Arquivo Secreto

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Added: October 10, 2008 This Presentation is Public 
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ARQUIVO SECRETO :ARQUIVO SECRETO


No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala. NĂŁo existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartĂ”es. Aqueles cartĂ”es que existem em bibliotecas pĂșblicas, de arquivo de livros, etc. :No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala. NĂŁo existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartĂ”es. Aqueles cartĂ”es que existem em bibliotecas pĂșblicas, de arquivo de livros, etc.


Mas estes arquivos, alĂ©m de irem do chĂŁo ao teto, pareciam nĂŁo ter fim e tinham tambĂ©m tĂ­tulos bem diferentes. Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro tĂ­tulo a me chamar atenção foi “Garotas de quem eu gostei”. :Mas estes arquivos, alĂ©m de irem do chĂŁo ao teto, pareciam nĂŁo ter fim e tinham tambĂ©m tĂ­tulos bem diferentes. Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro tĂ­tulo a me chamar atenção foi “Garotas de quem eu gostei”.


Abri-o e comecei a ver os cartÔes um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos. De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava. Esta sala sem vida, era, na realidade, o catålogo da minha vida. :Abri-o e comecei a ver os cartÔes um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos. De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava. Esta sala sem vida, era, na realidade, o catålogo da minha vida.


Aqui estava tudo organizado por açÔes, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente nĂŁo podia acompanhar. Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteĂșdo. :Aqui estava tudo organizado por açÔes, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente nĂŁo podia acompanhar. Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteĂșdo.


Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memĂłrias. Outras me traziam vergonha, tĂŁo grande que olhei por detrĂĄs de mim para ver se havia alguĂ©m me espiando. O arquivo intitulado “Amigos” estava ao lado do arquivo “Amigos que traí”. :Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memĂłrias. Outras me traziam vergonha, tĂŁo grande que olhei por detrĂĄs de mim para ver se havia alguĂ©m me espiando. O arquivo intitulado “Amigos” estava ao lado do arquivo “Amigos que traí”.


Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura: “Livros que li”, “Mentiras que contei”, “Conselhos que dei”, “Piadas das quais ri”. Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão: “Coisas que gritei aos meus irmãos”. :Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura: “Livros que li”, “Mentiras que contei”, “Conselhos que dei”, “Piadas das quais ri”. Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão: “Coisas que gritei aos meus irmãos”.


Em outros nĂŁo havia a menor graça: “Coisas que fiz quando estava com raiva”, “Palavras que proferi contra meus pais por trĂĄs deles”. Eu nĂŁo parava de me surpreender com cada conteĂșdo que se apresentava. Alguns arquivos tinham normalmente mais cartĂ”es do que eu esperava. :Em outros nĂŁo havia a menor graça: “Coisas que fiz quando estava com raiva”, “Palavras que proferi contra meus pais por trĂĄs deles”. Eu nĂŁo parava de me surpreender com cada conteĂșdo que se apresentava. Alguns arquivos tinham normalmente mais cartĂ”es do que eu esperava.


E outras vezes, menos do que eu sonhava. Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida. Como eu pude ter tido o tempo necessårio para escrever esses milhÔes e milhÔes de cartÔes, cada um em sua exatidão?!? :E outras vezes, menos do que eu sonhava. Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida. Como eu pude ter tido o tempo necessårio para escrever esses milhÔes e milhÔes de cartÔes, cada um em sua exatidão?!?


Mas cada cartĂŁo confirmava uma verdade. Cada um deles eu havia escrito com meu prĂłprio punho e constava a minha assinatura em todos. Quando puxei o arquivo “MĂșsicas que escutei”, vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteĂșdo. :Mas cada cartĂŁo confirmava uma verdade. Cada um deles eu havia escrito com meu prĂłprio punho e constava a minha assinatura em todos. Quando puxei o arquivo “MĂșsicas que escutei”, vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteĂșdo.


Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechĂĄ-lo envergonhado. NĂŁo somente pela qualidade depravada das mĂșsicas, mas tambĂ©m pelo vasto tempo perdido que todo aquele arquivo representava. :Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechĂĄ-lo envergonhado. NĂŁo somente pela qualidade depravada das mĂșsicas, mas tambĂ©m pelo vasto tempo perdido que todo aquele arquivo representava.


Cheguei entĂŁo num arquivo intitulado “Pensamentos sensuais”. Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo. Abri a gaveta somente um pouquinho, pois nĂŁo estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartĂ”es. Fiquei todo arrepiado com o conteĂșdo. :Cheguei entĂŁo num arquivo intitulado “Pensamentos sensuais”. Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo. Abri a gaveta somente um pouquinho, pois nĂŁo estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartĂ”es. Fiquei todo arrepiado com o conteĂșdo.


Senti-me mal em saber que este momento havia sido gravado. Uma raiva animal tomou posse de mim. Um pensamento tomou conta de mim: “NinguĂ©m deve saber da existĂȘncia desses cartĂ”es! NinguĂ©m deve entrar nesta sala! Tenho que destruir tudo!” :Senti-me mal em saber que este momento havia sido gravado. Uma raiva animal tomou posse de mim. Um pensamento tomou conta de mim: “NinguĂ©m deve saber da existĂȘncia desses cartĂ”es! NinguĂ©m deve entrar nesta sala! Tenho que destruir tudo!”


Em frenĂ©ticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteĂșdo infinito. O tamanho do arquivo nĂŁo importava. Nem o tempo que eu levaria para destrui-lo. :Em frenĂ©ticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteĂșdo infinito. O tamanho do arquivo nĂŁo importava. Nem o tempo que eu levaria para destrui-lo.


Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartÔes estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartÔes para rasgå-los. Não consegui. Peguei um. Era duro como aço quando tentei rasgå-lo. :Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartÔes estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartÔes para rasgå-los. Não consegui. Peguei um. Era duro como aço quando tentei rasgå-lo.


Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim. Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado. A argolinha pra puxar brilhando de limpa debaixo do título “Pessoas com quem falei de Cristo.” :Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim. Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado. A argolinha pra puxar brilhando de limpa debaixo do título “Pessoas com quem falei de Cristo.”


Puxei o arquivo - 5 centímetros de comprimento. Eu podia conter os cartÔezinhos em minha mão. Aí, então, as lågrimas vieram. Comecei a chorar. Soluços tão profundos que machucavam meu estÎmago e me faziam tremer todo. Caí de joelhos e chorei mais e mais. :Puxei o arquivo - 5 centímetros de comprimento. Eu podia conter os cartÔezinhos em minha mão. Aí, então, as lågrimas vieram. Comecei a chorar. Soluços tão profundos que machucavam meu estÎmago e me faziam tremer todo. Caí de joelhos e chorei mais e mais.


Chorei de vergonha, de pura vergonha. A infinita parede de arquivos, jĂĄ embaçada pelas minhas lĂĄgrimas olhava de volta para mim, imĂłvel, insensĂ­vel. Pensei: “NinguĂ©m pode entrar aqui. Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave.” :Chorei de vergonha, de pura vergonha. A infinita parede de arquivos, jĂĄ embaçada pelas minhas lĂĄgrimas olhava de volta para mim, imĂłvel, insensĂ­vel. Pensei: “NinguĂ©m pode entrar aqui. Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave.”


Quando enxugava as lĂĄgrimas eu O vi. NĂŁo! Ele nĂŁo! NĂŁo aqui! Todo mundo, menos Jesus! Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abri-las, uma por uma, lendo os seus conteĂșdos. :Quando enxugava as lĂĄgrimas eu O vi. NĂŁo! Ele nĂŁo! NĂŁo aqui! Todo mundo, menos Jesus! Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abri-las, uma por uma, lendo os seus conteĂșdos.


Eu não podia ver a Sua reação. Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via um tristeza bem mais profunda do que a minha. E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos. E Ele tinha que ler cartão por cartão? :Eu não podia ver a Sua reação. Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via um tristeza bem mais profunda do que a minha. E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos. E Ele tinha que ler cartão por cartão?


Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava. Olhou-me com dó em Seus olhos. Não havia nenhuma raiva. Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos. Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada. :Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava. Olhou-me com dó em Seus olhos. Não havia nenhuma raiva. Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos. Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada.


Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas! Mas não abriu a boca. Simplesmente chorou comigo. Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos. Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome. :Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas! Mas não abriu a boca. Simplesmente chorou comigo. Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos. Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome.


E assim começou a fazer com todos os cartĂ”es. Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei “NĂŁo!” bem alto, correndo em Sua direção. Tudo o que eu podia dizer era: “NĂŁo!” “NĂŁo!”. Seu nome nĂŁo deveria estar nestes cartĂ”es. Mas ali estava, escrito num vermelho tĂŁo rico, tĂŁo escuro e tĂŁo vĂ­vido. :E assim começou a fazer com todos os cartĂ”es. Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei “NĂŁo!” bem alto, correndo em Sua direção. Tudo o que eu podia dizer era: “NĂŁo!” “NĂŁo!”. Seu nome nĂŁo deveria estar nestes cartĂ”es. Mas ali estava, escrito num vermelho tĂŁo rico, tĂŁo escuro e tĂŁo vĂ­vido.


O nome de Jesus cobriu o meu. Estava escrito com Seu próprio sangue. Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartÔes tão depressa, pois quando me dei conta, Ele jå estava ao meu lado. :O nome de Jesus cobriu o meu. Estava escrito com Seu próprio sangue. Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartÔes tão depressa, pois quando me dei conta, Ele jå estava ao meu lado.


Colocou a mĂŁo no meu ombro e disse: “EstĂĄ consumado.” Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala. NĂŁo existia fechadura na porta, e ainda existem muitos cartĂ”es a serem escritos... :Colocou a mĂŁo no meu ombro e disse: “EstĂĄ consumado.” Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala. NĂŁo existia fechadura na porta, e ainda existem muitos cartĂ”es a serem escritos...


“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigĂȘnito, para que todo aquele que nele crĂȘ nĂŁo pereça, mas tenha a vida eterna.Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, nĂŁo para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” JoĂŁo 3.16-17 :“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigĂȘnito, para que todo aquele que nele crĂȘ nĂŁo pereça, mas tenha a vida eterna.Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, nĂŁo para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” JoĂŁo 3.16-17


Se vocĂȘ se sente da mesma maneira, busque a Jesus Cristo ainda hoje!Envie este mensagem para quantas pessoas puder, para que o amor de Cristo possa tocar em suas vidas.Enquanto ainda Ă© tempo!Meu arquivo “Pessoas com quem falei de Cristo” estĂĄ um pouquinho maior agora.E o seu? :Se vocĂȘ se sente da mesma maneira, busque a Jesus Cristo ainda hoje!Envie este mensagem para quantas pessoas puder, para que o amor de Cristo possa tocar em suas vidas.Enquanto ainda Ă© tempo!Meu arquivo “Pessoas com quem falei de Cristo” estĂĄ um pouquinho maior agora.E o seu?