Visita de estudo à Universidade de Coimbra-Convento de Santa Clara-

Views:
 
Category: Entertainment
     
 

Presentation Description

No description available.

Comments

Presentation Transcript

Visita de estudo à Universidade de Coimbra Convento de Santa Clara-a-Velha Caves Aliança 12 de Maio de 2012:

Visita de estudo à Universidade de Coimbra Convento de Santa Clara-a-Velha Caves Aliança 12 de Maio de 2012

Convento de Santa Clara –a-Velha:

Convento de Santa Clara –a-Velha Ao mosteiro de Santa Clara-a-Velha de Coimbra anda associada uma inestimável memória histórica construída em larga medida pelo carisma da sua fundadora, a rainha Santa Isabel, e pelas marcas que nele deixou quando o escolheu para cenário dos seus últimos anos de vida e lhe legou os seus restos mortais. Silenciando o grave diferendo, que a primeira fundação deste mosteiro, devida a D. Mor Dias, havia provocado, a rainha Isabel obteve do Papa Clemente V, a 10 de Abril de 1314, a necessária autorização para fundar um cenóbio da Ordem de Santa Clara, em Coimbra. A morar nesta cidade, desde a morte do marido, ocorrida em 1325, a rainha Santa pôde acompanhar activamente os trabalhos de edificação do mosteiro, bem como do paço, que mandou fazer para sua residência, nas imediações deste, e do hospício para trinta idosos, com capela anexa, localizado, igualmente, nas suas proximidades. A construção do novo mosteiro de Santa Clara de Coimbra, cuja igreja, dedicada a Santa Clara e Santa Isabel da Hungria, foi sagrada, pelo bispo de Coimbra, D. Raimundo, a 8 de Julho de 1330, pôde assim contar com o alto patrocínio, mas também com o empenhamento pessoal da fundadora. A igreja monástica, atribuída ao arquitecto régio Domingos Domingues, é detentora de uma singularidade tipológica que a afasta, tanto em planta, quanto em alçado e em sistema de cobertura, das mais características igrejas construídas, entre nós, pelos mendicantes. Distinguem-se, igualmente, das restantes igrejas góticas suas contemporâneas, pela ausência de transepto, a elevação das três naves quase à mesma altura e abobadamento integral. A originalidade desta complexa igreja encontra explicação no patrocínio e interesse da sua régia fundadora, que a quis converter na sua necrópole, fazendo, para isso, nela colocar o seu monumental sepulcro pétreo com estátua jacente e decoração em todas as faces

PowerPoint Presentation:

O arquitecto-mor do Mosteiro foi Domingos Domingues, que trabalhara anteriormente no mosteiro cisterciense de Alcobaça. A arquitectura combina os estilos românico e o gótico, com predominância deste último estilo, que se generalizou em Portugal durante o séc XIV. A planta compreende três naves de altura semelhante, sem transepto; as naves dividem-se em sete tramas. Ao contrário da maioria das igrejas mendicantes da época, a cobertura é integralmente de pedra. As abóbodas em berço quebrado e a técnica de separação das naves são sinais de influência românica. A iluminação das naves é feita por duas rosáceas nos extremos da nave central e por janelas duplas nas paredes laterais. A igreja foi sagrada em 1330. Posteriormente, foi construído um claustro, uma sala capitular e outras dependências, reveladas pelos trabalhos de recuperação. Logo em 1331 a cheia do Mondego invadiu o recinto, iniciando o afundamento do Mosteiro. Para combater o afundamento foi edificado um novo plano de chão a meia altura da igreja, o que ilustra a elevação original das naves, tão característica das igrejas góticas. Se hoje a Igreja parece baixa e atarracada é porque metade da sua altura está (esteve) submersa em lodo. Mau grado todos os esforços de drenagem e conservação, a Igreja e o Mosteiro foram abandonados em 1677, transferido-se a comunidade de monjas para Santa-Clara-a-Nova, localizado a meio da colina sobranceira. Também o túmulo da Raínha Santa foi transferido embora o altar onde então se encontrava estivesse acima do nível da água e assim permanecia em 1993 .

Com os escombros do Mosteiro e peças encontradas foi feito um Museu que faz o historial de todo um passado monastal. :

Com os escombros do Mosteiro e peças encontradas foi feito um Museu que faz o historial de todo um passado monastal.

Local onde se cultivavam os alimentos para a alimentação dos habitantes do Mosteiro.:

Local onde se cultivavam os alimentos para a alimentação dos habitantes do Mosteiro.

Interior do Convento:

Interior do Convento

Universidade de Coimbra:

Universidade de Coimbra

PowerPoint Presentation:

Portal da Capela de S. Miguel, no Paço da Universidade Torre da Universidade de Coimbra.

