Lideranca Evangelica _ parte2

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 1 LIDERANÇA ECLESIÁSTICA - O NÍVEL ORGANIZACIONAL -

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 2 Objetivos Conhecer uma abordagem da Liderança eclesiástica, baseada na experiência. Apreciar instrumentos de direção, no nível administrativo, assimilados pela vivência pessoal.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 3 Sumário Liderança

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 4 As sociedades democráticas escolhem seus dirigentes. A igreja, não. Contudo, os instrumentos legais, bíblicos e culturais à disposição de um ministro asseguram-lhe, naturalmente, o domínio do grupo. O processo de seleção (escolha) ao longo da vida eclesiástica termina por produzir bons obreiros. Os casos de fracasso, normalmente, decorrem de desvios no exercício do ministério pastoral, de inabilidade ou inaptidão em relações humanas. 1. CONCEITOS GERAIS a. Considerações inicias

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 5 1. CONCEITOS GERAIS b. Liderança Liderança é a arte de coordenar o grupo para os propósitos do líder. Liderança – uma questão de organização – Muitas vezes a relação autoridade-submissão é confundida com um confronto entre poder e impotência, força e fraqueza. Embora esses conceitos estejam freqüentemente relacionados, não devem necessariamente estar. A liderança existe para que o grupo tenha direção, para que os recursos humanos e materiais possam ser corretamente direcionados visando o objetivo comum. Não significa que o líder seja maior ou mais importante que os seus liderados.

Portanto, o líder não deverá se sentir superior nem o liderado inferior. Suas posições são temporárias e necessárias para o funcionamento da organização. Apenas isso.Todos são importantes. O líder precisa do grupo e vice-versa, esse grupo é conduzido conforme a imagem mental de conjunto que o líder consegue formar (isto é, o seu “insight”).Por sua vez, o grupo funciona conforme a concepção do seu líder. Pode-se dizer que um ministério é a imagem do seu pastor presidente e/ou de sua liderança : 

23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 6 Portanto, o líder não deverá se sentir superior nem o liderado inferior. Suas posições são temporárias e necessárias para o funcionamento da organização. Apenas isso.Todos são importantes. O líder precisa do grupo e vice-versa, esse grupo é conduzido conforme a imagem mental de conjunto que o líder consegue formar (isto é, o seu “insight”).Por sua vez, o grupo funciona conforme a concepção do seu líder. Pode-se dizer que um ministério é a imagem do seu pastor presidente e/ou de sua liderança

É o legítimo poder de comando ou de ação. O líder é aquela pessoa que reúne as condições necessárias para conduzir o grupo ao objetivo comum. Do passado ele precisa trazer conhecimento, experiência e, como resultado, habilidade. Em relação ao presente, precisa ter ampla e clara percepção. Quanto ao futuro, o líder precisa ter visão. Estamos falando de conceitos ideais. Na prática, destaca-se a pessoa que consegue reunir a melhor combinação possível desses elementos. : 

23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 7 É o legítimo poder de comando ou de ação. O líder é aquela pessoa que reúne as condições necessárias para conduzir o grupo ao objetivo comum. Do passado ele precisa trazer conhecimento, experiência e, como resultado, habilidade. Em relação ao presente, precisa ter ampla e clara percepção. Quanto ao futuro, o líder precisa ter visão. Estamos falando de conceitos ideais. Na prática, destaca-se a pessoa que consegue reunir a melhor combinação possível desses elementos. O que é autoridade?

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 8 A percepção faz com que o líder acolha idéias dos seus subordinados. Afinal, o liderado está ali para contribuir. O líder será capaz de CAPTAR o que há de melhor em todos os membros do grupo e DEFINIR o rumo da equipe. Algumas vezes ele RECUSARÁ sugestões e DECIDIRÁ o que será feito, mas, se o líder é SÁBIO, CAPAZ E HABILIDOSO, sua decisão obterá reconhecimento, respeito e apoio, sem agressões nem traumas, uma vez que o grupo reconhece que o OBJETIVO está sendo buscado. Ex. conflito entre Barnabé e Paulo acerca de João Marcos.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 9 1. CONCEITOS GERAIS c. Fatores de Liderança Dentre os principais fatores de liderança, dois merecem especial atenção: credibilidade e comunicação. A liderança é diretamente proporcional à credibilidade do líder. A conquista da confiança começa com a competência profissional. Ninguém consegue confiar em um ministro incompetente. Outro requisito de confiança é a lealdade devida às pessoas e aos interesses fundamentais do grupo.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 10 1. CONCEITOS GERAIS c. Fatores de Liderança Um requisito associado à competência é o espírito de decisão. É muito difícil confiar-se em um ministro indeciso. A objetividade e o pragmatismo (*) são virtudes que dão sentido prático à ação de direção de um líder eclesiástico. Sua falta enseja a prolixidade, que se opõe ao princípio da simplicidade. (Continuação) (*) s.m, senso prático

