Hino � Bandeira Nacional

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Slide 1: 

Olavo Bilac O Príncipe Dos Poetas

“Há quem me julgue perdido,porque ando a ouvir estrelas. : 

“Há quem me julgue perdido,porque ando a ouvir estrelas. Só quem ama tem ouvido para ouvi-las e entende-las...” (Olavo Bilac)

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Soneto à Olavo Bilac “Príncipe dos Poetas” - o eterno eleito De todos foste, brasileiro e forte, A cantar, em gloriosa lira, o peito Em dores mil, sem que da dor suporte   Os ferrões... E eu nada sou, que malfeito É-me o estilo, e de desprezível porte Ante o teu estilo, que, já sem jeito, Maldigo, do saber, minha pouca sorte

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De nunca achar em verso meu o estilo Mais justo para as mágoas que abrigo, E só compor-me verso como viste:   Sem perícia; que me acho, ao redigi-lo, Pequeno ante as glórias que conseguiste, E grande ante as glórias que não consigo! (Aécio Cavalcante)

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A Sesta De Nero Fulge de luz banhado, esplêndido e suntuoso, O palácio imperial de pórfiro luzente É marmor da Lacônia. O teto caprichoso Mostra em prata incrustado, o nácar de Oriente.   Nero no trono ebúrneo estende-se indolente Gemas em profusão no estágulo custoso De ouro bordado vêem-se. O olhar deslumbra, ardente Da púrpura da Trácia o brilho esplendoroso.

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Formosa ancila canta. A aurilavrada lira Em suas mãos soluça. Os ares perfumando, Arde a mirra da Arábia em recendente pira.   Formas quebram, dançando, escravas em coréia. E Nero dorme e sonha, a fronte reclinando Nos alvos seios nus da lúbrica Pompéia. (Olavo Bilac)

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Olavo Bilac O Parnasiano Romântico

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“Quero um beijo sem fim, Que dure a vida inteira e aplaque o meu desejo! Ferve-me o sangue. Acalma-o com teu beijo, Beija-me assim! O ouvido fecha ao rumor Do mundo, e beija-me, querida! Vive só para mim, só para a minha vida, Só para o meu amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno)

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Um beijo   Foste o beijo melhor da minha vida, Ou talvez o pior... Glória e tormento, Contigo à luz subi do firmamento, Contigo fui pela infernal descida!   Morreste, e o meu desejo não te olvida: Queimas-me o sangue, enches-me o pensamento, E do teu gosto amargo me alimento, E rolo-te na boca malferida.

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Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo, Batismo e extrema-unção, naquele instante Por que, feliz, eu não morri contigo?   Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto, Beijo divino! E anseio delirante, Na perpétua saudade de um minuto... (Olavo Bilac)

"Flerte é um namoro inofensivo, sem conseqüências, : 

"Flerte é um namoro inofensivo, sem conseqüências, que não acaba nem na pretoria nem na Casa de Detenção."

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Criação   Há no amor um momento de grandeza, Que é de inconsciência e de êxtase bendito: Os dois corpos são toda a Natureza, As duas almas são todo o Infinito.   É um mistério de força e de surpresa! Estala o coração da terra aflito; Rasga-se em luz fecunda a esfera acesa, E de todos os astros rompe um grito.

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Deus transmite o seu hálito aos amantes: Cada beijo é a sanção dos Sete Dias, E a Gênese fulgura em cada abraço;   Porque, entre as duas bocas soluçantes, Rola todo o Universo, em harmonias E em florificações, enchendo o espaço! (Olavo Bilac)

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Olavo Bilac O Grande Pensador

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O Tempo   Sou o tempo que passa, que passa Sem princípio, sem fim, sem medida Vou levando a Ventura e a Desgraça, Vou levando as vaidades da Vida   A correr, de segundo em segundo Vou formando os minutos que correm... Formo as horas que passam no mundo, Formo os anos que nascem e morrem.

Slide 16: 

Ninguém pode evitar os meus danos... Vou correndo sereno e constante: Desse modo, de cem em cem anos, Formo um século e passo adiante.   Trabalhai, porque a vida é pequena E não há para o tempo demora! Não gasteis os minutos sem pena! Não façais pouco caso das horas! (Olavo Bilac)

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"Saudades: presença dos ausentes."

