logging in or signing up A influência da variação da humidade nos Sanny Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 2217 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (2) Dislike it (0) Added: March 02, 2009 This Presentation is Public Favorites: 2 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... By: fmmva (15 month(s) ago) sou professora. permite-me que utilize esta apresentação nas minhas aulas? Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close By: dreia (21 month(s) ago) É possível ceder a apresentação? Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close By: manuel6449 (24 month(s) ago) Muito apresentável esta aula Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close By: manuel6449 (24 month(s) ago) efg swefew wrewerter Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close By: 08530853 (28 month(s) ago) Muito boa esta apresentação! sou professor e vou utilizá-la nas minhas aulas! Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close Premium member Presentation Transcript A influência da variação da humidade nos estados de tempo : A influência da variação da humidade nos estados de tempo Humidade absoluta : Humidade absoluta 1.1.1 Humidade absoluta é a quantidade de vapor de água por unidade de volume de ar. Mede-se em g/m3. A B A – tem menor quantidade de vapor de água, logo tem menor humidade absoluta. B – tem maior quantidade de vapor de água, logo tem maior humidade absoluta. Humidade absoluta : Humidade absoluta 1.1.2 A existência de vapor de água na atmosfera deve-se à evaporação das águas do mar, rios e lagos e evapotranspiração das plantas e animais. Quanto maior for a temperatura e a superfície exposta à atmosfera, maior será a evaporação. Humidade relativa : Humidade relativa 1.1.3 A humidade relativa é a relação entre a quantidade de vapor de água existente na atmosfera (humidade absoluta), a uma determinada temperatura, e a capacidade total dessa atmosfera para conter vapor de água, a essa mesma temperatura. Mede-se em percentagem. H.R. = Humidade Absoluta x 100 Ponto de saturação Humidade relativa : Humidade relativa Quanto menor for a temperatura maior é a humidade relativa. Volume: 1 m3 Humidade absoluta: 8,4 g/m3 Volume: 1 m3 Humidade absoluta: 8,4 g/m3 Volume: 1 m3 Humidade absoluta: 8,4 g/m3 Ponto de saturação : Ponto de saturação 1.1.5 O ponto de saturação é a quantidade máxima de vapor de água que um metro cúbico de ar pode conter. Varia na razão directa da temperatura, ou seja, quanto maior for a temperatura maior é o ponto de saturação. Ponto de saturação : Ponto de saturação Quanto maior for a temperatura maior é o ponto de saturação, ou seja, maior será a quantidade de vapor de água necessária para saturar o ar. Precipitação : Precipitação 1.1.7 Quando a saturação ocorre e excede a sua capacidade, o vapor de água condensa-se junto dos núcleos de condensação (poeiras e partículas existentes em suspensão no ar), dando origem à formação de nuvens De uma maneira geral existem quatro tipos principais de nuvens: nimbos; cúmulos; estratos; cirros. Os factores que fazem variar a humidade e a precipitação : Os factores que fazem variar a humidade e a precipitação A Latitude : A Latitude Baixas pressões Elevada precipitação, porque o ar é obrigado a subir e, consequentemente, arrefece, pelo que atinge o ponto de saturação e a formar nuvens. A Latitude : A Latitude Altas pressões Fraca/ausência de precipitação, porque o ar é obrigado a descer e, consequentemente, aquece, pelo que não se atinge o ponto de saturação e não se formam nuvens. Proximidade do mar : Proximidade do mar As regiões litorais recebem maior quantidade de precipitação do que as regiões do interior dos continentes. Este facto deve-se à influência dos ventos húmidos vindos do mar, que as afectam directamente. A altitude : A altitude Nos lugares de maior altitude as precipitações são abundantes, uma vez que à medida que a altitude aumenta a temperatura do ar diminui, o que se traduz numa menor capacidade do ar em conter humidade, facilitando a saturação e a condensação do vapor de água, dando origem à formação de nuvens e de precipitação. A orientação e disposição das cadeias montanhosas : A orientação e disposição