logging in or signing up Locais de representa��o de Arte Rupestre Marysa Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 348 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (1) Added: November 27, 2009 This Presentation is Public Favorites: 1 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Locais de representação de Arte Rupestre e temas representados : Locais de representação de Arte Rupestre e temas representados São gravadas em abrigos ou cavernas, nas suas paredes e tectos rochosos, ou também em superfícies rochosas ao ar livre, mas em lugares protegidos, normalmente datando épocas pré-históricas. Sombras chinesas : Sombras chinesas Existe uma lenda chinesa a respeito da origem do teatro de sombras. Diz a lenda que no ano 121, o imperador Wu Ti, da dinastia Han, desesperado com a morte de sua bailarina favorita, ordenou ao mago da corte que a trouxesse de volta do "Reino das Sombras", caso contrário, seria decapitado. E seria cortado seus testículos. O mago usou a sua imaginação e através de uma pele de peixe macia e transparente, confeccionou a silhueta de uma bailarina. Quando tudo estava pronto, o mago ordenou que no jardim do palácio, fosse armada uma cortina branca contra a luz do sol e que esta deixasse transparecer essa luz. Houve uma apresentação para o imperador e sua corte. Esta apresentação foi acompanhada de um som de uma flauta que "fez surgir a sombra de uma bailarina movimentando-se com leveza e graciosidade". Neste momento, teria surgido o teatro de sombras O princípio óptico da “câmara escura” : O princípio óptico da “câmara escura” Esquerda - Câmara Escura tipo caixão e reflex, usada por cerca de 150 anos, antes do aparecimento da Fotografia.Direita - Câmara escura de mesa - 1820 A câmara escura (ou câmara escura vem do latim: camera obscura) foi uma invenção no campo da óptica e um dos passos mais importante que conduziram à fotografia ainda hoje os dispositivos de fotografia são conhecidos como "câmaras” Lanterna mágica : A Lanterna Mágica é a mais antiga forma de projector de slides. As imagens foram pintadas em vidro e projectadas nas paredes, cortinas de pano, e, às vezes, sobre um pano molhado por trás da "tela".Naturalmente, para ver as imagens aparecem, quer de uma lanterna, quer até apenas uma fonte de luz, ou numa tela, era "mágico" nos primeiros dias.Com o advento da fotografia em meados da década de 1800, tornou-se possível produzir o preto-e-branco sobre um vidro em maior número. Ainda assim, eles tinham, na sua maior parte, à mão, tingido ou pintado de cor de confiança até que os processos fotográficos se tornaram disponíveis muito mais tarde. Alguns cortes foram feitos através da aplicação de decalques ou transferências para o vidro.Até filmes vieram junto, no meio-de-final de 1890, a lanterna mágica era o único dispositivo de projecção disponível.Apesar das lâminas de vidro que indicaria uma imagem estática, muitas inovações no design lanterna mágica e construção, bem como o design do carro (em movimento camadas de imagens de vidro), permitiu a dissolução de imagens, movimentos e efeitos especiais.Assim, a lanterna mágica tornou-se "o Pai de imagens em movimento, e avô de televisão." Lanterna mágica Niépce e a primeira “heliografia” : Niépce e a primeira “heliografia” Foto mais antiga tirada por Niépce, por volta de 1826 Em 1793, Joseph Niépce (fig.4) um oficial da Marinha Francesa, tenta obter imagens gravadas quimicamente com a câmara obscura, durante uma estadia em Cagliari. Em 1826, Niépce, recobriu uma placa de estanho com betume branco da Judeia, que tinha como uma das suas propriedades, endurecer, quando atingido com luz. Como revelador, utilizou uma espécie de essência/óleo de lavanda, que dissolvia o betume irregularmente nos vários pontos da chapa, conforme a maior ou menor acção da luz nesses pontos, formando-se assim a imagem fotográfica. Dessa experiência, resulta a que é considerada hoje, a primeira fotografia da história com o nome de - "Point de Vue du Gras". Apesar da imagem não servir para a litografia, este processo atrás descrito, ficou conhecido como Heliografia - gravura com luz solar. Joseph Niépce. Daguerre : Daguerre A descoberta decisiva coube a Louis Daguerre, que em 1835 apanhou uma placa revestida de prata sensibilizada com iodeto de prata, que apesar de exposta não apresentava sequer vestígios de imagem, guardou-a displicentemente em um armário e ao abri-lo no dia seguinte, encontrou uma imagem revelada. Fez experiências, por eliminação com os outros produtos que estavam no armário, para descobrir que a imagem latente tinha sido revelada por acção do mercúrio. William Henry Fox-Talbot : William Henry Fox-Talbot Usava a câmara escura para desenhos em suas viagens. Talbot era um homem bem mais discreto e recolhido que Daguerre. Ele vinha pesquisando a fixação da imagem da câmara escura há tempos. Extremamente erudito, com múltiplos interesses investigativos, seus conhecimento se estendiam da matemática, área em que era especialista, às línguas orientais, passando pela física e pela química. Logo após o governo francês ter anunciado o invento de Daguerre, Talbot reclamou a prioridade de seu invento num informe à Royal Society, chamado “Alguns informes sobre a arte do Desenho Fotogénico, o processo mediante o qual pode-se conseguir que os objectos naturais reproduzam-se por si só”. Ao contrário de Daguerre, a publicação desse informe foi privada e limitadíssima, restringida aos colegas cientistas da Academia. Talbot iniciou suas pesquisas