logging in or signing up motivação PetrusXXV Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 407 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: November 19, 2010 This Presentation is Public Favorites: 2 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: Associação de Solidariedade Social de Lafões Jornadas de Formação Interna Julho - 2006 Nós e a(s) família(s) Raquel Alexandra Ribeiro Chiquelho Objectivos: : Objectivos: Conhecer o conceito de família e da(s) família(s), partindo do enquadramento teórico e empírico da noção de Ciclo Vital da Família; Conhecer os diferentes momentos do percurso do Ciclo Vital da Família; Identificar os factores, tarefas, dificuldades, potencialidades e possíveis variações do mesmo; Avaliar o impacto de uma doença crónica na especificidade de cada família; Introdução do Modelo Sistémico família-doença; Conhecer e aplicar uma lente de leitura psicossocial à doença – exemplo de um programa de intervenção; INDICE : INDICE I (In)Definição de Família: - Definição sistémica de Família; - Noção de sistema; - Estrutura da Família - sub-sistemas; - Caso Prático; II Sistema: - Características; - Funções da Família; - Ciclo Vital da Família – 5 fases e tarefas; III Cuidados de Saúde e… Ciclo de vida da família: - Unidade de Avaliação e intervenção; - Modelo sistémico Família-Doença; - Paradigma normativo sistémico da saúde (Rolland, 1993); - Doenças – uma tipologia psicológica (Rolland, 2ooo); IV Intervenção psicoeducativa para grupos: - Multiple familly discussion group; (In)Definição de Família : (In)Definição de Família : “o conceito de família não pode ser limitado a laços de sangue (…) qualquer grupo cujas relações sejam baseadas na confiança, suporte mútuo ou destino comum é considerado família” (OMS, 1994). “(…) um sistema, um conjunto de elementos ligados por um conjunto de relações, em contínua relação com o exterior, que mantém o seu equilíbrio ao longo de um processo de desenvolvimento percorrido através de estádios de evolução diversificados” (Sampaio, 1985, 11-12). “(…) sistema de interacção, entre sistemas, que supera e articula dentro dela os vários componentes individuais” (Andolfi, 1981, 19-20 in Alarcão, 2000). Definição sistémica de Família : Definição sistémica de Família Local onde nascemos, crescemos, nos transformamos e morremos (ainda que ela permaneça); “grupo institucionalizado, relativamente estável, e que constitui uma importante base da vida social” (Alarcão, 2000, 35); Objecto de estudo privilegiado de várias disciplinas científicas. Noção de sistema : Noção de sistema “é o conjunto de objectos [e das] relações entre os objectos e os atributos, [sendo que] os objectos são os componentes ou partes do sistema , os atributos são as propriedades dos objectos e as relações dão ‘coesão ao sistema todo’. (…) os objectos podem ser indivíduos humanos, os atributos pelos quais eles são identificados são comportamentos comunicativos (em contraste, digamos, com os atributos intrapsíquicos). Os objectos dos sistemas interaccionais são melhor descritos não como indivíduos mas como pessoas-comunicando-com-outras-pessoas. (…) existe sempre alguma espécie de relação (…) as relações a ser consideradas no contexto de um dado conjunto de objectos dependem do problema em estudo [incluem-se as relações importantes ou interessantes e excluem-se as relações triviais ou supérfluas]”. (Hall e Fagen, cit. in Watzlawick, Baevin e Jackson, 1993, 109-110) Família Sistema : Família Sistema 1- Composta por objectos, respectivos atributos e relações; 2- Contém sub-sistemas e é contida por outros sistemas ou supra-sistemas hierarquicamente organizados; 3- Possui limites ou fronteiras que a distinguem do seu meio (externos) e no seu interior (internos); Estrutura da Família : Estrutura da Família Modelo de relações definido na e pela família; “rede invisível de necessidades funcionais que organiza o modo como os membros da família interagem” (Minuchin, 1979, 67-69); Imagem que podemos ter do funcionamento deste grupo relativamente a: Quem? Com quem? Para fazer o quê? Como? Quando? e Onde? Sub-sistemas: : Sub-sistemas: Individual – estatuto e funções para além do sistema familiar; Conjugal – marido e mulher; marcado pela complementaridade e adaptação recíproca; Parental / Executivo – funções executivas para a educação e protecção das gerações mais novas; Fraternal / filial – experimentação e socialização; Possibilidade de integrar simultaneamente vários sub-sistemas Caso Prático : Caso Prático A família Rochedo: Pedro (16 anos) é filho de Manuela e Vitor e tem mais dois irmãos: a Rita (6 anos) e o Tomé (3 anos). Manuela é administrativa numa empresa e Vitor camionista de longo curso, o que o obriga a estar longos períodos fora. Vivem todos juntos, na mesma cidade que os pais de Manuela. Durante o dia os jovens frequentam a escola (excepto o Tomé) e ficam a cargo dos