das cadeias montanhosas Nas vertentes das montanhas expostas aos ventos húmidos, as precipitações são mais abundantes do que naquelas que se encontram protegidas desses ventos. Se a disposição das montanhas for concordante (paralelas) com a linha da costa, estas vão reter grande parte da humidade. Se a disposição das montanhas for discordante (perpendiculares) com a linha da costa, os ventos marítimos vão penetrar pelos vales e as massas de ar húmido exercem a sua influência em regiões mais interiores. O vale do Douro é um exemplo desta penetração de ventos húmidos ao longo dos vales. Litoral Interior Principais tipos de chuva : Principais tipos de chuva 2.1.1 Chuvas orográficas : 2.1.1 Chuvas orográficas Ocorrem nas regiões de montanhas, devido ao arrefecimento do ar quando este é obrigado a subir ao encontrar a vertente da montanha. Ao subir, aumenta a humidade relativa do ar até atingir o ponto de saturação, havendo por isso a condensação do vapor de água, formando-se nuvens e ocorrendo precipitação, muitas vezes sob a forma de neve. 2.1.2 Chuvas convectivas : 2.1.2 Chuvas convectivas São típicas das regiões quentes equatoriais, onde existe uma grande evaporação e no interior dos continentes, em especial no Verão e nas horas de maior calor. Este tipo de chuva resulta do aquecimento do ar em contacto com a superfície muito aquecida, o que torna o ar mais leve e por isso mesmo, com tendência a subir. Ao subir, arrefece, a humidade relativa aumenta, atinge o ponto de saturação, o vapor de água condensa, formam-se nuvens e ocorre precipitação, normalmente forte e de curta duração, durante a tarde. 2.1.3 Chuvas frontais : 2.1.3 Chuvas frontais Estas chuvas formam-se devido ao choque de duas massas de ar com características diferentes, que nunca se misturam e por isso dão origem a uma frente e a uma superfície frontal. Na frente quente, o ar quente e húmido, desloca-se gradualmente sobre o ar frio (mais denso), originando uma superfície longa, ligeiramente inclinada, formando nuvens pouco espessas e chuviscos (chuva fraca e de longa duração). Na frente fria, o ar frio, por ser mais denso, tende a passar por baixo do ar quente, obrigando-o a subir. Este, por ser mais leve sobe de forma rápida. Ao subir, arrefece, a humidade relativa aumenta, atinge o ponto de saturação, o vapor de água condensa, e formam-se nuvens de grande desenvolvimento vertical que dão origem a chuvas de tipo aguaceiro (forte mas de curta duração). Massa de ar Massa de ar Massa de ar Superfície frontal A distribuição da Precipitação : A distribuição da Precipitação 3.1.1 Distribuição da precipitação a nível mundial : 3.1.1 Distribuição da precipitação a nível mundial Os valores de precipitação são elevados nas seguintes regiões do globo: ? Regiões equatoriais; ? Faixas oceânicas das regiões temperadas. Os valores de precipitação são reduzidos nas seguintes regiões do globo: ? Regiões desérticas quentes; ? Regiões polares. 3.1.2 Distribuição da precipitação na Europa : 3.1.2 Distribuição da precipitação na Europa 3.1.2 Distribuição da precipitação na Europa : 3.1.2 Distribuição da precipitação na Europa Os factores que justificam a variação da precipitação são: ? A latitude e as faixas de pressão, que fazem com que a precipitação aumente no sentido sul-norte. ? O maior ou menor afastamento do mar justifica a diminuição da precipitação à medida que penetramos no interior do continente. ? A altitude, daí que os máximos de precipitação ocorram nas cadeias montanhosas da Europa: - Pirinéus; - Alpes; - Alpes dináricos; - Montes Escandinavos; - Balcãs; - Cáucaso. 3.1.3 Distribuição da precipitação em Portugal : 3.1.3 Distribuição da precipitação em Portugal Em Portugal, a distribuição da precipitação apresenta as seguintes tendências: ? Aumento da precipitação no sentido sul/norte, com os valores mais elevados a ocorrer na região noroeste do país (Minho e Douro Litoral). ? Diminuição dos valores à medida que nos afastamos do litoral do país. ? Valores mais elevados nas regiões de maior altitude, em especial nas serras do noroeste e na cordilheira central. ? Mínimos nas áreas do interior (Nordeste e Alentejo), bem como no extremo sul do país (litoral meridional do Algarve). You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