fotográficas, tentando obter cópias por contacto de silhuetas de folhas, plumas, rendas e outros objectos. O papel era mergulhado em nitrato e cloreto de prata e depois de seco, fazia seu contacto com os objectos, obtendo-se uma silhueta escura. Finalmente o papel era fixado sem perfeição com amoníaco ou com uma solução concentrada de sal. Às vezes, também era usado o iodeto de potássio. No ano de 1835, Talbot construiu uma pequena câmara de madeira, com somente 6,30 cm², que sua esposa chamava de “ratoeiras”. A câmara foi carregada com papel de cloreto de prata, e de acordo com a objectiva utilizada, era necessário de meia à uma hora de exposição. A imagem negativa era fixada em sal de cozinha e submetida a um contacto com outro papel sensível. Desse modo a cópia apresentava-se positiva se a inversão lateral. A mais conhecida mostra a janela da biblioteca de Abadia de Locock Abbey, considerada a primeira fotografia obtida pelo processo negativo/positivo. O instantâneo fotográfico de ARCHER : O instantâneo fotográfico de ARCHER Frederick Scott Archer nasceu na Grã-Bretanha em 1813, dedicava-se à gravura e a escultura, onde cedo se desperta o interesse pelo processo fotográfico do Calótipo. Archer inicia o seu trabalho do processo fotográfico em 1847, para realizar fotografias dos seus desenhos de gravura. Mais tarde Frederick Scott Archer, dá a conhecer a todos, o seu trabalho que revolucionaria o mundo da fotografia, o Colódion Húmidoque era bem mais rápido do que o Daguerreótipo, e com uma grande vantagem, quanto à exposição, esta era bem mais curta. A invenção de Maddox da emulsão fotossensível gelatinosa : A invenção de Maddox da emulsão fotossensível gelatinosa Nas grandes viagens, os retratistas como Júlia M.Cameron, Nadar e outros, todos usaram o colódio húmido (depois colódio seco) até Richard Maddox ter inventado as placas de gelatina secas. Em 1871 o tempo necessário para registar imagens fotográfica foi reduzido com a introdução de placas de brometo de gelatina conserváveis (gelatina seca), pelo médico e microscopista inglês Richard Leach Maddox. Esta invenção foi de grande importância para a fotografia e foi nos anos seguintes aperfeiçoada por John Burgess, Richard Kennett e Charles Harper Bennet que conseguiram fabricar placas secas mais leves e de utilização mais cómoda. Estas começaram a ser fabricadas por diversas firmas na Europa e nos Estados Unidos a partir de 1878.Abria-se assim uma nova época para a fotografia. Na origem o suporte era vidro coberto com uma emulsão de brometo de prata colocada sobre gelatina especialmente preparada. George Eastman e a democratização e industrialização da fotografia com a Kodak : George Eastman e a democratização e industrialização da fotografia com a Kodak George Eastman desenvolve a primeira câmara portátil – a KODAK – vendida com um filme em rolo de papel suficiente para tirar 100 fotografias. Agora, disponível a qualquer um, tornou a fotografia mais barata, pois a máquina da Kodak usa filme de rolo com uma base de papel, coberta com uma emulsão fotossensível.Um rolo de filme tem a capacidade de 100 quadros circulares com um 2 1/4 de diâmetro. Terminado o rolo, o cliente manda a câmara inteira para a empresa Eastman, que revela o filme e faz as cópias, devolvendo o aparelho com um novo rolo de filme.A simplicidade da câmara Kodak é responsável pela popularização da fotografia amadora. No ano seguinte, Eastman substitui o filme de papel por um de plástico transparente à base de nitro celulose.Não fosse por ele... como teria sido a história da fotografia? Ou melhor dizendo, por conta indirecta dele, tenho muitas fotografias com girafas em minha colecção, todas tiradas “simplesmente” por pessoas comuns. Muybridge e o advento do inicio do cinema (caleidoscópio e Zootrope) : Muybridge e o advento do inicio do cinema (caleidoscópio e Zootrope) http://www.youtube.com/watch?v=U9eHgS0KG04 Eadweard J. Muybridge (9 de Abril de 1830 – 8 de Maio de 1904) foi um fotógrafo inglês , conhecido por seus experimentos com o uso de múltiplas câmaras para captar o movimento ,além de inventor do zoopraxiscópio- dispositivo para projectar os retratos de movimento que seria o precursor da película de celulóide que é usada ainda hoje. Os irmãos Lumiére e a primeira projecção pública : Os irmãos Lumiére e a primeira projecção pública Os engenheiros franceses Louis Nicholas Lumière (1862–1954) e Louis Jean Lumière (1864–1948), conhecidos como os irmãos Lumière, são considerados, hoje, os pais do cinema, junto com Georges Méliès, também francês, tido como o pai do cinema de ficção. Foram os Lumière que fabricaram o cinematógrafo (cinématographe), uma máquina de filmar e projector de cinema. O aparelho – uma espécie de ancestral da filmadora – é movido a manivela e utiliza negativos perfurados, substituindo a acção de várias máquinas fotográficas para registar o movimento. Este invento, contudo, causa polémica, uma vez que tem sido atribuído aos Lumière, mas teria sido inventado por Léon Bouly, em 1892, que perdeu a patente, registada pelos Lumière a 13 de Fevereiro de 1895. A primeira projecção pública de apresentação do cinematógrafo ocorreu em 28 de Setembro de 1895, na primeira sala de cinema do mundo, o Eden, situado em La Ciotat, no sudeste da França. A partir de então, as imagens em movimento passaram a ocupar uma importante posição na cultura popular da época. Os irmãos Lumière desenvolveram, ainda, o primeiro processo de fotografia colorida, o autocromo (‘’autochrome’’); a placa fotográfica