logging in or signing up Africa. Santtos Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 1270 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: December 09, 2009 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... By: sanitv (19 month(s) ago) qual e o nome da musica que esta no power point Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close By: sanitv (19 month(s) ago) como faço o download Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close By: sanitv (19 month(s) ago) como faço o download Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close By: sanitv (19 month(s) ago) linda apresentacao Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close Premium member Presentation Transcript África : África A Geografia, aspectos Políticos e Sociais Slide 2: Aspectos geográficos O continente africano apresenta condições geográficas muito diversas, que influíram na ocupação humana e contribuíram para uma grande diversidade cultural. Os desertos e florestas dificultaram o contato entre povos dispersos no continente. Além do isolamento na própria África, durante séculos. Cortada pelo equador e pelo Meridiano de Greenwich, é considerada o centro do mundo. A maior parte da área territorial africana se encontra na faixa tropical, portanto entre os Trópicos de Câncer e de Capricórnio, com latitudes semelhantes às do Brasil. A África, em função das particularidades geográficas pode ser vista em cinco grandes divisões: Setentrional: Possui relevo Planáltico, planície junto ao litoral.Clima mediterrâneo no litoral com vegetação de maqui (densas moitas de arbustos), e clima árido com vegetação xerófila no interior . Ocidental: Relevo Planáltico; domínio de planícies no litoral. Clima tropical com vegetação de florestas, estepes e savanas. No interior predomina o clima árido com vegetação xerófila. Central: Relevo Planáltico, destacando-se o Monte Camerum (4.700 m). Clima equatorial com densas florestas. Região drenada pelo rio Congo ou Zaire, o maior em volume d’água do continente. Oriental: Montanhoso recente:o maciço da África Oriental apresenta as maiores altitudes do continente. Clima tropical com savanas e grandes porções de clima árido junto ao litoral. No Sudão e na Etiópia problemas climáticos decorrentes da situação de margem do deserto do Saara. Meridional: Relevo Planáltico, com destaque para os montes Drakensberg, no nordeste da África do Sul. Clima tropical e subtropical onde aparece a vegetação de savanas. O clima árido domina no deserto do Kalahari. Slide 3: Recursos minerais A importância dos minerais no desenvolvimento da tecnologia humana,durante a pré-história vai além da simples fabricação de ferramentas, armas e recipientes. O ferro foi o minério mais importante para o desenvolvimento da África no fim da era pré-histórica, a partir da utilização do laterito ou crosta ferruginosa como base das primeiras atividades da metalurgia do ferro. Este continente detém cerca de um décimo das reservas mundiais de petróleo e de gás natural, e presentemente satisfaz quase um décimo dessa produção mundial. Á África é um importante produtor de várias matérias-primas como: diamantes, ouro, platina, tântalo e nióbio (metais dúcteis), Urano, fosfatos e cobre. A reserva de cobre do Shaba, na República Democrática do Congo se destaca pela sua extensão, que ultrapassa 300 Km, se destacando também pelo fato de conter as mais ricas jazidas de rádio e colbato. Apesar do subsolo rico da África , os africanos dispõem de poucos recursos para explorá-lo, dependendo de investimentos estrangeiros. Slide 4: Recursos vegetais A África é, antes de tudo, um continente de pradarias ( reserva de caça africana). Uma grande variedade de ervas de uso forrageiro cobre mais da metade da sua superfície. Em seguida vem o deserto, com 30%. Depois, a floresta com menos de 20%. A floresta era despovoada. Somente o desenvolvimento das técnicas incitaram o homem a ocupar todos os tipos de região. O homem explorava estas áreas para se abastecer de frutas e raízes comestíveis.As florestas-ciliares (florestas que acompanham as margens dos rios) permitiu a coleta de frutas, sementes e nozes das florestas das savanas. Com o crescimento da população, comunidades que viviam da coleta iniciaram o plantio intencional de grãos, que conduziu à era da expansão agrícola. As riquezas vegetais desempenharam papel preponderante na evolução histórica do homem na África. A agricultura teve, também um importante papel na mudança das organizações políticas dos povos africanos. A implantação de culturas agrícolas de exportação, imposta pelas