Velhas Árvores  Olha estas velhas árvores, mais belasDo que as árvores moças, mais amigas,Tanto mais belas quanto mais antigas,Vencedoras da idade e das procelas... O homem, a fera e o inseto, à sombra delasVivem, livres da fome e de fadigas:E em seus galhos abrigam-se as cantigasE os amores das aves tagarelas. : 

Velhas Árvores  Olha estas velhas árvores, mais belasDo que as árvores moças, mais amigas,Tanto mais belas quanto mais antigas,Vencedoras da idade e das procelas... O homem, a fera e o inseto, à sombra delasVivem, livres da fome e de fadigas:E em seus galhos abrigam-se as cantigasE os amores das aves tagarelas.

Não choremos, amigo, a mocidade!Envelheçamos rindo. EnvelheçamosComo as árvores fortes envelhecem. Na glória de alegria e da bondade,Agasalhando os pássaros nos ramos,Dando sombra e consolo aos que padecem! (Olavo Bilac) : 

Não choremos, amigo, a mocidade!Envelheçamos rindo. EnvelheçamosComo as árvores fortes envelhecem. Na glória de alegria e da bondade,Agasalhando os pássaros nos ramos,Dando sombra e consolo aos que padecem! (Olavo Bilac)

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Sarças De Fogo (Nel Mezzo Del Camin) Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada E triste, e triste e fatigado eu vinha. Tinhas a alma de sonhos povoada, E a alma de sonhos povoada eu tinha...   E paramos de súbito na estrada Da vida: longos anos, presa à minha A tua mão, a vista deslumbrada Tive da luz que teu olhar continha.

Hoje, segues de novo... Na partidaNem o pranto os teus olhos umedece,Nem te comove a dor da despedida. E eu, solitário, volto a face, e tremo,Vendo o teu vulto que desapareceNa extrema curva do caminho extremo. (Olavo Bilac) : 

Hoje, segues de novo... Na partidaNem o pranto os teus olhos umedece,Nem te comove a dor da despedida. E eu, solitário, volto a face, e tremo,Vendo o teu vulto que desapareceNa extrema curva do caminho extremo. (Olavo Bilac)

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O Trabalho   Tal como a chuva caída Fecunda a terra, no estio, Para fecundar a vida O trabalho se inventou.   Feliz quem pode, orgulhoso, Dizer: “Nunca fui vadio: E, se hoje sou venturoso, Devo ao trabalho o que sou!”

É preciso, desde a infância,Ir preparando o futuro;Para chegar à abundância,É preciso trabalhar. Não nasce a planta perfeita,Não nasce o fruto maduro;E, para ter a colheita,É preciso semear... (Olavo Bilac) : 

É preciso, desde a infância,Ir preparando o futuro;Para chegar à abundância,É preciso trabalhar. Não nasce a planta perfeita,Não nasce o fruto maduro;E, para ter a colheita,É preciso semear... (Olavo Bilac)

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Olavo Bilac Amante da Vida E da Natureza

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Última Flor Do Lácio Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela...   Amo-te assim, desconhecida e obscura, Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aromaDe virgens selvas e de oceano largo!Amo-te, ó rude e doloroso idioma,  Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"E em que Camões chorou, no exílio amargo,O gênio sem ventura e o amor sem brilho. (Olavo Bilac) : 

Amo o teu viço agreste e o teu aromaDe virgens selvas e de oceano largo!Amo-te, ó rude e doloroso idioma,  Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"E em que Camões chorou, no exílio amargo,O gênio sem ventura e o amor sem brilho. (Olavo Bilac)

“De arrebol a arrebol,Vão-se os dias sem conto! E as noites, como os dias,Sem conto vão-se, cálidas ou frias!Rutile o solEsplêndido e abrasador!No alto as estrelas coruscantes,Tauxiando os largos céus, brilhem como diamantes!Brilhe aqui dentro o amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno) : 

“De arrebol a arrebol,Vão-se os dias sem conto! E as noites, como os dias,Sem conto vão-se, cálidas ou frias!Rutile o solEsplêndido e abrasador!No alto as estrelas coruscantes,Tauxiando os largos céus, brilhem como diamantes!Brilhe aqui dentro o amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno)

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A Boneca   Deixando a bola e a peteca, Com que inda há pouco brincavam, Por causa de uma boneca, Duas meninas brigavam.   Dizia a primeira: "É minha!" — "É minha!" a outra gritava; E nenhuma se continha, Nem a boneca largava.

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Quem mais sofria (coitada!) Era a boneca. Já tinha Toda a roupa estraçalhada, E amarrotada a carinha.   Tanto puxaram por ela, Que a pobre rasgou-se ao meio, Perdendo a estopa amarela Que lhe formava o recheio.