seca, em 1896; a fotografia em relevo (1920); o cinema em relevo (1935); e a chamada ‘’Cruz de Malta’’, um sistema que permite que uma bobina de filme desfile por intermitência. O cinema documental : O cinema documental O Cinema Documental Documentário é um género cinematográfico que se caracteriza pelo compromisso com a exploração da realidade. Mas dessa afirmação não se deve deduzir que ele represente a realidade “tal como ela é”. O documentário, assim como o cinema de ficção, é uma representação parcial e subjectiva da realidade. O cinema fantástico de Méliès : O cinema fantástico de Méliès Georges Méliès nasceu na França e passou parte da sua juventude desenvolvendo números de mágica e truques de ilusionismo. Depois de assistir a primeira apresentação dos Lumière, decide-se pelo cinema, transformando-o de curiosidade em entretenimento. Realizava uma nova forma de espectáculo, porém ligada à tradição teatral, a câmara ficava sempre a uma distância convencional da cena representada, como num teatro um espectador se conserva sempre a mesma distância do palco.Não foi Méliès que inventou a ficção, mas foi ele que inventou o cinema fantástico, antes dele um filme simplesmente recriava algo que poderia acontecer na vida real. Por isso é considerado o pai da arte no cinema.Pioneiro na utilização de figurinos, atores, cenários e maquia dores, opõe-se ao estilo documentarista. Desenvolveu diversas técnicas: fusão, exposição múltipla, uso de maquetas e truques ópticos, sendo assim precursor dos efeitos especiais. Hoje Méliès é considerado um dos inventores do cinema e da linguagem ilusionista, mas era criticado pelos especialistas que diziam que suas tramas eram mera desculpa para o uso de efeitos especiais. Em 1915, Méliès fechou seu estúdio e desistindo do cinema, pois não existia mercado suficiente para sustentar seus filmes caros, teatrais e baseados em trucagens mirabolantes. Edison e o princípio do cinema sonoro : Edison e o princípio do cinema sonoro Thomas Alva Edison foi um inventor e empresário dos Estados Unidos que desenvolveu muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. Como era muito conhecido, foi um dos primeiros inventores a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção. Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada eléctrica incandescente, o gramofone, o cinescópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológico do século XX. Teve papel determinante na indústria do cinema. Pathé e Gaumont, a indústria cinematográfico : Pathé e Gaumont, a indústria cinematográfico Pathé é um filme francês. Inicialmente, em 1896, Pathé tinha quatro irmãos que reuniriam as suas economias para criar uma empresa para a venda de fonógrafos. Dois dos irmãos abandonaram esta parceria, pois agora seriam só dois irmãos, Charles e Emile Pathé (fig.18), que iram promover o que se tornou a maior empresa de fonografia e o mundo do cinema. O principal arquitecto do sucesso do negócio do filme é Charles Pathé, pois tinha ajudado a abrir uma loja de gramofones em 1894 e, posteriormente, estabeleceu uma fábrica na vitrola. O seu sucesso industrial começou, quando ele viu as oportunidades oferecidas pelo novo entretenimento e, sobretudo pela indústria cinematográfica. Tendo tomado a decisão de expandir a sua actividade no fabrico de equipamento para cinema, Charles Pathé, com o cargo de preside o crescimento deu-se rapidamente, crescendo bastante a sua empresa. Pathé é um filme francês. Inicialmente, em 1896, Pathé tinha quatro irmãos que reuniriam as suas economias para criar uma empresa para a venda de fonógrafos. Dois dos irmãos abandonaram esta parceria, pois agora seriam só dois irmãos, Charles e Emile Pathé (fig.18), que iram promover o que se tornou a maior empresa de fonografia e o mundo do cinema. O principal arquitecto do sucesso do negócio do filme é Charles Pathé, pois tinha ajudado a abrir uma loja de gramofones em 1894 e, posteriormente, estabeleceu uma fábrica na vitrola. O seu sucesso industrial começou, quando ele viu as oportunidades oferecidas pelo novo entretenimento e, sobretudo pela indústria cinematográfica. Tendo tomado a decisão de expandir a sua actividade no fabrico de equipamento para cinema, Charles Pathé, com o cargo de preside o crescimento deu-se rapidamente, crescendo bastante a sua empresa. O cinema americano e as novas narrativas : O cinema americano e as novas narrativas David Llewelyn Wark Griffith, geralmente conhecido por D.W. Griffith , era um director estadunidense. É mais conhecido pelo seu controverso filme "O nascimento de uma nação".Começou sua carreira como um próspero dramaturgo mas não conseguiu sucesso. Depois se tornou actor. Encontrando seu caminho no cinema, em pouco tempo dirigia um grande corpo de trabalho.A sua nova empresa tornou-se um parceiro autónomo de produção na Triangle Pictures Corporation com os Keyston Studios e Thomas Ince. Através do David W. Griffith Corp, ele produziu "O nascimento de uma nação" (1915).O Nascimento de Uma Nação foi extremamente popular mas expressava a visão racista da época. A parceria terminou em 1917, então Griffith foi para a ArtCraft, depois para a First nacional (1919-1920). Ao mesmo tempo fundou a United Artists, junto com Charles Chaplin, Mary Pickford e Douglas Fairbanks.Na primeira viagem de Griffith para a California, ele e sua empresa descobriram uma pequena vila para filmar. Esse lugar era conhecido como Hollywood. Com isso, American Mutoscope and Biograph Company foi a primeira empresa a filmar em