logging in or signing up Hino � Bandeira Nacional ssc_mayra Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 296 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: November 09, 2009 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: Olavo Bilac O Príncipe Dos Poetas “Há quem me julgue perdido,porque ando a ouvir estrelas. : “Há quem me julgue perdido,porque ando a ouvir estrelas. Só quem ama tem ouvido para ouvi-las e entende-las...” (Olavo Bilac) Slide 3: Soneto à Olavo Bilac “Príncipe dos Poetas” - o eterno eleito De todos foste, brasileiro e forte, A cantar, em gloriosa lira, o peito Em dores mil, sem que da dor suporte Os ferrões... E eu nada sou, que malfeito É-me o estilo, e de desprezível porte Ante o teu estilo, que, já sem jeito, Maldigo, do saber, minha pouca sorte Slide 4: De nunca achar em verso meu o estilo Mais justo para as mágoas que abrigo, E só compor-me verso como viste: Sem perícia; que me acho, ao redigi-lo, Pequeno ante as glórias que conseguiste, E grande ante as glórias que não consigo! (Aécio Cavalcante) Slide 5: A Sesta De Nero Fulge de luz banhado, esplêndido e suntuoso, O palácio imperial de pórfiro luzente É marmor da Lacônia. O teto caprichoso Mostra em prata incrustado, o nácar de Oriente. Nero no trono ebúrneo estende-se indolente Gemas em profusão no estágulo custoso De ouro bordado vêem-se. O olhar deslumbra, ardente Da púrpura da Trácia o brilho esplendoroso. Slide 6: Formosa ancila canta. A aurilavrada lira Em suas mãos soluça. Os ares perfumando, Arde a mirra da Arábia em recendente pira. Formas quebram, dançando, escravas em coréia. E Nero dorme e sonha, a fronte reclinando Nos alvos seios nus da lúbrica Pompéia. (Olavo Bilac) Slide 7: Olavo Bilac O Parnasiano Romântico Slide 8: “Quero um beijo sem fim, Que dure a vida inteira e aplaque o meu desejo! Ferve-me o sangue. Acalma-o com teu beijo, Beija-me assim! O ouvido fecha ao rumor Do mundo, e beija-me, querida! Vive só para mim, só para a minha vida, Só para o meu amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno) Slide 9: Um beijo Foste o beijo melhor da minha vida, Ou talvez o pior... Glória e tormento, Contigo à luz subi do firmamento, Contigo fui pela infernal descida! Morreste, e o meu desejo não te olvida: Queimas-me o sangue, enches-me o pensamento, E do teu gosto amargo me alimento, E rolo-te na boca malferida. Slide 10: Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo, Batismo e extrema-unção, naquele instante Por que, feliz, eu não morri contigo? Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto, Beijo divino! E anseio delirante, Na perpétua saudade de um minuto... (Olavo Bilac) "Flerte é um namoro inofensivo, sem conseqüências, : "Flerte é um namoro inofensivo, sem conseqüências, que não acaba nem na pretoria nem na Casa de Detenção." Slide 12: Criação Há no amor um momento de grandeza, Que é de inconsciência e de êxtase bendito: Os dois corpos são toda a Natureza, As duas almas são todo o Infinito. É um mistério de força e de surpresa! Estala o coração da terra aflito; Rasga-se em luz fecunda a esfera acesa, E de todos os astros rompe um grito. Slide 13: Deus transmite o seu hálito aos amantes: Cada beijo é a sanção dos Sete Dias, E a Gênese fulgura em cada abraço; Porque, entre as duas bocas soluçantes, Rola todo o Universo, em harmonias E em florificações, enchendo o espaço! (Olavo Bilac) Slide 14: Olavo Bilac O Grande Pensador Slide 15: O Tempo Sou o tempo que passa, que passa Sem princípio, sem fim, sem medida Vou levando a Ventura e a Desgraça, Vou levando as vaidades da Vida A correr, de segundo em segundo Vou formando os minutos que correm... Formo as horas que passam no mundo, Formo os anos que nascem e morrem. Slide 16: Ninguém pode evitar os meus danos... Vou correndo sereno e constante: Desse modo, de cem em cem anos, Formo um século e passo adiante. Trabalhai, porque a vida é pequena E não há para o tempo demora! Não gasteis os minutos sem pena! Não façais pouco caso das horas! (Olavo Bilac) Slide 17: "Saudades: presença dos ausentes." Velhas Árvores Olha estas velhas árvores, mais belasDo que as árvores moças, mais