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E, ao fim de tanta fadiga, Voltando à bola e à peteca, Ambas, por causa da briga, Ficaram sem a boneca... (Olavo Bilac)

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Primavera   Ah! Quem nos dera que isso, como outrora, Inda nos comovesse! Ah! Quem nos dera Que inda juntos pudéssemos agora Ver o desabrochar da primavera!   Saíamos com os pássaros e a aurora, E, no chão, sobre os troncos cheios de hera, Sentavas-te sorrindo, de hora em hora: "Beijemo-nos! amemo-nos! espera!"

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E esse corpo de rosa recendia, E aos meus beijos de fogo palpitava, Alquebrado de amor e de cansaço...   A alma da terra gorjeava e ria... Nascia a primavera... E eu te levava, Primavera de carne, pelo braço! (Olavo Bilac)

Mocidade A Mocidade é como a Primavera!A alma, cheia de flores, resplandece,Crê no Bem, ama a vida, sonha e espera,E a desventura facilmente esquece. : 

Mocidade A Mocidade é como a Primavera!A alma, cheia de flores, resplandece,Crê no Bem, ama a vida, sonha e espera,E a desventura facilmente esquece.

Slide 34: 

É a idade da força e da beleza:Olha o futuro, e inda não tem passado:E, encarando de frente a Natureza,Não tem receio do trabalho ousado. Ama a vigília, aborrecendo o sono;Tem projetos de glória, ama a Quimera;E ainda não dá frutos como o outono,Pois só dá flores como a Primavera! (Olavo Bilac)

Slide 35: 

Via Láctea XIII   Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso!” E vos direi, no entanto Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto...

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E conversamos toda a noite, enquanto A Via Láctea, como um pálio aberto, Cintila. E, ao vir o sol, saudoso e em pranto, Inda as procuro pelo céu deserto.   Direis agora: "Tresloucado amigo! Que conversas com elas? Que sentido Tem o que dizem, quando estão contigo?"

Slide 37: 

E eu vos direi: "Amai para entendê-las! Pois só quem ama pode ter ouvido Capaz de ouvir e de entender as estrelas.” (Olavo Bilac)

Slide 38: 

Olavo Bilac Um sentimentalista nato

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Leio-te Leio-te: — o pranto dos meus olhos rola: — Do seu cabelo o delicado cheiro, Da sua voz o timbre prazenteiro, Tudo do livro sinto que se evola...   Todo o nosso romance: - a doce esmola Do seu primeiro olhar, o seu primeiro Sorriso, - neste poema verdadeiro, Tudo ao meu triste olhar se desenrola.

Sinto animar-se todo o meu passado: E quanto mais as páginas folheio, Mais vejo em tudo aquele vulto amado. Ouço junto de mim bater-lhe o seio, E cuido vê-la, plácida, a meu lado, Lendo comigo a página que leio. (Olavo Bilac) : 

Sinto animar-se todo o meu passado: E quanto mais as páginas folheio, Mais vejo em tudo aquele vulto amado. Ouço junto de mim bater-lhe o seio, E cuido vê-la, plácida, a meu lado, Lendo comigo a página que leio. (Olavo Bilac)

“Beijemo-nos! Que o marNossos beijos ouvindo, em pasmo a voz levante!E cante o sol! A ave desperte e cante!Cante o luar,Cheio de um novo fulgor!Cante a amplidão! Cante a floresta!E a natureza toda, em delirante festa,Cante, cante este amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno) : 

“Beijemo-nos! Que o marNossos beijos ouvindo, em pasmo a voz levante!E cante o sol! A ave desperte e cante!Cante o luar,Cheio de um novo fulgor!Cante a amplidão! Cante a floresta!E a natureza toda, em delirante festa,Cante, cante este amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno)

Ao coração que sofre Ao coração que sofre, separadoDo teu, no exílio em que a chorar me vejo,Não basta o afeto simples e sagradoCom que das desventuras me protejo. Não me basta saber que sou amado,Nem só desejo o teu amor: desejoTer nos braços teu corpo delicado,Ter na boca a doçura de teu beijo. : 

Ao coração que sofre Ao coração que sofre, separadoDo teu, no exílio em que a chorar me vejo,Não basta o afeto simples e sagradoCom que das desventuras me protejo. Não me basta saber que sou amado,Nem só desejo o teu amor: desejoTer nos braços teu corpo delicado,Ter na boca a doçura de teu beijo.

