logging in or signing up Pharmaceutical dosage forms Pharmacotecnica Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 3661 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: October 13, 2008 This Presentation is Public Favorites: 2 Presentation Description Pharmaceutical technology os solids Comments Posting comment... By: jatin17 (31 month(s) ago) Dear sir, I want this presentations. Can u give it to mail? jatins_patel_202@yahoo.co.in Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close Premium member Presentation Transcript Slide 1: Pharmaceutical technology Solid dosage forms 2008 Este material é protegido por Direitos autorais e deve ser corretamente citado. Slide 2: Janaina Villanova Doutoranda em Ciências e Engenharia dos Materiais -UFMG Mestre em Fármaco e Medicamentos - USP Especialista em Fármacos e Medicamentos - UFJF Tecnologia FarmacêuticaFormas farmacêuticas sólidasBelo Horizonte, 2008 Slide 3: Tecnologia FarmacêuticaFormas farmacêuticas sólidasBelo Horizonte, 2008 Este material é protegido por Direitos autorais e deve ser corretamente citado. Slide 4: Pós como formas farmacêuticas Pós a granel Sachês Pós para inalação Pós efervescentes Pós para reconstituição Grânulos Pellets Cápsulas Comprimidos Pós como intermediários Classificação Slide 5: Operações unitárias 1 2 3 4 5. Pelletização 6. Encapsulação 7. Compactação Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova Slide 6: Parâmetros críticos Parâmetros Influência Tamanho de partícula: ↑ coesividade ↓ menor partícula ↓ capacidade de fluxo Distribuição: Ampla faixa ↓ capacidade de fluxo Densidade: ↓ coesividade ↑ densidade ↑ capacidade de fluxo Forma da partículas: Esférica ↑ capacidade de fluxo Slide 7: Fluxo dos pós Transferência de pós misturador contâiner do granel alimentador tremonha matriz frasco invólucro (cápsulas); Alimentação uniforme, razão volume/massa uniforme, reprodutibilidade de enchimento, excesso de ar, aumento no atrito; - Fenômenos coesão e adesão; Interações de van der Walls, tensão superficial e cargas eletrostáticas (atrito). Parâmetros críticos Slide 8: Influenciam no fluxo Tamanho de partícula / grande área superficial Material particulado tendência à agregação. Fluxo ruim; Produção de carga eletrostática elevada fluxo ruim e segregação; Segregação variação de peso médio e uniformidade de conteúdo; Análise determinação de diâmetro médio e sua distribuição; Rugosidade das partículas quanto mais lisa menos pontos de interação. Slide 9: N° do tamis () Abertura da malha () 8 2,38 mm 10 2,00 mm 16 1,19 mm 18 1,00 mm 20 850 m 30 600 m 40 425 m 50 300 m 60 250 m 70 212 m 80 180 m 100 150 m 120 125 m 200 75 m Granulação via úmida tamis 8 ou 10; Calibração do granulado 16 ou 18; Lubrificantes tamis 60. Exceto estearato de Mg (35); Suspensibilidade; Menor abertura de uso farmacêutico 43 µm (320); Dissolução. Slide 10: Influenciam no fluxo Volume ocupado Pós espaços vazios entre partículas que se acomodam de modo variado; Volume real da partícula (Vp) exclui interstícios. Picnômetro de Hélio; Volume do granel (Vg) ou aparente inclui interstícios; Porosidade () Vp / Vg. Medida V aparente Índice de Hausner. Slide 11: Influenciam no fluxo Densidade Relação dada entre massa e volume ocupado; Densidade verdadeira (v) Vv; Densidade da partícula (p) Vp; Densidade do granel (g) Vg (medida do grau de empacotamento); Densidade relativa (r) relação entre densidade da amostra e a verdadeira; Partículas densas > v < menos coesivas melhor fluxo. Slide 12: Influenciam no fluxo Pó grânulo comprimido Aumento da pressão Densida-de relativa - Durante a compressão, a r aumenta até próxima de 1 espaços vazios são eliminados. Slide 13: Ângulo de repouso () relação com a coesão (força interparticular); - Ângulo interno da base do cone; - Diâmetro de abertura do funil 0.8 mm; - < > velocidade de fluxo; 20º 25º (boa); 25º 40º (razoável); 40º (ruim). Determinação da fluxibilidade Slide 14: Velocidade de escoamento medida indireta da resistência ao fluxo; - Acréscimo de peso versus tempo. Tensão de cisalhamento (leito) Estabelece fator de fluxo (f.f.) Determinação da fluxibilidade Valor de f.f. Tipo > 10 livre 4 – 10 fácil 1.6 – 4 coesivo < 1.6 muito coesivo Slide 15: Índice de Hausner empacotamento modifica-se a medida que há consolidação; Volúmetro alteração do empacotamento com do espaço vazio; Relação entre Df/D0. Índice de Carr % de compressibilidade Determinação da fluxibilidade Faixa (%) Tipo 5 -15 Excelente (livre) 12 – 16 Bom 18 – 21 Escasso 28 - 35 Pobre > 40 Deficiente (coesivo) % = Df – D0 x 100 Df Slide 16: Alteração do tamanho e da distribuição do tamanho granulação; Alteração na forma das partículas granulação, spray-dried, cristalização; Modificação de carga superficial alteração nas condições de processo ( atrito, velocidade e percurso de transporte); Adição de adjuvantes ativador de fluxo (óxido de magnésio, Aerosil®), aglutinantes; Alimentadores vibração e impelentes. Adequação da fluxibilidade Slide 17: Colocar em contato íntimo 2 ou mais componentes. Ideal adjacente; Homogeneidade proporção, granulometria, forma e densidade; Processo monitorado eficiência, duração; Fundamento: Convecção transferência de grupos; Cisalhamento deslocamento em camada; Difusão movimentação individual; Segregação (demistura) tamisação, moagem, granulação, densidades semelhantes, reduzir tempo de permanência e número de equipamentos. Mistura Slide 18: Adição de estearato de magnésio sobre-mistura (cargas eletrostáticas e segregação; Misturas longas fenômeno de não-mistura; Enchimento excessivo expansão do leito; Enchimento deficiente leito pulvéreo inerte; Cargas eletrostáticas aglomerados; - Dissipar eletricidade estática fio-terra; - Umidade relativa do ar ~ 40%. Mistura Slide 19: Se o IA está em quantidade < que 0,5 %, adição na forma pré-dissolvida em meio líquido pode ser útil; Se o IA está em quantidade a 10% mistura direta proporciona homogeneidade satisfatória; Se a quantidade de IA permanece entre 0,5 e 10 % pré-mistura geométrica apresenta resultados satisfatórios. Mistura sequenciada. Mistura Slide 20: Agregados sólidos de partículas cristalinas ou amorfas; Umidade entre 0.55 e 3%. Pode variar conforme o IA: < umidade para higroscópicos; Menos de 10% de partículas primárias ou grânulos finos; Friabilidade apropriada. Granulação Slide 21: Cisalhamento alto elevada densidade e boa