logging in or signing up INTRODUÇÃ.. economia. aSGuest46512 Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 663 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: May 30, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript INTRODUÇÃO À ECONOMIA MONETÁRIA : INTRODUÇÃO À ECONOMIA MONETÁRIA DINHEIRO E MOEDA: CONCEITUAÇÃO : DINHEIRO E MOEDA: CONCEITUAÇÃO Dinheiro: o que se usa para comprar; Economia de trocas: moeda é um meio de trocas. “Moeda é tudo aquilo que é geralmente aceito para liquidar as transações, isto é, para pagar pelos bens e serviços e para quitar obrigações” (GREMAUD,et al, 2004). A ORIGEM DA MOEDA : A ORIGEM DA MOEDA Economias não-monetárias: trocas diretas; Escambo; Características: Necessidades limitadas (itens vitais); Desejos não rigorosamente coincidentes. 1ª mudança: Fixação de grupos; Sedentarismo: vida social mais complexa (atividade econômica). A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Intermediários de troca: mercadorias que serviam como moeda – moeda-mercadoria (aceitação geral); Características: Raridade; Aceitação geral; Valor de uso associado ao valor de troca; A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Idade moderna: moedas mercadorias foram descartadas – motivos: Mercadorias não homogêneas, indivisíveis, de difícil transporte e dificuldade de aceitação geral. A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Moeda metálica – metalismo: Metais - características: Durabilidade; Resistência; Divisibilidade (em peso); Raridade (natureza). Início: cobre, bronze e ferro. Posteriormente: ouro e prata. Cunhagem: garantia de valor e peso. Problemas: peso excessivo, perigo de saques. Casas guardavam moedas e emitiam certificados de depósito. A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Início: certificados com 100% de lastro; Posteriormente: lastro diminuiu – ourives emitiam certificados em proveito próprio (sem lastro algum). Século XVII: surgimento dos bancos comerciais privados. Emissão de notas e recibos bancários – papel-moeda. A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Estado: monopólio da emissão de papel-moeda lastreado em ouro (padrão ouro); Ouro: artigo limitado emissão monetária limitada. 1920: fim do padrão-ouro (lastro); Moeda de cunho forçado (moeda fiduciária): aceitação por imposição legal e pela credibilidade oferecida pelo governo. A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Acordo de Bretton Woods (1944): Tentativa de manter a moeda lastreada (padrão dólar); As principais disposições do sistema Bretton Woods foram: a obrigação de cada país adotar uma política monetária que mantivesse suas moedas dentro de um determinado valor indexado ao dólar. Este, por sua vez, estaria ligado ao ouro. A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Existência de provisão pelo FMI de financiamento para suportar dificuldades temporárias de pagamento de países deficitários. 1971 (pressões crescentes na demanda global por ouro) - Richard Nixon suspende unilateralmente o sistema de Bretton Woods, cancelando a conversibilidade direta do dólar em ouro. Moedas passaram a ser fiduciárias (baseadas na confiança). FUNÇÕES DA MOEDA : FUNÇÕES DA MOEDA Instrumento ou meio de trocas; Denominador comum monetário (referencial;desenvolvimento de sistemas contábeis); Reserva de valor (preservar o poder de compra). TIPOS DE MOEDA : TIPOS DE MOEDA Moedas metálicas (operações de pequeno valor); Papel-moeda ou moeda fiduciária; Moeda escritural ou bancária (depósitos à vista). DEMANDA POR MOEDA : DEMANDA POR MOEDA Quantidade de moeda nas mãos dos agentes privados não-bancários ou em depósito a vista nos bancos. Motivos da demanda por moeda: Transação: pagamentos diários. Aumenta com a renda. Velocidade de circulação da moeda – moeda troca de mão em mão na economia gerando produção e renda. Hábitos dos consumidores, grau de verticalização da economia. DEMANDA POR MOEDA : DEMANDA POR MOEDA Quantidade de moeda na economia influencia a determinação dos preços dos bens. Quanto mais moeda circulando, mais os gastos aumentariam oferta rígida no curto prazo elevação nos preços. DEMANDA POR MOEDA : DEMANDA POR MOEDA Precaução: encaixes para eventuais infortúnios. Aumenta com a renda; Especulação ou portfólio: moedas são guardadas esperando o melhor momento para investir em títulos (juros pagos pela aplicação do capital). DEMANDA POR MOEDA : DEMANDA POR MOEDA moeda depende da taxa de juros: Taxa de juros / demanda por títulos / demanda por moedas. Inflação: quanto maior, menor a demanda por moeda. Moeda perde funções: reserva de valor; unidade de conta; meio de troca (hiperinflação). OFERTA DE MOEDA : OFERTA DE MOEDA Banco Central: emissor da moeda nacional / responsável por tudo relacionado à moeda; Bancos comerciais - também