PowerPoint Presentation:

A Universidade de Coimbra é uma das mais antigas da Europa. Fundada em Lisboa por D. Dinis em 1290, foi definitivamente transferida para Coimbra em 1537, vindo a ocupar os edifícios do Paço Real Medieval. Durante os reinados de D. João V e D. José I, a instituição sofreu grandes reformas, não só a nível do ensino, mas também no que respeita à construção de novos edifícios de estilo barroco e neo-clássico.

Torre da Universidade:

Torre da Universidade Este monumento é aquele que melhor ilustra a Universidade e melhor representa a vida universitária. O seu relógio contou o tempo dos estudos, da vida e da juventude dos que por Coimbra fizeram a vida. Foram os seus sinos, ao longo do tempo, que marcaram o ritmo e o ritual do estudante, o tempo do descanso e o tempo do estudo. As obras de construção da actual torre, conduzidas por Gaspar Ferreira, tiveram início a 17 de Abril de 1728 e culminaram em Julho de 1733. Foi da corte de D. João V que nasceu o projecto. Do cimo da Torre da Universidade é possível desfrutar de uma magnífica visão panorâmica sobre toda a cidade de Coimbra.

Capela de S. Miguel:

Capela de S. Miguel As obras da construção da Capela de S. Miguel iniciaram-se em 1517, sob a direcção do arquitecto Marcos Pires. A fachada mostra uma porta em estilo manuelino, com acesso lateral através de uma porta neoclássica. No interior, é possível admirar um imponente órgão barroco de 1733, decorado em talha e chinoiserie ao estilo D. João V. As paredes da nave são revestidas de azulejos de tipo tapete, do século XVII, e do século XVIII os da capela-mor. O retábulo principal (1605) é um trabalho maneirista.

Biblioteca Joanina:

Biblioteca Joanina A construção iniciou-se em 1717, sob a égide de D. João V e é a mais famosa biblioteca em Portugal, devido ao seu estilo único. No piso superior, a biblioteca é composta por três salas, comunicantes por arcos decorados em madeira policromada, idênticos à estrutura do portal. As paredes estão cobertas por estantes lacadas de vermelho, verde escuro e nergro, com decorações em chinoiserie dourada. Ao gosto barroco, os tectos estão ornamentados com decorações de ilusão óptica. Os mais de 300 mil volumes que encerra esta "Casa da Livraria", distribuem-se desde o século XII ao século XVIII, sobressaindo exemplares que versam sobretudo sobre áreas como o direito (civil e canónico), a teologia e a filosofia.

Sala dos Capelos :

Sala dos Capelos É nesta sala que actualmente têm lugar as mais importantes cerimónias académicas, designadamente os Doutoramentos solenes, "honoris causa", Investidura do Reitor e Abertura Solene das Aulas. Inicialmente, foi a sala do trono do Palácio Real de Coimbra. Na segunda metade do séc. XVII foi remodelada, tendo ficado com o aspecto actual. No começo do séc. XVIII, as coberturas foram renovadas e as paredes superiores decoradas com telas que representam todos os reisde Portugal, enquanto o lambril foi coberto com azulejos do tipo tapete, fabricados em Lisboa. O tecto, apainelado, com decoração de grinaldas e grotescos pintados, exibe a data de 1655.

Sala do Exame Privado:

Sala do Exame Privado A sala onde, até à segunda metade do século XIX, se realizava o exame privado (que antecedia o doutoramento), reformada nos anos de 1701/ 1702, apresenta os retratos dos reitores dos séculos XVI a XVIII. No tecto, como nas sobreportas, vêem-se os emblemas das Faculdades. O lambril de azulejos de albarrada, azuis e brancos, são de feitura conimbricense do século XVIII.

Sala das Armas:

Sala das Armas A Sala das Armas fazia parte da ala real do antigo paço. Alberga a panóplia das armas (alabardas) da Guarda Real Académica, que ainda hoje são utilizadas pelos Archeiros (guardas) nas cerimónias académicas solenes.

Prisão Medieval e Académica:

Prisão Medieval e Académica Tendo a Universidade um foro próprio, era natural que a instituição dispusesse de um local de cárcere para os escolares condenados no âmbito desse direito privado. Assim, o cárcere situava-se (desde 1782 até à extinção do foro em 1832) no piso inferior da Casa da Livraria, sendo composto por pequenas salas abobadadas, duas das quais de estrutura medieval, sem luz directa e que os frequentadores forçados consideravam insalubres.

Aliança Underground Museum De Berardo:

Aliança Underground Museum De Berardo

Adega:

Adega

Oferta de uma taça com espumante Danúbio no final da visita guiada.:

Oferta de uma taça com espumante Danúbio no final da visita guiada.

Fim da viagem:

Fim da viagem

authorStream Live Help