A influência da variação da humidade nos Sanny Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 2217 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (2) Dislike it (0) Added: March 02, 2009 This Presentation is Public Favorites: 2 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... By: fmmva (15 month(s) ago) sou professora. permite-me que utilize esta apresentação nas minhas aulas? Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close By: dreia (21 month(s) ago) É possível ceder a apresentação? Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close By: manuel6449 (24 month(s) ago) Muito apresentável esta aula Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close By: manuel6449 (24 month(s) ago) efg swefew wrewerter Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close By: 08530853 (28 month(s) ago) Muito boa esta apresentação! sou professor e vou utilizá-la nas minhas aulas! Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close Premium member Presentation Transcript A influência da variação da humidade nos estados de tempo : A influência da variação da humidade nos estados de tempo Humidade absoluta : Humidade absoluta 1.1.1 Humidade absoluta é a quantidade de vapor de água por unidade de volume de ar. Mede-se em g/m3. A B A – tem menor quantidade de vapor de água, logo tem menor humidade absoluta. B – tem maior quantidade de vapor de água, logo tem maior humidade absoluta. Humidade absoluta : Humidade absoluta 1.1.2 A existência de vapor de água na atmosfera deve-se à evaporação das águas do mar, rios e lagos e evapotranspiração das plantas e animais. Quanto maior for a temperatura e a superfície exposta à atmosfera, maior será a evaporação. Humidade relativa : Humidade relativa 1.1.3 A humidade relativa é a relação entre a quantidade de vapor de água existente na atmosfera (humidade absoluta), a uma determinada temperatura, e a capacidade total dessa atmosfera para conter vapor de água, a essa mesma temperatura. Mede-se em percentagem. H.R. = Humidade Absoluta x 100 Ponto de saturação Humidade relativa : Humidade relativa Quanto menor for a temperatura maior é a humidade relativa. Volume: 1 m3 Humidade absoluta: 8,4 g/m3 Volume: 1 m3 Humidade absoluta: 8,4 g/m3 Volume: 1 m3 Humidade absoluta: 8,4 g/m3 Ponto de saturação : Ponto de saturação 1.1.5 O ponto de saturação é a quantidade máxima de vapor de água que um metro cúbico de ar pode conter. Varia na razão directa da temperatura, ou seja, quanto maior for a temperatura maior é o ponto de saturação. Ponto de saturação : Ponto de saturação Quanto maior for a temperatura maior é o ponto de saturação, ou seja, maior será a quantidade de vapor de água necessária para saturar o ar. Precipitação : Precipitação 1.1.7 Quando a saturação ocorre e excede a sua capacidade, o vapor de água condensa-se junto dos núcleos de condensação (poeiras e partículas existentes em suspensão no ar), dando origem à formação de nuvens De uma maneira geral existem quatro tipos principais de nuvens: nimbos; cúmulos; estratos; cirros. Os factores que fazem variar a humidade e a precipitação : Os factores que fazem variar a humidade e a precipitação A Latitude : A Latitude Baixas pressões Elevada precipitação, porque o ar é obrigado a subir e, consequentemente, arrefece, pelo que atinge o ponto de saturação e a formar nuvens. A Latitude : A Latitude Altas pressões Fraca/ausência de precipitação, porque o ar é obrigado a descer e, consequentemente, aquece, pelo que não se atinge o ponto de saturação e não se formam nuvens. Proximidade do mar : Proximidade do mar As regiões litorais recebem maior quantidade de precipitação do que as regiões do interior dos continentes. Este facto deve-se à influência dos ventos húmidos vindos do mar, que as afectam directamente. A altitude : A altitude Nos lugares de maior altitude as precipitações são abundantes, uma vez que à medida que a altitude aumenta a temperatura do ar diminui, o que se traduz numa menor capacidade do ar em conter humidade, facilitando a saturação e a condensação do vapor de água, dando origem à formação de nuvens e de precipitação. A orientação e disposição das cadeias montanhosas : A orientação