amigas,Tanto mais belas quanto mais antigas,Vencedoras da idade e das procelas... O homem, a fera e o inseto, à sombra delasVivem, livres da fome e de fadigas:E em seus galhos abrigam-se as cantigasE os amores das aves tagarelas. : Velhas Árvores Olha estas velhas árvores, mais belasDo que as árvores moças, mais amigas,Tanto mais belas quanto mais antigas,Vencedoras da idade e das procelas... O homem, a fera e o inseto, à sombra delasVivem, livres da fome e de fadigas:E em seus galhos abrigam-se as cantigasE os amores das aves tagarelas. Não choremos, amigo, a mocidade!Envelheçamos rindo. EnvelheçamosComo as árvores fortes envelhecem. Na glória de alegria e da bondade,Agasalhando os pássaros nos ramos,Dando sombra e consolo aos que padecem! (Olavo Bilac) : Não choremos, amigo, a mocidade!Envelheçamos rindo. EnvelheçamosComo as árvores fortes envelhecem. Na glória de alegria e da bondade,Agasalhando os pássaros nos ramos,Dando sombra e consolo aos que padecem! (Olavo Bilac) Slide 20: Sarças De Fogo (Nel Mezzo Del Camin) Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada E triste, e triste e fatigado eu vinha. Tinhas a alma de sonhos povoada, E a alma de sonhos povoada eu tinha... E paramos de súbito na estrada Da vida: longos anos, presa à minha A tua mão, a vista deslumbrada Tive da luz que teu olhar continha. Hoje, segues de novo... Na partidaNem o pranto os teus olhos umedece,Nem te comove a dor da despedida. E eu, solitário, volto a face, e tremo,Vendo o teu vulto que desapareceNa extrema curva do caminho extremo. (Olavo Bilac) : Hoje, segues de novo... Na partidaNem o pranto os teus olhos umedece,Nem te comove a dor da despedida. E eu, solitário, volto a face, e tremo,Vendo o teu vulto que desapareceNa extrema curva do caminho extremo. (Olavo Bilac) Slide 22: O Trabalho Tal como a chuva caída Fecunda a terra, no estio, Para fecundar a vida O trabalho se inventou. Feliz quem pode, orgulhoso, Dizer: “Nunca fui vadio: E, se hoje sou venturoso, Devo ao trabalho o que sou!” É preciso, desde a infância,Ir preparando o futuro;Para chegar à abundância,É preciso trabalhar. Não nasce a planta perfeita,Não nasce o fruto maduro;E, para ter a colheita,É preciso semear... (Olavo Bilac) : É preciso, desde a infância,Ir preparando o futuro;Para chegar à abundância,É preciso trabalhar. Não nasce a planta perfeita,Não nasce o fruto maduro;E, para ter a colheita,É preciso semear... (Olavo Bilac) Slide 24: Olavo Bilac Amante da Vida E da Natureza Slide 25: Última Flor Do Lácio Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela... Amo-te assim, desconhecida e obscura, Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela E o arrolo da saudade e da ternura! Amo o teu viço agreste e o teu aromaDe virgens selvas e de oceano largo!Amo-te, ó rude e doloroso idioma, Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"E em que Camões chorou, no exílio amargo,O gênio sem ventura e o amor sem brilho. (Olavo Bilac) : Amo o teu viço agreste e o teu aromaDe virgens selvas e de oceano largo!Amo-te, ó rude e doloroso idioma, Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"E em que Camões chorou, no exílio amargo,O gênio sem ventura e o amor sem brilho. (Olavo Bilac) “De arrebol a arrebol,Vão-se os dias sem conto! E as noites, como os dias,Sem conto vão-se, cálidas ou frias!Rutile o solEsplêndido e abrasador!No alto as estrelas coruscantes,Tauxiando os largos céus, brilhem como diamantes!Brilhe aqui dentro o amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno) : “De arrebol a arrebol,Vão-se os dias sem conto! E as noites, como os dias,Sem conto vão-se, cálidas ou frias!Rutile o solEsplêndido e abrasador!No alto as estrelas coruscantes,Tauxiando os largos céus, brilhem como diamantes!Brilhe aqui dentro o amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno) Slide 28: A Boneca Deixando a bola e a peteca, Com que inda há pouco brincavam, Por causa de uma boneca, Duas meninas brigavam. Dizia a primeira: "É minha!" — "É minha!" a outra gritava; E nenhuma se continha, Nem a boneca largava. Slide 29: Quem mais sofria (coitada!) Era a boneca. Já tinha Toda a roupa