremamente elevada, chegando a cifras de 75 % . Os principais fatores prognósticos são a presença de malformações associadas, o volume do conteúdo herniado, hipoplasia pulmonar e o momento da herniação. Massas maiores e mais precoces na gestação possuem piores prognósticos . HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA : HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA “Recém-nascidos com suspeita de Hérnia Diafragmática não devem ser submetidos à reanimação com balão e máscara prolongada. Eles devem ser intubados imediatamente e uma sonda orogátrica calibrosa (10F) deve também ser inserida para esvaziar o conteúdo gástrico.” (Kattwinkel, 2002, p. 214) Condutas Pré operatórias : Condutas Pré operatórias Intubação imediata; Surfactante Vevtilação pressão 100%( A asfixia piora a hipertensão pulmonar) CI :uso da mascara +ambu Descompressão do estômago SOG 8 Cateter central Manutenção da PAM/Drogas vasoativas ECO Analgesia/sedação/manipulação mínima Considerações : Considerações A gravidade da insuficiência respiratória, assim como o prognóstico depende diretamente do grau de hipoplasia pulmonar e de hipertensão pulmonar associada . HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA Diagnósticos : HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA Diagnósticos Intra útero ( U.S) RX Tratamento intra útero : Tratamento intra útero A cirurgia realizada ainda na barriga da mãe permite o desenvolvimento adequado dos pulmões do bebê. Através da introdução de uma fina agulha, alcançam a traquéia do feto e a bloqueiam, o líquido produzido pelos pulmões (que normalmente é despejado pela boca) fica contido, estimulando o crescimento deles. Com a expansão dos pulmões, os outros órgãos são empurrados para os seus devidos lugares, e assim quando a criança nasce a traquéia é desbloqueada. Hérnia Diagramática : Hérnia Diagramática Condutas pós operatórias : Condutas pós operatórias Dados vitais Manutenção hemodinâmica Balanço hídrico Glicemia/ions/gasometria Atenção ao padrão respiratório e cuidados com VM Assistência de Enfermagem nas Cirurgias do trato respiratório Superior : Assistência de Enfermagem nas Cirurgias do trato respiratório Superior Amigdalectomia : Amigdalectomia A tonsilectomia ou amigdalectomia é um processo cirúrgico que consiste na excisão das amídalas, glândulas localizadas na parte posterior da garganta. Slide 27: Antes da era antibiótica enorme número de crianças era submetido a amigdalectomias e/ou adenoidectomias , com o objetivo de controlar as infecções repetidas de garganta. Antes da era antibiótica enorme número de crianças era submetido a amigdalectomias e/ou adenoidectomias , com o objetivo de controlar as infecções repetidas de garganta. Slide 28: Embora muitos dos quadros de infecções repetidas tenham passado a ser controlados com remédios , existem ainda circunstâncias em que há necessidade de praticar essas cirurgias Indicações : Indicações Aumento exagerado de tamanho, levando a grande dificuldade de deglutição. Aumento exagerado de tamanho, levando à obstrução das vias aéreas superiores . Tumores quase sempre causam aumento de volume unilateral. Indicações : Indicações Amigdalites de repetição - usualmente considera-se que existe indicação cirúrgica quando ocorrem cinco ou mais amigdalites em um ano, ou quatro por ano em um período de dois anos consecutivos Indicações : Indicações Abscesso periamigdalino, especialmente quando precedido por amigdalites de repetição Apnéia obstrutiva do sono - pode ocorrer em virtude da grande hipertrofia das amígdalas palatinas (e faríngica). Em geral está acompanhada de ronco noturno e sono inquieto. A cirurgia costuma provocar melhora rápida e intensa Adenoidectomia : Adenoidectomia Aumento exagerado de tamanho, levando à obstrução das vias aéreas superiores .· Sinais de deformidade do andar médio da face. Adenoidectomia : Adenoidectomia Hipertrofia adenoídea importante, associada a distúrbios dentários , e/ou auditivos e/ou sinusais .· Amígdala faríngica infectante - há casos em que não há grande hipertrofia, porém as vegetações adenóides causam distúrbios . Contra indicações : Contra indicações Também são semelhantes às da amigdalectomia. Não há, contudo, contra-indicação de adenoidectomia nas crianças alérgicas , que muito se beneficiam com a cirurgia. A adenoidectomia e amigdalectomia são realizadas , em geral, a partir dos dois anos e meio a três anos de idade, mas podem ser realizadas em crianças menores , quando rigorosamente indicadas . Adenoidectomia : Adenoidectomia Em casos de otite média serosa com indicação para tubo de ventilação timpânica prefere-se efetuar conjuntamente a adenoidectomia. Slide 37: Complicações Cuidados de enfermagem : Cuidados de enfermagem Avaliação pré operatória: Avaliar nível de desenvolvimento da criança Avaliar compreensão dos pais acerca do procedimento Exame físico pré operatório Jejum Cuidados de enfermagem : Cuidados de enfermagem Pós operatório Avaliar presença de dor Capacidade de manter boa ingesta oral Avaliar sangramento pós operatório Diagnósticos e intervenções : Diagnósticos e intervenções Reduzindo o medo Aliviando ansiedade dos pais Mantendo a volemia Limpeza eficaz da via aérea Promovendo conforto Assistência de Enfermagem nos distúrbios