empreendedorismo e tecnologias da informacao

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inovação, empreendedorismo e tecnologias da informação silvio lemos meira www.meira.com silvio@cesar.org.br

global entrepreneurship monitor 2001: 

global entrepreneurship monitor 2001 Brasil = 8%, Portugal = 6% França = 4%, Japão 2%

global entrepreneurship monitor 2001: 

global entrepreneurship monitor 2001 Brasil = 6%, Japão = 2% Portugal = França 1.5%

global entrepreneurship monitor 2001: 

global entrepreneurship monitor 2001 Brasil = 1%, Japão = Portugal = França 1.5% O=6 N=3 O=12 N=7 O=8 N=6

global entrepreneurship monitor 2001: 

global entrepreneurship monitor 2001 O=6 N=3 I=4 Brasil: O=8 N=6 II=1 VC=0!!!

global entrepreneurship monitor 2001: 

global entrepreneurship monitor 2001

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mudando de assunto e falando de coisa boa...

tecnologias da informaçãorobert cringely ["triumph of the nerds"]: 

tecnologias da informação robert cringely ['triumph of the nerds'] Caso o automóvel tivesse se desen-volvido como os computadores, um Rolls-Royce custaria US$100, faria um e meio milhão de quilômetros por litro... ...e explodiria uma vez por ano, matando TODOS os ocupantes!

mas o mundo está virando software...: 

mas o mundo está virando software... quando o trabalho vira software, precisa de muito mais software... que precisa de muito mais gente... que precisa de muito mais software...

onde está o mercado?... {msdw TMT}: 

onde está o mercado?... {msdw TMT}

onde estamos?...: 

onde estamos?... não é todo mundo que analisa qualquer coisa por 40 anos... quantos dos nossos negócios têm dados há 10? ou desde o começo?

TICs, por que?... : 

TICs, por que?... informação é FONTE de vantagens competitivas... [Porter, Millar, HBR, 1985] capitalismo: receita - despesa andgt; 0

TICs e PRODUTIVIDADE?: 

TICs e PRODUTIVIDADE? 1987: PARADOXO de ROACH/SOLOW: nós vemos computadores em todos os lugares, menos nas estatísticas de produtividade... mesmo?

medindo velocidade...: 

medindo velocidade... Economic Creativity Index

Internet (telefones) e... Inovação: 

Internet (telefones) e... Inovação

e o jogo é de longo prazo!: 

e o jogo é de longo prazo!

longo prazo como... dez anos...: 

longo prazo como... dez anos...

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e... qual é a receita do sucesso?

Seven Secrets of Success: 

Seven Secrets of Success www.business2.com, out 2002 [Vital stats on the tech industry's front-runners. These companies outpaced rivals in a combination of cash flow, revenues, earnings, and stock performance.] What links many companies on our list isn't a common industry but a common approach to the problems of business -- and that, more than anything else, accounted for their ability to outperform their peers in one of the nastiest tech cycles in memory.

Seven Secrets of Success: 

Seven Secrets of Success Do one thing well. Five years ago the electronic-scoreboard business was dominated by all-purpose giants Panasonic, Mitsubishi, and Sony (SNE). Then along came a pint-size specialist, Daktronics (DAKT) (No. 18), which captured almost a third of the market after introducing a more colorful and energy-efficient technology. The B2 100 is full of other dominant niche players, from online-auction king eBay (EBAY) (No. 3) to storage-chip maker Qlogic (QLGC) (No. 20). It's simple: If you do one thing better than anyone else, in a downturn your customers will dump everyone else first.

Seven Secrets of Success: 

Seven Secrets of Success Watch your wallet. Derrick Key, chairman of Roper Industries (ROP) (No. 60), balked at the price of being photographed for an annual report. At Logitech (LOGI) (No. 1), executives are hit where it hurts -- in the bonus -- if they let inventory or accounts receivable build up. 'We accountants are the only ones who seem to worry about the balance sheet,' Logitech CFO Kristen Onken says. In a rough market, protecting cash flow is everyone's responsibility.

Seven Secrets of Success: 

Seven Secrets of Success Keep innovating. Founded in 1987 by researchers from North Carolina State University, Cree (CREE) (No. 15) has become a $155-million-a-year business by continually improving on the efficiency and brightness of its light-emitting diodes, leading the way to LED-based patio lights and even traffic lights. Next year the company expects to derive 70 percent of its revenues from products invented during the past year. To satisfy gamers' insatiable appetite for ever-more-dazzling effects, the folks at Nvidia (NVDA) (No. 13) have nearly doubled Randamp;D spending in each of the past two years. Randamp;D is one outlay the B2 100 tend not to skimp on.