potências coloniais: cacau, café, tabaco, amendoim, algodão, sisal, dendê e borracha, em lugar das culturas de subsistência, determinou a necessidade da importação de alimentos de outras regiões, contribuindo para a ocorrência da fome e da subnutrição. Slide 6: Recursos animais A África é considerada um continente particularmente rico em mamíferos. Vestígios de fósseis indicam que todas as regiões da África, foram povoadas por grandes espécies selvagens. A Região mediterrânea da África do Norte abrigou animais como o leão e o elefante, que foram vítimas da ação do homem, no decorrer do dois últimos milênios. Em períodos úmidos, muito remotos, habitaram na região do deserto animais como o hipopótamo, a girafa, o búfalo gigante ( hoje em extinto) e antílopes de porte maior. Nas savanas (verdadeiro reduto da caça de animais de grande porte) encontramos animais de grande porte como o leão, o leopardo, o gato-tigre africano, a hiena, o búfalo, a zebra, o rinoceronte negro entre outros. Entre o mais notáveis habitantes da floresta encontram-se os porcos-do-mato, o javali-gigante e os grandes macacos ( como o chipanzé e o gorila). A abundância desses recurso foi muito útil ao homem durante o longo tempo em que se dedicou basicamente à caça. A domesticação de animais restringiu-se praticamente ao jumento, ao gato, à galinha- d’angola, ao carneiro e ao boi. A proliferação de outras espécies animais exerceu influência negativa sobre o desenvolvimento do pastoreio, é o caso da mosca tsé-tsé, grande e bastante móvel é a principal, mas não o único, transmissor da tripanossomíase (infecção que provoca a doença do sono no homem e que é mortal para os animais). Os gafanhotos fazem parte das pragas africanas. Insetos grandes que,vivem solitários ou em grupos pequenos, são encontrados nas zonas de vegetação, às margens do deserto ou da savana herbórea e da floresta. Slide 7: Recursos animais Slide 8: Saúde Os povos da África tinham e ainda têm um conhecimento médico fruto da observação, da experimentação e da utilização dos recursos naturais disponíveis, especialmente sistemas etno-botânicos. Na antiguidade, a medicina egípcia dos faraós serviu de base ao conhecimento médico grego, que se tornou a base dos sistemas de tratamento de saúde em Roma e em toda a Europa. O valor medicinal, segundo critérios do Ocidente, é difícil de avaliar, uma vez que são empregadas receitas elaboradas com mais de uma planta, algumas das quais podendo potencializar os princípios ativos das outras. Os saberes da medicina tradicional dos povos africanos foram trazidos pelos escravos para as Américas e adaptados aos recursos naturais aqui existentes, tendo, em muitos lugares, incorporado parte da sabedoria indígena. Permanecem tanto nos quilombos, como nas práticas médico - religiosas das regiões afro-brasileiras, nos centros urbanos. As grandes navegações dos séculos XV e XVI e o tráfico de escravos, nesta época e nos séculos seguintes, foi responsável pela Difusão de numerosas doenças como sífilis e outras DST's, a cólera e outras diarréias, a tuberculose e a varíola, espalhadas pelas embarcações que passavam de um porto a outro sem controles sanitários. A medicina Ocidental foi pouco a pouco introduzida na África, especialmente a partir da implantação das missões religiosas no século XIX, quando foram fundados hospitais e centros de pesquisa. Tais iniciativas foram insuficientes para o atendimento das populações dispersas e realizadas quase sempre sem o apoio dos governos das potências coloniais. Alguns desses centros são acusados de experiências em seres humanos, utilizados como cobaias. O controle Sanitário de alimentos continua defasado em quase todos os países, sendo inexistente para as populações rurais, das savanas e das florestas em que a caça constitui ainda a principal fonte de proteína animal. Carências nutricionais e a fome agravam problemas de saúde nos países mais sujeitos às secas, como o Arquipélago de Cabo Verde, , Etiópia, Mali e outros. A epidemia de AIDS, presente em todos os continentes, encontra-se sem controle na África. Na maioria dos países, a prevenção é precária e não há condições de atendimento médico aos doentes, tendo, em alguns casos atingido já a 30% da população. Condições de atendimento aos doentes. Slide 9: Relações inter-étnicas Os povos da África têm convivido com problemas de relações inter – étnicas desde a antiguidade. Os problemas atuais surgiram com a invasão e ocupação do continente, pelos europeus, a partir do século XIX. Além da submissão política, administrativa e econômica, o processo inclui a difusão do