e disposição das cadeias montanhosas Nas vertentes das montanhas expostas aos ventos húmidos, as precipitações são mais abundantes do que naquelas que se encontram protegidas desses ventos. Se a disposição das montanhas for concordante (paralelas) com a linha da costa, estas vão reter grande parte da humidade. Se a disposição das montanhas for discordante (perpendiculares) com a linha da costa, os ventos marítimos vão penetrar pelos vales e as massas de ar húmido exercem a sua influência em regiões mais interiores. O vale do Douro é um exemplo desta penetração de ventos húmidos ao longo dos vales. Litoral Interior Principais tipos de chuva : Principais tipos de chuva 2.1.1 Chuvas orográficas : 2.1.1 Chuvas orográficas Ocorrem nas regiões de montanhas, devido ao arrefecimento do ar quando este é obrigado a subir ao encontrar a vertente da montanha. Ao subir, aumenta a humidade relativa do ar até atingir o ponto de saturação, havendo por isso a condensação do vapor de água, formando-se nuvens e ocorrendo precipitação, muitas vezes sob a forma de neve. 2.1.2 Chuvas convectivas : 2.1.2 Chuvas convectivas São típicas das regiões quentes equatoriais, onde existe uma grande evaporação e no interior dos continentes, em especial no Verão e nas horas de maior calor. Este tipo de chuva resulta do aquecimento do ar em contacto com a superfície muito aquecida, o que torna o ar mais leve e por isso mesmo, com tendência a subir. Ao subir, arrefece, a humidade relativa aumenta, atinge o ponto de saturação, o vapor de água condensa, formam-se nuvens e ocorre precipitação, normalmente forte e de curta duração, durante a tarde. 2.1.3 Chuvas frontais : 2.1.3 Chuvas frontais Estas chuvas formam-se devido ao choque de duas massas de ar com características diferentes, que nunca se misturam e por isso dão origem a uma frente e a uma superfície frontal. Na frente quente, o ar quente e húmido, desloca-se gradualmente sobre o ar frio (mais denso), originando uma superfície longa, ligeiramente inclinada, formando nuvens pouco espessas e chuviscos (chuva fraca e de longa duração). Na frente fria, o ar frio, por ser mais denso, tende a passar por baixo do ar quente, obrigando-o a subir. Este, por ser mais leve sobe de forma rápida. Ao subir, arrefece, a humidade relativa aumenta, atinge o ponto de saturação, o vapor de água condensa, e formam-se nuvens de grande desenvolvimento vertical que dão origem a chuvas de tipo aguaceiro (forte mas de curta duração). Massa de ar Massa de ar Massa de ar Superfície frontal A distribuição da Precipitação : A distribuição da Precipitação 3.1.1 Distribuição da precipitação a nível mundial : 3.1.1 Distribuição da precipitação a nível mundial Os valores de precipitação são elevados nas seguintes regiões do globo: ? Regiões equatoriais; ? Faixas oceânicas das regiões temperadas. Os valores de precipitação são reduzidos nas seguintes regiões do globo: ? Regiões desérticas quentes; ? Regiões polares. 3.1.2 Distribuição da precipitação na Europa : 3.1.2 Distribuição da precipitação na Europa 3.1.2 Distribuição da precipitação na Europa : 3.1.2 Distribuição da precipitação na Europa Os factores que justificam a variação da precipitação são: ? A latitude e as faixas de pressão, que fazem com que a precipitação aumente no sentido sul-norte. ? O maior ou menor afastamento do mar justifica a diminuição da precipitação à medida que penetramos no interior do continente. ? A altitude, daí que os máximos de precipitação ocorram nas cadeias montanhosas da Europa: - Pirinéus; - Alpes; - Alpes dináricos; - Montes Escandinavos; - Balcãs; - Cáucaso. 3.1.3 Distribuição da precipitação em Portugal : 3.1.3 Distribuição da precipitação em Portugal Em Portugal, a distribuição da precipitação apresenta as seguintes tendências: ? Aumento da precipitação no sentido sul/norte, com os valores mais elevados a ocorrer na região noroeste do país (Minho e Douro Litoral). ? Diminuição dos valores à medida que nos afastamos do litoral do país. ? Valores mais elevados nas regiões de maior altitude, em especial nas serras do noroeste e na cordilheira central. ? Mínimos nas áreas do interior (Nordeste e Alentejo), bem como no extremo sul do país (litoral meridional do Algarve).