Hollywood: In Old California (1910).Apesar da United Artists ter sobrevivido como empresa, a ligação de Griffith com ela foi curta, e apesar de alguns de seus filmes posteriores serem bons, ele nunca mais conseguiu sucesso comercial.Griffith fez apenas dois filmes com som, Abrham Linclon (1930) e The Struggle (1931). Nenhum foi bem sucedido e ele nunca mais fez filmes. Embora não tenha tido grande sucesso Griffith foi considerado o pai da gramática cinematográfico A importância do Design no expressionismo alemão : A importância do Design no expressionismo alemão O Expressionismo alemão, estilo cinematográfico cujo auge se deu nos anos 1920, caracterizou-se pela distorção de cenários e personagens, através da maquilhagem, dos recursos de fotografia e de outros mecanismos, com o objectivo de expressar a maneira como os realizadores viam o mundo.Pedro Monteiro, que mostra as origens e anseios do movimento:O expressionismo, nascido na Alemanha no final do século IX, é maior que a ideia de um movimento de arte, e antes de tudo, uma negação ao mundo burguês. Seu surgimento contribuiu para reflectir posições contrárias ao racionalismo moderno e ao trabalho mecânico, através de obras que combatiam a razão com a fantasia. Influenciados pela filosofia de Nietzsche e pela teoria do inconsciente de Freud, os artistas alemães do início do século fizeram a arte ultrapassar os limites da realidade, tornando-se expressão pura da subjectividade psicológica e emocional. O star system e o sonho americano : O star system e o sonho americano O sistema estelar foi o método de criação, promoção e exploração de estrelas de cinema em clássicos do cinema de Hollywood. Estúdios iriam seleccionar promissores actores jovens e criar personagens para eles, muitas vezes inventando novos nomes e até mesmo novos horizontes. Exemplos de estrelas: Cary Grant, Joan Crawford, e Rock Hudson. O sistema de estrelas pôs a ênfase na imagem, em vez de agir, apesar de aulas de actuação discreta, voz e dança era uma parte comum do regime. A industrialização e a organização industrial do séc. XVIII e XIX, o movimento das Artes and Crafts. : A industrialização e a organização industrial do séc. XVIII e XIX, o movimento das Artes and Crafts. Arts and Crafts é um movimento estético e social inglês, da segunda metade do século XIX, que defende o artesanato criativo como alternativa à mecanização e à produção em massa. Reunindo teóricos e artistas, o movimento busca revalorizar o trabalho manual e recupera a dimensão estética dos objectos produzidos industrialmente para uso quotidiano. Em 1861, é fundada a Morris, Marshall, Faulkner & Co., especializada em mobiliário e decoração em geral: vidros, tapeçarias etc. O sucesso da empresa pode ser aferido por sua ampla e duradoura produção. A partir de 1890, o Movimento de Artes e Ofícios liga-se ao estilo internacional do art noveau espalhando-se por toda a Europa: Alemanha, Países Baixos, Áustria e Escandinávia. Ainda que um sucessor do movimento inglês, o art nouveau possui filosofia um pouco distinta. Design e comunicação – novo cenário urbano séc. XIX e XX : Design e comunicação – novo cenário urbano séc. XIX e XX Denomina-se design a qualquer processo técnico e criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefacto. Esse processo normalmente é orientado por uma intenção ou objectivo, ou para a solução de um problema. O termo deriva, originalmente, de designare, palavra em latim, sendo mais tarde adaptado para o inglês design. Houve uma série de tentativas de tradução do termo, mas os possíveis nomes como projectiva industrial acabaram em desuso. Comunicação é um campo de conhecimento académico que estuda os processos de comunicação humana. Entre as sub-disciplinas da comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação inter-pessoal, comunicação interpessoal, marketing, propaganda, públicas, análise, telecomunicações e jornalismo. O modernismo - de Toulouse Lautrec á Bauhaus. : O modernismo - de Toulouse Lautrec á Bauhaus. http://www.youtube.com/watch?v=lYKeFakAy1I Chama-se genericamente modernismo (ou movimento moderno) o conjunto de movimentos culturais, escolas e estilos que permearam as artes e o design da primeira metade do século XX. Apesar de ser possível encontrar pontos de convergência entre os vários movimentos, eles em geral se diferenciam e até mesmo se antagonizam. Encaixam-se nesta classificação a literatura, a arquitectura, design, [pintura moderna], escultura, teatro e a música modernas. O mundo multinacional - a comunicação universa : O mundo multinacional - a comunicação universa Aldeia global foi criado pelo sociólogo canadense Marshall McLuhan .Marshall McLuhan foi o primeiro filósofo das transformações sociais provocadas pela revolução tecnológica do computador e das telecomunicações. Ele elegeu a televisão como um meio de comunicação de massa em nível internacional, que começava a ser integrado via satélite. Esqueceu-se que as formas de comunicação da aldeia são essencialmente bidireccionais e entre dois indivíduos. Só agora, com o celular e a internet é que o conceito começa a se concretizar.O princípio que preside a este conceito é o de um mundo interligado, com estreitas relações económicas, políticas e sociais, fruto da evolução das Tecnologias da Informação e da Comunicação, particularmente da World Wide Web, diminuidoras das distâncias e das incompreensões entre as pessoas e promotor da emergência de uma consciência global interplanetária, pelo menos em teoria. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
