Contrastes de desenvolvimento

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Trabalho Elaborado por: Bárbara Ribeiro nº5 9ºD Diana Cardoso nº13 9ºD Marinha Grande, 28 de Maio de 2007 Geografia Contrastes de Desenvolvimento Professor Responsável: Sandrina Gomes Escola EB 2/3 Guilherme Stephens

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Holanda & Guiné-Bissau

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Introdução No âmbito da disciplina de Geografia, foi-nos proposta a realização de um trabalho sobre o tema Contrastes de Desenvolvimento entre países. Na aula, foram feitos os grupos e seleccionados os países que cada grupo deveria estudar. Todos os grupos ficaram encarregues dos estudo de dois país: um desenvolvido e outro em desenvolvimento. O nosso ficou responsável pelo estudo dos diferentes contrastes entre a Holanda, país desenvolvido e, como país em desenvolvimento, a Guiné-Bissau. O objectivo principal deste trabalho é verificar o quão diferente é a vida no nosso planeta e o que para uns é um bem adquirido, para outros pode estar muito distante, como por exemplo o ir à escola, que para nós, cidadãos de um país desenvolvido, é banal mas que, para muitas outras crianças é uma realidade ainda muito distante. No entanto, este é um dos muitos aspectos que pretendemos estudar e analisar. Esperamos verificar ao longo deste trabalho a quantidade de diferenças existentes entre a vida dos habitantes de cada um deste países e, para além de tomarmos contacto com outras culturas e modos de vida, esperamos sobretudo vir a tirar desta pesquisa uma lição de vida e, acima de tudo, perceber que devemos agradecer por termos muitos dos bens, a que diariamente não ligamos, garantidos. Para um estudo mais aprofundado destes países iremos, numa primeira fase, localizá-los num mapa e elaborar a sua ficha técnica, de modo a tomar um primeiro contacto com alguns aspectos gerais destas tão diferentes nações. Numa segunda fase, analisaremos alguns dos indicadores destes países (como o PIB per capita, o IDH, a esperança média de vida, a taxa de alfabetização, entre outros), criando uma tabela e construindo os respectivos gráficos, para facilitar a sua comparação, indicando, de seguida, o país gerador de uma maior riqueza económica. Após esta breve análise dos diferentes indicadores, iremos relacioná-los e justificar as diversas diferenças encontradas entre os valores apresentados. Tendo feito a análise, interpretação e comparação dos dados obtidos nos gráficos dos diferentes indicadores estudados, teremos informação suficiente para poder classificar estes dois países quanto ao seu grau de desenvolvimento, tendo em conta o IDH e a análise global de todos os outros indicadores. Por último, será elaborada uma actividade de enriquecimento, onde pesquisaremos informação adicional sobre estes dois países, que nos possa ajudar a salientar os contrates entre a Holanda e a Guiné-Bissau.

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Comparar países... Guiné-Bissau Holanda Localizar os países num mapa…

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Ficha Técnica….

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Alguns indicadores…

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Gráfico 1 Construção de gráficos PIB per Capita

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Gráfico 2 IDH – Índice de Desenvolvimento Humano

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Gráfico 3 Esperança Média de Vida

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Gráfico 4

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Taxa de alfabetização Gráfico 5

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Gráfico 6 Taxa de mortalidade infantil

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Gráfico 7 Número de médicos por habitante

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Gráfico 8 Emissões de CO2

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Consumo de electricidade per capita Gráfico 9

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Calorias por habitante/dia Gráfico 10

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País gerador de maior riqueza económica… No gráfico 1 (pág. 7) podemos observar o PIB per capita de ambos os países em estudo. Por definição, o PIB per capita é o valor do conjunto de bens e serviços produzidos num determinado país, pelos nacionais e estrangeiros, num determinado tempo, divido pelo total de habitantes desse mesmo país. Assim, tal como podemos observar, é na Holanda que este valor é mais elevado (25 657 USD por habitante), ou seja, é na Holanda que existe uma maior riqueza por habitante, o que significa que o país conseguiu produzir o suficiente para dividir o capital pela sua população, satisfazendo assim as necessidades básicas desta. Já o mesmo não se passa na Guiné em que o valor do PIB per capita é muito inferior (755 USD por habitante) ao verificado na Holanda. Sendo assim, é fácil concluir que o país que gera uma maior riqueza económica é a Holanda já que também é esta que consegue distribuir uma maior quantia pelos seus habitantes. Gráfico 1