afetam a oferta de moeda: Depositários e emprestadores; Bancos podem emprestar tudo menos reservas compulsórias (BACEN) e voluntárias (sem obrigação legal); OFERTA DE MOEDA : OFERTA DE MOEDA Meios de pagamento emitidos pelas autoridades monetárias e pelos bancos comerciais para atender às necessidades da coletividade; Quanto menor a liquidez, maior o prêmio (juros). TAXA DE JUROS : TAXA DE JUROS CONCEITO: Preço que os bancos cobram pelo empréstimo concedido; Remuneração dada pelo capital investido; Faz com que o valor presente de um direito ou obrigação no futuro seja igual ao de hoje; DETERMINAÇÃODA TAXA DE JUROS : DETERMINAÇÃODA TAXA DE JUROS PRINCÍPIO DA PREFERÊNCIA PELA LIQUIDEZ Dado o nível de renda, quanto maior a taxa de juros, menor a demanda de moeda. Excesso de demanda por moeda: Taxa de juros : desestimular a posse de moeda; Excesso de oferta de moeda: Taxa de juros : estimular a posse de moeda. A POLÍTICA MONETÁRIA E A DETERMINAÇÃODA TAXA DE JUROS : A POLÍTICA MONETÁRIA E A DETERMINAÇÃODA TAXA DE JUROS Investimento e consumo variam inversamente com a taxa de juros; Governo quer conter a atividade econômica a oferta de moeda / a demanda por moeda a taxa de juros a demanda agregada e o produto agregado. Constatação: política monetária afeta diretamente o produto. PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS : PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia): taxa de negociação dos títulos públicos; É definida mensalmente pelo comitê de política monetária. PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS : PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS TR (Taxa Referencial de Juros): criada no Plano Collor II em 1991 com a intenção de ser uma taxa básica referencial dos juros a serem praticados no mês. Hoje: é utilizada no cálculo do rendimento de vários investimentos tais como títulos públicos e caderneta de poupança. PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS : PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo): possibilita o alongamento de prazos no mercado financeiro. Instituída pela Medida Provisória nº 684, de 31.10.94, publicada no Diário Oficial da União em 03.11.94, sendo definida como o custo básico dos financiamentos concedidos pelo BNDES. PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS : PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS TJLP: Calcula-se levando em conta os juros da dívida externa (25%), e da dívida interna federal (75%). É corrigida a cada 3 meses. TIPOS DE TAXAS DE JUROS : TIPOS DE TAXAS DE JUROS Taxa de juros nominal: Ganho monetário obtido por determinada aplicação financeira, independente do comportamento do valor da moeda. EX: aplico hoje R$ 100,00 e resgato R$ 120,00 daqui a 1 mês, a tx de juro nominal foi de 20% a.m. TIPOS DE TAXAS DE JUROS : TIPOS DE TAXAS DE JUROS Taxa de juros real: Ganho obtido em termos de poder de compra por uma determinada aplicação. É a taxa de juros nominal recebida, descontada a perda de valor da moeda (inflação). Tx real = (1 + i) (1 + taxa de inflação) - 1 Ex: tx nominal de 20% e inflação de 15% no mês. Taxa real de juros seria: (1 + 0,2) ( 1 + 0,15) = 1,0435 ou 4,35% a.m. SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL : SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Regidos e originados de duas leis: Lei nº 4.595 de 31.12.1964 (Lei da Reforma Bancária); e Lei nº 4.728 de 17.7.1965 (Lei do Mercado de Capitais). Anterior a isso – existia a Superintendência da Moeda e Crédito que fazia ao mesmo tempo o papel de todo o sistema financeiro atual. SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL : SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL É dividido em dois subsistemas: Subsistema de supervisão – tem como função editar normas que definam parâmetros para transferência de recursos dos poupadores aos tomadores e controlar o funcionamento das instituições e entidades que efetuem atividades de intermediação financeira; Subsistema Operativo – operacionaliza a transferência de recursos do poupador para o tomador. Está submetida à supervisão. SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL : SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Principais componentes do subsistema de supervisão: Conselho Monetário Nacional - criado pela Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964 com poder deliberativo máximo do Sistema Financeiro Nacional é responsável por expedir normas e diretrizes gerais para seu bom funcionamento SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL : SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Comissão de Valores Mobiliários autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda do Brasil, instituída pela Lei 6.385, de 7 de dezembro de 1976 Gestão do presidente Ernesto