Azul do vento

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Category: Entertainment
     
 

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Esta apresentação é um pequeno tributo ao eterno Mario Quintana.

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“Tu quiseste dizer a Verdade e disseste a Beleza! E choraste.”

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“Mas os anjos sorriram-te...

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“A Beleza é a forma angélica da Verdade.”

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Mario Quintana tinha um carinho especial pelas crianças, tendo dedicado a elas alguns de seus livros, como ‘Pé de Pilão’ e ‘O Batalhão das Letras’.

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“Ah, sim. Sempre terá, pois é um amor bem correspondido.”

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“Um dos momentos gratificantes da minha vida aconteceu quando eu estava no Ponto do Café, e uma guriazinha atravessou a rua só para falar comigo.”

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“Eu perguntei: ‘Queres um sorvete?’ Ela me respondeu: ‘Não, vim até aqui só para te dar um oizinho’.” “Senti-me premiado.”

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“Elas são absolutamente sinceras. Essa sinceridade deixa de existir quando entram na idade da diplomacia; a idade adulta.”

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“Isto acontece em virtude de o adulto dirigir sua educação. Os professores e os pais, em vez de adultificá-las, as adulteram.”

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Num de seus poemas, Quintana recorda sua própria infância.

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Num de seus poemas, Quintana recorda sua própria infância. “Oh! aquele menininho que dizia “Fessora, eu posso ir lá fora?” mas apenas ficava um momento bebendo o vento azul...”

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mas apenas ficava um momento bebendo o vento azul...”

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“Agora não preciso pedir licença a ninguém. Mesmo porque não existe paisagem lá fora: somente cimento.”

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“O vento não mais me fareja a face como um cão amigo...

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Foto de Quintana, ainda menino Estamos no início do século XX. O que o Destino reservará para o menininho que sai da sala de aula somente para matar a sede de ‘azul do vento’?...

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Sorte nossa ter ele seguido fiel pelos anos futuros ao seu gênio poético, à sua vocação lírica, e nos deixado um inestimável legado.

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Sem a obra de Quintana, nosso mundo certamente estaria um pouco menos belo.

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“Ah, aquela confiança que tem uma criança rezando... Inocente confiança. Alegria...”

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“Quem de nós reza com alegria? Parece que só existe mesmo o Deus das crianças...

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“O Profeta diz a todos: ‘eu vos trago a verdade’, Mario Quintana enquanto o poeta, mais humildemente, se limita a dizer a cada um: ‘eu te trago a minha verdade.’”

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‘eu te trago a minha verdade.’” “Um poema que não te ajude a viver e não saiba preparar-te para a morte não tem sentido:

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“No dia em que estiveres muito cheio de incomodações, imagina que morreste anteontem...”

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“A vida é um incêndio: nela dançamos, salamandras mágicas...”

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Tema musical: Chopin, Les Silfides (versão new age) Formatação: um_peregrino@hotmail.com

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“...Um dia, nós criaremos asas, Mario Quintana E andaremos no ar como se anda na terra.”