limite

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Limites, sim ou não : 

Limites, sim ou não Antigamente , ninguém discutia o assunto. Criança não sabia e, portanto precisava aprender e os adultos tinham que ensinar. Exemplos: Se o menino fazia algo errado, respondia mal a vovó, agredia um coleguinha ou não queria fazer o “dever de casa” os pais não tinham dúvidas – agiam, corrigiam “castigavam” muitos até batiam e as professoras usavam palmatórias. Limites, sim ou não

Slide 3: 

Limites, sim ou não Atualmente , tanto no campo das relações humanas como no da educação as pessoas mudaram, aprenderam a respeitar as crianças, entendendo que elas têm, sim querer, como: gostos, aptidões próprias e até indisposições passageiras, como nós adultos.

Limites, sim ou não : 

Limites, sim ou não Muita coisa melhorou para as crianças e para os adultos também. O poder absoluto dos pais sobre os filhos foi substituído por uma relação democrática, tornando assim o relacionamento entre pais e filhos mais autêntico e menos autoritário. Limites, sim ou não

Limites, sim ou não : 

Limites, sim ou não É possível ser um pai moderno , sem perder a autoridade, sem deixar que os filhos cresçam sem limites e sem capacidade de compreender e enxergar o outro. É fundamental os pais acreditarem que dar limites é importante, é iniciar o processo de compreensão e apreensão do outro. Limites, sim ou não

Limites, sim ou não : 

Limites, sim ou não Os pais querem muito verem os filhos crescendo rumo a felicidade, por isso é necessário ajudá-los. Porque ninguém, ao vir ao mundo, sabe o que é certo e o que é errado. Limites, sim ou não

Slide 7: 

Ensinar aos filhos que os direitos são iguais para todos e que existem outras pessoas no mundo. Fazer a criança compreender que seus direitos acabam onde começam os direitos dos outros. Dizer “sim” sempre que possível e “não” sempre que necessário, só dizer “não” aos filhos quando houver uma razão concreta. Ensinar a tolerar pequenas frustrações no presente para que, no futuro, os problemas da vida possam ser superados com equilíbrio e maturidade. Dar limites é ...

Slide 8: 

Dar limites não é ... Bater nos filhos para que eles se comportem. Fazer só o que o pai ou a mãe, querem ou até estão com vontade de fazer. Ser autoritário ou provocar traumas emocionais. Deixar de explicar o “porquê” das coisas, apenas impondo a “lei do mais forte”. Gritar com as crianças para ser atendido. Invadir a privacidade a que todo ser humano tem direito.

Slide 9: 

O que pode acontecer quando não se dá limite A criança que não aprende a ter limites para o seu querer, para os seus desejos e vontades, tende a desenvolver um quadro de dificuldades. Exemplos: Descontrole emocional, histeria e raiva. Dificuldade crescente de aceitação de limites. Distúrbios de conduta, desrespeito aos pais, colegas e autoridades, incapacidade de concentração, dificuldade para concluir tarefas, excitabilidade baixo rendimento.

O que pode acontecer quando não se dá limite : 

O que pode acontecer quando não se dá limite Agressões físicas se contrariado, descontrole, problemas de conduta, problemas psiquiátricos nos casos em que há predisposição. O que pode acontecer quando não se dá limite

Slide 11: 

Por que não bater Porque bater nada tem a ver com ensinar a ter limites, na verdade , são atitudes até opostas. Quem bate dá uma aula de falta de limites próprios e de covardia. Existem formas mais eficientes e humanas de manter a disciplina, com mensagens bem mais positivas do que agressão física. Com o tempo a palmadinha leve no bumbum deixa de surgir efeito, se transformando em palmadas cada vez mais fortes e depois em verdadeiras surras.