cristianismo e a instalação de colônias européias nas terras mais férteis e de clima temperado, em geral livres da mosca tsé-tsé e do mosquito da malária. O processo de independência tornou explícitas as questões das relações inter – étnicas. A África do Sul apresentou um quadro diferenciado, a longa permanência dos estabelecimentos europeus, sua população, a importância da sua capacidade militar e tecnológica permitiram que se estabelecesse um estado dominado pela população de origem européia, vale lembrar que dificuldades e conflitos resultantes de relações inter-étnicas ocorrem na Europa, Ásia e Américas, tais como os conflitos dos Bálcãs ( entre sérvios e croatas), da Caxemira ( entre indianos e paquistaneses). A migração de africanos e afro - descendentes de antigas colônias das potências européias, começa a colocar novas questões de relação inter-étnicas, agravadas em alguns casos, pelas diferenças de costumes e práticas religiosas islâmicas em países de formação cristã. Nelson Mandela - Político sul-africano, integrante do grupo étnico dos xosas. Slide 10: Instituições Políticas e sociais A grande extensão e diversidade do território africano, com núcleos populacionais isolados e uma história milenar, dificulta a compreensão das instituições políticas e sociais daquele continente. Os relatos sobre o governo, a família, a religião e a escravidão precisam ser repensadas. Foram chamadas de comunidade os grupos autônomos em relação a sua administração, pouco numeroso e relativamente isolados, ainda que praticassem o comércio exterior. Denominaram-se reinos as regiões povoadas por uma etnia, com governo próprio.Impérios foram definidos como regiões mais extensas povoadas por diversas etnias sob uma administração centralizada, seus governantes seus governantes têm sido denominados como líderes, reis e imperadores. A relação entre a administração civil e o poder religioso não tem sido suficientemente esclarecida, as relações sociais, econômicos e políticos eram reguladas e em alguns casos ainda são, pelo costume jurídico. A ausência de lei escrita (direito positivo), decorrente da cultura da oralidade, não significa que os povos vivessem do judiciário independente, típico do direito Ocidental, o costume jurídico é reconhecido pelas autoridades responsáveis pela garantia da ordem e da salvaguarda dos direitos. Parlamento de pretoria encarta África do Sul. Slide 11: A Família No mundo inteiro, a organização da sociedade e, em particular, a estruturação da família está condicionada por diversos fatores sociais, culturais e econômicos, tais como o número de pessoas dos dois sexos e idade de gerar filhos. Na África, dada a extensão do território e diversidade de condições de vida e de culturas, houve diversas modalidades de organização familiar. Os povos islamizados praticavam e ainda praticam a poligamia, em geral com várias esposas habitando na mesma casa. Os homens em melhores condições econômicas têm frequentemente um número maior de esposas do que os mais pobres, contudo a imagem da vida dos haréns faz parte da fantasia masculina dos europeus. Em algumas etnias a organização familiar é matrilocal , ou seja, os filhos são criados pela mãe e a figura masculina que cuida e dá assistência as crianças é um irmão dela. Certos grupos em que é praticada a exogamia ( proibição de casamentos de pessoas do mesmo grupo, mesma família biológica extensiva). O homem deixava o grupo de sua família biológica e se transferia para o grupo da esposa que escolhesse, independente da organização de família, da etnia de origem. O africano reduzido à condição de escravo ficava sujeito à vontade do seu dono inclusive para se integrar à nova sociedade e constituir família. Registra-se também, a constituição de um parentesco ritual religioso que adota as referências da família biológica através dos ritos de iniciação, vinculando os chefes religiosos como “pai” e “mãe” do adepto da religião e uma relação de fraternidade com os demais participantes do culto, especialmente daqueles que têm a mesma entidade espiritual como protetora. Slide 12: A situação da Mulher Aos países que adotaram o modelo ocidental de direitos do ser humano, instituindo o casamento civil e direitos de herança, esta instituição é marcada, na prática, por relações tradicionais, pela dominação masculina e pela desvalorização da mulher, ocorrendo inclusive violências domésticas. As instituições ocidentais convivem com os costumes da sociedade tradicional, com rituais ancestrais de iniciação sexual e de práticas para obter a atenção dos homens, para engravidar e para não