Geisel, Junto com a Lei das Sociedades por Ações (Lei 6.404/76) disciplinam o funcionamento do mercado de valores mobiliários e a atuação de seus protagonistas. A CVM tem poderes para disciplinar, normalizar e fiscalizar a atuação dos diversos integrantes do mercado. Seu poder de normalizar abrange todas as matérias referentes ao mercado de valores mobiliários. SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL : SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Banco Central do Brasil cumprir e fazer cumprir funções que lhe são atribuídas pelo CMN. Lei nº 4.595. BCB – FUNÇÕES NO MERCADO MONETÁRIO : BCB – FUNÇÕES NO MERCADO MONETÁRIO Banco dos bancos; Banco do Governo Executor da política monetária (oferta de moeda); Executa a política cambial e a administração do câmbio (administração das reservas internacionais); Fiscaliza instituições financeiras. BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO : BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO Instrumentos de controle monetário: Reservas compulsórias: Afeta a oferta monetária; Quanto maior a exigência de reserva, menor a oferta de moeda; Muito utilizado para conter a inflação. BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO : BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO Empréstimos de liquidez e taxa de redesconto: Empréstimos concedidos pelo BCB às instituições para cobrir insuficiência de caixa; Taxa de redesconto: taxa cobrada pelo BCB aos bancos comerciais pelos empréstimos concedidos. Quanto maior a taxa de redesconto, menor a oferta monetária (manutenção de reservas nos bancos). BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO : BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO Operações de mercado aberto (open market): BCB regula o grau de liquidez na economia pela compra e venda de títulos no mercado; Instrumento ágil; Venda de títulos públicos MP no sistema bancário oferta de moeda. Compra de títulos públicos MP no sistema bancário e o volume de reservas aumento da oferta monetária; BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO : BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO Assim, O BCB: Vende títulos enxuga a quantidade de moedas; Compra títulos expande a quantidade de moedas. PRINCIPAIS TÍTULOS: NTN (Notas do Tesouro Nacional); LTN (Letras do Tesouro Nacional); Títulos do Banco Central. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
INTRODUÇÃ.. economia. aSGuest46512 Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 663 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: May 30, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript INTRODUÇÃO À ECONOMIA MONETÁRIA : INTRODUÇÃO À ECONOMIA MONETÁRIA DINHEIRO E MOEDA: CONCEITUAÇÃO : DINHEIRO E MOEDA: CONCEITUAÇÃO Dinheiro: o que se usa para comprar; Economia de trocas: moeda é um meio de trocas. “Moeda é tudo aquilo que é geralmente aceito para liquidar as transações, isto é, para pagar pelos bens e serviços e para quitar obrigações” (GREMAUD,et al, 2004). A ORIGEM DA MOEDA : A ORIGEM DA MOEDA Economias não-monetárias: trocas diretas; Escambo; Características: Necessidades limitadas (itens vitais); Desejos não rigorosamente coincidentes. 1ª mudança: Fixação de grupos; Sedentarismo: vida social mais complexa (atividade econômica). A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Intermediários de troca: mercadorias que serviam como moeda – moeda-mercadoria (aceitação geral); Características: Raridade; Aceitação geral; Valor de uso associado ao valor de troca; A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Idade moderna: moedas mercadorias foram descartadas – motivos: Mercadorias não homogêneas, indivisíveis, de difícil transporte e dificuldade de aceitação geral. A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Moeda metálica – metalismo: Metais - características: Durabilidade; Resistência; Divisibilidade (em peso); Raridade (natureza). Início: cobre, bronze e ferro. Posteriormente: ouro e prata. Cunhagem: garantia de valor e peso. Problemas: peso excessivo, perigo de saques. Casas guardavam moedas e emitiam certificados de depósito. A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Início: certificados com 100% de lastro; Posteriormente: lastro diminuiu – ourives emitiam certificados em proveito próprio (sem lastro algum). Século XVII: surgimento dos bancos comerciais privados. Emissão de notas e recibos bancários – papel-moeda. A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Estado: monopólio da emissão de papel-moeda lastreado em ouro (padrão ouro); Ouro: artigo limitado emissão monetária limitada. 