avós. Durante o dia estes governam o barco porém, à noite, é muito difícil para Manuela controlar os mais pequenos e Pedro tem um papel importante na ajuda que dá à mãe. Ainda assim, quando Vitor esta presente tudo muda e a ordem instala-se. Quais os sub-sistemas presentes nesta família? Quais os intervenientes de cada um dos sub-sistemas? II Sistema : II Sistema 1- Hierarquia Sistémica: - permeabilidade das fronteiras dos (sub)sistemas; - a compreensão de cada (sub)sistema implica o conhecimento dos vários contextos ( relações horizontais e verticais); 2- Totalidade (não somatividade, Alarcão, 2000): - a família não se reduz à soma dos seus elementos/componentes e seus atributos/características; -impossibilidade de estabelecer relações lineares (complexidade e causalidade circular); Sistema : Sistema 3- Equifinalidade: - o mesmo objectivo pode ser atingido a partir de diferentes condições iniciais ou através de diferentes caminhos e vice-versa. - nega o causalismo fatalista – risco / resiliência; a mesma condição pode levar a diferentes situações – alcoolismo); 4- Retroacção: - o comportamento de um elemento não é suficiente para explicar comportamento de outro elemento e vice-versa (visão circular das interacções); - 2 tipos de retroacção: negativa (auto correctiva; sistema estável) e positiva (mudança qualitativa; nível superior de complexidade); Sistema : Sistema 5- Auto-organização: - sistema informacionalmente aberto e organizacionalmente fechado (cria as próprias determinações e finalidades, integrando as informações do exterior); - sistema que muda a sua estrutura mantendo a sua organização, face às situações de crise – capacidade de decisão; 6- Princípio hologramático: - holão (do grego holos: o todo; sufixo ão: partícula ou parte): ao mesmo tempo um todo e uma parte; (Minuchin, 1979, cit. in Relvas, 1996) - o todo é mais do que as partes mas está contido em cada uma delas – lógica recursiva que justifica o trabalho sistémico ou a terapia familiar com um só elemento da família; Funções da família : Funções da família Desenvolvimento e protecção dos membros; sentimento de pertença (função interna). Socialização, adequação e transmissão cultural; individualização/autonomização dos seus membros (função externa). Como está um indivíduo na família? : Como está um indivíduo na família? Com o crescimento individual, há também a progressiva diferenciação da estrutura familiar. Existe uma aquisição/rejeição activa de papéis pelos elementos da família enquanto se adaptam a pressões vivenciais. Vão, assim, co-existindo mudanças e diferenciações relacionais e organizativas, onde se articulam funções, tarefas e posições de poder relativo (Relvas, 1996). Desenvolvimento da família : Desenvolvimento da família As tarefas do desenvolvimento da família, para além de dependerem das características individuais dos seus membros, têm que ver com a pressão social para o desempenho adequado ao funcionamento do sistema família-indivíduo – interdependência entre desenvolvimento individual e meio. Existe uma sequência previsível de transformações na organização familiar e individual com tarefas bem definidas – ciclo vital (Relvas, 1996). Ciclo Vital da família (Relvas, 1996) : Ciclo Vital da família (Relvas, 1996) Conceito de desenvolvimento familiar Tarefas e as interfaces implicações – riscos e potencialidades 5 Etapas do ciclo evolutivo 5 Etapas do ciclo evolutivo : 5 Etapas do ciclo evolutivo Formação do Casal Família com filhos pequenos Família com filhos na escola Família com filhos adolescentes Família com filhos adultos (“ninho vazio”) Tarefas : Tarefas Formação do casal: diferenciação em relação às famílias de origem (definição de limites); desenvolvimento da conjugalidade; escolha do parceiro / mitos; parentes por afinidade (ligação de duas f.o.); poder - posição na fratria; papel da mulher; descoberta do “nós”; TERAPIA DE CASAL Tarefas : Tarefas Família com filhos pequenos: criação e ajuste da parentalidade; realinhamento das relações com as famílias de origem; eclosão do subsistema fraternal; intensificar o relacionamento como casal; unir sexos e gerações (presente e futuro); Dificuldades: controlo, “RECONSTRUÇÃO” DA HISTÓRIA FAMILIAR Tarefas : Tarefas Família com filhos na escola: diferenciação intra-sistémica; abertura das fronteiras ao exterior (comunidade); Socialização; “libertar” a criança; aceitar a partilha do subsistema executivo; comunicação escola-família; evitar/desfazer triangulações básicas; dificuldades: escolares; somatizações. COMUNICAÇÃO ENTRE OS DOIS SISTEMAS Tarefas : Tarefas Família com filhos adolescentes: reestruturar as concepções de tempo da família; reenquadrar a patologia; avaliação transgeracional; negociar controlo/poder/autonomia; dificuldades: patologias “tipicamente” adolescenciais; TRABALHAR: SUBSISTEMAS; RITUAIS ENCONTROS COM PAIS / ADOLESCENTE / IRMÃOS Tarefas : Tarefas