estraçalhada, E amarrotada a carinha. Tanto puxaram por ela, Que a pobre rasgou-se ao meio, Perdendo a estopa amarela Que lhe formava o recheio. Slide 30: E, ao fim de tanta fadiga, Voltando à bola e à peteca, Ambas, por causa da briga, Ficaram sem a boneca... (Olavo Bilac) Slide 31: Primavera Ah! Quem nos dera que isso, como outrora, Inda nos comovesse! Ah! Quem nos dera Que inda juntos pudéssemos agora Ver o desabrochar da primavera! Saíamos com os pássaros e a aurora, E, no chão, sobre os troncos cheios de hera, Sentavas-te sorrindo, de hora em hora: "Beijemo-nos! amemo-nos! espera!" Slide 32: E esse corpo de rosa recendia, E aos meus beijos de fogo palpitava, Alquebrado de amor e de cansaço... A alma da terra gorjeava e ria... Nascia a primavera... E eu te levava, Primavera de carne, pelo braço! (Olavo Bilac) Mocidade A Mocidade é como a Primavera!A alma, cheia de flores, resplandece,Crê no Bem, ama a vida, sonha e espera,E a desventura facilmente esquece. : Mocidade A Mocidade é como a Primavera!A alma, cheia de flores, resplandece,Crê no Bem, ama a vida, sonha e espera,E a desventura facilmente esquece. Slide 34: É a idade da força e da beleza:Olha o futuro, e inda não tem passado:E, encarando de frente a Natureza,Não tem receio do trabalho ousado. Ama a vigília, aborrecendo o sono;Tem projetos de glória, ama a Quimera;E ainda não dá frutos como o outono,Pois só dá flores como a Primavera! (Olavo Bilac) Slide 35: Via Láctea XIII Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso!” E vos direi, no entanto Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto... Slide 36: E conversamos toda a noite, enquanto A Via Láctea, como um pálio aberto, Cintila. E, ao vir o sol, saudoso e em pranto, Inda as procuro pelo céu deserto. Direis agora: "Tresloucado amigo! Que conversas com elas? Que sentido Tem o que dizem, quando estão contigo?" Slide 37: E eu vos direi: "Amai para entendê-las! Pois só quem ama pode ter ouvido Capaz de ouvir e de entender as estrelas.” (Olavo Bilac) Slide 38: Olavo Bilac Um sentimentalista nato Slide 39: Leio-te Leio-te: — o pranto dos meus olhos rola: — Do seu cabelo o delicado cheiro, Da sua voz o timbre prazenteiro, Tudo do livro sinto que se evola... Todo o nosso romance: - a doce esmola Do seu primeiro olhar, o seu primeiro Sorriso, - neste poema verdadeiro, Tudo ao meu triste olhar se desenrola. Sinto animar-se todo o meu passado: E quanto mais as páginas folheio, Mais vejo em tudo aquele vulto amado. Ouço junto de mim bater-lhe o seio, E cuido vê-la, plácida, a meu lado, Lendo comigo a página que leio. (Olavo Bilac) : Sinto animar-se todo o meu passado: E quanto mais as páginas folheio, Mais vejo em tudo aquele vulto amado. Ouço junto de mim bater-lhe o seio, E cuido vê-la, plácida, a meu lado, Lendo comigo a página que leio. (Olavo Bilac) “Beijemo-nos! Que o marNossos beijos ouvindo, em pasmo a voz levante!E cante o sol! A ave desperte e cante!Cante o luar,Cheio de um novo fulgor!Cante a amplidão! Cante a floresta!E a natureza toda, em delirante festa,Cante, cante este amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno) : “Beijemo-nos! Que o marNossos beijos ouvindo, em pasmo a voz levante!E cante o sol! A ave desperte e cante!Cante o luar,Cheio de um novo fulgor!Cante a amplidão! Cante a floresta!E a natureza toda, em delirante festa,Cante, cante este amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno) Ao coração que sofre Ao coração que sofre, separadoDo teu, no exílio em que a chorar me vejo,Não basta o afeto simples e sagradoCom que das desventuras me protejo. Não me basta saber que sou amado,Nem só desejo o teu amor: desejoTer nos braços teu corpo delicado,Ter na boca a doçura de teu beijo. : Ao coração que sofre Ao coração que sofre, separadoDo teu, no exílio em que a chorar me vejo,Não basta o afeto simples e sagradoCom que das desventuras me protejo. Não me basta saber que sou amado,Nem só desejo o teu amor: desejoTer nos braços teu corpo delicado,Ter na boca a doçura de teu beijo. E as justas ambições que me consomemNão me envergonham: pois maior baixezaNão há que a terra pelo céu trocar; E mais eleva o coração