Vacinas

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CÉLULAS MONONUCLEARES : 

CÉLULAS MONONUCLEARES

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Monócitos: células relativamente grandes (12-20 m) com núcleo reniforme, cromatina frouxa e citoplasma agranular abundante. Monócitos são formas precursoras (que dão origem) aos macrófagos. (Giemsa, x1200) Tronco Monócito Macrófago células da micróglia  SNC células de Kupffer  fígado macrófagos alveolares  pulmão osteoclastos  ossos Macrófago ativado Leucócitos Mononucleares

Sistema fagocítico mononuclear : 

Sistema fagocítico mononuclear Antigamente era conhecido como sistema reticuloendotelial ( células endoteliais e reticulares faziam a pinocitose). Principais funções são: Fagocitose (micróbios, macromoléculas, células velhas) Secretam enzimas como ROIs e NOIs. Secretam citocinas quimiotáticas e efetoras, Funcionam como APCs. Fazem opsonização.

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Nos tecidos, macrófagos circundam capilares sanguíneos, vasos e nódulos linfáticos, funcionando como rede de captação de partículas estranhas Macrófagos apresentam as partículas fagocitadas para os linfócitos T

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Linfócitos T e B: células pequenas (5–12 m) e claviformes com núcleo esférico, cromatina densamente compacta e citoplasma agranular escasso. Apresentam morfologias diferentes conforme seu estado de ativação. linfócito não-ativado linfócito B ativado

linfócitos : 

linfócitos São as únicas células que possuem especificidade. Algumas imunodeficiências são acompanhadas de redução de linfócitos e a depleção destes por drogas ou irradiação induz a uma perturbação das respostas imunes. Os linfócitos são encontrados em maior número nos sítios de imunização ou nos tecidos linfóides. Todos os linfócitos originam-se na medula óssea.

Linfócitos : 

Linfócitos Nos estágios iniciais de seu desenvolvimento não produzem receptores de superfície. Ao amadurecerem começam a expressar receptores, reconhecer antígenos e desenvolverem em classes funcionais diferentes.

linfócitos : 

linfócitos São constituídos de populações bem distintas quanto as suas funções e produtos protéicos, embora pareçam morfologicamente semelhantes. Linfócitos B- identificado pela primeira vez na bursa de Fabricius nas aves, produzido e maturado na medula óssea. São as únicas células capazes de produzirem anticorpos. Apresenta receptores ligados a membrana que são os anticorpos que irão reconhecer antígenos solúveis.

linfócitos : 

linfócitos Linfócitos T- Originam na medula óssea e migram para o Timo para seu amadurecimento. Subdividem em populações funcionalmente distintas que expressam diferentes proteínas de membrana conhecidas como marcadores fenotípicos: células T auxiliares e células T citolíticas.

Funções das células T : 

Funções das células T Não produzem moléculas de anticorpo. Apresentam receptores antigênicos na membrana que são moléculas distintas dos anticorpos. Reconhecem somente antígenos que estejam apresentados por uma APCs no MHC. Em resposta ao antígeno secretam citocinas que irão: Promover proliferação e diferenciação de céls. T Atrair e ativar células B, macrófagos e leucócitos inflamatórios.

Funções das células T : 

Funções das células T Linfócitos T citolíticos- lisam células que produzam antígenos estranhos ( infectadas por vírus, micróbios intracelulares, células tumorais) Possível papel das células T supressoras. linf’ócitos NK- Existe uma terceira classe de linfócito que não expressa marcadores para linfócitos T ou B, são grandes, apresentam numerosos grânulos citoplasmáticos e lisam células tumorais e infectadas por vírus, sem MHC.

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Células assassinas naturais (ou NK – ‘natural killers’) : são linfócitos grandes (20-50 m) com cromatina frouxa e citoplasma granular abundante. Tal como linfócitos T CD8, também levam células-alvo a morte. Não possuem receptores de superfície elaborados como os dos linfócitos B e T. Por isto, são considerados componentes do SI inato.

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b) LINFÓCITOS T funções finais (efetoras) a) LINFÓCITOS B produção de ANTICORPOS antígeno plasmócito T auxiliar T citotóxico citocinas ativação de linfócitos ativação de macrófagos inflamação morte da célula alvo célula alvo célula apresentadora de antígeno (T CD4) (T CD8)

Diferenciação em células de memória : 

Diferenciação em células de memória Outra progênie de linfócito T e B não se diferencia em célula efetora e sim em células de memória. Vivem em longos períodos (20 anos), sem estimulação antigênica. São quiescentes. O desenvolvimento das células de memória é crucial para a vacinação. Inexistem marcadores fenotípicos que as distinguem dos linfócitos virgens ou dos ativados.

COMO A MEMÓRIA IMUNOLÓGICA É MANTIDA? : 

COMO A MEMÓRIA IMUNOLÓGICA É MANTIDA? - - A memória é mantida por linfócitos de vida longa (até 15-20 anos), induzidos pela exposição original e que persistem num estado de repouso até um segundo encontro com o antígeno. - A memória é mantida pela persistência do antígeno em pequenas quantidades que são suficientes para reestimular as células ativadas, mas não para disseminar a infecção para outras.