granulometria; otimiza aglutinante e reduz tempo (Diosna®, Collete®); Cisalhamento baixo (planetária, Ribbon, malaxadeira, leito fluidizado). Vantagens: - maior densidade aparente; - melhor manutenção da homogeneidade; - melhor fluxibilidade e compressibilidade; - mais estável. Granulação Slide 22: Granulação convencional Via seca - Compactação prévia (slugs prensas, compactadores) Cominuição (granulador oscilante, rotativo, moinho, tamisador-granulador) Calibração dos grânulos Generalidades IAs insensíveis (ToC e H2O) Pressão densificação Mais econômica; Gera mais pó; Desgasta os equipamentos; Equipamentos caros. Via úmida - Aglutinação massa (malaxador, planetária, misturador-granulador) Granulação / Secagem Calibração dos grânulos Generalidades IAs insolúveis e estáveis Coesão por líquido Maior número de etapas e equipamentos; Controle da umidade residual. Slide 23: Granulação convencional Mistura Líquido ou solução aglutinante Aglomeração Granulação Secagem Calibração Granulado Aglomeração - Malaxador Slide 24: Granulação convencional Mistura Slugs Calibração Moagem Grânulos Irregulares Slide 25: Equipamentos alternativos Misturadores / granuladores de alta velocidade Collette-Gral Spray-drier (secagem por aspersão) Solução ou suspensão granulado tem pouco tempo de residência no equipamento e sob ação do calor. Slide 26: Granuladores de leito fluidizado Slide 27: Leito fluidizado Vantagens Mistura/granulação/secagem/revestimento 1 aparelho; Processo dinâmico; Minimiza perdas por transferência; Evita contaminação cruzada; Automatização controle; Modificação de excipientes. Desvantagens Elevado investimento inicial; P&D e scale up mais demorados e dispendiosos; Parâmetros críticos processo, equipamento e produto (tipo e qunatidade de aglutinante, hidrofobia dos pós, temperatura, altura do atomizador, umidade do ar, razão do fluxo do líquido e do ar de aspersão). Slide 28: Pellets Unidades esféricas densas, constituídos a partir da aglomeração de pós finos contendo com IAs + excipientes. Medem entre 0.5 e 1.5 mm. Podem conter mais de 90 % de IA. Podem ser revestidos. Ótimas propriedades de escoamento esferas; Baixa friabilidade / perda de pó; Distribuição de tamanho mais uniforme; Liberação convencional ou modificada; Incorporação de grande quantidade de IA; Grande dispersão no TGI redução da irritação e baixo risco de efeitos adversos por sobredose. Vantagens Slide 29: Peletização Processo de aglomeração de pós finos (IA + excipientes) em pequenas unidades esféricas por meio de extrusão/esferonização. Mistura Massa úmida Malaxagem Secagem Extrusão Esferonização Slide 30: Por camadas: Diâmetro 0,6 a 2,5 mm; Alta densidade. Esferonização / Extrusão Peletização direta: Diâmetro 0,2 a 1,2 mm; Alta densidade. Granulação/aspersão: Diâmetro 0,2 a 5 mm; Alta densidade. Slide 31: Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova Mistura pós secos; Malaxagem aglomeração; Extrusão massa é forçada a passar por placa com orifícios de R e C definidos. Slide 32: Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova Esferonização placa rotatória dentro de câmara cilíndrica. Parede interna polida. Placa perfurada: ar seco. Secagem temperatura ambiente (estufa) ou alta (circulação); leito estático ou dinâmico. Slide 33: Peletização Slide 34: Peletização Slide 35: Peletização Pellets podem ser compactados ou encapsulados. Controle de qualidade tamanho e distribuição de tamanho, densidade aparente e real, massa volumétrica, área superficial externa, esfericidade, morfologia superficial, propriedades de empacotamento, resistência à fratura e friabilidade. Slide 36: Comprimidos Slide 37: Comprimidos VO é conveniente e segura; Maior precisão de dose e UC; - Cedência modulada, controlada e reprodutível ; Boa estabilidade física, química e microbiológica; Resistência mecânica adequada; - Processos de obtenção estabelecidos e robusto; Boa aceitação, são leves e compactos; Invioláveis e identificáveis (forma, tamanho, cor e impressão). “São preparações sólidas, administradas pela VO, com um ou mais IA’s, de dose única, obtidas por compressão de partículas uniformes”. Vantagens/Requerimentos: Slide 38: Comprimidos Desvantagens: - Problemas de biodisponibilidade IA’s pouco solúveis, de baixas absorção e permeabilidade; - Fármacos que apresentam liberação irregular; Condições especiais de produção estabilidade; Pobre compressibilidade dos pós. Representam cerca de 80% dos medicamentos comercializados. Slide 39: Comprimidos Comprimidos para ingestão oral Administrados por outras vias Comprimidos convencionais Comprimidos para implantação Comprimidos de compressão múltipla Comprimidos vaginais Comprimidos de liberação controlada Cones dentais Comprimidos revestidos com açúcar Comprimidos revestidos com película Comprimidos mastigáveis Comprimidos usados para preparação de solução Comprimidos usados na cavidade bucal Comprimidos efervescentes (ação local e/ou sistêmica) Comprimidos para uso externo Comprimidos bucais Pílulas Comprimidos sublinguais Comprimidos desintegráveis Comprimidos desintegráveis Comprimidos mastigáveis Pastilhas Slide 40: Métodos de preparação de comprimidos Via úmida Via seca Compressão direta Obtenção Compressão direta Slide 41: Via úmida Via seca Slide 42: Comparação dos métodos Slide 43: Muitas etapas; Adição e remoção de solventes; Maior gasto de energia; Possibilidade de hidrólise; Possibilidade de degradação por aquecimento. Muitas etapas; Equipamentos caros; Gasto de energia; Via úmida Via seca Desenvolvimento de excipientes diretamente compressíveis FUNCIONALIDADE Tendência mínima à segregação; Boa compressibilidade; Fluir facilmente; Comparação dos métodos Slide 44: Componentes Diretamente compressíveis mais de uma função (fillers-binders), baixa quantidade, modificados. Materiais que agem como desintegrante e têm fluxo regular MCC e amido diretamente compressível. Materiais de fluxo livre que não desintegram fosfato de cálcio dibásico diidratado. Materiais de fluxo livre que desintegram por dissolução lactose, manitol e sorbitol. Materiais co-processados (combinam propriedades e funções diferentes) MCC silificada, lactose + amido (StarLac®), lactose + PVP + crospovidona (Pharmatose®), MCC + lactose (Cellactose®). Slide 45: Componentes <1059> Excipient Performance uma vez que têm papel crítico na produção, estabilidade e eficácia da FF, seu desempenho