Locais de representa��o de Arte Rupestre Marysa Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 348 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (1) Added: November 27, 2009 This Presentation is Public Favorites: 1 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Locais de representação de Arte Rupestre e temas representados : Locais de representação de Arte Rupestre e temas representados São gravadas em abrigos ou cavernas, nas suas paredes e tectos rochosos, ou também em superfícies rochosas ao ar livre, mas em lugares protegidos, normalmente datando épocas pré-históricas. Sombras chinesas : Sombras chinesas Existe uma lenda chinesa a respeito da origem do teatro de sombras. Diz a lenda que no ano 121, o imperador Wu Ti, da dinastia Han, desesperado com a morte de sua bailarina favorita, ordenou ao mago da corte que a trouxesse de volta do "Reino das Sombras", caso contrário, seria decapitado. E seria cortado seus testículos. O mago usou a sua imaginação e através de uma pele de peixe macia e transparente, confeccionou a silhueta de uma bailarina. Quando tudo estava pronto, o mago ordenou que no jardim do palácio, fosse armada uma cortina branca contra a luz do sol e que esta deixasse transparecer essa luz. Houve uma apresentação para o imperador e sua corte. Esta apresentação foi acompanhada de um som de uma flauta que "fez surgir a sombra de uma bailarina movimentando-se com leveza e graciosidade". Neste momento, teria surgido o teatro de sombras O princípio óptico da “câmara escura” : O princípio óptico da “câmara escura” Esquerda - Câmara Escura tipo caixão e reflex, usada por cerca de 150 anos, antes do aparecimento da Fotografia.Direita - Câmara escura de mesa - 1820 A câmara escura (ou câmara escura vem do latim: camera obscura) foi uma invenção no campo da óptica e um dos passos mais importante que conduziram à fotografia ainda hoje os dispositivos de fotografia são conhecidos como "câmaras” Lanterna mágica : A Lanterna Mágica é a mais antiga forma de projector de slides. As imagens foram pintadas em vidro e projectadas nas paredes, cortinas de pano, e, às vezes, sobre um pano molhado por trás da "tela".Naturalmente, para ver as imagens aparecem, quer de uma lanterna, quer até apenas uma fonte de luz, ou numa tela, era "mágico" nos primeiros dias.Com o advento da fotografia em meados da década de 1800, tornou-se possível produzir o preto-e-branco sobre um vidro em maior número. Ainda assim, eles tinham, na sua maior parte, à mão, tingido ou pintado de cor de confiança até que os processos fotográficos se tornaram disponíveis muito mais tarde. Alguns cortes foram feitos através da aplicação de decalques ou transferências para o vidro.Até filmes vieram junto, no meio-de-final de 1890, a lanterna mágica era o único dispositivo de projecção disponível.Apesar das lâminas de vidro que indicaria uma imagem estática, muitas inovações no design lanterna mágica e construção, bem como o design do carro (em movimento camadas de imagens de vidro), permitiu a dissolução de imagens, movimentos e efeitos especiais.Assim, a lanterna mágica tornou-se "o Pai de imagens em movimento, e avô de televisão." Lanterna mágica Niépce e a primeira “heliografia” : Niépce e a primeira “heliografia” Foto mais antiga tirada por Niépce, por volta de 1826 Em 1793, Joseph Niépce (fig.4) um oficial da Marinha Francesa, tenta obter imagens gravadas quimicamente com a câmara obscura, durante uma estadia em Cagliari. Em 1826, Niépce, recobriu uma placa de estanho com betume branco da Judeia, que tinha como uma das suas propriedades, endurecer, quando atingido com luz. Como revelador, utilizou uma espécie de essência/óleo de lavanda, que dissolvia o betume irregularmente nos vários pontos da chapa, conforme a maior ou menor acção da luz nesses pontos, formando-se assim a imagem fotográfica. Dessa experiência, resulta a que é considerada hoje, a primeira fotografia da história com o nome de - "Point de Vue du Gras". Apesar da imagem não servir para a litografia, este processo atrás descrito, ficou conhecido como Heliografia - gravura com luz solar. Joseph Niépce. Daguerre : Daguerre A descoberta decisiva coube a Louis Daguerre, que em 1835 apanhou uma placa revestida de prata sensibilizada com iodeto de prata, que apesar de exposta não apresentava sequer vestígios de imagem, guardou-a displicentemente em um armário e ao abri-lo no dia seguinte, encontrou uma imagem revelada. Fez experiências, por eliminação com os outros produtos que estavam no armário, para descobrir que a imagem latente tinha sido revelada por acção do mercúrio. William Henry Fox-Talbot : William Henry Fox-Talbot Usava a câmara escura para desenhos em suas viagens. Talbot era um homem bem mais discreto e recolhido que Daguerre. Ele vinha pesquisando a fixação da imagem da câmara escura há tempos. Extremamente erudito, com múltiplos interesses investigativos, seus conhecimento se estendiam da matemática, área em que era especialista, às línguas orientais, passando pela física e pela química. Logo após o governo francês ter anunciado o invento de Daguerre, Talbot reclamou a prioridade de seu invento num informe à Royal Society, chamado “Alguns informes sobre a arte do Desenho Fotogénico, o processo mediante o qual pode-se conseguir que os objectos naturais reproduzam-se por si só”. Ao contrário de Daguerre, a publicação desse informe foi privada e limitadíssima, restringida aos colegas cientistas da Academia. Talbot iniciou