Família com filhos adultos (“ninho vazio”): saída dos filhos; renovar da conjugalidade; “entrada” dos idosos e dos netos – “geração sanduíche”; dificuldades: Idosos (invisibilidade; preconceito profissional, não “tratáveis”); VISÃO DA MULTIGERACIONALIDADE (mínimo três gerações) Variações – particularidades desenvolvimentais : Variações – particularidades desenvolvimentais Novas formas de família – famílias monoparentais, reconstituídas, de homossexuais, de adopção, de colocação, casais sem filhos; Ocorrência de crises acidentais/não-normativas – divórcios, doença/doença crónica, lutos, migrações; Singularidades e competência das famílias, relatividade cultural; Crise, ocasião, risco, imprevisibilidade – pontos de transição do ciclo vital; III Cuidados de saúde e… : III Cuidados de saúde e… … Ciclo de vida da família Unidade de Avaliação e Intervenção : Unidade de Avaliação e Intervenção Serviços Assistenciais Paciente / Doença Família/Rede Social SOCIEDADE Slide 29: Exigências da doença que interagem com as qualidades da Família Ciclo Vital Recursos familiares grau de isolamento Papel do doente na interacção Crenças acerca da doença do que pode ajudar do que pode perturbar Ajustes de crenças O Modelo Sistémico Família - Doença : O Modelo Sistémico Família - Doença Modelo que se baseia no conceito de interacção sistémica evolutiva entre a doença e a família – “um bom encaixe entre as exigências psicossociais da doença e o estilo de funcionamento familiar e seus recursos é o determinante primário para o êxito ou fracasso da adaptação e do confronto com a doença” (Rolland, 2000). O Modelo Sistémico Família - Doença (cont.) : O Modelo Sistémico Família - Doença (cont.) Modelo que distingue três dimensões: 1- “Tipos” psicossociais de doença; 2- Fases importantes da sua história natural; 3- Variáveis básicas do sistema familiar (ciclo vital, legados transgeracionais e sistema de crenças); Paradigma normativo sistémico da saúde (Rolland, 1993) : Paradigma normativo sistémico da saúde (Rolland, 1993) Descreve os desafios normativos de doenças crónicas para famílias e sujeitos; Pretende entender a adaptação sã de uma família a uma doença grave; Assume que a doença, incapacidade e morte são experiências universais para as famílias; Permite caracterizar as exigências práticas e emocionais de qualquer doença crónica, em relação com os padrões familiares; Doenças – uma tipologia psicológica (Rolland, 2000) : Doenças – uma tipologia psicológica (Rolland, 2000) “Tipos” psicossociais de doença: Início: súbito ou gradual; Evolução/Curso: progressiva, constante ou episódica (recaídas); Resultado: morte; progressiva fatal; não –fatal; Incapacidade: (cognitiva, motora, sensorial, combinações) leve, moderada, severa... Características da doença: existem 3 fases – crise (inicial), crónica (adaptação) e terminal (perda); : Crise (inicial) Crónica (adaptação) Terminal (perda) Fases da história natural da doença Fase de crise (pré e pós-diagnóstico) : Fase de crise (pré e pós-diagnóstico) Aprender a conviver com a dor, com a incapacidade e outros sintomas associados à doença; Aprender a conviver e a lidar correctamente com o meio hospitalar; relação de trabalho com a equipa médica que acompanha o doente; Dar um significado à doença que lhes permita uma sensação de controlo e competência; importância do “locus” de controlo; Elaborar um luto pela identidade familiar perdida (já não são uma família sã); Serem capazes de se reorganizar para dar uma resposta à crise por que estão a atravessar e àquilo que poderá vir no futuro; Fase crónica (adaptação à doença – constância, progressão e mudança) : Fase crónica (adaptação à doença – constância, progressão e mudança) Compatibilizar o cuidado ao doente com a manutenção de uma certa forma de funcionamento (manter a doença no seu lugar); Prevenir e lidar com as crises da doença – stressores; Maximizar o apoio social e reduzir o isolamento; Preservar o auto-conceito familiar e pessoal; Redefinição das relações com os outros durante a doença; Expressão de sentimentos e de medos; Encontrar sentido para a dor, a cronicidade e a imprevisibilidade do futuro; Fase terminal (fase pré-terminal e perda) : Fase terminal (fase pré-terminal e perda) Adaptação aos procedimentos médicos da instituição; Revisão das estratégias de coping; Aumento das exigências afectivas – pode provocar uma crise; Separação adequada da pessoa que irá falecer; Lidar adequadamente com os cuidadores; Preparação para a morte e despedida; Preservar as relações com amigos e familiares; Luto; Encontrar sentido para a vida e para a morte; Reingresso na vida normal; Variáveis -chave do sistema familiar : Variáveis -chave do sistema familiar 1. História transgeracional de doenças, perdas e crises Permite explicar e prever o estilo habitual de enfrentamento e adaptação da família; e compreender como a família se organiza enquanto sistema evolutivo, em torno de doenças prévias e crises inesperadas na actual geração e anteriores. 