Por que não bater : 

Por que não bater A criança deixa de fazer certas coisas por medo de apanhar , a criança não aprende verdadeiramente. Bater não resolve os problemas da relação. Apenas encobre os conflitos e, ainda assim, por pouco tempo. Depois que os pais se acalmam, sentem-se culpados e tendem a “afrouxar” de novo os limites , para aplacar a sensação aflitiva de culpa, perpetuando a situação de conflitos. Por que não bater

Slide 13: 

A perda de interesse pela atividade que estava desenvolvendo no momento em que apanhou. Que o comportamento agressivo é válido. Que a agressão física é uma atitude normal e praticável (afinal se papai e mamãe estão fazendo...). O que a palmada realmente ensina é...

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Mas como disciplinar sem bater? Premiando ou recompensando o bom comportamento. Entendendo que premiar não é obrigatoriamente “dar coisas materiais”. Fazendo com que a criança assuma as consequências dos seus atos (positivos ou negativos).

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Como fazer os filhos assumirem as consequências de seus atos Usando prêmios ou recompensas. Lembrando que premiar é sempre melhor do que castigar. Acreditando que responsabilização (ou consequência) pode ser necessária algumas vezes. Cumprindo e fazendo cumprir as regras.

Slide 16: 

Como fazer os filhos assumirem as consequências de seus atos Lembrando que prêmios e recompensas podem não ser coisas materiais - abraço de corpo e alma, beijo estalado, elogio verbal, simples e direto, um bilhetinho afetuoso, com elogios relacionados ao fato.

Slide 17: 

Prêmios que agradam muito, sempre Almoçar num restaurante no domingo e deixar que o premiado escolha o local. Fazer companhia a ele no fim de semana, num programa que ele escolha.

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Prêmios que podem ser usados apenas eventualmente Poder ficar mais tempo brincando com os amiguinhos. Um cd que a criança queria muito. Evite dar dinheiro ou presentes caros como prêmios por bom comportamento.

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Tenha sempre em mente Coerência, segurança, justiça e igualdade são imprescindíveis. Toda consequência ou responsabilização deve ser adequada, para pequenos deslizes, pequenas consequências, para atos mais graves, consequências mais sérias. Premiar atitudes positivas é tão importantes quanto não deixar de corrigir os erros.

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Como não perder a autoridade ao disciplinar Cumpra o que disse (seja prêmio ou consequência). Seja coerente. Faça com seus filhos gradualmente assumam responsabilidades. Cuidado com o que você diz e com o modo como diz.

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A medida que passam os anos a criança apresenta novas necessidades É fundamental distinguir entre necessidades e desejos. Necessidades é algo inevitável, algo que, se não atendido, pode levar o indivíduo a ter problemas no seu desenvolvimento, seja físico, intelectual ou emocional. Desejo é a vontade de possuir algo, de realizar algo, que pode não ser importante para o desenvolvimento. Está vinculado ao prazer.

Slide 22: 

Entre 1 a 4 anos Necessidades: Receber cuidados, proteção e segurança. Ser apreciada, aceita e fazer parte do grupo. Aos 2-3 anos ter oportunidade de brincar e aprender a cuidar de si mesma ( vestir-se e usar o banheiro).

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Façam com que as coisas permaneçam positivas – diga “não” e em seguida, o que ela deve fazer. Não esqueça de premiar o bom comportamento. Não esqueça de agir imediatamente em seguida ao mau comportamento. Entre 1 a 4 anos

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Ignore um mau comportamento que não esteja prejudicando ninguém, quando a criança é pequena. Se criança tentar agredi-la fisicamente, chutar ou jogar coisas – simplesmente impeça com firmeza, porém sem machucá-la. Entre 1 a 4 anos

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Entre 5 e 7 anos Necessidades: Conversar com os pais sobre o que pensa e sente. Comunicar com os pais e ser ouvida. Compreender normas e valores. Carinho: é muito afetiva nessa idade. Dormir cerca de 11 horas por noite. Muita atividade física.