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 11 1. CONCEITOS GERAIS d. Comunicação É fato notável que, sem comunicação, não há liderança. A comunicação com o grupo pode ser consciente ou não. É que, além dos mecanismos normais, existem outros, desconhecidos, mas todos funcionando em dupla via. Um simples gesto inconsciente do líder pode transmitir um apelo ao grupo. Em compensação, certas necessidades grupais, aparentemente irrelevantes, conseguem ser captadas pela sua sensibilidade e são devidamente valorizadas.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 12 1. CONCEITOS GERAIS d. Comunicação As formas de comunicação mais convincentes são emocionais. A empatia (*) é o canal de sintonia da liderança e o carisma, a reputação emocional do líder. A imagem pública do líder, sobretudo no ambiente social do grupo que, é suscetível à propaganda adversa e deve ser protegida. Sob o enfoque da comunicação consciente, está consagrado o princípio de que o líder deve manter o grupo informado. Para isso, deve estar, ele mesmo, bem informado. (*) Sentimento de identificação entre duas pessoas.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 13 2. Conceitos Motivacionais A motivação é o catalisador da produtividade humana. O líder reconhece e valoriza os fatores de motivação. Os fatores motivacionais são comuns a todos os escalões. A seguir, serão estudados alguns, observados à luz da experiência, sob o código de conceitos motivacionais

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 14 2. Conceitos Motivacionais O ambiente na igreja deve ser agradável, livre de tensões desnecessárias e regras artificiais que possam gerar o sentimento de opressão. Um relacionamento saudável apresenta indicadores de dinamismo, motivação, mentalidade cooperativa e espírito de corpo. O ministro é o responsável pela comunhão de sua igreja. a. “A satisfação no seio da igreja é requisito essencial a um ambiente próspero e produtivo”.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 15 2. Conceitos Motivacionais As relações informais tornam autêntica a comunicação. Contudo, requerem do grupo disciplina consciente, lealdade e confiança. O artificialismo* gera bloqueios desnecessários à comunicação. (*) artificialismo: falsidade b. “O ambiente informal favorece a comunicação entre as pessoas”.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 16 2. Conceitos Motivacionais O espírito de equipe é requisito de excelência gerencial. A ação em equipe requer a confiança recíproca de todos. Todos devem merecer um crédito de confiança inicial, até prova em contrário. É importante que o 1º escalão da Igreja respeite os limites de competência dos dirigentes de congregação, sob pena de afetar o sentimento de equipe e a harmonia do ambiente local. O melhor líder, sob o ponto de vista organizacional, é aquele cuja presença não faz falta para o funcionamento normal da organização, uma vez que a sua equipe tem autonomia para administrar a rotina. c. “O produto do trabalho em equipe é sempre maior do que a soma dos trabalhos individuais”.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 17 2. Conceitos Motivacionais Cada obreiro tem uma aptidão maior (ou mais de uma) para certa função. Devemos aplicar as melhores habilidades no exercício ministerial e desenvolver outras que temos deficiências Otimiza-se a produtividade da equipe e o grau de satisfação das pessoas, identificando-se e aproveitando o seu potencial produtivo. Este critério é mais útil, na designação de cargos, do que os da hierarquia e da “meritocracia”. d. “Empregar a pessoa certa no lugar certo”. Slide 14