precisa ser garantido; Variabilidade pode interferir no desempenho lote-a-lote. Ensaios permitem obtenção de produto robusto; USP 30/NF 25 14 categorias funcionais prioritárias e representativas. Slide 46: Diluentes oficiais para as FFS: carbonato de Ca, fosfato de Ca dibásico e tribásico, sulfato de cálcio, celulose, celulose microcristalina (MCC), dextrato, dextrina, dextrose excipiente, frutose, caolim, lactitol, lactose anidra, lactose monoidratada, maltitol, maltodextrina, maltose, manitol, sorbitol, amido, amido pré-gelatinizado, sacarose, açúcar compressível. Diretamente compressíveis. Auxiliam no processo produtivo Slide 47: Diluentes dar volume adequado. Diferentes naturezas: a. Solúveis lactose, sorbitol, manitol; b. Insolúveis talco, fosfato de Ca; c. Hidrofílicos celulose microcristalina, amido; c. Mistos obtidos pela mistura de diluentes (hidrofílicos, solúveis e insolúveis como, por exemplo, amido + lactose). Auxiliam no processo produtivo Slide 48: Solúvel não prejudica dissolução. Fluxo razoável mistura com amido. IAs higroscópicos usar lactose anidra. Reações de intolerância excluir? Incompatível com aminas. Lactose Auxiliam no processo produtivo Modificada: Lactose M 200 Lactose anidra Lactose aglomerada Lactose spray-dried Slide 49: Amido Insolúvel capacidade desagregante. Fluxo ruim melhorado após mistura com lactose ou amido modificado. Capping e friabilidade >. Alta umidade residual amido pré-gelatinizado. Sem incompatibilidades descritas. Auxiliam no processo produtivo Modificado: Starch® 1500 PerFlo® Slide 50: CD e via úmida; Higroscópica adição de Aerosil®. Deformação plástica, bom escoamento e bom fluxo (efetiva em baixas quantidades). 100 e 200 50 e 100 m, respectivamente; Pode influenciar negativamente na dissolução em grande quantidade pode contribuir para a gelificação. Celulose microcristalina Auxiliam no processo produtivo Avicel® PH Microcel® Vivacel® Slide 51: Sem incompatibilidades no estado sólido. Solúvel e não higroscópico formulações com ativos sensíveis à umidade. Uso de lubrificantes. Calor de dissolução negativo mastigáveis. Parteck® M. Manitol Auxiliam no processo produtivo Sorbitol Sem incompatibilidades descritas para FFS. É solúvel e higroscópico. Oferece sabor doce mastigáveis. Formaxx® (sorbitol + carbonato de cálcio) boas propriedades de compressão. Parteck® SI. Slide 52: São oficiais (USP/NF), listados para emprego em cápsulas: estearatos de Ca, Zn e Mg, ácido esteárico, amido, PEG, LSS, óleo vegetal hidrogenado Tipo I e o talco, derivados do silício (Aerosil®). Lubrificantes, anti-aderentes, deslizantes facilitam o escoamento e ejeção. Auxiliam no processo produtivo Slide 53: Fricção (grânulo-grânulo ou grânulo-metal) fluxo deficiente, fricção com punções e/ou com a parede da matriz = defeitos. Deslizantes favorecem o fluxo pela diminuição da fricção entre grânulos; Anti-aderentes evitam a aderência dos grânulos à matriz ou aos punções; Lubrificantes propriamente ditos reduzem a fricção entre as partículas, assegurando melhor transmissão da força de compressão através do material, reduzindo as forças de reação que aparecem nas paredes da matriz. Auxiliam no processo produtivo Slide 54: Aumenta friabilidade e reduz dureza. Natureza hidrofóbica. Natureza hidrofóbica prejudica a dissolução menor concentração possível; Sobre-mistura migra para a interface. Tempo de mistura é parâmetro crítico (5 minutos finais); Reduz dureza; Não utilizar na presença de AAS, vitaminas e alcalóides. Estearato de magnésio Auxiliam no processo produtivo Talco Slide 55: Aglutinantes facilitam a aglomeração dos pós em grânulos, por melhorar a adesão. Podem ser adicionados na forma seca ou dissolvidos/dispersos no líquido de aglutinação (água, etanol, etc). Alguns dos aglutinantes oficias são: ácido algínico, goma acácia, goma guar, gelatina, povidona, copovidona, glicose líquida, xarope simples, amido (goma), maltodextrina. Auxiliam no processo produtivo Slide 56: Desagregantes (desintegrantes) facilitam a desagregação. Mecanismos: (i) absorção de água e intumescimento; (ii) formação de gases; (iii) formação de canais. Os desintegrantes usualmente empregados em FFS são: ácido algínico, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, crospovidona, amido, amido glicolato de sódio e amido pré-gelatinizado. Super-desintegrantes. Auxiliam na liberação do fármaco Slide 57: Desintegrantes convencionais (amido, celulose) cerca de 20%. Super-desintegrantes entre 0,5 e 6%. Explocel®, Explotab®, Ac-Di-Sol®, Primojel®, etc. Evitar polímeros modificadores da liberação (CMC-Na HEC, HPMC) em LC. Auxiliam na liberação do fármaco Slide 58: Tensoativos diminuem a TS e facilitam o contato de pós hidrofóbicos com fluidos do trato gastrintestinal. Podem formar micelas com o IA e reduzir a absorção. Alguns dos tensoativos oficiais (USP/NF), listados para emprego em FFS são: lauril sulafato de sódio, docusato sódico e os polissorbatos. Auxiliam na liberação do fármaco Slide 59: Compactação dos pós envolve Compressão Consolidação Aproximação das partículas: forças de Van der Waals + fusão local = ponte. Punção inferior Punção superior Força axial Força radial Diminuição no volume dos pós com aumento da densidade. Acomodação dos grânulos com expulsão do ar presente entre os mesmos. Fragmentos restantes ajudam à preencher espaços vazios. Slide 60: Comportamento do material Slide 61: Classificação das máquinas de compressão Número de estações Única Múltipla Espessura do comprimido: penetração do punção superior. Volume de pó: posição do punção inferior. Slide 62: Classificação das máquinas de compressão Toda a pressão durante a compressão é aplicada pelo punção superior. Slide 63: Forma de deslocamento Excêntrico Rotativo Classificação das máquinas de compressão Slide 64: Etapas Segregação durante compressão excesso de finos. Slide 65: Componentes básicos das máquinas 1- tremonha = alimenta a máquina com o granulado ou pó; 2- matrizes que definem o tamanho e a forma do comprimido; 3- punções para comprimir o granulado dentro da matriz; 4- calhas para orientação do movimento dos punções; 5- mecanismo de alimentação que conduza o granulado da tremonha para dentro das matrizes. Matrizes Punções Equipamentos Slide 66: Forma e dimensões - Punções e matrizes durante o processo de compressão; Volume de enchimento e pressão. 