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Gráfico 5 Análise da taxa de alfabetização de ambos os países Pela a análise do gráfico 5 (p.11), que nos mostra a taxa de alfabetização dos dois países analisados – Holanda e Guiné-Bissau - facilmente conseguimos concluir que a Holanda é o país que possui uma maior percentagem de jovens com idade superior a quinze anos que conseguem ler e escrever. Na Holanda, apenas 1% da população não possui estes conhecimentos, sendo que na Guiné-Bissau, mais de metade da população (57,6%) é analfabeta, ou seja, não sabe ler nem escrever. Esta grande diferença que com certeza já esperávamos, deve-se a inúmeros factos, tais como: Ensino precário, na Guiné-Bissau, onde faltam recursos para as escolas, como materiais de ensino, professores e infra-estruturas; A quase inexistência de escolas neste país, onde só têm acesso, às poucas que existem, os jovens das classes mais privilegiadas, aumentando assim, a grande desigualdade social; Pelo contrário, num país desenvolvido como a Holanda, quase todos os jovens frequentam a escola, onde esta é obrigatória até ao 9º ano e, brevemente será alargada até ao 12º ano. Também uma elevada percentagem de jovens optam por seguir o ensino superior, formando-se e oferecendo ao país mão-de-obra bastante mais qualificada, que contribuirá para o seu contínuo desenvolvimento.

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Gráfico 9 Análise do consumo de energia por habitante de ambos os países Quanto ao consumo de energia por habitante destes dois países (gráfico 9, pág. 15) verificamos uma vez mais, que os habitantes holandeses consomem em muito maior escala do que os habitantes da Guiné-Bissau. Na Holanda, o consumo é, então, de 6 659 kw/h por habitante, enquanto que na Guiné-Bissau o consumo é apenas de 46 kw/h por habitante. No entanto, não é novidade, para nós, este desequilíbrio no consumo, uma vez que neste país não existem as mais diversas formas de tecnologia, que fazem com que o habitante holandês despenda esta quantidade de energia, como os electrodomésticos, os gastos no aquecimento/arrefecimento da casa, os meios de comunicação, o entretenimento – televisão, computador, consolas, aparelhagens – e toda uma série de máquinas que fazem parte do dia a dia de um cidadão oriundo de um país desenvolvido, mas que não entram sequer na imaginação de um oriundo de um país como a Guiné-Bissau. Assim, salienta-se mais uma vez o contraste entre o dia-a-dia de habitantes destes mesmos países e o quão diferente pode ser a vida na Terra.

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Relativamente ao número de médicos (gráfico 7, pág. 13) temos, mais uma vez, um valor bastante superior na Holanda, onde existem 357 médicos para cada 100 000 habitantes, enquanto que na Guiné-Bissau encontramos, para um mesmo número de habitantes, apenas 17 médicos. Esta desigualdade evidencia, por conseguinte, os dados relativos à taxa de mortalidade infantil (gráfico 6, pág.12), onde por cada 1000 nascimentos, morrem 132 bebés na Guiné-Bissau e apenas 5 na Holanda. Esta assimetria relativamente à taxa de mortalidade infantil pode ser explicada pela falta de assistência médica, na Guiné-Bissau, durante a gravidez e o parto e nos primeiros anos de vida da criança, que não tem qualquer tipo de vacinação para a proteger das mais diversas doenças, que a atacam enquanto pequena, e a ajudam a criar defesas. Sendo assim, a esperança média de vida à nascença (gráfico 4, pág. 10) é, na Holanda de 78,1 anos, enquanto que na Guiné-Bissau é de apenas 44,8 anos, sendo estes valores explicados também pelas razões já apresentadas. Relacionar indicadores Taxa de Mortalidade infantil com o número de médicos por habitante e com a esperança média de vida Através da análise que temos vindo a fazer já concluímos que é na Holanda que o valor de PIB per capita é mais elevado, assim como também é neste país que os habitantes consomem mais energia. Mais uma vez, é necessário relacionar estes dois indicadores, o que não se revela uma dificuldade, pois basta pensarmos um pouco no modo como se consome energia, que também já foi analisado. Ao desfrutar dos mais diversificados tipos de tecnologia que invadem o nosso dia-a-dia, quer seja o simples facto de acendermos a luz, vermos televisão, ligarmos o micro-ondas ou qualquer outro tipo de aparelho existente em nossas casas, consome-se energia e despende-se de dinheiro. É, como já sabemos, nos países desenvolvidos, que os cidadãos podem usufruir destes aparelhos electrónicos, que trazem conforto ao seu lar. Assim, facilmente se conclui que é também neste grupo de países que os cidadãos consomem mais energia e têm maior poder de compra que lhes permite investir capital neste tipo de bens e serviços. Na Guiné-Bissau e restantes países em desenvolvimento, para além do poder de compra dos habitantes ser muito baixo (reduzido PIB per capita), há ainda outro inconveniente ao uso destes bens, já que também não existem nestes países, infra-estruturas que permitam à população apreciar o conforto de uma boa iluminação, ou de um serão sentado ao pé do aquecedor a ver um bom filme. A falta de infra-estruturas, como empresas de distribuição de electricidade, centros mercantis e outras superfícies comerciais que permitiriam a aquisição de bens e serviços, e o reduzido poder de compra da população atenuam, assim, o dispêndio de energia nos países em desenvolvimento, e, pelo contrário aumentam-no nos países desenvolvidos. Daí a relação entre PIB per capita e o consumo energético. PIB per capita com o consumo energético