2. Relação entre os ciclos vitais da doença, dos sujeitos e família De um modo geral, o sistema familiar oscila no tempo entre períodos de elevada coesão (centrípetos) e baixa (centrífugos). As doenças implicam movimentos centrípetos. Variáveis -chave do sistema familiar (cont.) : Variáveis -chave do sistema familiar (cont.) 3. Sistemas de crenças relacionados com a saúde e doença Crenças sobre a normalidade; Sensação de controlo e competência familiar em relação à doença; Crenças sobre a causa da doença e o que irá influenciar o seu curso e resultado; Crenças religiosas, étnicas e culturais; Ajuste entre o sistema de crenças da família e do profissional; Adaptabilidade do sistema de crenças; Síntese : Síntese A forma de início, curso, resultado e grau de incapacitação da doença são parâmetros que condicionam a resposta adaptativa da família; Uma boa adaptação da família supõe o cumprimento das tarefas próprias de cada fase da doença; A interacção entre as fases temporais e tipos de doença oferecem um marco para um modelo de desenvolvimento psicossocial normativo da doença crónica – as fases (crise, crónica e terminal) podem considerar-se como períodos de desenvolvimento na história natural da doença crónica, tendo cada período tarefas básicas, independentes do tipo de doença. IV Intervenção Psicoeducativa para grupos : IV Intervenção Psicoeducativa para grupos The Ackerman/Memorial Sloan Kettering Multiple Family Discussion Group Six Session Version Princípios Teóricos : Princípios Teóricos Perspectiva bilateral conjunta. Individual Relacional. Transparência. Perspectivas Multidisciplinares. Colaboração. Metodologia : Metodologia Duração de 6 semanas; 2 horas por semana; 3 a 6 famílias – inclusão do doente; 2 co-terapeutas; Seleccionar um nome agradável para o programa terapêutico ex.: Projecto Família Saudável; ProFamílas. 1ª Sessão – Ouvir os doentes : 1ª Sessão – Ouvir os doentes Fish-ball - 2 sub-grupos: a. sub-grupo de doentes + co-terapeuta. b. sub-grupo de familiares + co-terapeuta. Audiência 2ª Sessão – Ouvir os familiares : 2ª Sessão – Ouvir os familiares Fish-ball - 2 sub-grupos: a. sub-grupo de doentes + co-terapeuta. Audiência b. sub-grupo de familiares + co-terapeuta. * Ouvem-se as diferentes perspectivas sem interferências intergrupais. 3ª Sessão – a família fala de si : 3ª Sessão – a família fala de si Não se fala da doença. * Causa grandes dificuldades na família. A noção actual do mundo da família é dominada pelo pensamento em torno da doença. Esta centração é, maioritariamente funcional, ou seja, falam das exigências práticas da doença mas, não da doença em si mesma. Abordar as diferenças/alterações impostas à família (antes/agora). O cartaz da Família: : O cartaz da Família: -São distribuídos por família folhas A4, revistas, jornais, marcadores, cola, tesouras para que cada família represente, graficamente, a sua vida Antes e Agora; - Cada família (doente+1membro) apresenta o seu trabalho ao grupo; - Partindo da sua história, cada família escolhe um nome que a identifique; Tarefa: Procurar em casa objectos que representem a vida que tinham antes da doença. 4ª Sessão – Mote da família : 4ª Sessão – Mote da família A família deve encontar algo que defina: música, poema, … Apresentação dos trabalhos anteriores. Tarefa Encontrar algo que simbolize o Futuro e que represente a pessoa sem a doença 5ª Sessão – Equacionar o Futuro : 5ª Sessão – Equacionar o Futuro Exploração grupal do símbolo representativo do Futuro; Sempre que a pessoa se sinta pressionada pelos outros, ou julga que se fala demasiado da doença, usa este símbolo para solicitar à família uma mudança de assunto. A doença não invalida as capacidades humanas, pelo que devemos introduzir uma nova perspectiva; Externalização do problema. 6ª Sessão - Feedback : 6ª Sessão - Feedback Benefícios da participação no grupo; Entrega do Diploma, certificando que as famílias conseguiram “colocar a doença no seu lugar”. Referências Bibliográficas: : Referências Bibliográficas: GONGÓRA, J. N. (1999). Famílias con Personas Discapacitadas: Caractísticas y fórmulas de intervención. Consejería de Sanidad y Bienestar Social. POMEROY, E. C.; RUBIN, A.; WALKER, R. J. (1996). A Psychoeducational Group Intervention for family members of persons with HIV/AIDS. Family Process, 35, 299 - 312. ROLLAND, J. S. (1994). Families, llness, and Disability. New York: Basic Books. STEINGLASS, M. D. (1998). Multiple Family Discussion Groups for Patients with Chronical Medical Illness. Families, Systems & Health, 16, 55-70. STEINGLASS, P.; OSTROFF J. (s.d.) The Acherman/ Memorial Sloan Kettering multiple family discussion group. Six session version. Treatment manual. New York, Acherman Institute for the Family (not published). Slide 52: FIM You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