suas pesquisas fotográficas, tentando obter cópias por contacto de silhuetas de folhas, plumas, rendas e outros objectos. O papel era mergulhado em nitrato e cloreto de prata e depois de seco, fazia seu contacto com os objectos, obtendo-se uma silhueta escura. Finalmente o papel era fixado sem perfeição com amoníaco ou com uma solução concentrada de sal. Às vezes, também era usado o iodeto de potássio. No ano de 1835, Talbot construiu uma pequena câmara de madeira, com somente 6,30 cm², que sua esposa chamava de “ratoeiras”. A câmara foi carregada com papel de cloreto de prata, e de acordo com a objectiva utilizada, era necessário de meia à uma hora de exposição. A imagem negativa era fixada em sal de cozinha e submetida a um contacto com outro papel sensível. Desse modo a cópia apresentava-se positiva se a inversão lateral. A mais conhecida mostra a janela da biblioteca de Abadia de Locock Abbey, considerada a primeira fotografia obtida pelo processo negativo/positivo. O instantâneo fotográfico de ARCHER : O instantâneo fotográfico de ARCHER Frederick Scott Archer nasceu na Grã-Bretanha em 1813, dedicava-se à gravura e a escultura, onde cedo se desperta o interesse pelo processo fotográfico do Calótipo. Archer inicia o seu trabalho do processo fotográfico em 1847, para realizar fotografias dos seus desenhos de gravura. Mais tarde Frederick Scott Archer, dá a conhecer a todos, o seu trabalho que revolucionaria o mundo da fotografia, o Colódion Húmidoque era bem mais rápido do que o Daguerreótipo, e com uma grande vantagem, quanto à exposição, esta era bem mais curta. A invenção de Maddox da emulsão fotossensível gelatinosa : A invenção de Maddox da emulsão fotossensível gelatinosa Nas grandes viagens, os retratistas como Júlia M.Cameron, Nadar e outros, todos usaram o colódio húmido (depois colódio seco) até Richard Maddox ter inventado as placas de gelatina secas. Em 1871 o tempo necessário para registar imagens fotográfica foi reduzido com a introdução de placas de brometo de gelatina conserváveis (gelatina seca), pelo médico e microscopista inglês Richard Leach Maddox. Esta invenção foi de grande importância para a fotografia e foi nos anos seguintes aperfeiçoada por John Burgess, Richard Kennett e Charles Harper Bennet que conseguiram fabricar placas secas mais leves e de utilização mais cómoda. Estas começaram a ser fabricadas por diversas firmas na Europa e nos Estados Unidos a partir de 1878.Abria-se assim uma nova época para a fotografia. Na origem o suporte era vidro coberto com uma emulsão de brometo de prata colocada sobre gelatina especialmente preparada. George Eastman e a democratização e industrialização da fotografia com a Kodak : George Eastman e a democratização e industrialização da fotografia com a Kodak George Eastman desenvolve a primeira câmara portátil – a KODAK – vendida com um filme em rolo de papel suficiente para tirar 100 fotografias. Agora, disponível a qualquer um, tornou a fotografia mais barata, pois a máquina da Kodak usa filme de rolo com uma base de papel, coberta com uma emulsão fotossensível.Um rolo de filme tem a capacidade de 100 quadros circulares com um 2 1/4 de diâmetro. Terminado o rolo, o cliente manda a câmara inteira para a empresa Eastman, que revela o filme e faz as cópias, devolvendo o aparelho com um novo rolo de filme.A simplicidade da câmara Kodak é responsável pela popularização da fotografia amadora. No ano seguinte, Eastman substitui o filme de papel por um de plástico transparente à base de nitro celulose.Não fosse por ele... como teria sido a história da fotografia? Ou melhor dizendo, por conta indirecta dele, tenho muitas fotografias com girafas em minha colecção, todas tiradas “simplesmente” por pessoas comuns. Muybridge e o advento do inicio do cinema (caleidoscópio e Zootrope) : Muybridge e o advento do inicio do cinema (caleidoscópio e Zootrope) http://www.youtube.com/watch?v=U9eHgS0KG04 Eadweard J. Muybridge (9 de Abril de 1830 – 8 de Maio de 1904) foi um fotógrafo inglês , conhecido por seus experimentos com o uso de múltiplas câmaras para captar o movimento ,além de inventor do zoopraxiscópio- dispositivo para projectar os retratos de movimento que seria o precursor da película de celulóide que é usada ainda hoje. Os irmãos Lumiére e a primeira projecção pública : Os irmãos Lumiére e a primeira projecção pública Os engenheiros franceses Louis Nicholas Lumière (1862–1954) e Louis Jean Lumière (1864–1948), conhecidos como os irmãos Lumière, são considerados, hoje, os pais do cinema, junto com Georges Méliès, também francês, tido como o pai do cinema de ficção. Foram os Lumière que fabricaram o cinematógrafo (cinématographe), uma máquina de filmar e projector de cinema. O aparelho – uma espécie de ancestral da filmadora – é movido a manivela e utiliza negativos perfurados, substituindo a acção de várias máquinas fotográficas para registar o movimento. Este invento, contudo, causa polémica, uma vez que tem sido atribuído aos Lumière, mas teria sido inventado por Léon Bouly, em 1892, que perdeu a patente, registada pelos Lumière a 13 de Fevereiro de 1895. A primeira projecção pública de apresentação do cinematógrafo ocorreu em 28 de Setembro de 1895, na primeira sala de cinema do mundo, o Eden, situado em La Ciotat, no sudeste da França. A partir de então, as imagens em movimento passaram a ocupar uma importante posição na cultura popular da época. Os irmãos Lumière desenvolveram, ainda, o primeiro processo de fotografia colorida, o autocromo (‘’autochrome’’); a