E as justas ambições que me consomemNão me envergonham: pois maior baixezaNão há que a terra pelo céu trocar; E mais eleva o coração de um homemSer de homem sempre e, na maior pureza,Ficar na terra e humanamente amar (Olavo Bilac) : 

E as justas ambições que me consomemNão me envergonham: pois maior baixezaNão há que a terra pelo céu trocar; E mais eleva o coração de um homemSer de homem sempre e, na maior pureza,Ficar na terra e humanamente amar (Olavo Bilac)

Deixa O Olhar Do Mundo  Deixa que o olhar do mundo enfim devasseTeu grande amor que é teu maior segredo!Que terias perdido, se, mais cedo,Todo o afeto que sentes se mostrasse? Basta de enganos! Mostra-me sem medoAos homens, afrontando-os face a face:Quero que os homens todos, quando eu passe,Invejosos, apontem-me com o dedo. : 

Deixa O Olhar Do Mundo  Deixa que o olhar do mundo enfim devasseTeu grande amor que é teu maior segredo!Que terias perdido, se, mais cedo,Todo o afeto que sentes se mostrasse? Basta de enganos! Mostra-me sem medoAos homens, afrontando-os face a face:Quero que os homens todos, quando eu passe,Invejosos, apontem-me com o dedo.

Olha: não posso mais! Ando tão cheioDeste amor, que minh’alma se consomeDe te exaltar aos olhos do universo... Ouço em tudo teu nome, em tudo o leio:E, fatigado de calar teu nome,Quase o revelo no final de um verso. (Olavo Bilac) : 

Olha: não posso mais! Ando tão cheioDeste amor, que minh’alma se consomeDe te exaltar aos olhos do universo... Ouço em tudo teu nome, em tudo o leio:E, fatigado de calar teu nome,Quase o revelo no final de um verso. (Olavo Bilac)

Longe de tiXXXI Longe de ti, se escuto, porventura,Teu nome, que uma boca indiferenteEntre outros nomes de mulher murmura,Sobe-me o pranto aos olhos, de repente... Tal aquele, que, mísero, a torturaSofre de amargo exílio, e tristementeA linguagem natal, maviosa e pura,Ouve falada por estranha gente... : 

Longe de tiXXXI Longe de ti, se escuto, porventura,Teu nome, que uma boca indiferenteEntre outros nomes de mulher murmura,Sobe-me o pranto aos olhos, de repente... Tal aquele, que, mísero, a torturaSofre de amargo exílio, e tristementeA linguagem natal, maviosa e pura,Ouve falada por estranha gente...

Porque teu nome é para mim o nomeDe uma pátria distante e idolatrada,Cuja saudade ardente me consome: E ouvi-lo é ver a eterna primaveraE a eterna luz da terra abençoada,Onde, entre flores, teu amor me espera (Olavo Bilac) : 

Porque teu nome é para mim o nomeDe uma pátria distante e idolatrada,Cuja saudade ardente me consome: E ouvi-lo é ver a eterna primaveraE a eterna luz da terra abençoada,Onde, entre flores, teu amor me espera (Olavo Bilac)

Olavo BilacMais Que Um Príncipe:Um Rei... Na Arte De Conciliar As Palavras E A Emoção : 

Olavo BilacMais Que Um Príncipe:Um Rei... Na Arte De Conciliar As Palavras E A Emoção

Hino à Bandeira Nacional : 

Hino à Bandeira Nacional

Letra de Olavo Bilac : 

Letra de Olavo Bilac

Salve lindo pendão da esperança!Salve símbolo augusto da paz!Tua nobre presença à lembrançaA grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! : 

Salve lindo pendão da esperança!Salve símbolo augusto da paz!Tua nobre presença à lembrançaA grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratasEste céu de puríssimo azul,A verdura sem par destas matas,E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! : 

Em teu seio formoso retratasEste céu de puríssimo azul,A verdura sem par destas matas,E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado,Compreendemos o nosso dever,E o Brasil por seus filhos amado,Poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! : 

Contemplando o teu vulto sagrado,Compreendemos o nosso dever,E o Brasil por seus filhos amado,Poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,Nos momentos de festa ou de dor,Paira sempre, sagrada bandeiraPavilhão da justiça e do amor! Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! : 

Sobre a imensa Nação Brasileira,Nos momentos de festa ou de dor,Paira sempre, sagrada bandeiraPavilhão da justiça e do amor! Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil!

Por: Mayra Soares Da Silva Costa : 

Por: Mayra Soares Da Silva Costa

Fim : 

Fim

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