1) Quanto – côncavos forem os punções: + planos os comprimidos 2) Quanto + côncavos forem os punções: + convexos os comprimidos Peso Volume de enchimento Produção de comprimidos uniformes - mesmo volume de enchimento; - mesma pressão: controle de “maciez” e dureza afetam a espessura e dureza do comprimido Parâmetros do processo Slide 67: Possíveis causas do capping (até 72 horas): Presença de ar grânulo grande e insuficiência de aglutinante. Compactação grande força, velocidade e tempo . Grânulo muito seco ou umidade superficial excessiva. Comportamento elástico. Possíveis causas da laminação: Relaxação de regiões durante a ejeção. Desgaste da matriz forma cônica. Possíveis causas do picking: Materiais aderidos aos punções ou desgaste. Umidade superficial elevada ou grânulos úmidos. Defeitos que podem ocorrer nos comprimidos Friabilidade elevada e dureza reduzida: Excipientes de baixas densidade e granulometria (talco). Força de compressão excessiva. Uso de estearatos e talco em grande quantidade. Slide 68: Capping Laminação Picking Sticking Fissuras por stress ou friabilidade Defeitos que podem ocorrer nos comprimidos Slide 69: Ensaios físicos 1-orelha fixa 8-encosto fixo 2-orelha móvel 9-encosto móvel 3-nônio (polegada) 10-bico móvel 4-parafuso de trava 11-nônio (mm) 5-cursor 12-impulsor 6-escala fixa de polegada 13-escala fixa 7-bico fixo 14-haste de profundidade D 30 N Slide 70: Ensaios físicos Outros: Peso médio e DP; Teor e UC. F 1.5% 30 minutos Conforme especificação farmacopéica Slide 71: Requerimentos especiais Efervescentes ácido cítrico (1:<1) ou ácido tartárico (1:0.75) + carbonato (vs) e/ou bicarbonato de Na (NaHCO3 - 1:11), em água, liberando CO2. Ácido + base + H2O CO2 (< 1 minuto) Vantagens: correção do paladar; dissolução rápida; alteração fisiológica biodisponibilidade. Desvantagens: baixa estabilidade: alta reatividade. dificuldade na manipulação / controle do ambiente. Slide 72: Requerimentos especiais Condições de processamento e acondicionamento: Efervescência prematura material de partida com baixa umidade residual. Excipientes e IA’s não higroscópicos e molháveis; Granulação sem água. Sem desintegrante; Discos na superfície dos punções (polímeros); Lubrificação externa; Elevado conteúdo de Na balanço eletrolítico; Ambiente de produção 18oC (máximo de 25oC) e 10% UR (máximo de 25%); Acondicionamento sachês impermeáveis e selados, na ausência de ar. Preferencialmente Al. Dessecante. Ao abrigo da luz, calor e umidade. Slide 73: Comprimidos revestidos Slide 74: Generalidades Tipos de revestimento: - Película - Açúcar (drágea) - A seco (press coating) Motivos para revestir: facilitar deglutição; mascarar aparência e sabor desagradável; proteger IA dos fatores ambientais; facilitar manipulação e aumentar resistência; modificar liberação: proteger IAs da ação dos fluidos gástricos; proteger mucosa gástrica quando IA é irritante; diminuir náuseas ou vômitos; evitar diluições do IA antes de atingir o intestino. Slide 75: Aspersão e evaporação do líquido Deposição da dispersão polimérica Compactação e deformação polimérica Coalescência em filme contínuo Película Líquido de revestimento solução ou suspensão; Contém polímero, solvente (orgânico*, água), pigmento, plastificante; Atomização leito de núcleo em rotação. Slide 76: Drágea 1. Impermeabilização dos núcleos hidrofóbicos (goma-laca, CAF); 2. Revestimento primário arredondamento (cargas: carbonato de cálcio, talco, goma arábica + xarope de sacarose); 3. Alisamento xarope de sacarose; 4. Coloração pigmento; 5. Polimento cera de abelha, carnaúba; 6. Impressão offset com tinta indelével. Turbina; Adição do xarope manual ou acessório; Defeitos dimensão, aspecto e rachadura. Slide 77: Sugar coating Film coating Comparação Slide 78: Drageadeira convencional (pan) Equipamentos Slide 79: Drageadeira perfurada (multi-pan) Equipamentos Slide 80: Equipamentos Slide 81: Equipamentos Alta eficiência de secagem. Fluxo de ar: ascendente no centro; descendente nas paredes; Nebulização contínua; Núcleos friáveis: impacto. Leito fluidizado Slide 82: Fatores a serem considerados Propriedades dos comprimidos: a. superfície homogênea do núcleo; b. núcleo compatível com revestimento aquoso; c. forma ideal esféricos e convexos. 2. Equipamentos: Controle dos parâmetros automação. Tendência reduzir tempo e contato do operador (equipamentos fechados). Fundamento geral: a. Movimento rotacional; b. Injeção de ar quente / exaustão; c. Aplicação da solução: chuveiro ou nebulização; Exemplos: turbina de Pellegrini, hi-coater systems, driacoater system, sistemas de leito fluidizado. Slide 83: Parâmetros a serem controlados: Zona de aplicação movimentação constante; Remoção rápida do ar elevadas temperaturas; Segurança natureza do solvente; Exaustão recupera solvente / evita dipersão ambiente. Variam com o método: Método de adição do revestimento; Quantidade aplicada; Tempo de agitação e secagem; Sugar coating depende do operador. Film coating controlado por computador. Fatores a serem considerados Slide 84: Problemas com o revestimento Sugar coating a. Núcleo: fragmentação. b. Revestimento: Fissuras = aumentar teor de substâncias elásticas; 2. Rompimento / quebra = expansão do núcleo durante ou após processo; absorção de umidade; recuperação elástica. 3. Adesão / aglomeração. 4. Coloração irregular = migração do corante. 5. Marmorização. Slide 85: Problemas com o revestimento Film coating 1. Adesão = umidade excessiva. Picked. Solução: temperatura e velocidade de secagem. Taxa de aplicação. 2. Aspereza = secagem rápida. concentração de polímero. Solução: aproximar agulhas, grau de atomização. 3. “Casca de laranja” = difusão inadequada da solução. da viscosidade da solução. Solução: diluição da solução. 4. Formação de bolha = evaporação rápida. 5. Opacicidade do filme = concentração de polímero. 6. Variação de cor = mistura insuficiente e migração. 7. Cracking = stress do filme. Slide 86: Composição do filme 1. Polímeros: liberação imediata, entérica ou prolongada. Derivados da celulose: Hidroxipropilmetilceluolose (HPMC) Meticelulose (MC) = Metolose® Etilcelulose (EC) = Surelease® Acetoftalato de celulose = Aquacoat® Derivados acrílicos = Eudragit® Polivinilpirrolidona Acetoftalato polivinílico: Sureteric® 2. Plastificantes: PPG, dietilftalato, dibutilftalato. 3. Solventes: água, etanol, isopropanol. 4. Corantes: solúveis e insolúveis. 5. Opacificantes. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