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 18 2. Conceitos Motivacionais “Seja sempre mais do que parece” (Moltke). A importância dos trabalhos e o valor profissional das pessoas devem ser medidos pelo conteúdo e não pela forma com que se apresentem, ou seja, devem apresentar frutos positivos. “Portanto, pelos seus frutos os conhecereis”. MT 7.20 e. “O mérito de um trabalho está no seu conteúdo”.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 19 2. Conceitos Motivacionais As punições, por gerarem bloqueios à comunicação, só devem ser aplicadas como último recurso. Quando utilizadas, devem representar um papel educativo da coletividade, servindo de exemplo, a fim de dissuadirem novas transgressões. Vale ressaltar que pelo novo Código Civil, os membros deverão estar cientes das transgressões passíveis de punição que deverão constar do Estatuto e do Regimento Interno da Igreja e devem ser de conhecimento do público interno. f. “A sanção disciplinar é o último recurso da persuasão”.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 20 2. Conceitos Motivacionais A diversidade de opiniões pode, por si só, ensejar desarmonias. A administração de interesses pessoais é atividade potencialmente geradora de conflitos e ressentimentos. Por isso, quem trabalha com pessoal deve possuir sensibilidade e sobretudo ser imparcial nas decisões afetas ao grupo que dirige. g. “A função de pessoal requer sensibilidade”.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 21 2. Conceitos Motivacionais A integração com a sociedade merece a atenção do ministro. Embora as comunidades eclesiásticas tendam à auto-suficiência em todas as partes do mundo, o paradigma do separatismo deve ser quebrado. Não se admite preconceitos e preferências, todos os grupos sociais devem ser alcançados e envolvidos pelo evangelho de Cristo. A igreja deve ser aberta à participação comunitária. A mentalidade participativa desperta a sensibilidade dos membros e conquista a estima da população, para tanto, devem ser implementados simpósios, feiras, cursos e palestras, atividades ocupacionais, etc. h. “O ministro moderno participa da vida comunitária da sociedade.”.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 22 2. Conceitos Motivacionais Os convênios com finalidade social ajudam a projetar uma imagem positiva da igreja no público externo. A experiência demonstra que Igreja detém capacidade gerencial e credibilidade para a ação comunitária, para tanto deve ser implementado um estreitamento com instituições que acrescentem conhecimento em áreas humanas e psicossociais. A família assembleiana deve ser estimulada a participar da vida da comunidade que faz parte. i. “O ministro moderno participa da vida comunitária da sociedade civil”. (Continuação)

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 23 A religião atua como moderadora de atitudes, devido ao apelo ético que repercute na intimidade das pessoas. Um padrão consagrado consiste na dosagem semanal de um tempo, sempre no mesmo dia, horário e local no bairro ou comunidade em que a igreja se acha inserida para visitação. Deve-se buscar a casa de irmãos disponíveis para a obra de evangelismo, tendo em vista que em praças e logradouros públicos o evangelismo somente é permitido pelo órgão municipal/estadual mediante ressarcimento pecuniário pela “cessão de uso do solo”. 2. Conceitos Motivacionais j. “A atividade religiosa atenua as tensões naturais da comunidade”.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 24 3. Conceitos Organizacionais No caso da liderança organizacional, as dimensões e a complexidade da organização exigem o assessoramento de uma Diretoria que seja ouvida e estimulada pelo Presidente do campo As ações de fiscalização e controle são exercidas por intermédio das comissões, obedecendo à visão do pastor presidente. A seguir, serão apresentados alguns conceitos que, testados na prática, comprovaram a sua eficácia.

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 25 A eficácia do conjunto depende muito da habilidade do líder em conquistar a adesão do seus subordinados às suas diretrizes, de forma a que todos, reunidos, constituam uma equipe harmônica, focada nos objetivos comuns. a. “Transforme em equipe o universo do seu pessoal”. 3. Conceitos Organizacionais

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 26 Nesse nível, a organização funciona de maneira sistêmica, exigindo que o líder tenha visão de conjunto que contemple todos os aspectos relevantes. Contudo, há possíveis limitações pessoais. Sobre o potencial das pessoas, segundo Maquiavel, “existem três tipos de cérebro: “o que compreende por si só, o que discerne aquilo que outros compreendem e o que não compreende nem por si só, nem por intermédio dos outros. Este último não serve para ser príncipe ”. (O Príncipe, Cap XXII). b. “Use o discernimento”. 3. Conceitos Organizacionais

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 27 E, comentando a hipótese de dependência do líder em relação a um assessor, Maquiavel afirmou: “Um príncipe deve aconselhar-se sempre, mas quando ele o queira e não quando os outros queiram...”(O Príncipe, Cap XXIII). O ato de discernir inclui, necessariamente, a aptidão para bem julgar as pessoas e situações. Nesse sentido, merece atenção o preceito cartesiano de que “o julgamento precipitado e a prevenção são os maiores inimigos da verdade” (“O Discurso do Método” - René Descartes). (Continuação) b. “Use o discernimento”. 3. Conceitos Organizacionais