engravidar. A legislação dos países do ocidente adotada por vários países africanos inspirada pela declaração universal dos direitos humanos, considera tais práticas como criminosas quando não há o consentimento dado por menores. A posição social da mulher entre os povos africanos é muito variada, algumas delas não diferindo do modelo islâmico. Aos povos cuja organização familiar é matrilocal de matrilinear a mulher ocupa uma posição de relevo que inclui um papel central nas práticas religiosas de culto aos ancestrais e a outras entidades. Slide 13: Alunas Mayra E. dos Santos Eliandra Rodrigues Dayanne Gomes 3º B Médio You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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A África, em função das particularidades geográficas pode ser vista em cinco grandes divisões: Setentrional: Possui relevo Planáltico, planície junto ao litoral.Clima mediterrâneo no litoral com vegetação de maqui (densas moitas de arbustos), e clima árido com vegetação xerófila no interior . Ocidental: Relevo Planáltico; domínio de planícies no litoral. Clima tropical com vegetação de florestas, estepes e savanas. No interior predomina o clima árido com vegetação xerófila. Central: Relevo Planáltico, destacando-se o Monte Camerum (4.700 m). Clima equatorial com densas florestas. Região drenada pelo rio Congo ou Zaire, o maior em volume d’água do continente. Oriental: Montanhoso recente:o maciço da África Oriental apresenta as maiores altitudes do continente. Clima tropical com savanas e grandes porções de clima árido junto ao litoral. No Sudão e na Etiópia problemas climáticos decorrentes da situação de margem do deserto do Saara. Meridional: Relevo Planáltico, com destaque para os montes Drakensberg, no nordeste da África do Sul. Clima tropical e subtropical onde aparece a vegetação de savanas. O clima árido domina no deserto do Kalahari. Slide 3: Recursos minerais A importância dos minerais no desenvolvimento da tecnologia humana,durante a pré-história vai além da simples fabricação de ferramentas, armas e recipientes. O ferro foi o minério mais importante para o desenvolvimento da África no fim da era pré-histórica, a partir da utilização do laterito ou crosta ferruginosa como base das primeiras atividades da metalurgia do ferro. Este continente detém cerca de um décimo das reservas mundiais de petróleo e de gás natural, e presentemente satisfaz quase um décimo dessa produção mundial. Á África é um importante produtor de várias matérias-primas como: diamantes, ouro, platina, tântalo e nióbio (metais dúcteis), Urano, fosfatos e cobre. A reserva de cobre do Shaba, na República Democrática do Congo se destaca pela sua extensão, que ultrapassa 300 Km, se destacando também pelo fato de conter as mais ricas jazidas de rádio e colbato. Apesar do subsolo rico da África , os africanos dispõem de poucos recursos para explorá-lo, dependendo de investimentos estrangeiros. Slide 4: Recursos vegetais A África é, antes de tudo, um continente de pradarias ( reserva de caça africana). Uma grande variedade de ervas de uso forrageiro cobre mais da metade da sua superfície. Em seguida vem o deserto, com 30%. Depois, a floresta com menos de 20%. A floresta era despovoada. Somente o desenvolvimento das técnicas incitaram o homem a ocupar todos os tipos de região. O homem explorava estas áreas para se abastecer de frutas e raízes comestíveis.As florestas-ciliares (florestas que acompanham as margens dos rios) permitiu a coleta de frutas, sementes e nozes das florestas das savanas. Com o crescimento da população, comunidades que viviam da coleta iniciaram o plantio intencional de grãos, que conduziu à era da expansão agrícola. As riquezas vegetais desempenharam papel preponderante na evolução histórica do homem na África. A agricultura teve, também um importante papel na mudança das organizações políticas dos povos africanos. A implantação de culturas agrícolas de exportação, imposta pelas potências coloniais: cacau, café, tabaco, amendoim, algodão, sisal, dendê e borracha, em lugar das culturas de subsistência, determinou a necessidade da importação de alimentos de outras regiões, contribuindo para a ocorrência da fome e da subnutrição. Slide 6: Recursos animais A África é considerada um continente particularmente rico em mamíferos. Vestígios de fósseis indicam que todas as regiões da África, foram povoadas por grandes espécies selvagens. A Região mediterrânea da África do Norte abrigou animais como o leão e o elefante, que foram vítimas da ação do homem, no decorrer do dois últimos milênios. Em períodos