Pharmaceutical dosage forms Pharmacotecnica Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 3661 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: October 13, 2008 This Presentation is Public Favorites: 2 Presentation Description Pharmaceutical technology os solids Comments Posting comment... By: jatin17 (31 month(s) ago) Dear sir, I want this presentations. Can u give it to mail? jatins_patel_202@yahoo.co.in Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close Premium member Presentation Transcript Slide 1: Pharmaceutical technology Solid dosage forms 2008 Este material é protegido por Direitos autorais e deve ser corretamente citado. Slide 2: Janaina Villanova Doutoranda em Ciências e Engenharia dos Materiais -UFMG Mestre em Fármaco e Medicamentos - USP Especialista em Fármacos e Medicamentos - UFJF Tecnologia FarmacêuticaFormas farmacêuticas sólidasBelo Horizonte, 2008 Slide 3: Tecnologia FarmacêuticaFormas farmacêuticas sólidasBelo Horizonte, 2008 Este material é protegido por Direitos autorais e deve ser corretamente citado. Slide 4: Pós como formas farmacêuticas Pós a granel Sachês Pós para inalação Pós efervescentes Pós para reconstituição Grânulos Pellets Cápsulas Comprimidos Pós como intermediários Classificação Slide 5: Operações unitárias 1 2 3 4 5. Pelletização 6. Encapsulação 7. Compactação Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova Slide 6: Parâmetros críticos Parâmetros Influência Tamanho de partícula: ↑ coesividade ↓ menor partícula ↓ capacidade de fluxo Distribuição: Ampla faixa ↓ capacidade de fluxo Densidade: ↓ coesividade ↑ densidade ↑ capacidade de fluxo Forma da partículas: Esférica ↑ capacidade de fluxo Slide 7: Fluxo dos pós Transferência de pós misturador contâiner do granel alimentador tremonha matriz frasco invólucro (cápsulas); Alimentação uniforme, razão volume/massa uniforme, reprodutibilidade de enchimento, excesso de ar, aumento no atrito; - Fenômenos coesão e adesão; Interações de van der Walls, tensão superficial e cargas eletrostáticas (atrito). Parâmetros críticos Slide 8: Influenciam no fluxo Tamanho de partícula / grande área superficial Material particulado tendência à agregação. Fluxo ruim; Produção de carga eletrostática elevada fluxo ruim e segregação; Segregação variação de peso médio e uniformidade de conteúdo; Análise determinação de diâmetro médio e sua distribuição; Rugosidade das partículas quanto mais lisa menos pontos de interação. Slide 9: N° do tamis () Abertura da malha () 8 2,38 mm 10 2,00 mm 16 1,19 mm 18 1,00 mm 20 850 m 30 600 m 40 425 m 50 300 m 60 250 m 70 212 m 80 180 m 100 150 m 120 125 m 200 75 m Granulação via úmida tamis 8 ou 10; Calibração do granulado 16 ou 18; Lubrificantes tamis 60. Exceto estearato de Mg (35); Suspensibilidade; Menor abertura de uso farmacêutico 43 µm (320); Dissolução. Slide 10: Influenciam no fluxo Volume ocupado Pós espaços vazios entre partículas que se acomodam de modo variado; Volume real da partícula (Vp) exclui interstícios. Picnômetro de Hélio; Volume do granel (Vg) ou aparente inclui interstícios; Porosidade () Vp / Vg. Medida V aparente Índice de Hausner. Slide 11: Influenciam no fluxo Densidade Relação dada entre massa e volume ocupado; Densidade verdadeira (v) Vv; Densidade da partícula (p) Vp; Densidade do granel (g) Vg (medida do grau de empacotamento); Densidade relativa (r) relação entre densidade da amostra e a verdadeira; Partículas densas > v < menos coesivas melhor fluxo. Slide 12: Influenciam no fluxo Pó grânulo comprimido Aumento da pressão Densida-de relativa - Durante a compressão, a r aumenta até próxima de 1 espaços vazios são eliminados. Slide 13: Ângulo de repouso () relação com a coesão (força interparticular); - Ângulo interno da base do cone; - Diâmetro de abertura do funil 0.8 mm; - < > velocidade de fluxo; 20º 25º (boa); 25º 40º (razoável); 40º (ruim). Determinação da fluxibilidade Slide 14: Velocidade de escoamento medida indireta da resistência ao fluxo; - Acréscimo de peso versus tempo. Tensão de cisalhamento (leito) Estabelece fator de fluxo (f.f.) Determinação da fluxibilidade Valor de f.f. Tipo > 10 livre 4 – 10 fácil 1.6 – 4 coesivo < 1.6 muito coesivo Slide 15: Índice de Hausner empacotamento modifica-se a medida que há consolidação; Volúmetro alteração do empacotamento com do espaço vazio; Relação entre Df/D0. Índice de Carr % de compressibilidade Determinação da fluxibilidade Faixa (%) Tipo 5 -15 Excelente (livre) 12 – 16 Bom 18 – 21 Escasso 28 - 35 Pobre > 40 Deficiente (coesivo) % = Df – D0 x 100 Df Slide 16: Alteração do tamanho e da distribuição do tamanho granulação; Alteração na forma das partículas granulação, spray-dried, cristalização; Modificação de carga superficial alteração nas condições de processo ( atrito, velocidade e percurso de transporte); Adição de adjuvantes ativador de fluxo (óxido de magnésio, Aerosil®), aglutinantes; Alimentadores vibração e impelentes. Adequação da fluxibilidade Slide 17: Colocar em contato íntimo 2 ou mais componentes. Ideal adjacente; Homogeneidade proporção, granulometria, forma e densidade; Processo monitorado eficiência, duração; Fundamento: Convecção transferência de grupos; Cisalhamento deslocamento em camada; Difusão movimentação individual; Segregação (demistura) tamisação, moagem, granulação, densidades semelhantes, reduzir tempo de permanência e número de equipamentos. Mistura Slide 18: Adição de estearato de magnésio sobre-mistura (cargas eletrostáticas e segregação; Misturas longas fenômeno de não-mistura; Enchimento excessivo expansão do leito; Enchimento deficiente leito pulvéreo inerte; Cargas eletrostáticas aglomerados; - Dissipar eletricidade estática fio-terra; - Umidade relativa do ar ~ 40%. Mistura Slide 19: Se o IA está em quantidade < que 0,5 %, adição na forma pré-dissolvida em meio líquido pode ser útil; Se o IA está em quantidade a 10% mistura direta proporciona homogeneidade satisfatória; Se a quantidade de IA permanece entre 0,5 e 10 % pré-mistura geométrica apresenta resultados satisfatórios. Mistura sequenciada. Mistura Slide 20: Agregados sólidos de partículas cristalinas ou amorfas; Umidade entre 0.55 e 3%. Pode variar conforme o IA: < umidade para higroscópicos; Menos de 10% de partículas primárias ou grânulos finos; Friabilidade apropriada. Granulação Slide 21: Cisalhamento alto elevada