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 28 A mais evidente peculiaridade do trabalho de direção no nível organizacional é a sobrecarga da agenda do líder. Suas atividades podem ser grupadas em três categorias: as de rotina, as de oportunidade e as metas estratégicas. A rotina inclui as reuniões convocadas pelo escalão superior, as escalas da lista de culto e toda a gama de atividades internas dos trabalhos litúrgicos de sua congregação. A agenda de oportunidade contém as tarefas inopinadas que recebe, ganhando prioridade de execução imediata. c. “Defina as suas Metas Estratégicas”. 3. Conceitos Organizacionais

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 29 As metas estratégicas são as que o líder elege como ações fundamentais do objetivo que deseja atingir e deve constituir o foco permanente de suas preocupações e das atividades do conjunto. A experiência mostra que as duas primeiras categorias consomem a maior parte do tempo do líder, restando pequena parcela para as metas estratégicas. Contudo, são essas últimas que representam o ideal desse líder. Portanto, a habilidade em eleger, objetivamente, as metas estratégicas, é atributo básico de liderança organizacional. d. “Defina as suas Metas Estratégicas”. (Continuação) 3. Conceitos Organizacionais

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 30 Um processo de trabalho que adote as medidas adequadas de controle pode muito contribuir para o êxito da liderança, contudo por vezes, o líder se depara com situações inusitadas que requerem uma decisão rápida e eficaz. Aí se percebe então, uma limitação cultural na formação do índivíduo que afeta o processo decisório. Não fomos educados para comandar, o processo a que somos submetidos do lar a escola é o da servidão, ou seja, somos ensinados a depender das decisões dos outros e nos assombramos quando temos que dar uma resposta instantânea a um problema apresentado. (O líder deve ter auto-confiança e decisão para ser bem sucedido). e. “Adote o processo de trabalho correto”. 3. Conceitos Organizacionais

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 31 f. Elabore projetos e utilize o modelo gerencial”. Muitos planos podem ser abordados como projetos. A fase de elaboração de um projeto é ocasião em que são analisados os diversos ângulos do problema, quantificados os aspectos objetivos e arquitetada uma solução. O responsável pela elaboração e execução de um projeto é o gerente. O gerenciamento de projetos é especialmente indicado na gestão de atividades que envolvam mais de um departamento ou de órgãos subordinados a diretores diferentes. Na igreja, o Presidente baixa diretrizes gerais e nomeia o gerente (dirigente de congregação), concedendo-lhe delegação para desenvolver as atividades do projeto (congregação). 3. Conceitos Organizacionais

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 32 (Continuação) Esse processo concretiza o princípio da unidade de direção e permite polarizar, em uma autoridade executiva, todas as informações necessárias à decisão. Como modelo de gestão, proporciona grande objetividade, pois cada projeto deve indicar claramente quem faz, o que faz, como e quando faz. As principais áreas são: a financeira, a patrimonial e a de recursos humanos. Ex. Projeto idealizado pelo Pr Giovani Gomes para a construção da nova sede da igreja. f. Elabore projetos e utilize o modelo gerencial”. 3. Conceitos Organizacionais

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23 Set 06 Assembléia de Deus de Pernambuco 33 Conclusão A liderança, enquanto ciência, comporta: - atributos pessoais, que podem ser aprimorados pela vontade; - técnicas motivacionais, que podem ser assimiladas e aplicadas; - e preceitos de gestão, que podem ser aprendidos e utilizados. O componente de arte consiste na habilidade em dosar a aplicação desses conhecimentos, para atingir os resultados desejados.

“Eis que eu envio um anjo adiante de ti, para guardar-te pelo caminho, e conduzir-te ao lugar que te tenho preparado. Anda apercebido diante dele, e ouve a sua voz; não sejas rebelde contra ele, porque não perdoará a tua rebeldia; pois nele está o meu nome.”. Ex 23.20-21 : 

“Eis que eu envio um anjo adiante de ti, para guardar-te pelo caminho, e conduzir-te ao lugar que te tenho preparado. Anda apercebido diante dele, e ouve a sua voz; não sejas rebelde contra ele, porque não perdoará a tua rebeldia; pois nele está o meu nome.”. Ex 23.20-21