de um homemSer de homem sempre e, na maior pureza,Ficar na terra e humanamente amar (Olavo Bilac) : E as justas ambições que me consomemNão me envergonham: pois maior baixezaNão há que a terra pelo céu trocar; E mais eleva o coração de um homemSer de homem sempre e, na maior pureza,Ficar na terra e humanamente amar (Olavo Bilac) Deixa O Olhar Do Mundo Deixa que o olhar do mundo enfim devasseTeu grande amor que é teu maior segredo!Que terias perdido, se, mais cedo,Todo o afeto que sentes se mostrasse? Basta de enganos! Mostra-me sem medoAos homens, afrontando-os face a face:Quero que os homens todos, quando eu passe,Invejosos, apontem-me com o dedo. : Deixa O Olhar Do Mundo Deixa que o olhar do mundo enfim devasseTeu grande amor que é teu maior segredo!Que terias perdido, se, mais cedo,Todo o afeto que sentes se mostrasse? Basta de enganos! Mostra-me sem medoAos homens, afrontando-os face a face:Quero que os homens todos, quando eu passe,Invejosos, apontem-me com o dedo. Olha: não posso mais! Ando tão cheioDeste amor, que minh’alma se consomeDe te exaltar aos olhos do universo... Ouço em tudo teu nome, em tudo o leio:E, fatigado de calar teu nome,Quase o revelo no final de um verso. (Olavo Bilac) : Olha: não posso mais! Ando tão cheioDeste amor, que minh’alma se consomeDe te exaltar aos olhos do universo... Ouço em tudo teu nome, em tudo o leio:E, fatigado de calar teu nome,Quase o revelo no final de um verso. (Olavo Bilac) Longe de tiXXXI Longe de ti, se escuto, porventura,Teu nome, que uma boca indiferenteEntre outros nomes de mulher murmura,Sobe-me o pranto aos olhos, de repente... Tal aquele, que, mísero, a torturaSofre de amargo exílio, e tristementeA linguagem natal, maviosa e pura,Ouve falada por estranha gente... : Longe de tiXXXI Longe de ti, se escuto, porventura,Teu nome, que uma boca indiferenteEntre outros nomes de mulher murmura,Sobe-me o pranto aos olhos, de repente... Tal aquele, que, mísero, a torturaSofre de amargo exílio, e tristementeA linguagem natal, maviosa e pura,Ouve falada por estranha gente... Porque teu nome é para mim o nomeDe uma pátria distante e idolatrada,Cuja saudade ardente me consome: E ouvi-lo é ver a eterna primaveraE a eterna luz da terra abençoada,Onde, entre flores, teu amor me espera (Olavo Bilac) : Porque teu nome é para mim o nomeDe uma pátria distante e idolatrada,Cuja saudade ardente me consome: E ouvi-lo é ver a eterna primaveraE a eterna luz da terra abençoada,Onde, entre flores, teu amor me espera (Olavo Bilac) Olavo BilacMais Que Um Príncipe:Um Rei... Na Arte De Conciliar As Palavras E A Emoção : Olavo BilacMais Que Um Príncipe:Um Rei... Na Arte De Conciliar As Palavras E A Emoção Hino à Bandeira Nacional : Hino à Bandeira Nacional Letra de Olavo Bilac : Letra de Olavo Bilac Salve lindo pendão da esperança!Salve símbolo augusto da paz!Tua nobre presença à lembrançaA grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! : Salve lindo pendão da esperança!Salve símbolo augusto da paz!Tua nobre presença à lembrançaA grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! Em teu seio formoso retratasEste céu de puríssimo azul,A verdura sem par destas matas,E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! : Em teu seio formoso retratasEste céu de puríssimo azul,A verdura sem par destas matas,E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! Contemplando o teu vulto sagrado,Compreendemos o nosso dever,E o Brasil por seus filhos amado,Poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! : Contemplando o teu vulto sagrado,Compreendemos o nosso dever,E o Brasil por seus filhos amado,Poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! Sobre a imensa Nação Brasileira,Nos momentos de festa ou de dor,Paira sempre, sagrada bandeiraPavilhão da justiça e do amor! Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! : Sobre a imensa Nação Brasileira,Nos momentos de festa ou de dor,Paira sempre, sagrada bandeiraPavilhão da justiça e do amor! Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! Por: Mayra Soares Da Silva Costa : Por: Mayra Soares Da Silva Costa Fim : Fim You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