densidade e boa granulometria; otimiza aglutinante e reduz tempo (Diosna®, Collete®); Cisalhamento baixo (planetária, Ribbon, malaxadeira, leito fluidizado). Vantagens: - maior densidade aparente; - melhor manutenção da homogeneidade; - melhor fluxibilidade e compressibilidade; - mais estável. Granulação Slide 22: Granulação convencional Via seca - Compactação prévia (slugs prensas, compactadores) Cominuição (granulador oscilante, rotativo, moinho, tamisador-granulador) Calibração dos grânulos Generalidades IAs insensíveis (ToC e H2O) Pressão densificação Mais econômica; Gera mais pó; Desgasta os equipamentos; Equipamentos caros. Via úmida - Aglutinação massa (malaxador, planetária, misturador-granulador) Granulação / Secagem Calibração dos grânulos Generalidades IAs insolúveis e estáveis Coesão por líquido Maior número de etapas e equipamentos; Controle da umidade residual. Slide 23: Granulação convencional Mistura Líquido ou solução aglutinante Aglomeração Granulação Secagem Calibração Granulado Aglomeração - Malaxador Slide 24: Granulação convencional Mistura Slugs Calibração Moagem Grânulos Irregulares Slide 25: Equipamentos alternativos Misturadores / granuladores de alta velocidade Collette-Gral Spray-drier (secagem por aspersão) Solução ou suspensão granulado tem pouco tempo de residência no equipamento e sob ação do calor. Slide 26: Granuladores de leito fluidizado Slide 27: Leito fluidizado Vantagens Mistura/granulação/secagem/revestimento 1 aparelho; Processo dinâmico; Minimiza perdas por transferência; Evita contaminação cruzada; Automatização controle; Modificação de excipientes. Desvantagens Elevado investimento inicial; P&D e scale up mais demorados e dispendiosos; Parâmetros críticos processo, equipamento e produto (tipo e qunatidade de aglutinante, hidrofobia dos pós, temperatura, altura do atomizador, umidade do ar, razão do fluxo do líquido e do ar de aspersão). Slide 28: Pellets Unidades esféricas densas, constituídos a partir da aglomeração de pós finos contendo com IAs + excipientes. Medem entre 0.5 e 1.5 mm. Podem conter mais de 90 % de IA. Podem ser revestidos. Ótimas propriedades de escoamento esferas; Baixa friabilidade / perda de pó; Distribuição de tamanho mais uniforme; Liberação convencional ou modificada; Incorporação de grande quantidade de IA; Grande dispersão no TGI redução da irritação e baixo risco de efeitos adversos por sobredose. Vantagens Slide 29: Peletização Processo de aglomeração de pós finos (IA + excipientes) em pequenas unidades esféricas por meio de extrusão/esferonização. Mistura Massa úmida Malaxagem Secagem Extrusão Esferonização Slide 30: Por camadas: Diâmetro 0,6 a 2,5 mm; Alta densidade. Esferonização / Extrusão Peletização direta: Diâmetro 0,2 a 1,2 mm; Alta densidade. Granulação/aspersão: Diâmetro 0,2 a 5 mm; Alta densidade. Slide 31: Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova Mistura pós secos; Malaxagem aglomeração; Extrusão massa é forçada a passar por placa com orifícios de R e C definidos. Slide 32: Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova Esferonização placa rotatória dentro de câmara cilíndrica. Parede interna polida. Placa perfurada: ar seco. Secagem temperatura ambiente (estufa) ou alta (circulação); leito estático ou dinâmico. Slide 33: Peletização Slide 34: Peletização Slide 35: Peletização Pellets podem ser compactados ou encapsulados. Controle de qualidade tamanho e distribuição de tamanho, densidade aparente e real, massa volumétrica, área superficial externa, esfericidade, morfologia superficial, propriedades de empacotamento, resistência à fratura e friabilidade. Slide 36: Comprimidos Slide 37: Comprimidos VO é conveniente e segura; Maior precisão de dose e UC; - Cedência modulada, controlada e reprodutível ; Boa estabilidade física, química e microbiológica; Resistência mecânica adequada; - Processos de obtenção estabelecidos e robusto; Boa aceitação, são leves e compactos; Invioláveis e identificáveis (forma, tamanho, cor e impressão). “São preparações sólidas, administradas pela VO, com um ou mais IA’s, de dose única, obtidas por compressão de partículas uniformes”. Vantagens/Requerimentos: Slide 38: Comprimidos Desvantagens: - Problemas de biodisponibilidade IA’s pouco solúveis, de baixas absorção e permeabilidade; - Fármacos que apresentam liberação irregular; Condições especiais de produção estabilidade; Pobre compressibilidade dos pós. Representam cerca de 80% dos medicamentos comercializados. Slide 39: Comprimidos Comprimidos para ingestão oral Administrados por outras vias Comprimidos convencionais Comprimidos para implantação Comprimidos de compressão múltipla Comprimidos vaginais Comprimidos de liberação controlada Cones dentais Comprimidos revestidos com açúcar Comprimidos revestidos com película Comprimidos mastigáveis Comprimidos usados para preparação de solução Comprimidos usados na cavidade bucal Comprimidos efervescentes (ação local e/ou sistêmica) Comprimidos para uso externo Comprimidos bucais Pílulas Comprimidos sublinguais Comprimidos desintegráveis Comprimidos desintegráveis Comprimidos mastigáveis Pastilhas Slide 40: Métodos de preparação de comprimidos Via úmida Via seca Compressão direta Obtenção Compressão direta Slide 41: Via úmida Via seca Slide 42: Comparação dos métodos Slide 43: Muitas etapas; Adição e remoção de solventes; Maior gasto de energia; Possibilidade de hidrólise; Possibilidade de degradação por aquecimento. Muitas etapas; Equipamentos caros; Gasto de energia; Via úmida Via seca Desenvolvimento de excipientes diretamente compressíveis FUNCIONALIDADE Tendência mínima à segregação; Boa compressibilidade; Fluir facilmente; Comparação dos métodos Slide 44: Componentes Diretamente compressíveis mais de uma função (fillers-binders), baixa quantidade, modificados. Materiais que agem como desintegrante e têm fluxo regular MCC e amido diretamente compressível. Materiais de fluxo livre que não desintegram fosfato de cálcio dibásico diidratado. Materiais de fluxo livre que desintegram por dissolução lactose, manitol e sorbitol. Materiais co-processados (combinam propriedades e funções diferentes) MCC silificada, lactose + amido (StarLac®), lactose + PVP + crospovidona (Pharmatose®), MCC + lactose (Cellactose®). Slide 45: Componentes <1059> Excipient Performance uma vez que têm papel crítico na produção, estabilidade e eficácia da FF, seu