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Tenha normas justa e coerentes de disciplinas, pois têm muito mais chances de serem cumpridas e não despertam revoltas. Enuncie as normas especificamente e com clareza. Explique o “porquê ” de determinada regra. Premie a boa conduta e suspenda prêmios quando surgir má conduta. Entre 5 e 7 anos

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Necessidades: Grande atividade física. Sentir-se parte da família, tendo algumas tarefas domésticas sob sua responsabilidade. Maior independência. Relacionar com os pais harmoniosamente. Entre 08 e 11 anos

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Necessário estabelecer períodos de repouso ou atividades mais sossegadas. Acostume seus filhos a dizerem onde estarão e com quem. Tenha sempre um tempinho diário para conversar com seu filho. Entre 08 e 11 anos

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Entre 08 e 11 anos Alerte sobre a possibilidade de oferecerem drogas. Dê a seu filho a segurança de que, ao dizer “não” ele não perderá o amigo. Deixe muito claro que ele deve recusar sempre. Fale claramente com seu filho a questão da dependência.

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Atenção com o que está ocorrendo na vida dos seus filhos – não confunda respeito com falta de supervisão. Supervisione a higiene pessoal . Reforce os valores éticos – oriente-os quanto a competição sadia e honesta. Entre 08 e 11 anos

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Na adolescência Necessidades: Amor, afeto e segurança. Ambiente familiar tranquilo, que dê suporte às frequentes crises de insegurança e identidade. Privacidade e respeito e ter valores éticos.

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Os itens anteriormente definidos são válidos também na adolescência, com algumas características especiais: Premie e recompense a conduta adequada – dê sempre oportunidade para que discutam e expressem suas opiniões e troquem idéias. Na adolescência

Slide 33: 

Responsabilize-os por atos inadequados. Dê afeto – mesmo que eles demonstrem não querer ou exibam até mesmo certa aversão ao contato físico com os pais, não acreditem. Eles precisam muito de amor. Na adolescência

Slide 34: 

Tenha compreensão – é muito importante que os pais tenham muita clareza sobre as características normais da idade, para aceitar melhor certas posturas que, de primeira vista pode parecer total desafio. Compreender as características ajuda o adequado estabelecimento de limites. Na adolescência

Slide 35: 

Seja coerente quanto às normas de disciplina – lembre-se de que as melhores normas são aquelas passíveis de serem cumpridas. Estimule positivamente, buscando diminuir a insegurança e a baixa auto-estima natural da idade. Ressalte as vitórias, escolares, esportivas e sociais. Na adolescência

Slide 36: 

Busque oportunidade de diálogo sempre – vá direto ao ponto, sem rodeios, mas fale com suavidade e docemente, embora com firmeza. Seja verdadeiro – faça com que se habitue a buscar a verdade com voce, não em outras fontes. Na adolescência

Slide 37: 

Não aceite que saiam sem dizer onde estarão e com quem. Aceite e estimule a necessidade de expressarem independência-não os impeçam de caminhar com segurança e coragem nessa direção. Na adolescência

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Tudo isso posto... Lembre-se de que, quando necessário, embora com autoridade e não autoritariamente, a última palavra para os filhos, será a dos pais.

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É importante que os filhos saibam que: Embora, pratiquem a democracia no lar; Que respeitem suas opiniões, sua personalidade; Que instituem o diálogo como marca maior na família; Que haja respeito e harmonia que possível. Tudo isso posto...

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Limites dos pais Para dar limites os pais têm, também eles, que dar limites – ninguém pode dar o que não tem, não é mesmo? Especialmente ao usar seus direitos, não esqueça dos direitos dos filhos. Amor – segurança – respeito – igualdade de tratamento – justiça e disponibilidade de tempo dos pais.

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Portanto, a última palavra será dos pais,até que eles sejam adultos independentes. Sem autoritarismo e nada de violência ou desrespeito.

Slide 42: 

Obrigada pela atenção. Palestrante: Rosimary da Silva (psicóloga)

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