motivação PetrusXXV Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 407 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: November 19, 2010 This Presentation is Public Favorites: 2 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: Associação de Solidariedade Social de Lafões Jornadas de Formação Interna Julho - 2006 Nós e a(s) família(s) Raquel Alexandra Ribeiro Chiquelho Objectivos: : Objectivos: Conhecer o conceito de família e da(s) família(s), partindo do enquadramento teórico e empírico da noção de Ciclo Vital da Família; Conhecer os diferentes momentos do percurso do Ciclo Vital da Família; Identificar os factores, tarefas, dificuldades, potencialidades e possíveis variações do mesmo; Avaliar o impacto de uma doença crónica na especificidade de cada família; Introdução do Modelo Sistémico família-doença; Conhecer e aplicar uma lente de leitura psicossocial à doença – exemplo de um programa de intervenção; INDICE : INDICE I (In)Definição de Família: - Definição sistémica de Família; - Noção de sistema; - Estrutura da Família - sub-sistemas; - Caso Prático; II Sistema: - Características; - Funções da Família; - Ciclo Vital da Família – 5 fases e tarefas; III Cuidados de Saúde e… Ciclo de vida da família: - Unidade de Avaliação e intervenção; - Modelo sistémico Família-Doença; - Paradigma normativo sistémico da saúde (Rolland, 1993); - Doenças – uma tipologia psicológica (Rolland, 2ooo); IV Intervenção psicoeducativa para grupos: - Multiple familly discussion group; (In)Definição de Família : (In)Definição de Família : “o conceito de família não pode ser limitado a laços de sangue (…) qualquer grupo cujas relações sejam baseadas na confiança, suporte mútuo ou destino comum é considerado família” (OMS, 1994). “(…) um sistema, um conjunto de elementos ligados por um conjunto de relações, em contínua relação com o exterior, que mantém o seu equilíbrio ao longo de um processo de desenvolvimento percorrido através de estádios de evolução diversificados” (Sampaio, 1985, 11-12). “(…) sistema de interacção, entre sistemas, que supera e articula dentro dela os vários componentes individuais” (Andolfi, 1981, 19-20 in Alarcão, 2000). Definição sistémica de Família : Definição sistémica de Família Local onde nascemos, crescemos, nos transformamos e morremos (ainda que ela permaneça); “grupo institucionalizado, relativamente estável, e que constitui uma importante base da vida social” (Alarcão, 2000, 35); Objecto de estudo privilegiado de várias disciplinas científicas. Noção de sistema : Noção de sistema “é o conjunto de objectos [e das] relações entre os objectos e os atributos, [sendo que] os objectos são os componentes ou partes do sistema , os atributos são as propriedades dos objectos e as relações dão ‘coesão ao sistema todo’. (…) os objectos podem ser indivíduos humanos, os atributos pelos quais eles são identificados são comportamentos comunicativos (em contraste, digamos, com os atributos intrapsíquicos). Os objectos dos sistemas interaccionais são melhor descritos não como indivíduos mas como pessoas-comunicando-com-outras-pessoas. (…) existe sempre alguma espécie de relação (…) as relações a ser consideradas no contexto de um dado conjunto de objectos dependem do problema em estudo [incluem-se as relações importantes ou interessantes e excluem-se as relações triviais ou supérfluas]”. (Hall e Fagen, cit. in Watzlawick, Baevin e Jackson, 1993, 109-110) Família Sistema : Família Sistema 1- Composta por objectos, respectivos atributos e relações; 2- Contém sub-sistemas e é contida por outros sistemas ou supra-sistemas hierarquicamente organizados; 3- Possui limites ou fronteiras que a distinguem do seu meio (externos) e no seu interior (internos); Estrutura da Família : Estrutura da Família Modelo de relações definido na e pela família; “rede invisível de necessidades funcionais que organiza o modo como os membros da família interagem” (Minuchin, 1979, 67-69); Imagem que podemos ter do funcionamento deste grupo relativamente a: Quem? Com quem? Para fazer o quê? Como? Quando? e Onde? Sub-sistemas: : Sub-sistemas: Individual – estatuto e funções para além do sistema familiar; Conjugal – marido e mulher; marcado pela complementaridade e adaptação recíproca; Parental / Executivo – funções executivas para a educação e protecção das gerações mais novas; Fraternal / filial – experimentação e socialização; Possibilidade de integrar simultaneamente vários sub-sistemas Caso Prático : Caso Prático A família Rochedo: Pedro (16 anos) é filho de Manuela e Vitor e tem mais dois irmãos: a Rita (6 anos) e o Tomé (3 anos). Manuela é administrativa numa empresa e Vitor camionista de longo curso, o que o obriga a estar longos períodos fora. Vivem todos juntos, na mesma cidade que os pais de Manuela. Durante o dia os jovens frequentam a escola (excepto o Tomé) e