logging in or signing up psicanalise 1 joaomaria Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 1358 Category: Education License: Some Rights Reserved Like it (1) Dislike it (0) Added: April 16, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Psicanálise : Psicanálise Sigmund Freud 1856-1939 Pulsões : Pulsões Equilíbrio interno Necessidade/desejo tensão objeto Aumentar o prazer Satisfação Evitar o desprazer Sexualidade : Sexualidade Freud considerava que todo o comportamento humano é impulsionado por uma atividade orgânica, estimulada por uma energia específica. A sobrevivência do indivíduo requer a satisfação constante de necessidades básicas (ex: fome, sede, sono, necessidades de eliminação), que podem ser toleradas até certo ponto e requerem um comportamento pré-determinado para aliviar o desconforto. Sexualidade : Sexualidade A energia sexual apresenta as seguintes características: Existe desde o nascimento e possibilita a obtenção de prazer em todas as atividades humanas. Não se limita a área genital e não visa apenas a reprodução da espécie. Sexualidade : Sexualidade Comparando-se às demais necessidades, tolera o adiamento ou substituição da forma de obter gratificação desse impulso. Possui uma energia específica - a libido - que energiza diferentes partes do corpo (ou atividades psíquicas) ao longo de todo o desenvolvimento do indivíduo. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa A teoria psicanalítica freudiana assinala a existência de um conflito constante entre o id e o superego, mediado pelo ego. Esse conflito promove um estado de ansiedade que, dependendo da sua intensidade, poderá comprometer o equilíbrio emocional do indivíduo, com maior ou menor gravidade. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa As situações que podem causar ansiedade são: Perda de um objeto desejado. Ex.:uma criança privada de um dos pais, de um amigo íntimo ou de um animal de estimação. Perda de amor. Ex.:A rejeição ou a desaprovação de alguém que lhe é importante. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Perda de identidade. Ex.:perda de prestígio, de ser ridicularizado em público. Perda de auto-estima. Ex.: a desaprovação do Superego por atos ou traições que resultam em culpa ou ódio em relação a si mesmo. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Para minimizar esses efeitos, o ego dispõe de mecanismos de defesa, que são recursos que visam diminuir os efeitos da ansiedade. Esses mecanismos apresentam algumas peculiaridades: Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Distorcem ou negam a realidade. Agem inconscientemente e, Quando ineficazes, podem produzir sintomas físicos ou agravar o sofrimento psicológico do indivíduo. Existem inúmeros mecanismos de defesa que podem ser melhor identificados a partir da observação do comportamento. São eles: Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Recalque: É a exclusão da consciência dos impulsos “perigosos” e das suas representações. ela atua automaticamente, sempre que a pessoa se vê diante da situação concreta ou imagina-se nessa situação. Quando a repressão é exacerbada, acaba favorecendo o surgimento da neurose; a energia despendida pelo ego para reprimir os instintos inaceitáveis, priva o indivíduo da força necessária para desenvolver sua criatividade, capacidade intelectual, etc Ex: a amnésia após um acidente Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Projeção: O ato de atribuir a uma outra pessoa, animal ou objeto as qualidades, sentimentos ou intenções que se originam em si próprio. É um mecanismo de defesa através do qual os aspectos da personalidade de um indivíduo são deslocados de dentro deste para o meio externo. A ameaça é tratada como se fosse uma força externa. A pessoa pode, então, lidar com sentimentos reais, mas sem admitir ou estar consciente do fato de que a idéia ou comportamento temido é dela mesma. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Racionalização: É o processo de achar motivos lógicos e racionais aceitáveis para pensamentos e ações inaceitáveis. Processo através do qual uma pessoa apresenta uma explicação que é logicamente consistente ou eticamente aceitável para uma atitude, ação, idéia ou sentimento que causa angústia. Ex: quando uma pessoa muito ciumenta “justifica” a necessidade de “fiscalizar” constantemente a pessoa amada, como “cuidado” e não desconfiança. