CRISE NO MUNDO DO FUTEBOL

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CRISE NO MUNDO DO FUTEBOL : 

CRISE NO MUNDO DO FUTEBOL Carlos Augusto Felipe Ferraz Alexandre Barbosa 80m

Reflexos da crise financeira : 

Reflexos da crise financeira A crise econômica, que tem movimentado os mercados financeiros de todo o mundo, também poderá ter reflexos no futebol brasileiro. Por conta da turbulência na economia, os clubes do Brasil devem deixar temporariamente de negociar seus atletas com outros países devido à escassez de dinheiro e crédito no mercado internacional. "O impacto que o Brasil poderá sofrer virá em cascata. O poder de pagamento dos clubes europeus vai diminuir muito", afirma Edison Ryu Ishikura, da Casual Auditores Independentes. Vários times europeus são patrocinados por bancos privados e seguradoras, que vêm sendo os principais alvos da atual crise de liquidez. Além disso, algumas multinacionais de grande porte estão repensando os seus investimentos para os próximos anos, o que pode afetar a receita de patrocínio destinada ao esporte. Dólar - Além da falta de liquidez, os clubes brasileiros também poderão ser prejudicados pela alta do dólar. "Quem vai sofrer muito são os clubes atrelados aos investidores", garante o superintendente de futebol do São Paulo, Marco Aurélio Cunha. O impacto do aumento da moeda norte-americana deve ser sentido no início do próximo ano, já que a janela de negociação reabre em janeiro de 2009. Até lá, porém, a expectativa é que o dólar retorne ao patamar próximo de R$ 1,60.

“O que os clubes pensam sobre o assunto” : 

“O que os clubes pensam sobre o assunto” Com a crise financeira mundial, o futebol troca linha de impedimento por linha de crédito; acréscimos por juros, ousadia por cautela... Ainda não se caracteriza um nó tático da recessão, mas os clubes brasileiros vivem sob estado de tensão provocado pela quebradeira dos bancos internacionais, o sobe-e-desce das bolsas e as altas do dólar e do euro. Até "milionários" clubes europeus estão a perigo. Casos de Roma e Manchester United. No Brasil, efeito imediato, os salários já andam em atraso por falta de crédito bancário - os juros são maiores -, há sérios riscos de redução dos investimentos, indefinição quanto à exportação de talentos, receio na queda de bilheteria... Panorama que o Jogo Extra mostra com a série "A crise invade a área". - Não há ilha de tranqüilidade na economia. É de se supor que os patrocinadores sofram. Nós já sofremos impacto. Tínhamos operação em curso que foi freada, atrasando salários e outras obrigações - reconhece o vice-presidente de finanças do Vasco, José Hamílton Mandarino. Por falta de crédito, Botafogo e Flamengo estão com a folha salarial atrasada. O Fluminense vê sua tentativa de antecipar receita interrompida. Com a escassez do dinheiro, os bancos recusam-se a liberar e os empréstimos já sofrem com a alta dos juros. Os investimentos de marketing serão reavaliados. O São Paulo, por exemplo, planejava saltar de R$ 16 milhões para R$ 30 milhões seu contrato com a LG. Está mais difícil conseguir tal reajuste. Com dois patrocínios a vencer no dia 31 de dezembro - Puma e Tenda -, o presidente do Cruzeiro, Alvimar Perrela, admite que a crise rima com perda. - Entre abril e maio, eu tinha vários interessados de forma concreta (patrocínio). Será que está assim ainda? Os valores não serão mais o que pretendemos - confessa Perrela.

Outros esportes também são afetados : 

Outros esportes também são afetados crise mundial financeira não poupa sequer o cenário esportivo. Tida como uma das ligas mais bem sucedidas, a NBA , de basquete norte-americano, já se prepara para os problemas que encontrará nas duas próximas temporadas. O comissário da NBA, David Stern, no comando desde 1984 e um dos principais responsáveis pela expansão e sucesso da liga, declarou que cerca de 9% do quadro de funcionários será cortado até o final deste ano. A intenção é manter o balanço fiscal sem comprometer o desempenho dos escritórios responsáveis pela realização da competição, que reúne 30 franquias; A direção da NBA, juntamente com os representantes das equipes, anunciaram, no começo deste mês, cortes nos preços de até 50% - para planos de temporada - dos ingressos para evitar maiores perdas. O Comissário da liga, David Stern, disse que o futuro é incerto para fazer quaisquer projeções "Eu acredito que, quando começar a temporada, nós estaremos com preços bem mais baixos para os jogos, o que vai aumentar na renovação de planos, mas eu não posso dizer com certeza se seremos muito afetados. Mesmo assim, não acho que sofreremos um grande impacto, mas vamos ser atingidos, sim", comentou Apesar das medidas, oito clubes serão muito afetados pela crise: Memphis Grizzlies, Charlotte Bobcats, Portland Trail Blazers, Minnesota Timberwolves, Indiana Pacers, Utah Jazz, Milwaukee Bucks e New Orleans Hornets.

Conclusão : 

Conclusão Nós fizemos o trabalho sobre esse assunto para interar as pessoas sobre um tema que afeta o mundo do esporte atualmente.

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