Hino � Bandeira Nacional ssc_mayra Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 296 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: November 09, 2009 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: Olavo Bilac O Príncipe Dos Poetas “Há quem me julgue perdido,porque ando a ouvir estrelas. : “Há quem me julgue perdido,porque ando a ouvir estrelas. Só quem ama tem ouvido para ouvi-las e entende-las...” (Olavo Bilac) Slide 3: Soneto à Olavo Bilac “Príncipe dos Poetas” - o eterno eleito De todos foste, brasileiro e forte, A cantar, em gloriosa lira, o peito Em dores mil, sem que da dor suporte Os ferrões... E eu nada sou, que malfeito É-me o estilo, e de desprezível porte Ante o teu estilo, que, já sem jeito, Maldigo, do saber, minha pouca sorte Slide 4: De nunca achar em verso meu o estilo Mais justo para as mágoas que abrigo, E só compor-me verso como viste: Sem perícia; que me acho, ao redigi-lo, Pequeno ante as glórias que conseguiste, E grande ante as glórias que não consigo! (Aécio Cavalcante) Slide 5: A Sesta De Nero Fulge de luz banhado, esplêndido e suntuoso, O palácio imperial de pórfiro luzente É marmor da Lacônia. O teto caprichoso Mostra em prata incrustado, o nácar de Oriente. Nero no trono ebúrneo estende-se indolente Gemas em profusão no estágulo custoso De ouro bordado vêem-se. O olhar deslumbra, ardente Da púrpura da Trácia o brilho esplendoroso. Slide 6: Formosa ancila canta. A aurilavrada lira Em suas mãos soluça. Os ares perfumando, Arde a mirra da Arábia em recendente pira. Formas quebram, dançando, escravas em coréia. E Nero dorme e sonha, a fronte reclinando Nos alvos seios nus da lúbrica Pompéia. (Olavo Bilac) Slide 7: Olavo Bilac O Parnasiano Romântico Slide 8: “Quero um beijo sem fim, Que dure a vida inteira e aplaque o meu desejo! Ferve-me o sangue. Acalma-o com teu beijo, Beija-me assim! O ouvido fecha ao rumor Do mundo, e beija-me, querida! Vive só para mim, só para a minha vida, Só para o meu amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno) Slide 9: Um beijo Foste o beijo melhor da minha vida, Ou talvez o pior... Glória e tormento, Contigo à luz subi do firmamento, Contigo fui pela infernal descida! Morreste, e o meu desejo não te olvida: Queimas-me o sangue, enches-me o pensamento, E do teu gosto amargo me alimento, E rolo-te na boca malferida. Slide 10: Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo, Batismo e extrema-unção, naquele instante Por que, feliz, eu não morri contigo? Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto, Beijo divino! E anseio delirante, Na perpétua saudade de um minuto... (Olavo Bilac) "Flerte é um namoro inofensivo, sem conseqüências, : "Flerte é um namoro inofensivo, sem conseqüências, que não acaba nem na pretoria nem na Casa de Detenção." Slide 12: Criação Há no amor um momento de grandeza, Que é de inconsciência e de êxtase bendito: Os dois corpos são toda a Natureza, As duas almas são todo o Infinito. É um mistério de força e de surpresa! Estala o coração da terra aflito; Rasga-se em luz fecunda a esfera acesa, E de todos os astros rompe um grito. Slide 13: Deus transmite o seu hálito aos amantes: Cada beijo é a sanção dos Sete Dias, E a Gênese fulgura em cada abraço; Porque, entre as duas bocas soluçantes, Rola todo o Universo, em harmonias E em florificações, enchendo o espaço! (Olavo Bilac) Slide 14: Olavo Bilac O Grande Pensador Slide 15: O Tempo Sou o tempo que passa, que passa Sem princípio, sem fim, sem medida Vou levando a Ventura e a Desgraça, Vou levando as vaidades da Vida A correr, de segundo em segundo Vou formando os minutos que correm... Formo as horas que passam no mundo, Formo os anos que nascem e morrem. Slide 16: Ninguém pode evitar os meus danos... Vou correndo sereno e constante: Desse modo, de cem em cem anos, Formo um século e passo adiante. Trabalhai, porque a vida é pequena E não há para o tempo demora! Não gasteis os minutos sem pena! Não façais pouco caso das horas! (Olavo Bilac) Slide 17: "Saudades: presença dos ausentes." Velhas Árvores Olha estas velhas árvores, mais belasDo que as árvores moças, mais