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Regressão: É a retomada de uma etapa anterior de desenvolvimento; ocorre em situações de rompimento de uma relação afetiva importante ou diante de uma nova etapa de vida. Ex: Comportamento de “birra” em ambiente profissional. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Conversão: É a liberação de um instinto reprimido, através da enervação do sistema nervoso muscular voluntário e sensorial. Ex: perder a visão depois de um choque emocional. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Formação reativa: É a repressão de um instinto “perigoso” e a manifestação do comportamento oposto. Esse mecanismo substitui comportamentos e sentimentos que são diametralmente opostos ao desejo real. Trata-se de uma inversão clara e, em geral, inconsciente do verdadeiro desejo. Exemplo: adotar um comportamento de total passividade, para tentar conter a expressão da agressividade. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Sublimação: É a modificação de um impulso primitivo inaceitável ao ego, que é modificado para se tornar socialmente aceito. Ex: praticar um esporte depois de um dia estafante de trabalho e extravasar a agressividade reprimida, gritando durante o jogo. Etapas da evolução psicossexual : Etapas da evolução psicossexual Desenvolvimento da sexualidade se dá partir do nascimento, sendo possível descrevê-lo em fases ou estágios, consecutivos e interdependentes: Fases oral, anal, fálica, (latência), genital Fase oral : Fase oral Há um estado de indiferenciação eu-mundo. Tudo que a criança conhece, procura levar à boca. A amamentação constitui-se num elemento de suma importância nessa fase, pois, além do alívio da sensação física da fome, tranqüiliza e oferece segurança para o bebê. Fase anal : Fase anal Etapa de importante desenvolvimento neuromuscular. A criança torna-se capaz de controlar a eliminação e retenção das fezes e urina. É uma fase em que a criança imita tudo que o adulto faz (palavras, gestos, etc.). Fase fálica : Fase fálica Nessa idade o adulto procura incentivar a criança a cuidar da própria higiene. Estimula-se dessa forma, o reconhecimento das diferenças anatômicas entre os sexos. Além disso, a criança torna-se curiosa a respeito do nascimento dos bebês e sobre as características do relacionamento afetivo entre os adultos. Período do Complexo de Édipo, importante para a identificação sexual do indivíduo. Período de latência : Período de latência Período de aquisição de habilidades intelectuais (etapa da educação escolar básica). Desenvolve-se a noção de pudor e há um aparente desinteresse por temas da sexualidade. O relacionamento professor - aluno reveste-se de importância fundamental, uma vez que o aluno tende a direcionar a ele a carga afetiva anteriormente destinada aos pais. Fase genital : Fase genital O desenvolvimento físico da puberdade contribui para o investimento da libido no relacionamento erótico. O pré-adolescente tende a se espelhar em ídolos e apegar-se mais aos amigos do que a família. Espera-se que a pessoa seja capaz de superar o narcisismo das etapas anteriores e estabeleça vínculos afetivos baseados no companheirismo e respeito humano. Complexo de Édipo : Complexo de Édipo A tragédia de Édipo ilustra a impossibilidade do homem lutar contra o destino. Freud, renovou o interesse pelo tema ao designar como "complexo de Édipo" uma fase crucial do processo de desenvolvimento normal da criança: a representação do desejo sexual inconsciente e universal de cada filho pela mãe e da conseqüente rivalidade em relação ao pai. Complexo de Édipo : Complexo de Édipo O que Édipo na lenda não podia saber representa, na realidade psicológica, o que é recalcado no inconsciente. No final do desenvolvimento da sexualidade infantil (fase fálica) o desejo do menino em relação à mãe esbarra com a proibição que lhe advém do pai e com reais ou supostas ameaças de castração. Complexo de Édipo : Complexo de Édipo A criança deseja expulsar o pai, mas este desejo entra em contradição com o sentimento de amor que sente por ele, acrescentado a dependência da sua proteção e com o referencial que a criança tem para a sua virilidade futura. Este conflito gera o seu desejo sexual em relação à mãe, e substitui-o por uma ternura. Complexo de Édipo : Complexo de Édipo O complexo de Édipo e o temor à castração originam o