desempenho precisa ser garantido; Variabilidade pode interferir no desempenho lote-a-lote. Ensaios permitem obtenção de produto robusto; USP 30/NF 25 14 categorias funcionais prioritárias e representativas. Slide 46: Diluentes oficiais para as FFS: carbonato de Ca, fosfato de Ca dibásico e tribásico, sulfato de cálcio, celulose, celulose microcristalina (MCC), dextrato, dextrina, dextrose excipiente, frutose, caolim, lactitol, lactose anidra, lactose monoidratada, maltitol, maltodextrina, maltose, manitol, sorbitol, amido, amido pré-gelatinizado, sacarose, açúcar compressível. Diretamente compressíveis. Auxiliam no processo produtivo Slide 47: Diluentes dar volume adequado. Diferentes naturezas: a. Solúveis lactose, sorbitol, manitol; b. Insolúveis talco, fosfato de Ca; c. Hidrofílicos celulose microcristalina, amido; c. Mistos obtidos pela mistura de diluentes (hidrofílicos, solúveis e insolúveis como, por exemplo, amido + lactose). Auxiliam no processo produtivo Slide 48: Solúvel não prejudica dissolução. Fluxo razoável mistura com amido. IAs higroscópicos usar lactose anidra. Reações de intolerância excluir? Incompatível com aminas. Lactose Auxiliam no processo produtivo Modificada: Lactose M 200 Lactose anidra Lactose aglomerada Lactose spray-dried Slide 49: Amido Insolúvel capacidade desagregante. Fluxo ruim melhorado após mistura com lactose ou amido modificado. Capping e friabilidade >. Alta umidade residual amido pré-gelatinizado. Sem incompatibilidades descritas. Auxiliam no processo produtivo Modificado: Starch® 1500 PerFlo® Slide 50: CD e via úmida; Higroscópica adição de Aerosil®. Deformação plástica, bom escoamento e bom fluxo (efetiva em baixas quantidades). 100 e 200 50 e 100 m, respectivamente; Pode influenciar negativamente na dissolução em grande quantidade pode contribuir para a gelificação. Celulose microcristalina Auxiliam no processo produtivo Avicel® PH Microcel® Vivacel® Slide 51: Sem incompatibilidades no estado sólido. Solúvel e não higroscópico formulações com ativos sensíveis à umidade. Uso de lubrificantes. Calor de dissolução negativo mastigáveis. Parteck® M. Manitol Auxiliam no processo produtivo Sorbitol Sem incompatibilidades descritas para FFS. É solúvel e higroscópico. Oferece sabor doce mastigáveis. Formaxx® (sorbitol + carbonato de cálcio) boas propriedades de compressão. Parteck® SI. Slide 52: São oficiais (USP/NF), listados para emprego em cápsulas: estearatos de Ca, Zn e Mg, ácido esteárico, amido, PEG, LSS, óleo vegetal hidrogenado Tipo I e o talco, derivados do silício (Aerosil®). Lubrificantes, anti-aderentes, deslizantes facilitam o escoamento e ejeção. Auxiliam no processo produtivo Slide 53: Fricção (grânulo-grânulo ou grânulo-metal) fluxo deficiente, fricção com punções e/ou com a parede da matriz = defeitos. Deslizantes favorecem o fluxo pela diminuição da fricção entre grânulos; Anti-aderentes evitam a aderência dos grânulos à matriz ou aos punções; Lubrificantes propriamente ditos reduzem a fricção entre as partículas, assegurando melhor transmissão da força de compressão através do material, reduzindo as forças de reação que aparecem nas paredes da matriz. Auxiliam no processo produtivo Slide 54: Aumenta friabilidade e reduz dureza. Natureza hidrofóbica. Natureza hidrofóbica prejudica a dissolução menor concentração possível; Sobre-mistura migra para a interface. Tempo de mistura é parâmetro crítico (5 minutos finais); Reduz dureza; Não utilizar na presença de AAS, vitaminas e alcalóides. Estearato de magnésio Auxiliam no processo produtivo Talco Slide 55: Aglutinantes facilitam a aglomeração dos pós em grânulos, por melhorar a adesão. Podem ser adicionados na forma seca ou dissolvidos/dispersos no líquido de aglutinação (água, etanol, etc). Alguns dos aglutinantes oficias são: ácido algínico, goma acácia, goma guar, gelatina, povidona, copovidona, glicose líquida, xarope simples, amido (goma), maltodextrina. Auxiliam no processo produtivo Slide 56: Desagregantes (desintegrantes) facilitam a desagregação. Mecanismos: (i) absorção de água e intumescimento; (ii) formação de gases; (iii) formação de canais. Os desintegrantes usualmente empregados em FFS são: ácido algínico, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, crospovidona, amido, amido glicolato de sódio e amido pré-gelatinizado. Super-desintegrantes. Auxiliam na liberação do fármaco Slide 57: Desintegrantes convencionais (amido, celulose) cerca de 20%. Super-desintegrantes entre 0,5 e 6%. Explocel®, Explotab®, Ac-Di-Sol®, Primojel®, etc. Evitar polímeros modificadores da liberação (CMC-Na HEC, HPMC) em LC. Auxiliam na liberação do fármaco Slide 58: Tensoativos diminuem a TS e facilitam o contato de pós hidrofóbicos com fluidos do trato gastrintestinal. Podem formar micelas com o IA e reduzir a absorção. Alguns dos tensoativos oficiais (USP/NF), listados para emprego em FFS são: lauril sulafato de sódio, docusato sódico e os polissorbatos. Auxiliam na liberação do fármaco Slide 59: Compactação dos pós envolve Compressão Consolidação Aproximação das partículas: forças de Van der Waals + fusão local = ponte. Punção inferior Punção superior Força axial Força radial Diminuição no volume dos pós com aumento da densidade. Acomodação dos grânulos com expulsão do ar presente entre os mesmos. Fragmentos restantes ajudam à preencher espaços vazios. Slide 60: Comportamento do material Slide 61: Classificação das máquinas de compressão Número de estações Única Múltipla Espessura do comprimido: penetração do punção superior. Volume de pó: posição do punção inferior. Slide 62: Classificação das máquinas de compressão Toda a pressão durante a compressão é aplicada pelo punção superior. Slide 63: Forma de deslocamento Excêntrico Rotativo Classificação das máquinas de compressão Slide 64: Etapas Segregação durante compressão excesso de finos. Slide 65: Componentes básicos das máquinas 1- tremonha = alimenta a máquina com o granulado ou pó; 2- matrizes que definem o tamanho e a forma do comprimido; 3- punções para comprimir o granulado dentro da matriz; 4- calhas para orientação do movimento dos punções; 5- mecanismo de alimentação que conduza o granulado da tremonha para dentro das matrizes. Matrizes Punções Equipamentos Slide 66: Forma e dimensões - Punções e matrizes durante o processo de compressão; Volume de enchimento e pressão. 