úmidos, muito remotos, habitaram na região do deserto animais como o hipopótamo, a girafa, o búfalo gigante ( hoje em extinto) e antílopes de porte maior. Nas savanas (verdadeiro reduto da caça de animais de grande porte) encontramos animais de grande porte como o leão, o leopardo, o gato-tigre africano, a hiena, o búfalo, a zebra, o rinoceronte negro entre outros. Entre o mais notáveis habitantes da floresta encontram-se os porcos-do-mato, o javali-gigante e os grandes macacos ( como o chipanzé e o gorila). A abundância desses recurso foi muito útil ao homem durante o longo tempo em que se dedicou basicamente à caça. A domesticação de animais restringiu-se praticamente ao jumento, ao gato, à galinha- d’angola, ao carneiro e ao boi. A proliferação de outras espécies animais exerceu influência negativa sobre o desenvolvimento do pastoreio, é o caso da mosca tsé-tsé, grande e bastante móvel é a principal, mas não o único, transmissor da tripanossomíase (infecção que provoca a doença do sono no homem e que é mortal para os animais). Os gafanhotos fazem parte das pragas africanas. Insetos grandes que,vivem solitários ou em grupos pequenos, são encontrados nas zonas de vegetação, às margens do deserto ou da savana herbórea e da floresta. Slide 7: Recursos animais Slide 8: Saúde Os povos da África tinham e ainda têm um conhecimento médico fruto da observação, da experimentação e da utilização dos recursos naturais disponíveis, especialmente sistemas etno-botânicos. Na antiguidade, a medicina egípcia dos faraós serviu de base ao conhecimento médico grego, que se tornou a base dos sistemas de tratamento de saúde em Roma e em toda a Europa. O valor medicinal, segundo critérios do Ocidente, é difícil de avaliar, uma vez que são empregadas receitas elaboradas com mais de uma planta, algumas das quais podendo potencializar os princípios ativos das outras. Os saberes da medicina tradicional dos povos africanos foram trazidos pelos escravos para as Américas e adaptados aos recursos naturais aqui existentes, tendo, em muitos lugares, incorporado parte da sabedoria indígena. Permanecem tanto nos quilombos, como nas práticas médico - religiosas das regiões afro-brasileiras, nos centros urbanos. As grandes navegações dos séculos XV e XVI e o tráfico de escravos, nesta época e nos séculos seguintes, foi responsável pela Difusão de numerosas doenças como sífilis e outras DST's, a cólera e outras diarréias, a tuberculose e a varíola, espalhadas pelas embarcações que passavam de um porto a outro sem controles sanitários. A medicina Ocidental foi pouco a pouco introduzida na África, especialmente a partir da implantação das missões religiosas no século XIX, quando foram fundados hospitais e centros de pesquisa. Tais iniciativas foram insuficientes para o atendimento das populações dispersas e realizadas quase sempre sem o apoio dos governos das potências coloniais. Alguns desses centros são acusados de experiências em seres humanos, utilizados como cobaias. O controle Sanitário de alimentos continua defasado em quase todos os países, sendo inexistente para as populações rurais, das savanas e das florestas em que a caça constitui ainda a principal fonte de proteína animal. Carências nutricionais e a fome agravam problemas de saúde nos países mais sujeitos às secas, como o Arquipélago de Cabo Verde, , Etiópia, Mali e outros. A epidemia de AIDS, presente em todos os continentes, encontra-se sem controle na África. Na maioria dos países, a prevenção é precária e não há condições de atendimento médico aos doentes, tendo, em alguns casos atingido já a 30% da população. Condições de atendimento aos doentes. Slide 9: Relações inter-étnicas Os povos da África têm convivido com problemas de relações inter – étnicas desde a antiguidade. Os problemas atuais surgiram com a invasão e ocupação do continente, pelos europeus, a partir do século XIX. Além da submissão política, administrativa e econômica, o processo inclui a difusão do cristianismo e a instalação de colônias européias nas terras mais férteis e de clima temperado, em geral livres da mosca tsé-tsé e do mosquito da malária. O processo de independência tornou explícitas as questões das relações inter – étnicas. A África do Sul apresentou um quadro diferenciado, a longa permanência dos estabelecimentos europeus, sua população, a importância da sua capacidade militar e tecnológica permitiram que se estabelecesse um estado dominado pela população de origem européia, vale lembrar que dificuldades e conflitos resultantes de relações inter-étnicas ocorrem na Europa, Ásia e Américas, tais como