ficam a cargo dos avós. Durante o dia estes governam o barco porém, à noite, é muito difícil para Manuela controlar os mais pequenos e Pedro tem um papel importante na ajuda que dá à mãe. Ainda assim, quando Vitor esta presente tudo muda e a ordem instala-se. Quais os sub-sistemas presentes nesta família? Quais os intervenientes de cada um dos sub-sistemas? II Sistema : II Sistema 1- Hierarquia Sistémica: - permeabilidade das fronteiras dos (sub)sistemas; - a compreensão de cada (sub)sistema implica o conhecimento dos vários contextos ( relações horizontais e verticais); 2- Totalidade (não somatividade, Alarcão, 2000): - a família não se reduz à soma dos seus elementos/componentes e seus atributos/características; -impossibilidade de estabelecer relações lineares (complexidade e causalidade circular); Sistema : Sistema 3- Equifinalidade: - o mesmo objectivo pode ser atingido a partir de diferentes condições iniciais ou através de diferentes caminhos e vice-versa. - nega o causalismo fatalista – risco / resiliência; a mesma condição pode levar a diferentes situações – alcoolismo); 4- Retroacção: - o comportamento de um elemento não é suficiente para explicar comportamento de outro elemento e vice-versa (visão circular das interacções); - 2 tipos de retroacção: negativa (auto correctiva; sistema estável) e positiva (mudança qualitativa; nível superior de complexidade); Sistema : Sistema 5- Auto-organização: - sistema informacionalmente aberto e organizacionalmente fechado (cria as próprias determinações e finalidades, integrando as informações do exterior); - sistema que muda a sua estrutura mantendo a sua organização, face às situações de crise – capacidade de decisão; 6- Princípio hologramático: - holão (do grego holos: o todo; sufixo ão: partícula ou parte): ao mesmo tempo um todo e uma parte; (Minuchin, 1979, cit. in Relvas, 1996) - o todo é mais do que as partes mas está contido em cada uma delas – lógica recursiva que justifica o trabalho sistémico ou a terapia familiar com um só elemento da família; Funções da família : Funções da família Desenvolvimento e protecção dos membros; sentimento de pertença (função interna). Socialização, adequação e transmissão cultural; individualização/autonomização dos seus membros (função externa). Como está um indivíduo na família? : Como está um indivíduo na família? Com o crescimento individual, há também a progressiva diferenciação da estrutura familiar. Existe uma aquisição/rejeição activa de papéis pelos elementos da família enquanto se adaptam a pressões vivenciais. Vão, assim, co-existindo mudanças e diferenciações relacionais e organizativas, onde se articulam funções, tarefas e posições de poder relativo (Relvas, 1996). Desenvolvimento da família : Desenvolvimento da família As tarefas do desenvolvimento da família, para além de dependerem das características individuais dos seus membros, têm que ver com a pressão social para o desempenho adequado ao funcionamento do sistema família-indivíduo – interdependência entre desenvolvimento individual e meio. Existe uma sequência previsível de transformações na organização familiar e individual com tarefas bem definidas – ciclo vital (Relvas, 1996). Ciclo Vital da família (Relvas, 1996) : Ciclo Vital da família (Relvas, 1996) Conceito de desenvolvimento familiar Tarefas e as interfaces implicações – riscos e potencialidades 5 Etapas do ciclo evolutivo 5 Etapas do ciclo evolutivo : 5 Etapas do ciclo evolutivo Formação do Casal Família com filhos pequenos Família com filhos na escola Família com filhos adolescentes Família com filhos adultos (“ninho vazio”) Tarefas : Tarefas Formação do casal: diferenciação em relação às famílias de origem (definição de limites); desenvolvimento da conjugalidade; escolha do parceiro / mitos; parentes por afinidade (ligação de duas f.o.); poder - posição na fratria; papel da mulher; descoberta do “nós”; TERAPIA DE CASAL Tarefas : Tarefas Família com filhos pequenos: criação e ajuste da parentalidade; realinhamento das relações com as famílias de origem; eclosão do subsistema fraternal; intensificar o relacionamento como casal; unir sexos e gerações (presente e futuro); Dificuldades: controlo, “RECONSTRUÇÃO” DA HISTÓRIA FAMILIAR Tarefas : Tarefas Família com filhos na escola: diferenciação intra-sistémica; abertura das fronteiras ao exterior (comunidade); Socialização; “libertar” a criança; aceitar a partilha do subsistema executivo; comunicação escola-família; evitar/desfazer triangulações básicas; dificuldades: escolares; somatizações. COMUNICAÇÃO ENTRE OS DOIS SISTEMAS Tarefas : Tarefas Família com filhos adolescentes: reestruturar as concepções de tempo da família; reenquadrar a patologia; avaliação transgeracional; negociar controlo/poder/autonomia; dificuldades: patologias “tipicamente” adolescenciais; TRABALHAR: SUBSISTEMAS; RITUAIS ENCONTROS COM PAIS / ADOLESCENTE / IRMÃOS