1) Quanto – côncavos forem os punções: + planos os comprimidos 2) Quanto + côncavos forem os punções: + convexos os comprimidos Peso Volume de enchimento Produção de comprimidos uniformes - mesmo volume de enchimento; - mesma pressão: controle de “maciez” e dureza afetam a espessura e dureza do comprimido Parâmetros do processo Slide 67: Possíveis causas do capping (até 72 horas): Presença de ar grânulo grande e insuficiência de aglutinante. Compactação grande força, velocidade e tempo . Grânulo muito seco ou umidade superficial excessiva. Comportamento elástico. Possíveis causas da laminação: Relaxação de regiões durante a ejeção. Desgaste da matriz forma cônica. Possíveis causas do picking: Materiais aderidos aos punções ou desgaste. Umidade superficial elevada ou grânulos úmidos. Defeitos que podem ocorrer nos comprimidos Friabilidade elevada e dureza reduzida: Excipientes de baixas densidade e granulometria (talco). Força de compressão excessiva. Uso de estearatos e talco em grande quantidade. Slide 68: Capping Laminação Picking Sticking Fissuras por stress ou friabilidade Defeitos que podem ocorrer nos comprimidos Slide 69: Ensaios físicos 1-orelha fixa 8-encosto fixo 2-orelha móvel 9-encosto móvel 3-nônio (polegada) 10-bico móvel 4-parafuso de trava 11-nônio (mm) 5-cursor 12-impulsor 6-escala fixa de polegada 13-escala fixa 7-bico fixo 14-haste de profundidade D 30 N Slide 70: Ensaios físicos Outros: Peso médio e DP; Teor e UC. F 1.5% 30 minutos Conforme especificação farmacopéica Slide 71: Requerimentos especiais Efervescentes ácido cítrico (1:<1) ou ácido tartárico (1:0.75) + carbonato (vs) e/ou bicarbonato de Na (NaHCO3 - 1:11), em água, liberando CO2. Ácido + base + H2O CO2 (< 1 minuto) Vantagens: correção do paladar; dissolução rápida; alteração fisiológica biodisponibilidade. Desvantagens: baixa estabilidade: alta reatividade. dificuldade na manipulação / controle do ambiente. Slide 72: Requerimentos especiais Condições de processamento e acondicionamento: Efervescência prematura material de partida com baixa umidade residual. Excipientes e IA’s não higroscópicos e molháveis; Granulação sem água. Sem desintegrante; Discos na superfície dos punções (polímeros); Lubrificação externa; Elevado conteúdo de Na balanço eletrolítico; Ambiente de produção 18oC (máximo de 25oC) e 10% UR (máximo de 25%); Acondicionamento sachês impermeáveis e selados, na ausência de ar. Preferencialmente Al. Dessecante. Ao abrigo da luz, calor e umidade. Slide 73: Comprimidos revestidos Slide 74: Generalidades Tipos de revestimento: - Película - Açúcar (drágea) - A seco (press coating) Motivos para revestir: facilitar deglutição; mascarar aparência e sabor desagradável; proteger IA dos fatores ambientais; facilitar manipulação e aumentar resistência; modificar liberação: proteger IAs da ação dos fluidos gástricos; proteger mucosa gástrica quando IA é irritante; diminuir náuseas ou vômitos; evitar diluições do IA antes de atingir o intestino. Slide 75: Aspersão e evaporação do líquido Deposição da dispersão polimérica Compactação e deformação polimérica Coalescência em filme contínuo Película Líquido de revestimento solução ou suspensão; Contém polímero, solvente (orgânico*, água), pigmento, plastificante; Atomização leito de núcleo em rotação. Slide 76: Drágea 1. Impermeabilização dos núcleos hidrofóbicos (goma-laca, CAF); 2. Revestimento primário arredondamento (cargas: carbonato de cálcio, talco, goma arábica + xarope de sacarose); 3. Alisamento xarope de sacarose; 4. Coloração pigmento; 5. Polimento cera de abelha, carnaúba; 6. Impressão offset com tinta indelével. Turbina; Adição do xarope manual ou acessório; Defeitos dimensão, aspecto e rachadura. Slide 77: Sugar coating Film coating Comparação Slide 78: Drageadeira convencional (pan) Equipamentos Slide 79: Drageadeira perfurada (multi-pan) Equipamentos Slide 80: Equipamentos Slide 81: Equipamentos Alta eficiência de secagem. Fluxo de ar: ascendente no centro; descendente nas paredes; Nebulização contínua; Núcleos friáveis: impacto. Leito fluidizado Slide 82: Fatores a serem considerados Propriedades dos comprimidos: a. superfície homogênea do núcleo; b. núcleo compatível com revestimento aquoso; c. forma ideal esféricos e convexos. 2. Equipamentos: Controle dos parâmetros automação. Tendência reduzir tempo e contato do operador (equipamentos fechados). Fundamento geral: a. Movimento rotacional; b. Injeção de ar quente / exaustão; c. Aplicação da solução: chuveiro ou nebulização; Exemplos: turbina de Pellegrini, hi-coater systems, driacoater system, sistemas de leito fluidizado. Slide 83: Parâmetros a serem controlados: Zona de aplicação movimentação constante; Remoção rápida do ar elevadas temperaturas; Segurança natureza do solvente; Exaustão recupera solvente / evita dipersão ambiente. Variam com o método: Método de adição do revestimento; Quantidade aplicada; Tempo de agitação e secagem; Sugar coating depende do operador. Film coating controlado por computador. Fatores a serem considerados Slide 84: Problemas com o revestimento Sugar coating a. Núcleo: fragmentação. b. Revestimento: Fissuras = aumentar teor de substâncias elásticas; 2. Rompimento / quebra = expansão do núcleo durante ou após processo; absorção de umidade; recuperação elástica. 3. Adesão / aglomeração. 4. Coloração irregular = migração do corante. 5. Marmorização. Slide 85: Problemas com o revestimento Film coating 1. Adesão = umidade excessiva. Picked. Solução: temperatura e velocidade de secagem. Taxa de aplicação. 2. Aspereza = secagem rápida. concentração de polímero. Solução: aproximar agulhas, grau de atomização. 3. “Casca de laranja” = difusão inadequada da solução. da viscosidade da solução. Solução: diluição da solução. 4. Formação de bolha = evaporação rápida. 5. Opacicidade do filme = concentração de polímero. 6. Variação de cor = mistura insuficiente e migração. 7. Cracking = stress do filme. Slide 86: Composição do filme 1. Polímeros: liberação imediata, entérica ou prolongada. Derivados da celulose: Hidroxipropilmetilceluolose (HPMC) Meticelulose (MC) = Metolose® Etilcelulose (EC) = Surelease® Acetoftalato de celulose = Aquacoat® Derivados acrílicos = Eudragit® Polivinilpirrolidona Acetoftalato polivinílico: Sureteric® 2. Plastificantes: PPG, dietilftalato, dibutilftalato. 3. Solventes: água, etanol, isopropanol. 4. Corantes: solúveis e insolúveis. 5. Opacificantes.