respiratórios em pediatria : Assistência de Enfermagem nos distúrbios respiratórios em pediatria TRAQUEOSTOMIA Traqueostomia : Traqueostomia Traqueostomia é uma pequena abertura cirúrgica (um estoma) feita na parte anterior do pescoço, ligando a traquéia com a superfície do corpo. Slide 45: Slide 46: Slide 48: Conceito É uma cirurgia simples para colocação de um pequeno tubo de metal, silicone ou plástico (chamado de cânula) na região supra esternal, para facilitar a entrada do ar. Slide 49: Indicações Dificuldade respiratória por obstrução de vias respiratórias altas em decorrência de corpos estranhos, edema de glote, tumores, etc., Necessidade de ventilação mecânica prolongada, Necessidade de remoção de secreção em excesso no trato respiratório, Traumas raquimedulares Patologias neurológicas Slide 50: Material p/ traqueostomia Bandeja Cânula Soluções anti-sépticas e assépticas Lâmina de bisturi Anestésico Fio de sutura Luvas estéril Seringas Agulhas Gaze ou curativo Material de aspiração Material para assis- tência ventilatória Coxim Pacote cirúrgico Slide 51: Complicações per-operatória Sangramento Mau posicionamento da cânula Laceração traqueal e fístula traqueoesofágica Lesão do nervo laríngeo Pneumotórax e pneumomediastino PCR Slide 52: Complicações pós- operatórias precoces Sangramento Infecção Traqueobronquite Enfisema subcutâneo Obstrução da cânula Desposicionamento da cânula Disfagia Slide 53: Complicações pós-operatórias tardias Estenose traqueal e subglótica Fístula traqueoesofágica Fístula traqueocutânea Dificuldade de extubação Traqueostomia eletiva em crianças: : Traqueostomia eletiva em crianças: Anatomicamente, há importantes diferenças entre a criança e o adulto. Nas crianças, a extensão do pescoço faz com que os grandes vasos (especialmente a veia inominada esquerda), o timo e os ápices pulmonares sejam mais inseridos dentro da região cervical. A traquéia é mais mole e pode ser difícil de ser palpada Cuidados pós operatórios : Cuidados pós operatórios O manejo adequado do paciente no pós-operatório imediato é fundamental. Após a cirurgia deve ser pedida obrigatoriamente uma radiografia torácica devido ao risco de pneumotórax e pneumomediastino, além de se poder observar a posição da ponta da cânula. Atentar !!! : Atentar !!! A aspiração freqüente da traquéia, inicialmente a cada 15 minutos é importante devido a grande quantidade de secreção produzida na traquéia após a cirurgia, tomando-se o cuidado de evitar lesão direta da traquéia pela sonda de aspiração. A nebulização contínua com O2 e o uso de agentes mucolíticos ajudam a fluidificar as secreções, evitando a formação de plugs ou rolhas que podem levar a insuficiência respiratória e morte O aparecimento de enfisema subcutâneo também deve ser observado. Aspiração com perinha : Aspiração com perinha Slide 58: Aspiração por sonda Sinais de desconforto respiratório : Sinais de desconforto respiratório •Taquipnéia Batimento de asas de nariz Utilização de musculatura respiratória acessória Retração inspiratória Taquicardia Gasometria: Hipoxemia, Hipercarbia, Acidose Avaliação do desempenho Respiratório : Avaliação do desempenho Respiratório Freqüência Respiratória Taquipnéia -Resposta inicial Lenta e Irregular Movimentos Respiratórios Gemidos Estridor Expiração prolongada Avaliação do desempenho : Avaliação do desempenho Respiratório Inspeção e Ausculta Respiratória Expansão Torácica (Simétrica e Bilateral) Ausculta (Simétrica e facilmente audível) Avaliação anterior e posterior e em todo o tórax Outros sinais: Aspecto da Pele Cianose Temperatura Drenagem Torácica : Drenagem Torácica Remoção de ar ou líquido( Sangue ,pus,empiema ) da cavidade pleural ou do mediastino Reexpansão torácica Restauração da pressão negativa no espaço pleural Melhora da perfusão e ventilação Alivio do desconforto respiratório Pneumotórax : Pneumotórax Suspeitar :palidez ,cianose ,alteração padrão respiratório,assimetria na expansão torácica,apnéia,esforço respiratório ,agitação Pode evoluir para o choque Confirmação :RX Punção de Emergência : Punção de Emergência Jelco 14 + seringa Assepsia 2 espaço intercostal na linha hemiclavicular ou 4 espaço intercostal na linha axilar anterior Punção de Emergência : Punção de Emergência Drenagem de tórax : Drenagem de tórax FR 10 ou 12 maiores de 1500grs FR 8 ou 10 para menores 4 ou 5 espaço na linha axilar média Orientação quanto a retirada Drenagem Torácica : Drenagem Torácica REFERENCIAS : REFERENCIAS DIAMENT, A.; CYPEL, S. Neurologia Infantil. São Paulo: Editora Atheneu, 1996, 3ª ed. FULLER, J. R. Tecnologia Cirúrgica: Princípios e Práticas. Ed. Guanabara Koogan, 2000, 3ª ed. RODECK, C. H.; WHITLE, M. J. Medicina Fetal: Fundamentos e Prática Clínica. Editora Revinter, 2005 AVERY, G. B. et cols Neonatologia: Fisiopatologia e Tratamento do RN. Ed. Artes Médicas, 4ª edição, p. 1139 – 1162 LIMA, M. M.; PEREIRA, C. U.; SILVA, A. M. Infecções em dispositivos neurológicos implantáveis em crianças e adolescentes. Arq. Neuro-Psiquiatr., Mar 2007, vol.65, no.1, p.118-123 LLOPIS, J. S.; OLIVAS, J. A.; ASUNCIÓN, C. B. Derivacion Ventriculoperitoneal. Servicio de Neurocirugía del Hospital General Universitario de Alicante. Disponível em www.neurocirurgia.com/intervenciones/dvp. Acesso em 20 de março de 2007