logging in or signing up pré-história aSGuest42414 Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 287 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: April 09, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript DOENÇA HEMOLÍTICA PERINATAL : DOENÇA HEMOLÍTICA PERINATAL DOENÇA HEMOLÍTICA PERINATAL : DOENÇA HEMOLÍTICA PERINATAL CONCEITO Doença generalizada que acomete o feto e o recém-nascido que pode cursar com anemia, hemólise, presença na circulação de formas hemáticas jovens e imaturas(eritroblastos), insuficiência cardíaca, hidropsia e morte DOENÇA HEMOLÍICA PERINATAL : DOENÇA HEMOLÍICA PERINATAL IMPORTÂNCIA Aumento da morbidade e mortalidade perinatal e aumento dos riscos maternos Mortalidade fetal Países desenvolvidos 5-8/10.000 DOENÇA HEMOLÍTICA PERINATAL : DOENÇA HEMOLÍTICA PERINATAL ETIOLOGIA Incompatibilidade sangüínea materno-fetal MÃE (Rh -) x FETO (Rh +) DOENÇA HEMOLÍTICA PERINATAL : DOENÇA HEMOLÍTICA PERINATAL Desencadeante: anticorpos da gestante específicos para antígenos nas hemáceas do feto Sistemas ABO e Rh Rh 80 a 90% DOENÇA HEMOLÍTICA PERINATAL : DOENÇA HEMOLÍTICA PERINATAL Sistema Rhesus Família de antígenos de superfície Genes identificados D ou d,C ou c, E ou e D: RH positivos Desprovidos de D: RH negativos 15% caucasianos 8% negros Gestações mãe Rh- e feto Rh+ 10% 5% aloimunização ETIOPATOGENIA : ETIOPATOGENIA PARA OCORRER DOENÇA Incompatibilidade sangüínea materno-fetal Aloimunização materna Sangue incompatível Subseqüente à gestação de Rh discordante ETIOPATOGENIA : ETIOPATOGENIA PARA OCORRER DOENÇA Risco aloimunização em uma gestação incompatível Variabilidade de resposta materna Dependente da quantidade de antígeno D Precisa: Hemorragia transplacentária - resposta imune Transfusão feto-mãe durante gestação e parto ETIOPATOGENIA : ETIOPATOGENIA PARA OCORRER DOENÇA 3. Passagem de anticorpos da gestante para o organismo do feto 4. Ação dos anticorpos da maternos no concepto FISIOPATOLOGIA : FISIOPATOLOGIA FISIOPATOLOGIA : FISIOPATOLOGIA Formas clínicas – dependentes Do grau de destruição e formação de glóbulos vermelhos (eritroblastose) Predominância do IgG IgG1: mais cedo, maior danos, hidropsias IgG3: IG>28 sem, anemia e icterícia 17-18 sem: passagem IgG Passagem antes 10 sem AC mãe – AG da circulação fetal: ativa sistema reticuloendotelial: HEMÓLISE : AC mãe – AG da circulação fetal: ativa sistema reticuloendotelial: HEMÓLISE FORMA CLÍNICAS : FORMA CLÍNICAS 10-15%: hidrópicos, ascite e hepatoesplenomegalia Natimortos 70-80% formas leves: icterícia e anemia 1ªs horas Kernicterus: impregnação de bilirrubina nos núcleos da base PRÉ-NATAL : PRÉ-NATAL Solicitar rotina: TIPAGEM SANGÜÍNEA MÃE Se negativa: TIPAGEM SANGÜÍNEA PAI Incompatibilidade Risco de feto positivo Risco de aloimunização PRÉ-NATAL : PRÉ-NATAL RASTREAMENTO Pesquisa de anticorpos maternos anti-Rh COOMBS INDIRETO PRÉ-NATAL : PRÉ-NATAL RASTREAMENTO –FETO Espectofotomeria de LA Secundária Grau de hemólise fetal pela curva de Liley (semanas de gestação e índice óptico da BI) Grave, moderado e leve US Avaliação biofísica do feto Slide 17: Doppler Consagrado Não invasivo Aumento da velocidade de fluxo com o grau de anemia Fluxometria da ACM do concepto (>1,5 mediana) Cordocentese Invasivo com riscos Punção de sangue no cordão Avalia Hb e Htc fetal Quando doppler alterado CI > 1:128 Já realiza tto- TIV CONDUTA : CONDUTA TIV do concepto Gestação <34-35 semanas Fetos com anemia grave-severa PBF e US semanal Interrupção MPF Pós-parto tto Exsosangüíneotransfusão Fototerapia PROFILAXIA : PROFILAXIA COMO EVITAR A DOENÇA? Aplicar gamaglobulina anti-Rh nas pacientes Rh negativas, CI negativo e recém-nascidos Rh positivos PROFILAXIA : PROFILAXIA QUANDO? Toda vez que houver passagem de sangue fetal para circulação materna, por ruptura dos cotilédones, ou em situações especiais como transfusão de sangue incompatível em mulher Rh- PROFILAXIA : PROFILAXIA QUAIS SITUAÇÕES CLÍNICAS? Após o parto ou cesariana Após aborto Após acidente de punção(amnioc.) Após qualquer sangramento da placenta (ectópica,dpp,placenta prévia,etc) Após transfusão sanguínea incompatível 28ª semana de gestação INCOMPATIBILIDADE ABO : INCOMPATIBILIDADE ABO Doença hemolítica: 10% Mãe O: fetos A e B Fetos graves: raro Predominante: icterícia pós-parto 1ª 24h Tto Fototerapia You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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