amigas,Tanto mais belas quanto mais antigas,Vencedoras da idade e das procelas... O homem, a fera e o inseto, à sombra delasVivem, livres da fome e de fadigas:E em seus galhos abrigam-se as cantigasE os amores das aves tagarelas. : Velhas Árvores Olha estas velhas árvores, mais belasDo que as árvores moças, mais amigas,Tanto mais belas quanto mais antigas,Vencedoras da idade e das procelas... O homem, a fera e o inseto, à sombra delasVivem, livres da fome e de fadigas:E em seus galhos abrigam-se as cantigasE os amores das aves tagarelas. Não choremos, amigo, a mocidade!Envelheçamos rindo. EnvelheçamosComo as árvores fortes envelhecem. Na glória de alegria e da bondade,Agasalhando os pássaros nos ramos,Dando sombra e consolo aos que padecem! (Olavo Bilac) : Não choremos, amigo, a mocidade!Envelheçamos rindo. EnvelheçamosComo as árvores fortes envelhecem. Na glória de alegria e da bondade,Agasalhando os pássaros nos ramos,Dando sombra e consolo aos que padecem! (Olavo Bilac) Slide 20: Sarças De Fogo (Nel Mezzo Del Camin) Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada E triste, e triste e fatigado eu vinha. Tinhas a alma de sonhos povoada, E a alma de sonhos povoada eu tinha... E paramos de súbito na estrada Da vida: longos anos, presa à minha A tua mão, a vista deslumbrada Tive da luz que teu olhar continha. Hoje, segues de novo... Na partidaNem o pranto os teus olhos umedece,Nem te comove a dor da despedida. E eu, solitário, volto a face, e tremo,Vendo o teu vulto que desapareceNa extrema curva do caminho extremo. (Olavo Bilac) : Hoje, segues de novo... Na partidaNem o pranto os teus olhos umedece,Nem te comove a dor da despedida. E eu, solitário, volto a face, e tremo,Vendo o teu vulto que desapareceNa extrema curva do caminho extremo. (Olavo Bilac) Slide 22: O Trabalho Tal como a chuva caída Fecunda a terra, no estio, Para fecundar a vida O trabalho se inventou. Feliz quem pode, orgulhoso, Dizer: “Nunca fui vadio: E, se hoje sou venturoso, Devo ao trabalho o que sou!” É preciso, desde a infância,Ir preparando o futuro;Para chegar à abundância,É preciso trabalhar. Não nasce a planta perfeita,Não nasce o fruto maduro;E, para ter a colheita,É preciso semear... (Olavo Bilac) : É preciso, desde a infância,Ir preparando o futuro;Para chegar à abundância,É preciso trabalhar. Não nasce a planta perfeita,Não nasce o fruto maduro;E, para ter a colheita,É preciso semear... (Olavo Bilac) Slide 24: Olavo Bilac Amante da Vida E da Natureza Slide 25: Última Flor Do Lácio Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela... Amo-te assim, desconhecida e obscura, Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela E o arrolo da saudade e da ternura! Amo o teu viço agreste e o teu aromaDe virgens selvas e de oceano largo!Amo-te, ó rude e doloroso idioma, Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"E em que Camões chorou, no exílio amargo,O gênio sem ventura e o amor sem brilho. (Olavo Bilac) : Amo o teu viço agreste e o teu aromaDe virgens selvas e de oceano largo!Amo-te, ó rude e doloroso idioma, Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"E em que Camões chorou, no exílio amargo,O gênio sem ventura e o amor sem brilho. (Olavo Bilac) “De arrebol a arrebol,Vão-se os dias sem conto! E as noites, como os dias,Sem conto vão-se, cálidas ou frias!Rutile o solEsplêndido e abrasador!No alto as estrelas coruscantes,Tauxiando os largos céus, brilhem como diamantes!Brilhe aqui dentro o amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno) : “De arrebol a arrebol,Vão-se os dias sem conto! E as noites, como os dias,Sem conto vão-se, cálidas ou frias!Rutile o solEsplêndido e abrasador!No alto as estrelas coruscantes,Tauxiando os largos céus, brilhem como diamantes!Brilhe aqui dentro o amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno) Slide 28: A Boneca Deixando a bola e a peteca, Com que inda há pouco brincavam, Por causa de uma boneca, Duas meninas brigavam. Dizia a primeira: "É minha!" — "É minha!" a outra gritava; E nenhuma se continha, Nem a boneca largava. Slide 29: Quem mais sofria (coitada!) Era a boneca. Já tinha Toda a roupa