estado fálico. Esta fase é interrompida no período de latência, durante o qual as pulsões sexuais parecem “adormecidas”. Da ambivalência entre amor e ódio/rivalidade pelo pai resulta um comportamento ambivalente que pode, por vezes, ficar em suspenso durante toda a Vida. Mito de Édipo : Mito de Édipo Édipo, cujo nome significa "o de pés inchados", era filho dos reis de Tebas, Laio e Jocasta. O oráculo do deus Apolo em Delfos profetizou que, quando chegasse à idade adulta, ele mataria o pai e se casaria com a mãe. Mito de Édipo : Mito de Édipo Laio, horrorizado, ordenou que o filho fosse abandonado no bosque, com os tornozelos amarrados por uma corda. Um pastor encontrou a criança ainda com vida e levou-a a Corinto, onde foi adotada pelo rei Políbio. Mito de Édipo : Mito de Édipo Já adolescente Édipo ouviu também a profecia do oráculo e, acreditando-se filho de Políbio, fugiu de Corinto para escapar ao destino. No caminho, encontrou um ancião acompanhado de vários servos. Desentendeu-se com o viajante e matou-o, sem saber que era seu verdadeiro pai, Laio. Slide 31: Mito de Édipo Ao chegar a Tebas, Édipo encontrou a cidade desolada. Uma esfinge às portas da cidade propunha aos homens um enigma e devorava os que não conseguiam decifrá-lo. A rainha viúva, Jocasta, prometera casar-se com quem libertasse a cidade desse monstro. Mito de Édipo : Mito de Édipo Édipo decifrou ao enigma e casou-se com sua mãe, consumando a profecia. Desse matrimônio nasceram quatro filhos: Etéocles, Polinice, Antígona e Ismene. Mito de Édipo : Mito de Édipo Enigma: Qual o animal que anda com quatro patas de manhã, com duas ao meio dia e com três ao anoitecer?. Resposta: "O homem, que caminha com as mãos e os pés no chão quando criança, mantém-se de pé sobre as duas pernas na idade adulta e precisa apoiar-se numa bengala quando envelhece". Mito de Édipo : Mito de Édipo Passado o tempo, uma peste assolou Tebas e o oráculo afirmou que só vingando-se a morte de Laio a peste cessaria. As investigações que se seguiram e as revelações do adivinho Tirésias demonstraram a Édipo e Jocasta a tragédia de que eram protagonistas. Mito de Édipo : Mito de Édipo A rainha matou-se e Édipo vazou os próprios olhos e abandonou Tebas, deixando seu cunhado Creonte como regente. Acolhido em Colona, perto de Atenas, graças à hospitalidade do rei Teseu, Édipo morreu misteriosamente num bosque sagrado e converteu-se em herói protetor da Ática. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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A sobrevivência do indivíduo requer a satisfação constante de necessidades básicas (ex: fome, sede, sono, necessidades de eliminação), que podem ser toleradas até certo ponto e requerem um comportamento pré-determinado para aliviar o desconforto. Sexualidade : Sexualidade A energia sexual apresenta as seguintes características: Existe desde o nascimento e possibilita a obtenção de prazer em todas as atividades humanas. Não se limita a área genital e não visa apenas a reprodução da espécie. Sexualidade : Sexualidade Comparando-se às demais necessidades, tolera o adiamento ou substituição da forma de obter gratificação desse impulso. Possui uma energia específica - a libido - que energiza diferentes partes do corpo (ou atividades psíquicas) ao longo de todo o desenvolvimento do indivíduo. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa A teoria psicanalítica freudiana assinala a existência de um conflito constante entre o id e o superego, mediado pelo ego. Esse conflito promove um estado de ansiedade que, dependendo da sua intensidade, poderá comprometer o equilíbrio emocional do indivíduo, com maior ou menor gravidade. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa As situações que podem causar ansiedade são: Perda de um objeto desejado. Ex.:uma criança privada de um dos pais, de um amigo íntimo ou de um animal de estimação. Perda de amor. Ex.:A rejeição ou a desaprovação de alguém que lhe é importante. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Perda de identidade. Ex.:perda de prestígio, de ser ridicularizado em público. Perda de auto-estima. Ex.: a desaprovação do Superego por atos ou traições que resultam em culpa ou ódio em relação a si mesmo. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Para minimizar esses efeitos, o ego dispõe de mecanismos de defesa, que são recursos que visam diminuir os efeitos da ansiedade. Esses mecanismos apresentam algumas peculiaridades: Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Distorcem ou negam a realidade. Agem inconscientemente e, Quando ineficazes, podem produzir sintomas físicos ou agravar o sofrimento psicológico do indivíduo. Existem inúmeros mecanismos de defesa que podem ser melhor identificados a partir da observação do comportamento. São eles: Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Recalque: É a exclusão da consciência dos impulsos “perigosos” e das suas representações. ela atua automaticamente, sempre que a pessoa se vê diante da situação concreta ou imagina-se nessa situação. Quando a repressão é exacerbada, acaba favorecendo o surgimento da neurose; a energia despendida pelo ego para reprimir os instintos inaceitáveis, priva o indivíduo da força necessária para desenvolver sua criatividade, capacidade intelectual, etc Ex: a amnésia após um acidente Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Projeção: O ato de atribuir a uma outra pessoa, animal ou objeto as qualidades, sentimentos ou intenções que se originam em si próprio. É um mecanismo de defesa através do qual os aspectos da personalidade de um indivíduo são deslocados de dentro deste para o meio externo. A ameaça é tratada como se fosse uma força externa. A pessoa pode, então, lidar com sentimentos reais, mas sem admitir ou estar consciente do fato de que a idéia ou comportamento temido é dela mesma. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Racionalização: É o processo de achar motivos lógicos e racionais aceitáveis para pensamentos e ações inaceitáveis. Processo através do qual uma pessoa apresenta uma explicação que é logicamente consistente ou eticamente aceitável para uma atitude, ação, idéia ou sentimento que causa angústia. Ex: quando uma pessoa muito ciumenta “justifica” a necessidade de “fiscalizar” constantemente a pessoa amada, como “cuidado” e não desconfiança. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Regressão: É a retomada de uma etapa anterior de desenvolvimento; ocorre em situações de rompimento de uma relação afetiva importante ou diante de uma nova etapa de vida. Ex: Comportamento de “birra” em ambiente profissional. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Conversão: É a liberação de um instinto reprimido, através da enervação do sistema nervoso muscular voluntário e sensorial. Ex: perder a visão depois de um choque emocional. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Formação reativa: É a repressão de um instinto “perigoso” e a manifestação do comportamento oposto. Esse mecanismo substitui comportamentos e sentimentos que são diametralmente opostos ao desejo real. Trata-se de uma inversão clara e, em geral, inconsciente do verdadeiro desejo. Exemplo: adotar um comportamento de total passividade, para tentar conter a expressão da agressividade. Mecanismos de defesa : Mecanismos de defesa Sublimação: É a modificação de um impulso primitivo inaceitável ao ego, que é modificado para se tornar socialmente aceito. Ex: praticar um esporte depois de um dia estafante de trabalho e extravasar a agressividade reprimida, gritando durante o jogo. Etapas da evolução psicossexual : Etapas da evolução psicossexual Desenvolvimento da sexualidade se dá partir do nascimento, sendo possível descrevê-lo em fases ou estágios, consecutivos e interdependentes: Fases oral, anal, fálica, (latência), genital Fase oral : Fase oral Há um estado de indiferenciação eu-mundo. Tudo que a criança conhece, procura levar à boca. A amamentação constitui-se num elemento de suma importância nessa fase, pois, além do alívio da sensação física da fome, tranqüiliza e oferece segurança para o bebê. Fase anal : Fase anal Etapa de importante desenvolvimento neuromuscular. A criança torna-se capaz de controlar a eliminação e retenção das fezes e urina. É uma fase em que a criança imita tudo que o adulto faz (palavras, gestos, etc.). Fase fálica : Fase fálica Nessa idade o adulto procura incentivar a criança a cuidar da própria higiene. Estimula-se dessa forma, o reconhecimento das diferenças anatômicas entre os sexos. Além disso, a criança torna-se curiosa a respeito do nascimento dos bebês e sobre as características do relacionamento afetivo entre os adultos. Período do Complexo de Édipo, importante para a identificação sexual