placa fotográfica seca, em 1896; a fotografia em relevo (1920); o cinema em relevo (1935); e a chamada ‘’Cruz de Malta’’, um sistema que permite que uma bobina de filme desfile por intermitência. O cinema documental : O cinema documental O Cinema Documental Documentário é um género cinematográfico que se caracteriza pelo compromisso com a exploração da realidade. Mas dessa afirmação não se deve deduzir que ele represente a realidade “tal como ela é”. O documentário, assim como o cinema de ficção, é uma representação parcial e subjectiva da realidade. O cinema fantástico de Méliès : O cinema fantástico de Méliès Georges Méliès nasceu na França e passou parte da sua juventude desenvolvendo números de mágica e truques de ilusionismo. Depois de assistir a primeira apresentação dos Lumière, decide-se pelo cinema, transformando-o de curiosidade em entretenimento. Realizava uma nova forma de espectáculo, porém ligada à tradição teatral, a câmara ficava sempre a uma distância convencional da cena representada, como num teatro um espectador se conserva sempre a mesma distância do palco.Não foi Méliès que inventou a ficção, mas foi ele que inventou o cinema fantástico, antes dele um filme simplesmente recriava algo que poderia acontecer na vida real. Por isso é considerado o pai da arte no cinema.Pioneiro na utilização de figurinos, atores, cenários e maquia dores, opõe-se ao estilo documentarista. Desenvolveu diversas técnicas: fusão, exposição múltipla, uso de maquetas e truques ópticos, sendo assim precursor dos efeitos especiais. Hoje Méliès é considerado um dos inventores do cinema e da linguagem ilusionista, mas era criticado pelos especialistas que diziam que suas tramas eram mera desculpa para o uso de efeitos especiais. Em 1915, Méliès fechou seu estúdio e desistindo do cinema, pois não existia mercado suficiente para sustentar seus filmes caros, teatrais e baseados em trucagens mirabolantes. Edison e o princípio do cinema sonoro : Edison e o princípio do cinema sonoro Thomas Alva Edison foi um inventor e empresário dos Estados Unidos que desenvolveu muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. Como era muito conhecido, foi um dos primeiros inventores a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção. Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada eléctrica incandescente, o gramofone, o cinescópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológico do século XX. Teve papel determinante na indústria do cinema. Pathé e Gaumont, a indústria cinematográfico : Pathé e Gaumont, a indústria cinematográfico Pathé é um filme francês. Inicialmente, em 1896, Pathé tinha quatro irmãos que reuniriam as suas economias para criar uma empresa para a venda de fonógrafos. Dois dos irmãos abandonaram esta parceria, pois agora seriam só dois irmãos, Charles e Emile Pathé (fig.18), que iram promover o que se tornou a maior empresa de fonografia e o mundo do cinema. O principal arquitecto do sucesso do negócio do filme é Charles Pathé, pois tinha ajudado a abrir uma loja de gramofones em 1894 e, posteriormente, estabeleceu uma fábrica na vitrola. O seu sucesso industrial começou, quando ele viu as oportunidades oferecidas pelo novo entretenimento e, sobretudo pela indústria cinematográfica. Tendo tomado a decisão de expandir a sua actividade no fabrico de equipamento para cinema, Charles Pathé, com o cargo de preside o crescimento deu-se rapidamente, crescendo bastante a sua empresa. Pathé é um filme francês. Inicialmente, em 1896, Pathé tinha quatro irmãos que reuniriam as suas economias para criar uma empresa para a venda de fonógrafos. Dois dos irmãos abandonaram esta parceria, pois agora seriam só dois irmãos, Charles e Emile Pathé (fig.18), que iram promover o que se tornou a maior empresa de fonografia e o mundo do cinema. O principal arquitecto do sucesso do negócio do filme é Charles Pathé, pois tinha ajudado a abrir uma loja de gramofones em 1894 e, posteriormente, estabeleceu uma fábrica na vitrola. O seu sucesso industrial começou, quando ele viu as oportunidades oferecidas pelo novo entretenimento e, sobretudo pela indústria cinematográfica. Tendo tomado a decisão de expandir a sua actividade no fabrico de equipamento para cinema, Charles Pathé, com o cargo de preside o crescimento deu-se rapidamente, crescendo bastante a sua empresa. O cinema americano e as novas narrativas : O cinema americano e as novas narrativas David Llewelyn Wark Griffith, geralmente conhecido por D.W. Griffith , era um director estadunidense. É mais conhecido pelo seu controverso filme "O nascimento de uma nação".Começou sua carreira como um próspero dramaturgo mas não conseguiu sucesso. Depois se tornou actor. Encontrando seu caminho no cinema, em pouco tempo dirigia um grande corpo de trabalho.A sua nova empresa tornou-se um parceiro autónomo de produção na Triangle Pictures Corporation com os Keyston Studios e Thomas Ince. Através do David W. Griffith Corp, ele produziu "O nascimento de uma nação" (1915).O Nascimento de Uma Nação foi extremamente popular mas expressava a visão racista da época. A parceria terminou em 1917, então Griffith foi para a ArtCraft, depois para a First nacional (1919-1920). Ao mesmo tempo fundou a United Artists, junto com Charles Chaplin, Mary Pickford e Douglas Fairbanks.Na primeira viagem de Griffith para a California, ele e sua empresa descobriram uma pequena vila para filmar. Esse lugar era conhecido como Hollywood. Com isso, American Mutoscope and Biograph Company foi a primeira empresa