estraçalhada, E amarrotada a carinha. Tanto puxaram por ela, Que a pobre rasgou-se ao meio, Perdendo a estopa amarela Que lhe formava o recheio. Slide 30: E, ao fim de tanta fadiga, Voltando à bola e à peteca, Ambas, por causa da briga, Ficaram sem a boneca... (Olavo Bilac) Slide 31: Primavera Ah! Quem nos dera que isso, como outrora, Inda nos comovesse! Ah! Quem nos dera Que inda juntos pudéssemos agora Ver o desabrochar da primavera! Saíamos com os pássaros e a aurora, E, no chão, sobre os troncos cheios de hera, Sentavas-te sorrindo, de hora em hora: "Beijemo-nos! amemo-nos! espera!" Slide 32: E esse corpo de rosa recendia, E aos meus beijos de fogo palpitava, Alquebrado de amor e de cansaço... A alma da terra gorjeava e ria... Nascia a primavera... E eu te levava, Primavera de carne, pelo braço! (Olavo Bilac) Mocidade A Mocidade é como a Primavera!A alma, cheia de flores, resplandece,Crê no Bem, ama a vida, sonha e espera,E a desventura facilmente esquece. : Mocidade A Mocidade é como a Primavera!A alma, cheia de flores, resplandece,Crê no Bem, ama a vida, sonha e espera,E a desventura facilmente esquece. Slide 34: É a idade da força e da beleza:Olha o futuro, e inda não tem passado:E, encarando de frente a Natureza,Não tem receio do trabalho ousado. Ama a vigília, aborrecendo o sono;Tem projetos de glória, ama a Quimera;E ainda não dá frutos como o outono,Pois só dá flores como a Primavera! (Olavo Bilac) Slide 35: Via Láctea XIII Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso!” E vos direi, no entanto Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto... Slide 36: E conversamos toda a noite, enquanto A Via Láctea, como um pálio aberto, Cintila. E, ao vir o sol, saudoso e em pranto, Inda as procuro pelo céu deserto. Direis agora: "Tresloucado amigo! Que conversas com elas? Que sentido Tem o que dizem, quando estão contigo?" Slide 37: E eu vos direi: "Amai para entendê-las! Pois só quem ama pode ter ouvido Capaz de ouvir e de entender as estrelas.” (Olavo Bilac) Slide 38: Olavo Bilac Um sentimentalista nato Slide 39: Leio-te Leio-te: — o pranto dos meus olhos rola: — Do seu cabelo o delicado cheiro, Da sua voz o timbre prazenteiro, Tudo do livro sinto que se evola... Todo o nosso romance: - a doce esmola Do seu primeiro olhar, o seu primeiro Sorriso, - neste poema verdadeiro, Tudo ao meu triste olhar se desenrola. Sinto animar-se todo o meu passado: E quanto mais as páginas folheio, Mais vejo em tudo aquele vulto amado. Ouço junto de mim bater-lhe o seio, E cuido vê-la, plácida, a meu lado, Lendo comigo a página que leio. (Olavo Bilac) : Sinto animar-se todo o meu passado: E quanto mais as páginas folheio, Mais vejo em tudo aquele vulto amado. Ouço junto de mim bater-lhe o seio, E cuido vê-la, plácida, a meu lado, Lendo comigo a página que leio. (Olavo Bilac) “Beijemo-nos! Que o marNossos beijos ouvindo, em pasmo a voz levante!E cante o sol! A ave desperte e cante!Cante o luar,Cheio de um novo fulgor!Cante a amplidão! Cante a floresta!E a natureza toda, em delirante festa,Cante, cante este amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno) : “Beijemo-nos! Que o marNossos beijos ouvindo, em pasmo a voz levante!E cante o sol! A ave desperte e cante!Cante o luar,Cheio de um novo fulgor!Cante a amplidão! Cante a floresta!E a natureza toda, em delirante festa,Cante, cante este amor!” (Olavo Bilac – Beijo Eterno) Ao coração que sofre Ao coração que sofre, separadoDo teu, no exílio em que a chorar me vejo,Não basta o afeto simples e sagradoCom que das desventuras me protejo. Não me basta saber que sou amado,Nem só desejo o teu amor: desejoTer nos braços teu corpo delicado,Ter na boca a doçura de teu beijo. : Ao coração que sofre Ao coração que sofre, separadoDo teu, no exílio em que a chorar me vejo,Não basta o afeto simples e sagradoCom que das desventuras me protejo. Não me basta saber que sou amado,Nem só desejo o teu amor: desejoTer nos braços teu corpo delicado,Ter na boca a doçura de teu beijo. E as justas ambições que me consomemNão me envergonham: pois maior baixezaNão há que a terra pelo céu trocar; E mais eleva o coração de um homemSer