os conflitos dos Bálcãs ( entre sérvios e croatas), da Caxemira ( entre indianos e paquistaneses). A migração de africanos e afro - descendentes de antigas colônias das potências européias, começa a colocar novas questões de relação inter-étnicas, agravadas em alguns casos, pelas diferenças de costumes e práticas religiosas islâmicas em países de formação cristã. Nelson Mandela - Político sul-africano, integrante do grupo étnico dos xosas. Slide 10: Instituições Políticas e sociais A grande extensão e diversidade do território africano, com núcleos populacionais isolados e uma história milenar, dificulta a compreensão das instituições políticas e sociais daquele continente. Os relatos sobre o governo, a família, a religião e a escravidão precisam ser repensadas. Foram chamadas de comunidade os grupos autônomos em relação a sua administração, pouco numeroso e relativamente isolados, ainda que praticassem o comércio exterior. Denominaram-se reinos as regiões povoadas por uma etnia, com governo próprio.Impérios foram definidos como regiões mais extensas povoadas por diversas etnias sob uma administração centralizada, seus governantes seus governantes têm sido denominados como líderes, reis e imperadores. A relação entre a administração civil e o poder religioso não tem sido suficientemente esclarecida, as relações sociais, econômicos e políticos eram reguladas e em alguns casos ainda são, pelo costume jurídico. A ausência de lei escrita (direito positivo), decorrente da cultura da oralidade, não significa que os povos vivessem do judiciário independente, típico do direito Ocidental, o costume jurídico é reconhecido pelas autoridades responsáveis pela garantia da ordem e da salvaguarda dos direitos. Parlamento de pretoria encarta África do Sul. Slide 11: A Família No mundo inteiro, a organização da sociedade e, em particular, a estruturação da família está condicionada por diversos fatores sociais, culturais e econômicos, tais como o número de pessoas dos dois sexos e idade de gerar filhos. Na África, dada a extensão do território e diversidade de condições de vida e de culturas, houve diversas modalidades de organização familiar. Os povos islamizados praticavam e ainda praticam a poligamia, em geral com várias esposas habitando na mesma casa. Os homens em melhores condições econômicas têm frequentemente um número maior de esposas do que os mais pobres, contudo a imagem da vida dos haréns faz parte da fantasia masculina dos europeus. Em algumas etnias a organização familiar é matrilocal , ou seja, os filhos são criados pela mãe e a figura masculina que cuida e dá assistência as crianças é um irmão dela. Certos grupos em que é praticada a exogamia ( proibição de casamentos de pessoas do mesmo grupo, mesma família biológica extensiva). O homem deixava o grupo de sua família biológica e se transferia para o grupo da esposa que escolhesse, independente da organização de família, da etnia de origem. O africano reduzido à condição de escravo ficava sujeito à vontade do seu dono inclusive para se integrar à nova sociedade e constituir família. Registra-se também, a constituição de um parentesco ritual religioso que adota as referências da família biológica através dos ritos de iniciação, vinculando os chefes religiosos como “pai” e “mãe” do adepto da religião e uma relação de fraternidade com os demais participantes do culto, especialmente daqueles que têm a mesma entidade espiritual como protetora. Slide 12: A situação da Mulher Aos países que adotaram o modelo ocidental de direitos do ser humano, instituindo o casamento civil e direitos de herança, esta instituição é marcada, na prática, por relações tradicionais, pela dominação masculina e pela desvalorização da mulher, ocorrendo inclusive violências domésticas. As instituições ocidentais convivem com os costumes da sociedade tradicional, com rituais ancestrais de iniciação sexual e de práticas para obter a atenção dos homens, para engravidar e para não engravidar. A legislação dos países do ocidente adotada por vários países africanos inspirada pela declaração universal dos direitos humanos, considera tais práticas como criminosas quando não há o consentimento dado por menores. A posição social da mulher entre os povos africanos é muito variada, algumas delas não diferindo do modelo islâmico. Aos povos cuja organização familiar é matrilocal de matrilinear a mulher ocupa uma posição de relevo que inclui um papel central nas práticas religiosas de culto aos ancestrais e a outras entidades. Slide 13: Alunas Mayra E. dos Santos Eliandra Rodrigues Dayanne Gomes 3º B Médio