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Gráfico 8 Emissões de CO2 com o consumo de energia Através da análise do gráfico relativo às emissões de CO2 (gráfico 8, pág. 14), facilmente conseguimos detectar que o país que liberta maior quantidade deste gás é a Holanda, com a emissão de 10,5 toneladas métricas por habitante, enquanto que o habitante da Guiné-Bissau emite apenas 0,2 toneladas métricas. Também já estudámos que é na Holanda que se consume mais energia por habitante. Sendo assim, como relacionar estes dois dados? A resposta é muito simples, basta para isso pensarmos em todas aquelas máquinas que, nos países desenvolvidos fazem aumentar o consumo dos habitantes, precisam de ser produzidas/fabricadas. São precisamente as indústrias existentes neste tipo de países que explicam a diferença de emissões de CO2 para a atmosfera, num e noutro caso. Todas estas fábricas produtoras dos bens, que para nós são essenciais, fazem aumentar as emissões deste gás, já que como é do nosso conhecimento, não existe nenhuma indústria capaz de produzir sem emitir CO2. Tendo isto em conta, é mais do que óbvio que na Guiné-Bissau as emissões vão ser muito mais reduzidas, pois não existem indústrias neste país que as façam aumentar.

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Segundo os níveis de IDH (gráfico 2, pág.8), um país tem: desenvolvimento humano elevado se este indicador for igual ou superior a 0,8; desenvolvimento humano médio: se estiver entre 0,5 e 0,79; desenvolvimento humano baixo: caso se encontre inferior a 0,5. Sendo assim, e regendo-nos por estes critérios, a Holanda é, então, um país com um desenvolvimento humano elevado, enquanto que a Guiné-Bissau, tal como já esperávamos pela análise que temos vindo a fazer, é um pais cujo IDH é reduzido. Estes dois países fazem então parte de dois grupos distintos: os Países Desenvolvidos e os Países em Desenvolvimento. No entanto, um país não pode ser classificado de desenvolvido ou, pelo contrário de sub-desenvolvido, regendo-se apenas pelo IDH, já que este indicador exprime o valor médio do estado de desenvolvimento de um país, não reflectindo as diferenças entre os valores mais altos e os mais baixos. Nalguns países recentemente industrializados, os indicadores económicos, que já são elevados, influenciam o IDH, colocando-os entre os países de desenvolvimento humano elevado, no entanto, as condições de vida da população e as suas possibilidades de escolha ainda não atingiram os níveis de países desenvolvidos. Estas diferenças na qualidade de vida das populações não se verificam apenas entre diferentes países. Também num mesmo país, podem existir pessoas vivendo em situações de pobreza ou até mesmo miséria e outras vivendo em situações de luxo. Assim, para encontrar estas diferenças, é necessário descer a análises de maior pormenor e que nos permitem identificar as várias disparidades não só entre países como também dentro do próprio país. É a análise dos diferentes indicadores que temos vindo a estudar, como: -a taxa de alfabetização que, como já vimos é extremamente elevada na Holanda e muito reduzida na Guiné-Bissau; -a taxa de mortalidade infantil, que ao relacioná-la com o número de médicos por habitante e com a esperança média de vida, conseguimos perceber o porquê de ser tão baixa na Holanda e tão elevada na Guiné-Bissau; -o consumo de energia, relacionado com as emissões de Co2 para a atmosfera, que nos explicam outro dos fortes contrastes deste dois países, sendo mais uma vez a Holanda a maior consumidora de electricidade e também a que emite maior quantidade deste gás, pelas razões já apresentadas; -as calorias consumidas por habitante, que nos revelam uma melhor alimentação por parte dos cidadãos do povo Holandês, embora não se demonstre uma grande discrepância neste indicador; e todos os outros aspectos estudados que nos permitem completar o estudo das diversas assimetrias do nosso globo, podendo concluir, no fim, o nível de desenvolvimento de cada país. Nível de desenvolvimento… Como classificar o desenvolvimento de um país?