1920: fim do padrão-ouro (lastro); Moeda de cunho forçado (moeda fiduciária): aceitação por imposição legal e pela credibilidade oferecida pelo governo. A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Acordo de Bretton Woods (1944): Tentativa de manter a moeda lastreada (padrão dólar); As principais disposições do sistema Bretton Woods foram: a obrigação de cada país adotar uma política monetária que mantivesse suas moedas dentro de um determinado valor indexado ao dólar. Este, por sua vez, estaria ligado ao ouro. A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA : A ORIGEM DA MOEDA – EVOLUÇÃO HISTÓRICA Existência de provisão pelo FMI de financiamento para suportar dificuldades temporárias de pagamento de países deficitários. 1971 (pressões crescentes na demanda global por ouro) - Richard Nixon suspende unilateralmente o sistema de Bretton Woods, cancelando a conversibilidade direta do dólar em ouro. Moedas passaram a ser fiduciárias (baseadas na confiança). FUNÇÕES DA MOEDA : FUNÇÕES DA MOEDA Instrumento ou meio de trocas; Denominador comum monetário (referencial;desenvolvimento de sistemas contábeis); Reserva de valor (preservar o poder de compra). TIPOS DE MOEDA : TIPOS DE MOEDA Moedas metálicas (operações de pequeno valor); Papel-moeda ou moeda fiduciária; Moeda escritural ou bancária (depósitos à vista). DEMANDA POR MOEDA : DEMANDA POR MOEDA Quantidade de moeda nas mãos dos agentes privados não-bancários ou em depósito a vista nos bancos. Motivos da demanda por moeda: Transação: pagamentos diários. Aumenta com a renda. Velocidade de circulação da moeda – moeda troca de mão em mão na economia gerando produção e renda. Hábitos dos consumidores, grau de verticalização da economia. DEMANDA POR MOEDA : DEMANDA POR MOEDA Quantidade de moeda na economia influencia a determinação dos preços dos bens. Quanto mais moeda circulando, mais os gastos aumentariam oferta rígida no curto prazo elevação nos preços. DEMANDA POR MOEDA : DEMANDA POR MOEDA Precaução: encaixes para eventuais infortúnios. Aumenta com a renda; Especulação ou portfólio: moedas são guardadas esperando o melhor momento para investir em títulos (juros pagos pela aplicação do capital). DEMANDA POR MOEDA : DEMANDA POR MOEDA moeda depende da taxa de juros: Taxa de juros / demanda por títulos / demanda por moedas. Inflação: quanto maior, menor a demanda por moeda. Moeda perde funções: reserva de valor; unidade de conta; meio de troca (hiperinflação). OFERTA DE MOEDA : OFERTA DE MOEDA Banco Central: emissor da moeda nacional / responsável por tudo relacionado à moeda; Bancos comerciais - também afetam a oferta de moeda: Depositários e emprestadores; Bancos podem emprestar tudo menos reservas compulsórias (BACEN) e voluntárias (sem obrigação legal); OFERTA DE MOEDA : OFERTA DE MOEDA Meios de pagamento emitidos pelas autoridades monetárias e pelos bancos comerciais para atender às necessidades da coletividade; Quanto menor a liquidez, maior o prêmio (juros). TAXA DE JUROS : TAXA DE JUROS CONCEITO: Preço que os bancos cobram pelo empréstimo concedido; Remuneração dada pelo capital investido; Faz com que o valor presente de um direito ou obrigação no futuro seja igual ao de hoje; DETERMINAÇÃODA TAXA DE JUROS : DETERMINAÇÃODA TAXA DE JUROS PRINCÍPIO DA PREFERÊNCIA PELA LIQUIDEZ Dado o nível de renda, quanto maior a taxa de juros, menor a demanda de moeda. Excesso de demanda por moeda: Taxa de juros : desestimular a posse de moeda; Excesso de oferta de moeda: Taxa de juros : estimular a posse de moeda. A POLÍTICA MONETÁRIA E A DETERMINAÇÃODA TAXA DE JUROS : A POLÍTICA MONETÁRIA E A DETERMINAÇÃODA TAXA DE JUROS Investimento e consumo variam inversamente com a taxa de juros; Governo quer conter a atividade econômica a oferta de moeda / a demanda por moeda a taxa de juros a demanda agregada e o produto agregado. Constatação: política monetária afeta diretamente o produto. PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS : PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia): taxa de negociação dos títulos públicos; É definida mensalmente pelo comitê de política monetária. PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS : PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS TR (Taxa Referencial de Juros): criada no Plano Collor II em 1991 com a intenção de ser uma taxa básica referencial dos juros a serem praticados no mês. Hoje: é utilizada no cálculo do rendimento de vários investimentos tais como títulos públicos e caderneta de poupança. PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS : PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo): possibilita o alongamento de prazos no mercado financeiro. Instituída pela Medida Provisória nº 684, de 31.10.94, publicada no Diário Oficial da União em 03.11.94, sendo definida como o custo básico dos financiamentos concedidos pelo BNDES. PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS : PRINCIPAIS TAXAS DE JUROS TJLP: Calcula-se levando em conta os juros da dívida externa (25%), e da dívida interna federal (75%). É corrigida a cada 3 meses. TIPOS DE TAXAS DE JUROS : TIPOS DE TAXAS DE JUROS Taxa de juros nominal: Ganho monetário obtido por determinada aplicação financeira, independente do comportamento do valor da moeda. EX: aplico hoje R$ 100,00 e resgato R$ 120,00 daqui a 1 mês, a tx de juro nominal foi de 20% a.m. TIPOS DE TAXAS DE JUROS : TIPOS DE TAXAS DE JUROS Taxa de juros real: Ganho obtido em termos de poder de compra por uma determinada aplicação. É a taxa de juros nominal recebida, descontada a perda de valor da moeda (inflação). Tx real = (1 + i) (1 + taxa de inflação) - 1 Ex: tx nominal de 20% e inflação de 15% no mês. Taxa real de juros seria: (1 + 0,2) ( 1 + 0,15) = 1,0435 ou 4,35% a.m. SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL : SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Regidos e originados de duas leis: Lei nº 4.595 de 31.12.1964 (Lei da Reforma Bancária); e Lei nº 4.728 de 17.7.1965 (Lei do Mercado de Capitais). Anterior a isso – existia a Superintendência da Moeda e Crédito que fazia ao mesmo tempo o papel de todo o sistema financeiro atual. SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL : SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL É dividido em dois subsistemas: Subsistema de supervisão – tem como função editar normas que definam parâmetros para transferência de recursos dos poupadores aos tomadores e controlar o funcionamento das instituições e entidades que efetuem atividades de intermediação financeira; Subsistema Operativo – operacionaliza a transferência de recursos do poupador para o tomador. Está submetida à supervisão. SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL : SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Principais componentes do subsistema de supervisão: Conselho Monetário Nacional - criado pela Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964 com poder deliberativo máximo do Sistema Financeiro Nacional é responsável por expedir normas e diretrizes gerais para seu bom funcionamento SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL : SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Comissão de Valores Mobiliários autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda do Brasil, instituída pela Lei 6.385, de 7 de dezembro de 1976 Gestão do presidente Ernesto Geisel, Junto com a Lei das Sociedades por Ações (Lei 6.404/76) disciplinam o funcionamento do mercado de valores mobiliários e a atuação de seus protagonistas. A CVM tem poderes para disciplinar, normalizar e fiscalizar a atuação dos diversos integrantes do mercado. Seu poder de normalizar abrange todas as matérias referentes ao mercado de valores mobiliários. SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL : SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Banco Central do Brasil cumprir e fazer cumprir funções que lhe são atribuídas pelo CMN. Lei nº 4.595. BCB – FUNÇÕES NO MERCADO MONETÁRIO : BCB – FUNÇÕES NO MERCADO MONETÁRIO Banco dos bancos; Banco do Governo Executor da política monetária (oferta de moeda); Executa a política cambial e a administração do câmbio (administração das reservas internacionais); Fiscaliza instituições financeiras. BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO : BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO Instrumentos de controle monetário: Reservas compulsórias: Afeta a oferta monetária; Quanto maior a exigência de reserva, menor a oferta de moeda; Muito utilizado para conter a inflação. BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO : BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO Empréstimos de liquidez e taxa de redesconto: Empréstimos concedidos pelo BCB às instituições para cobrir insuficiência de caixa; Taxa de redesconto: taxa cobrada pelo BCB aos bancos comerciais pelos empréstimos concedidos. Quanto maior a taxa de redesconto, menor a oferta monetária (manutenção de reservas nos bancos). BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO : BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO Operações de mercado aberto (open market): BCB regula o grau de liquidez na economia pela compra e venda de títulos no mercado; Instrumento ágil; Venda de títulos públicos MP no sistema bancário oferta de moeda. Compra de títulos públicos MP no sistema bancário e o volume de reservas aumento da oferta monetária; BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO : BCB E OS INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO Assim, O BCB: Vende títulos enxuga a quantidade de moedas; Compra títulos expande a quantidade de moedas. PRINCIPAIS TÍTULOS: NTN (Notas do Tesouro Nacional); LTN (Letras do Tesouro Nacional); Títulos do Banco Central.