Tarefas : Tarefas Família com filhos adultos (“ninho vazio”): saída dos filhos; renovar da conjugalidade; “entrada” dos idosos e dos netos – “geração sanduíche”; dificuldades: Idosos (invisibilidade; preconceito profissional, não “tratáveis”); VISÃO DA MULTIGERACIONALIDADE (mínimo três gerações) Variações – particularidades desenvolvimentais : Variações – particularidades desenvolvimentais Novas formas de família – famílias monoparentais, reconstituídas, de homossexuais, de adopção, de colocação, casais sem filhos; Ocorrência de crises acidentais/não-normativas – divórcios, doença/doença crónica, lutos, migrações; Singularidades e competência das famílias, relatividade cultural; Crise, ocasião, risco, imprevisibilidade – pontos de transição do ciclo vital; III Cuidados de saúde e… : III Cuidados de saúde e… … Ciclo de vida da família Unidade de Avaliação e Intervenção : Unidade de Avaliação e Intervenção Serviços Assistenciais Paciente / Doença Família/Rede Social SOCIEDADE Slide 29: Exigências da doença que interagem com as qualidades da Família Ciclo Vital Recursos familiares grau de isolamento Papel do doente na interacção Crenças acerca da doença do que pode ajudar do que pode perturbar Ajustes de crenças O Modelo Sistémico Família - Doença : O Modelo Sistémico Família - Doença Modelo que se baseia no conceito de interacção sistémica evolutiva entre a doença e a família – “um bom encaixe entre as exigências psicossociais da doença e o estilo de funcionamento familiar e seus recursos é o determinante primário para o êxito ou fracasso da adaptação e do confronto com a doença” (Rolland, 2000). O Modelo Sistémico Família - Doença (cont.) : O Modelo Sistémico Família - Doença (cont.) Modelo que distingue três dimensões: 1- “Tipos” psicossociais de doença; 2- Fases importantes da sua história natural; 3- Variáveis básicas do sistema familiar (ciclo vital, legados transgeracionais e sistema de crenças); Paradigma normativo sistémico da saúde (Rolland, 1993) : Paradigma normativo sistémico da saúde (Rolland, 1993) Descreve os desafios normativos de doenças crónicas para famílias e sujeitos; Pretende entender a adaptação sã de uma família a uma doença grave; Assume que a doença, incapacidade e morte são experiências universais para as famílias; Permite caracterizar as exigências práticas e emocionais de qualquer doença crónica, em relação com os padrões familiares; Doenças – uma tipologia psicológica (Rolland, 2000) : Doenças – uma tipologia psicológica (Rolland, 2000) “Tipos” psicossociais de doença: Início: súbito ou gradual; Evolução/Curso: progressiva, constante ou episódica (recaídas); Resultado: morte; progressiva fatal; não –fatal; Incapacidade: (cognitiva, motora, sensorial, combinações) leve, moderada, severa... Características da doença: existem 3 fases – crise (inicial), crónica (adaptação) e terminal (perda); : Crise (inicial) Crónica (adaptação) Terminal (perda) Fases da história natural da doença Fase de crise (pré e pós-diagnóstico) : Fase de crise (pré e pós-diagnóstico) Aprender a conviver com a dor, com a incapacidade e outros sintomas associados à doença; Aprender a conviver e a lidar correctamente com o meio hospitalar; relação de trabalho com a equipa médica que acompanha o doente; Dar um significado à doença que lhes permita uma sensação de controlo e competência; importância do “locus” de controlo; Elaborar um luto pela identidade familiar perdida (já não são uma família sã); Serem capazes de se reorganizar para dar uma resposta à crise por que estão a atravessar e àquilo que poderá vir no futuro; Fase crónica (adaptação à doença – constância, progressão e mudança) : Fase crónica (adaptação à doença – constância, progressão e mudança) Compatibilizar o cuidado ao doente com a manutenção de uma certa forma de funcionamento (manter a doença no seu lugar); Prevenir e lidar com as crises da doença – stressores; Maximizar o apoio social e reduzir o isolamento; Preservar o auto-conceito familiar e pessoal; Redefinição das relações com os outros durante a doença; Expressão de sentimentos e de medos; Encontrar sentido para a dor, a cronicidade e a imprevisibilidade do futuro; Fase terminal (fase pré-terminal e perda) : Fase terminal (fase pré-terminal e perda) Adaptação aos procedimentos médicos da instituição; Revisão das estratégias de coping; Aumento das exigências afectivas – pode provocar uma crise; Separação adequada da pessoa que irá falecer; Lidar adequadamente com os cuidadores; Preparação para a morte e despedida; Preservar as relações com amigos e familiares; Luto; Encontrar sentido para a vida e para a morte; Reingresso na vida normal; Variáveis -chave do sistema familiar : Variáveis -chave do sistema familiar 1. História transgeracional de doenças, perdas e crises Permite explicar e prever o estilo habitual de enfrentamento e adaptação da família; e compreender como a família se organiza enquanto sistema evolutivo, em torno de doenças prévias e crises inesperadas na actual geração e anteriores. 