a filmar em Hollywood: In Old California (1910).Apesar da United Artists ter sobrevivido como empresa, a ligação de Griffith com ela foi curta, e apesar de alguns de seus filmes posteriores serem bons, ele nunca mais conseguiu sucesso comercial.Griffith fez apenas dois filmes com som, Abrham Linclon (1930) e The Struggle (1931). Nenhum foi bem sucedido e ele nunca mais fez filmes. Embora não tenha tido grande sucesso Griffith foi considerado o pai da gramática cinematográfico A importância do Design no expressionismo alemão : A importância do Design no expressionismo alemão O Expressionismo alemão, estilo cinematográfico cujo auge se deu nos anos 1920, caracterizou-se pela distorção de cenários e personagens, através da maquilhagem, dos recursos de fotografia e de outros mecanismos, com o objectivo de expressar a maneira como os realizadores viam o mundo.Pedro Monteiro, que mostra as origens e anseios do movimento:O expressionismo, nascido na Alemanha no final do século IX, é maior que a ideia de um movimento de arte, e antes de tudo, uma negação ao mundo burguês. Seu surgimento contribuiu para reflectir posições contrárias ao racionalismo moderno e ao trabalho mecânico, através de obras que combatiam a razão com a fantasia. Influenciados pela filosofia de Nietzsche e pela teoria do inconsciente de Freud, os artistas alemães do início do século fizeram a arte ultrapassar os limites da realidade, tornando-se expressão pura da subjectividade psicológica e emocional. O star system e o sonho americano : O star system e o sonho americano O sistema estelar foi o método de criação, promoção e exploração de estrelas de cinema em clássicos do cinema de Hollywood. Estúdios iriam seleccionar promissores actores jovens e criar personagens para eles, muitas vezes inventando novos nomes e até mesmo novos horizontes. Exemplos de estrelas: Cary Grant, Joan Crawford, e Rock Hudson. O sistema de estrelas pôs a ênfase na imagem, em vez de agir, apesar de aulas de actuação discreta, voz e dança era uma parte comum do regime. A industrialização e a organização industrial do séc. XVIII e XIX, o movimento das Artes and Crafts. : A industrialização e a organização industrial do séc. XVIII e XIX, o movimento das Artes and Crafts. Arts and Crafts é um movimento estético e social inglês, da segunda metade do século XIX, que defende o artesanato criativo como alternativa à mecanização e à produção em massa. Reunindo teóricos e artistas, o movimento busca revalorizar o trabalho manual e recupera a dimensão estética dos objectos produzidos industrialmente para uso quotidiano. Em 1861, é fundada a Morris, Marshall, Faulkner & Co., especializada em mobiliário e decoração em geral: vidros, tapeçarias etc. O sucesso da empresa pode ser aferido por sua ampla e duradoura produção. A partir de 1890, o Movimento de Artes e Ofícios liga-se ao estilo internacional do art noveau espalhando-se por toda a Europa: Alemanha, Países Baixos, Áustria e Escandinávia. Ainda que um sucessor do movimento inglês, o art nouveau possui filosofia um pouco distinta. Design e comunicação – novo cenário urbano séc. XIX e XX : Design e comunicação – novo cenário urbano séc. XIX e XX Denomina-se design a qualquer processo técnico e criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefacto. Esse processo normalmente é orientado por uma intenção ou objectivo, ou para a solução de um problema. O termo deriva, originalmente, de designare, palavra em latim, sendo mais tarde adaptado para o inglês design. Houve uma série de tentativas de tradução do termo, mas os possíveis nomes como projectiva industrial acabaram em desuso. Comunicação é um campo de conhecimento académico que estuda os processos de comunicação humana. Entre as sub-disciplinas da comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação inter-pessoal, comunicação interpessoal, marketing, propaganda, públicas, análise, telecomunicações e jornalismo. O modernismo - de Toulouse Lautrec á Bauhaus. : O modernismo - de Toulouse Lautrec á Bauhaus. http://www.youtube.com/watch?v=lYKeFakAy1I Chama-se genericamente modernismo (ou movimento moderno) o conjunto de movimentos culturais, escolas e estilos que permearam as artes e o design da primeira metade do século XX. Apesar de ser possível encontrar pontos de convergência entre os vários movimentos, eles em geral se diferenciam e até mesmo se antagonizam. Encaixam-se nesta classificação a literatura, a arquitectura, design, [pintura moderna], escultura, teatro e a música modernas. O mundo multinacional - a comunicação universa : O mundo multinacional - a comunicação universa Aldeia global foi criado pelo sociólogo canadense Marshall McLuhan .Marshall McLuhan foi o primeiro filósofo das transformações sociais provocadas pela revolução tecnológica do computador e das telecomunicações. Ele elegeu a televisão como um meio de comunicação de massa em nível internacional, que começava a ser integrado via satélite. Esqueceu-se que as formas de comunicação da aldeia são essencialmente bidireccionais e entre dois indivíduos. Só agora, com o celular e a internet é que o conceito começa a se concretizar.O princípio que preside a este conceito é o de um mundo interligado, com estreitas relações económicas, políticas e sociais, fruto da evolução das Tecnologias da Informação e da Comunicação, particularmente da World Wide Web, diminuidoras das distâncias e das incompreensões entre as pessoas e promotor da emergência de uma consciência global interplanetária, pelo menos em teoria.