de homem sempre e, na maior pureza,Ficar na terra e humanamente amar (Olavo Bilac) : E as justas ambições que me consomemNão me envergonham: pois maior baixezaNão há que a terra pelo céu trocar; E mais eleva o coração de um homemSer de homem sempre e, na maior pureza,Ficar na terra e humanamente amar (Olavo Bilac) Deixa O Olhar Do Mundo Deixa que o olhar do mundo enfim devasseTeu grande amor que é teu maior segredo!Que terias perdido, se, mais cedo,Todo o afeto que sentes se mostrasse? Basta de enganos! Mostra-me sem medoAos homens, afrontando-os face a face:Quero que os homens todos, quando eu passe,Invejosos, apontem-me com o dedo. : Deixa O Olhar Do Mundo Deixa que o olhar do mundo enfim devasseTeu grande amor que é teu maior segredo!Que terias perdido, se, mais cedo,Todo o afeto que sentes se mostrasse? Basta de enganos! Mostra-me sem medoAos homens, afrontando-os face a face:Quero que os homens todos, quando eu passe,Invejosos, apontem-me com o dedo. Olha: não posso mais! Ando tão cheioDeste amor, que minh’alma se consomeDe te exaltar aos olhos do universo... Ouço em tudo teu nome, em tudo o leio:E, fatigado de calar teu nome,Quase o revelo no final de um verso. (Olavo Bilac) : Olha: não posso mais! Ando tão cheioDeste amor, que minh’alma se consomeDe te exaltar aos olhos do universo... Ouço em tudo teu nome, em tudo o leio:E, fatigado de calar teu nome,Quase o revelo no final de um verso. (Olavo Bilac) Longe de tiXXXI Longe de ti, se escuto, porventura,Teu nome, que uma boca indiferenteEntre outros nomes de mulher murmura,Sobe-me o pranto aos olhos, de repente... Tal aquele, que, mísero, a torturaSofre de amargo exílio, e tristementeA linguagem natal, maviosa e pura,Ouve falada por estranha gente... : Longe de tiXXXI Longe de ti, se escuto, porventura,Teu nome, que uma boca indiferenteEntre outros nomes de mulher murmura,Sobe-me o pranto aos olhos, de repente... Tal aquele, que, mísero, a torturaSofre de amargo exílio, e tristementeA linguagem natal, maviosa e pura,Ouve falada por estranha gente... Porque teu nome é para mim o nomeDe uma pátria distante e idolatrada,Cuja saudade ardente me consome: E ouvi-lo é ver a eterna primaveraE a eterna luz da terra abençoada,Onde, entre flores, teu amor me espera (Olavo Bilac) : Porque teu nome é para mim o nomeDe uma pátria distante e idolatrada,Cuja saudade ardente me consome: E ouvi-lo é ver a eterna primaveraE a eterna luz da terra abençoada,Onde, entre flores, teu amor me espera (Olavo Bilac) Olavo BilacMais Que Um Príncipe:Um Rei... Na Arte De Conciliar As Palavras E A Emoção : Olavo BilacMais Que Um Príncipe:Um Rei... Na Arte De Conciliar As Palavras E A Emoção Hino à Bandeira Nacional : Hino à Bandeira Nacional Letra de Olavo Bilac : Letra de Olavo Bilac Salve lindo pendão da esperança!Salve símbolo augusto da paz!Tua nobre presença à lembrançaA grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! : Salve lindo pendão da esperança!Salve símbolo augusto da paz!Tua nobre presença à lembrançaA grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! Em teu seio formoso retratasEste céu de puríssimo azul,A verdura sem par destas matas,E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! : Em teu seio formoso retratasEste céu de puríssimo azul,A verdura sem par destas matas,E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! Contemplando o teu vulto sagrado,Compreendemos o nosso dever,E o Brasil por seus filhos amado,Poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! : Contemplando o teu vulto sagrado,Compreendemos o nosso dever,E o Brasil por seus filhos amado,Poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! Sobre a imensa Nação Brasileira,Nos momentos de festa ou de dor,Paira sempre, sagrada bandeiraPavilhão da justiça e do amor! Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! : Sobre a imensa Nação Brasileira,Nos momentos de festa ou de dor,Paira sempre, sagrada bandeiraPavilhão da justiça e do amor! Recebe o afeto que se encerraEm nosso peito juvenil,Querido símbolo da terra,Da amada terra do Brasil! Por: Mayra Soares Da Silva Costa : Por: Mayra Soares Da Silva Costa Fim : Fim