Seven Secrets of Success: 

Seven Secrets of Success Buy smart. The past few years have not been kind to big companies driven by an indiscriminate urge to get bigger. Among the B2 100, acquisitions tend to be purposeful -- deals meant to help companies become better at what they already do. For example, none of the more than 100 acquisitions made by Fiserv (FISV) (No. 28) in the past 18 years altered the nature of its business, but they greatly expanded its client base of banks, credit unions, and brokerages. For five years running, the company has grown earnings more than 17 percent.

Seven Secrets of Success: 

Seven Secrets of Success Supply the suppliers. Remember the bubble-era bromide that the way to get rich in a gold rush is to sell the prospectors picks and shovels? It still holds. Qiagen (QGENF) (No. 57) supplies nucleic-acid extraction kits that biotech researchers use to search for new cures. In plain English, that means Qiagen's customers carry the risk that their painstaking lab work won't uncover Food and Drug Administration-approved treatments, while Qiagen gets to enjoy the biotech gold rush here and now.

Seven Secrets of Success: 

Seven Secrets of Success Hitch your wagon to a star. Many B2 100 companies are a study in the power of relationships with the powerful. II-VI (IIVI) (No. 51), Paravant (PVAT) (No. 71), and at least half a dozen others are suppliers to Uncle Sam, whose patronage is all but immune to the business cycle. Thanks to a decade-plus spent cultivating relationships with Hollywood studios, Macrovision (MVSN) (No. 47) owns the copy-protection technology used in most DVDs and players. The downturn would have to get pretty bad before customers stopped renting movies.

Seven Secrets of Success: 

Seven Secrets of Success Have a backup plan. After a disastrous effort to market its own game-development platform, Nvidia (No. 13) did an about-face, began collaborating with Microsoft (MSFT), and landed a multibillion-dollar deal to supply chips for the Xbox. In unpredictable times, you have to be prepared to scramble

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e... como é possível fazer isso... AQUI?

fazendo...: 

fazendo... ...revolucionando de vez a forma de interação da Universidade com a Sociedade e o Setor Empresarial... criando modelos inovadores, arrojados, profissionais e auto-sustentáveis... para aumentar o impacto, a relevância e a competitividade dos resultados de origem (ou de forte componente) acadêmica...

missão do c.e.s.a.r: 

missão do c.e.s.a.r transferência auto-sustentada de conhecimento em tecnologia da informação entre a Sociedade e a Universidade

o c.e.s.a.r funciona...: 

o c.e.s.a.r funciona... de cabeça para baixo... quem guia o que o c.e.s.a.r faz não é o que sabemos fazer... mas os problemas que o mercado tem e pelos quais quer pagar para resolver.

na prática... o nosso negócio é fabricar empresas: : 

na prática... o nosso negócio é fabricar empresas: identificar e captar problemas... desenvolver soluções... identificar mercados... generalizar soluções -andgt; produtos | serviços... estruturar unidade de negócios... identificar investidores... formar alianças e parcerias... lançar novo empreendimento... administrar participação acionária... desinvestir, quando e se for o caso

como fazemos?: 

como fazemos?

por fazemos assim?... : 

por fazemos assim?... ...because innovation is impossible if you think about it from a technology approach... Langdon Morris, co-autor de 4th Generation Randamp;D: Managing Knowledge, Technology and Innovation.

por que fazemos assim?…: 

por que fazemos assim?… innovation is an economic and social term. Its criterion is not science or technology, but a change in the economic and social environment, a change in the behavior of people, as consumer or producer. Peter Drucker, 1974.

alguns clientes: 

alguns clientes

parceiros tecnológicos: 

parceiros tecnológicos

mantenedores: 

mantenedores empresas de reconhecido valor nos seus segmentos de atuação, que acreditam na missão e atuação do c.e.s.a.r e, por isso, apóiam a sua operação fundadores associados

quem são os beneficiários?: 

quem são os beneficiários? a economia local e regional: o c.e.s.a.r já é um dos maiores negócios de informática da região; os empreendedores locais e nacionais: mais de 30 novos negócios, entre eles a mobile, já um dos maiores negócios de TICs da região [R$10M, 2002] investidores locais, nacionais e internacionais: o c.e.s.a.r cria oportunidades de investimento - ao invés de 'garotos na garagem', o c.e.s.a.r cria grupos estruturados e articulados com a economia nacional e internacional - inclusive quando absorve os 'garotos da garagem'...