2. Relação entre os ciclos vitais da doença, dos sujeitos e família De um modo geral, o sistema familiar oscila no tempo entre períodos de elevada coesão (centrípetos) e baixa (centrífugos). As doenças implicam movimentos centrípetos. Variáveis -chave do sistema familiar (cont.) : Variáveis -chave do sistema familiar (cont.) 3. Sistemas de crenças relacionados com a saúde e doença Crenças sobre a normalidade; Sensação de controlo e competência familiar em relação à doença; Crenças sobre a causa da doença e o que irá influenciar o seu curso e resultado; Crenças religiosas, étnicas e culturais; Ajuste entre o sistema de crenças da família e do profissional; Adaptabilidade do sistema de crenças; Síntese : Síntese A forma de início, curso, resultado e grau de incapacitação da doença são parâmetros que condicionam a resposta adaptativa da família; Uma boa adaptação da família supõe o cumprimento das tarefas próprias de cada fase da doença; A interacção entre as fases temporais e tipos de doença oferecem um marco para um modelo de desenvolvimento psicossocial normativo da doença crónica – as fases (crise, crónica e terminal) podem considerar-se como períodos de desenvolvimento na história natural da doença crónica, tendo cada período tarefas básicas, independentes do tipo de doença. IV Intervenção Psicoeducativa para grupos : IV Intervenção Psicoeducativa para grupos The Ackerman/Memorial Sloan Kettering Multiple Family Discussion Group Six Session Version Princípios Teóricos : Princípios Teóricos Perspectiva bilateral conjunta. Individual Relacional. Transparência. Perspectivas Multidisciplinares. Colaboração. Metodologia : Metodologia Duração de 6 semanas; 2 horas por semana; 3 a 6 famílias – inclusão do doente; 2 co-terapeutas; Seleccionar um nome agradável para o programa terapêutico ex.: Projecto Família Saudável; ProFamílas. 1ª Sessão – Ouvir os doentes : 1ª Sessão – Ouvir os doentes Fish-ball - 2 sub-grupos: a. sub-grupo de doentes + co-terapeuta. b. sub-grupo de familiares + co-terapeuta. Audiência 2ª Sessão – Ouvir os familiares : 2ª Sessão – Ouvir os familiares Fish-ball - 2 sub-grupos: a. sub-grupo de doentes + co-terapeuta. Audiência b. sub-grupo de familiares + co-terapeuta. * Ouvem-se as diferentes perspectivas sem interferências intergrupais. 3ª Sessão – a família fala de si : 3ª Sessão – a família fala de si Não se fala da doença. * Causa grandes dificuldades na família. A noção actual do mundo da família é dominada pelo pensamento em torno da doença. Esta centração é, maioritariamente funcional, ou seja, falam das exigências práticas da doença mas, não da doença em si mesma. Abordar as diferenças/alterações impostas à família (antes/agora). O cartaz da Família: : O cartaz da Família: -São distribuídos por família folhas A4, revistas, jornais, marcadores, cola, tesouras para que cada família represente, graficamente, a sua vida Antes e Agora; - Cada família (doente+1membro) apresenta o seu trabalho ao grupo; - Partindo da sua história, cada família escolhe um nome que a identifique; Tarefa: Procurar em casa objectos que representem a vida que tinham antes da doença. 4ª Sessão – Mote da família : 4ª Sessão – Mote da família A família deve encontar algo que defina: música, poema, … Apresentação dos trabalhos anteriores. Tarefa Encontrar algo que simbolize o Futuro e que represente a pessoa sem a doença 5ª Sessão – Equacionar o Futuro : 5ª Sessão – Equacionar o Futuro Exploração grupal do símbolo representativo do Futuro; Sempre que a pessoa se sinta pressionada pelos outros, ou julga que se fala demasiado da doença, usa este símbolo para solicitar à família uma mudança de assunto. A doença não invalida as capacidades humanas, pelo que devemos introduzir uma nova perspectiva; Externalização do problema. 6ª Sessão - Feedback : 6ª Sessão - Feedback Benefícios da participação no grupo; Entrega do Diploma, certificando que as famílias conseguiram “colocar a doença no seu lugar”. Referências Bibliográficas: : Referências Bibliográficas: GONGÓRA, J. N. (1999). Famílias con Personas Discapacitadas: Caractísticas y fórmulas de intervención. Consejería de Sanidad y Bienestar Social. POMEROY, E. C.; RUBIN, A.; WALKER, R. J. (1996). A Psychoeducational Group Intervention for family members of persons with HIV/AIDS. Family Process, 35, 299 - 312. ROLLAND, J. S. (1994). Families, llness, and Disability. New York: Basic Books. STEINGLASS, M. D. (1998). Multiple Family Discussion Groups for Patients with Chronical Medical Illness. Families, Systems & Health, 16, 55-70. STEINGLASS, P.; OSTROFF J. (s.d.) The Acherman/ Memorial Sloan Kettering multiple family discussion group. Six session version. Treatment manual. New York, Acherman Institute for the Family (not published). Slide 52: FIM