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Actividade de enriquecimento Outros contrastes…

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Guiné-Bissau: União Europeia apoia país no desenvolvimento ambiental Bissau, 11 Maio de 07 – A União Europeia e o Governo da Guiné-Bissau assinaram hoje duas convenções de financiamento às áreas de gestão da biodiversidade da zona costeira guineense e dos recursos naturais, consideradas fundamentais para o desenvolvimento sustentável do país. (…) O Programa de Apoio à Gestão de Recursos Naturais visa preservar os ecossistemas mais vulneráveis na zona da fronteira entre a Guiné-Bissau e a Guiné-Conacri, nomeadamente nos locais banhados pelos rios Corubal, Cogon e Nunez. Segundo o embaixador Franco Nulli, este projecto de carácter ambiental corresponde às "orientações e preocupações nacionais de luta contra a pobreza e protecção dos recursos naturais, confirmando a sua importância no processo de desenvolvimento da Guiné-Bissau". O outro documento assinado, o Projecto de Gestão da Biodiversidade e da Zona Costeira da Guiné-Bissau, consiste "num fundo de iniciativas ambientais locais para o financiamento do desenvolvimento socio-económico durável e igualitário das comunidades estabelecidas em áreas protegidas", nomeadamente no arquipélago dos Bijagós. O objectivo do projecto é, segundo o embaixador Franco Nulli, "dar às comunidades modos de vida alternativos a práticas que em alguns casos possam ser prejudiciais em termos de conservação dos recursos naturais", permitindo a manutenção de ecossistemas e espécies. (…) O ministro das Finanças guineense salientou, por seu lado, que as duas convenções assinadas vão "ajudar o Governo a colmatar uma grande lacuna na luta contra a pobreza". (...) Nesse sentido, agradeceu o apoio da Comissão Europeia, considerando-a como o "principal parceiro de desenvolvimento" da Guiné-Bissau. Notícias…

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Guiné-Bissau: Parlamento debate lei sobre prevenção e combate à SIDA Bissau, 08 Maio de 07 - O parlamento da Guiné-Bissau iniciou hoje o debate em sessão plenária da lei sobre a prevenção, tratamento e o combate ao HIV/SIDA, doença que atingiu cerca de 6% da população guineense. De acordo com Satu Camará, primeira vice-presidente do parlamento, a proposta de lei sobre o combate do HIV/SIDA é um dos cinco pontos em agenda na sessão que hoje começou e se prolongará até o próximo dia 28. (…) Fonte parlamentar disse à Lusa que não se prevê que a presente sessão seja "quente" devido aos temas em debate, o que já não se dirá da sessão prevista para Junho, em que o governo deverá apresentar o seu programa de acção bem como o Orçamento Geral de Estado. Guiné-Bissau: Governo aumenta preço dos combustíveis Bissau, 08 Maio - O Governo da Guiné-Bissau anunciou hoje um aumento do preço dos combustíveis tendo em conta a evolução da cotação dos produtos derivados do petróleo no mercado internacional. Segundo um documento conjunto dos ministérios das Finanças e da Energia e Indústria, enviado à Agência Lusa, o aumento dos combustíveis entra em vigor às 00:00 de quara-feira (9 de Maio). De acordo com o despacho governamental, o litro de gasóleo aumenta de 470 francos CFA (0,71€) para 512 (0,78€). O preço do litro de gasóleo para a empresa Electricidade e Águas da Guiné-Bissau também aumentou, passando de 358 francos CFA (0,54€) para 392 (0,59€). Apesar da variação dos preços, o preço do litro de gasolina vai manter-se nos 691 francos CFA (1,05€). Em Fevereiro passado, o Governo da Guiné-Bissau, ainda liderado pelo antigo primeiro-ministro Aristides Gomes, tinha descido o preço dos combustíveis.