Existem células T de memória? : 

Existem células T de memória? Elas são mais freqüentes e possuem necessidades de ativação e proteínas de superfície celular distintas – diferenciando-as das células T efetoras. Sabemos que o número de células T reativas aumentam drasticamente após imunização, persistindo em um nível significativamente maior (10 a 100 vezes) que a freqüência inicial pelo resta da vida do hospedeiro.

Morte celular programada : 

Morte celular programada Parte da progênie dos linfócitos estimulados por antígenos prolifera, porém em vez de se diferenciar em células efetoras e de memória, morrem, devido a um processo conhecido como apoptose. Apoptose- morte fisiológica regulada, núcleo sofre condensação e fragmentação, a membrana plasmática apresenta formação de bolhas e vesículas, a célula morta é fagocitada sem liberação de seus conteúdos. Necrose- núcleo e membrana se rompem, os conteúdos celulares se espalham ocorrendo inflamação.

Morte celular programada : 

Morte celular programada É um mecanismo homeostático do sistema imune, cuja função é: Manter o volume da massa linfóide regularmente constante. Eliminar linfócitos precursores que deixam de expressar receptores antigênicos funcionais. Morte de linfócitos virgens que não encontraram antígenos.

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Tempo após exposição ao antígeno reconheci-mento proliferação e diferenciação efetora declínio memória produção de anticorpos ações efetoras (auxiliares ou citotóxicas) Apoptose formação de células de memória eliminação do antígeno B T Estágios do processo de ativação dos linfócitos

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Tipagem dos linfócitos sangüíneos Linfócitos B Linfócitos T CD4 Linfócitos T CD8 Células NK (%) 10 - 15 50 - 60 20 - 25 10 - 15 TOTAL 100

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VACINAS

Qual o objetivo das imunizações individuais? : 

Qual o objetivo das imunizações individuais? Prevenção Erradicação de doenças Varíola e poliomielete Tétano, rebéola e difteria Imunização Passiva X Ativa

Imunização Passiva : 

Imunização Passiva Produção de ac através da resposta imune = 7-14 dias Soroterapia  mordida de cobras esoriões e aranhas  Anticorpos anti Rh – eritroblastose fetal

Imunização Ativa : 

Imunização Ativa Resposta imunológica de linfócitos T e B contra um determinado ag. Vacinas vivas atenuadas – microorganismos podem perder sua capacidade de causar patologias, porém retendo sua capacidade de crescimento transitório em um hospedeiro inoculado. Entre os exemplos existentes estão o BCG (Bacillus Calmette-Guérin), uma linhagem atenuada de Mycobacterium bovis, e a vacina anti-pólio Sabin (poliovírus atenuado).

Vacinas com organismos inteiros inativados : 

Vacinas com organismos inteiros inativados Pode-se inativar o patógeno com calor ou agentes e químicos para utilizá-lo como imunógeno (p. ex., vacina contra a cólera), porém pode-se perder a estrutura de epítopos que dependam de determinadas estruturas protéicas terciárias ou quaternárias.

Vacinas utilizando polissacarídeos : 

Vacinas utilizando polissacarídeos A patogenicidade de muitas bactérias depende da presença de cápsula, a qual é composta, entre outras moléculas, por polissacarídeos. Como este tipo de molécula resulta em respostas predominantemente independentes de linfócitos T, elas podem ser artificialmente conjugadas a proteínas imunogênicas e convertidas em antígenos T-dependentes. Um exemplo destas vacinas conjugadas foi produzida contra o Haemophilus influenza.

Vacinas contra toxinas secretadas : 

Vacinas contra toxinas secretadas Muitas patologias causadas por microorganismos dependem de substâncias secretadas, entre as quais a difteria e o tétano. Vacinas eficazes podem ser obtidas purificando estas toxinas, destruindo sua atividade tóxica, p. ex. com formaldeído, e utilizá-las como imunógeno (elas ainda retém atividade antigênica suficiente para induzir proteção). As toxinas inativadas são chamadas toxóides. A vacina combinada DTP inclui os toxóides do tétano, difteria e uma preparação inativada da bactéria Bordetella pertussis (causadora da coqueluche). Em virtude de efeitos colaterais a preparação inativada está sendo substituída por um coquetel de antígenos que inclui o toxóide pertussis entre outros antígenos da bactéria.

Vacinas recombinantes : 

Vacinas recombinantes A clonagem molecular de moléculas possibilita a produção em grande escala de qualquer antígeno protéico que tenha seu DNA isolado. A vacina contra a hepatite B foi a primeira vacina recombinante obtida e comercializada, sendo o antígeno de superfície HBsAg produzido em grande escala em leveduras. Também podem-se utilizar as técnicas de biologia molecular para atenuar microorganismos de modo mais controlado e de forma que dificilmente revertam para formas virulentas.

Vacinas de DNA : 

Vacinas de DNA Por mecanismos ainda não totalmente desvendados sabe-se que ao injetar diretamente DNA ele pode ser apreendido por células do corpo e expresso, podendo produzir uma resposta imune contra as proteínas produzidas. Citocinas podem ser co-expressas para direcionar e/ou amplificar a resposta desejada.

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