o que o c.e.s.a.r tem? gente:: 

o que o c.e.s.a.r tem? gente: 300++ profissionais com experiência e perfis diversos mais de 150+ na engenharia 120+ engenheiros de software, 70% certificados em JAVA pela SUN PMI, SPIN... 10 PhD, 30 MSc, 40 Esp e... 30 fazendo pós-graduação

fazendo o quê?...: 

fazendo o quê?... único laboratório de J2ME fora da Motorola, no mundo único centro SUN ONE na América Latina em processo de certificação ISO 9001 e CMM 3 uma das principais instituições de Pandamp;D habilitadas para execução de projetos de lei de informática e fundos setoriais Prêmio PBPQS 2002 Prêmio Inovação Finep/NE

por que o c.e.s.a.r faz o que faz?: 

por que o c.e.s.a.r faz o que faz? o c.e.s.a.r é a componente de INTERVENÇÃO ECONÔMICA do Centro de Informática da UFPE o CIn/UFPE ESTAVA ISOLADO e correndo o risco de se tornar uma CASA DE PASSAGEM para fora da região... o c.e.s.a.r trabalha para se tornar, ele próprio, uma casa de passagem, mas PARA DENTRO economia regional; o c.e.s.a.r trabalha para transformar projetos e soluções de sucesso em empreendimentos de sucesso, quando percebe a oportunidade para tal;

por que o c.e.s.a.r faz o que faz?: 

por que o c.e.s.a.r faz o que faz? mais que tudo, o c.e.s.a.r cria a ESPERANÇA de que é possível INOVAR E EMPREENDER AQUI, em Recife, como parte de um processo de DESENVOLVIMENTO REGIONAL... o c.e.s.a.r TEM QUE AGIR POR EXEMPLOS: nós aprendemos fazendo; os atuais componentes das equipes de projeto são os futuros empreendedores dos negócios delas derivados!... o fundamento básico é criar uma JANELA DE OPORTUNIDADES tão larga que qualquer um sinta que PODE FICAR justamente porque PODE SAIR no momento em que decidir fazê-lo!...

quais as conseqüências disso?...: 

quais as conseqüências disso?... o c.e.s.a.r não é uma 'incubadora normal', muito menos uma 'incubadora': o c.e.s.a.r fabrica empreendimentos; para tal, o c.e.s.a.r tem que investir em métodos, processos, ferramentas, ambientes, qualidade, qualificação, certificação, treinamento, laboratórios, inovação, gestão... investimento que é feito por e para... nossos empreendedores, que têm LARGA EXPERIÊNCIA no desenvolvimento de projetos e negócios em seus setores, quando comparados com os habitantes-padrão das incubadoras clássicas...

unidades de negócios: 

unidades de negócios ???

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oportunidade identificada: engenho de busca no .BR grupo identificado no CIn: bibliotecas digitais protótipo investimento do c.e.s.a.r investidor longa e complexa busca e negociação cerca de UM ANO: opportunity

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saída do c.e.s.a.r: nove meses após início da unidade influência do c.e.s.a.r: tecnologia, processo, gerência, negócios, mercado... consultoria, pessoal e novos investimentos... ::grupo radix:: mobile, wiser, artVoodoo cisão: radix: grupo iBest mobile: opportunity, datasul

por que chegamos aqui?...: 

por que chegamos aqui?... porque inovação é o segundo nome do c.e.s.a.r!... modelo inovador de... desenvolvimento de soluções geração de novos negócios interação com empreendedores e investidores relacionamento com a universidade fomento e apoio ao ecossistema local de TICs porque o c.e.s.a.r é uma ESCOLA... de muitas formas, o c.e.s.a.r trabalha para 'perder' capital humano para a Sociedade... ...gente que vai para lá... INOVAR! primeiro

c.e.s.a.r: âncora do Porto Digital: 

c.e.s.a.r: âncora do Porto Digital empreendedorismo, inovação e negócios de TICAs no Recife Plataforma de negócios de classe mundial infra-estrutura tecnológica de última geração, incentivos governamentais e investimentos privados para tornar-se referência internacional objetivo: redesenhar o mapa de investimentos em Pernambuco... talvez no Nordeste... -andgt; 10% do PIB estadual em 2015

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c.e.s.a.r, em resumo:: 

c.e.s.a.r, em resumo: Só há duas formas de viver a vida. A primeira é como se nada fosse milagroso. A segunda é como se tudo fosse um milagre. Albert Einstein (1879-1955) Sem esforço não há progresso, mas com esforço também não há progresso. Ryotan Tokuda, Mestre Zen (1938- )

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