do indivíduo. Período de latência : Período de latência Período de aquisição de habilidades intelectuais (etapa da educação escolar básica). Desenvolve-se a noção de pudor e há um aparente desinteresse por temas da sexualidade. O relacionamento professor - aluno reveste-se de importância fundamental, uma vez que o aluno tende a direcionar a ele a carga afetiva anteriormente destinada aos pais. Fase genital : Fase genital O desenvolvimento físico da puberdade contribui para o investimento da libido no relacionamento erótico. O pré-adolescente tende a se espelhar em ídolos e apegar-se mais aos amigos do que a família. Espera-se que a pessoa seja capaz de superar o narcisismo das etapas anteriores e estabeleça vínculos afetivos baseados no companheirismo e respeito humano. Complexo de Édipo : Complexo de Édipo A tragédia de Édipo ilustra a impossibilidade do homem lutar contra o destino. Freud, renovou o interesse pelo tema ao designar como "complexo de Édipo" uma fase crucial do processo de desenvolvimento normal da criança: a representação do desejo sexual inconsciente e universal de cada filho pela mãe e da conseqüente rivalidade em relação ao pai. Complexo de Édipo : Complexo de Édipo O que Édipo na lenda não podia saber representa, na realidade psicológica, o que é recalcado no inconsciente. No final do desenvolvimento da sexualidade infantil (fase fálica) o desejo do menino em relação à mãe esbarra com a proibição que lhe advém do pai e com reais ou supostas ameaças de castração. Complexo de Édipo : Complexo de Édipo A criança deseja expulsar o pai, mas este desejo entra em contradição com o sentimento de amor que sente por ele, acrescentado a dependência da sua proteção e com o referencial que a criança tem para a sua virilidade futura. Este conflito gera o seu desejo sexual em relação à mãe, e substitui-o por uma ternura. Complexo de Édipo : Complexo de Édipo O complexo de Édipo e o temor à castração originam o estado fálico. Esta fase é interrompida no período de latência, durante o qual as pulsões sexuais parecem “adormecidas”. Da ambivalência entre amor e ódio/rivalidade pelo pai resulta um comportamento ambivalente que pode, por vezes, ficar em suspenso durante toda a Vida. Mito de Édipo : Mito de Édipo Édipo, cujo nome significa "o de pés inchados", era filho dos reis de Tebas, Laio e Jocasta. O oráculo do deus Apolo em Delfos profetizou que, quando chegasse à idade adulta, ele mataria o pai e se casaria com a mãe. Mito de Édipo : Mito de Édipo Laio, horrorizado, ordenou que o filho fosse abandonado no bosque, com os tornozelos amarrados por uma corda. Um pastor encontrou a criança ainda com vida e levou-a a Corinto, onde foi adotada pelo rei Políbio. Mito de Édipo : Mito de Édipo Já adolescente Édipo ouviu também a profecia do oráculo e, acreditando-se filho de Políbio, fugiu de Corinto para escapar ao destino. No caminho, encontrou um ancião acompanhado de vários servos. Desentendeu-se com o viajante e matou-o, sem saber que era seu verdadeiro pai, Laio. Slide 31: Mito de Édipo Ao chegar a Tebas, Édipo encontrou a cidade desolada. Uma esfinge às portas da cidade propunha aos homens um enigma e devorava os que não conseguiam decifrá-lo. A rainha viúva, Jocasta, prometera casar-se com quem libertasse a cidade desse monstro. Mito de Édipo : Mito de Édipo Édipo decifrou ao enigma e casou-se com sua mãe, consumando a profecia. Desse matrimônio nasceram quatro filhos: Etéocles, Polinice, Antígona e Ismene. Mito de Édipo : Mito de Édipo Enigma: Qual o animal que anda com quatro patas de manhã, com duas ao meio dia e com três ao anoitecer?. Resposta: "O homem, que caminha com as mãos e os pés no chão quando criança, mantém-se de pé sobre as duas pernas na idade adulta e precisa apoiar-se numa bengala quando envelhece". Mito de Édipo : Mito de Édipo Passado o tempo, uma peste assolou Tebas e o oráculo afirmou que só vingando-se a morte de Laio a peste cessaria. As investigações que se seguiram e as revelações do adivinho Tirésias demonstraram a Édipo e Jocasta a tragédia de que eram protagonistas. Mito de Édipo : Mito de Édipo A rainha matou-se e Édipo vazou os próprios olhos e abandonou Tebas, deixando seu cunhado Creonte como regente. Acolhido em Colona, perto de Atenas, graças à hospitalidade do rei Teseu, Édipo morreu misteriosamente num bosque sagrado e converteu-se em herói protetor da Ática.