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Guiné-Bissau: Banco Mundial impõe condições para reatar cooperação energética Bissau, 10 Maio de 07 - O Banco Mundial (BM) impôs hoje à Guiné-Bissau duas condições para reatar a cooperação na energia, interrompida no passado mês de Fevereiro devido a um desacordo com o anterior executivo, quando este decidiu negociar com uma empresa privada nigeriana o fornecimento de energia eléctrica para a capital guineense. devido a desentendimentos com o executivo de então, chefiado por Aristides Gomes, disse o ministro da Energia guineense. Segundo Vençã Gomes Na Luak (…) as condições passam pela publicação de um despacho da Procuradoria-Geral da República (PGR) no qual o Governo assuma de forma inequívoca que o reinício da cooperação não irá afectar nenhuma norma jurídica interna e dê garantias de uma gestão transparente da Empresa de Electricidade e Águas do país (EAGB). De acordo com o ministro da Energia, o próprio primeiro-ministro, Martinho NDafa Cabi, garantiu ao chefe das operações do BM, Madani Tall, a disponibilidade do Governo cumprir as duas exigências. Questionado sobre a data em que se será retomada efectivamente a cooperação com o BM, que prometeu desbloquear um fundo de 15 milhões de dólares para o apoio ao programa energético da Guiné-Bissau, o ministro da Energia disse que ainda não foi estabelecida. Vençã Na Luak explicou, contudo, ser difícil prever que o financiamento do BM possa ser concedido ainda este ano, mas garantiu que as exigências apresentadas por esta instituição financeira internacional serão cumpridas "o mais breve possível". (…)

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Conclusão Em primeiro lugar gostaríamos de referir a importância que este trabalho teve para nós. Na nossa opinião foi um trabalho extremamente útil e muito agradável de fazer pois foge um pouco à habitual rotina da mera pesquisa na Internet e síntese desta. No estudo destes dois países tão diferentes, fomos nós próprias a criar os textos, a analisar cada pormenor, cada gráfico, a relacionar cada indicador, a procurar informação para enriquecer a nossa pesquisa, etc. Este trabalho ajuda não só a desenvolver a capacidade de análise e elaboração de gráficos, como também amplia os nossos conhecimentos sobre o mundo em que vivemos, pois ao estudar a Holanda, representativa dos países desenvolvidos e a Guiné-Bissau, representativa dos países em desenvolvimento, conseguimos agora ter uma noção do que se passa no nosso planeta e como são diferentes as rotinas dos habitantes destes diferentes grupos de países. Não foram sentidas dificuldades relevantes e penso que se conseguiram atingir os objectivos propostos: conhecimento aprofundado destes países e análise dos diferentes contrastes existentes. Concluímos, por fim, que vivemos num mundo de assimetrias, onde cada pessoa tem hábitos e costumes diferentes…Contudo, estamos todos ligados a um objectivo comum: proteger o Planeta Terra e fazer com que cada habitante deste nosso planeta viva com o maior conforto possível. É certo que estamos longe de conseguir que a qualidade de vida das populações seja homogénea, mas todos os dias estamos mais perto desse objectivo e com a força e coragem tão próprias do Homem chegaremos lá. É preciso acreditar, que um dia seremos todos iguais e finalmente possamos viver em paz e segurança. Pensamos, então, que não à mais nada a dizer, a não ser salientar uma vez mais o quão útil e importante foi a realização deste estudo para nós, e como nos ajudou a aprofundar os conhecimentos entre os diferentes grupos de países. Resta-nos desejar que todos quanto leiam o nosso trabalho, o apreciem tanto como nós.

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