m�dulo 4

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Slide 1:

Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade Disciplina: Comunicação Gráfica e Audiovisual Módulo 4

Slide 2:

Câmara Escura O princípio da câmara escura já era conhecido desde a Antiguidade. O grego Aristóteles referiu a sua utilização em observações astronómicas. Posteriormente, no século XI, o árabe Ibn al-Haitham (Al-Hazen) também referiu esse princípio como apoio à observação de um eclipse solar. À época da Renascença, Leonardo da Vinci descreveu esse fenómeno físico no " Codex Atlanticus ", hoje na Biblioteca Ambrosiana, em Milão: " Quando as imagens dos objectos iluminados penetram num compartimento escuro através de um pequeno orifício e se recebem sobre um papel branco situado a uma certa distância desse orifício, vêem-se no papel, os objectos invertidos com as suas formas e cores próprias. " O princípio, e as "câmaras" ou "quartos escuros" - compartimentos totalmente escuros, com um pequeno orifício - continuaram a ser utilizados nos séculos seguintes, como apoio ao registo de imagens, usualmente pelo processo do desenho. A partir do século XVII passou a ser acoplado ao orifício um sistema óptico para melhorar a qualidade da imagem a observar, tendo passado a designar-se "Câmara Óptica" ou "Câmara Fotográfica". Algumas câmaras escuras foram construídas como atracões turísticas, embora poucas existam ainda hoje. Exemplos podem ser encontrados em Grahamstown na África do Sul, Bristol na Inglaterra, Kirriemuir, Dumfries e Edimburgo, Escócia, Santa Mónica e São Francisco, Califórnia. Existe uma grande e bem montada câmara escura no Museu da Vida da Fundação Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro. E em Lisboa no Castelo São Jorge existe uma câmara escura com periscópio gigante, através do qual é possível observar imagens da cidade em movimento.

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A Imagem Estenopeica Diz-se da fotografia realizada com estenopo , do grego "stenopo". Pequeno furo responsável pela intercepção do trajecto da luz reflectida por um qualquer objecto, resultando na formação de uma imagem invertida sobre uma superficie que se lhe opõe. Processo muito em voga no seio de um conjunto de praticantes de todo o mundo. Mais vulgarmente designado por fotografia pinhole. Para lá da característica de não utilizar sistema óptico (objectivas), é deveras interessante, pois resulta da adaptação de uma qualquer caixa ou lata com o interior enegrecido e que utilizando qualquer emulsão permite a obtenção de uma imagem com uma expressão muito própria. Deve o seu incremento e maior divulgação ao espaço cibernético e no qual muitas páginas podem ser encontradas.

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A Sensibilidade dos Materiais Sensíveis A fotografia trata-se da geração de imagens através de câmaras fotográficas. Estas últimas são instrumentos que permitem a optimização da incidência de luz sobre um material fotossensível: a luz incide sobre tal material (filme fotográfico) através de uma abertura normalmente munida de lentes da câmara. O filme, por sua vez, ao receber a luz reflectida pelo objecto fotografado, tem reproduzida com grande fidelidade em sua superfície bidimensional a imagem do objecto fotografado. Com a evolução dos equipamentos envolvidos nos processos fotográficos, hoje em dia vários acessórios existem para a optimização das imagens, possibilitando a reprodução de imagens sob as mais variadas condições de luz e ainda possibilitando variados resultados de efeitos de luminosidade e cor.

Químicos:

Químicos A Revelação fotográfica é o processo de transformação da imagem latente registada no filme fotográfico em imagem visível através de processo químico. A revelação, por processo de óxido-redução, aumenta em cerca de 1 bilhão de vezes a energia captada, concluindo sua transformação em prata metálica, produzindo assim a imagem visível !!!!.E durante as etapas do processo de Revelação tem mais química!!! A função do revelador é de transformar os haletos de prata do filme fotográfico em prata metálica, através do processo de óxido-redução. Neste processo esse agente revelador se oxida, se transformando em prata metálica negra. A função do interruptor é neutralizar a acção da solução reveladora acima citada na solução. Torna o meio gelatinoso ácido, preparando-o para o fixador (prós etapa), que também é ácido. A maioria das soluções de interruptor são à base de acido acético glacial (o mesmo contido no vinagre), podendo também ser utilizado o ácido cítrico. A próxima etapa é do fixador que retira da emulsão os cristais de prata (haletos) não sensibilizados pela exposição e, portanto, não transformados em prata metálica na revelação. Por ser responsável pela preservação da imagem, deve-se estar atento a este processo, pois a permanência de resíduos, provenientes desta reacção, ao longo do tempo acabarão decompondo-se, atacando e manchando a imagem de prata metálica. A função da lavagem é remover da emulsão os produtos químicos do fixador deixando na emulsão somente a imagem de prata metálica. Pois, se o tiossulfato de sódio do fixador e o tiossulfato de prata, resultante da fixação, permanecerem na emulsão, atacarão a imagem produzindo descoloramento e manchas. Você já deve ter visto uma foto assim!!! A retirada dos produtos na lavagem acontece por difusão, ou seja, os sais migram do meio mais concentrado (emulsão) para o meio menos concentrado (água). Isso se baseia no fato de que duas soluções tendem a se equilibrar. Antes da ultima etapa, a secagem, deve-se utilizar uma solução surfactante (espécie de detergente), para que seja reduzida a tensão superficial da água, evitando a formação de gotas durante a secagem.

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Pinhole Uma câmara pinhole é uma máquina fotográfica sem lente. A designação tem por base o "buraco de alfinete" e é usada para referir a fotografia estenopeica. Este tipo de fotografia é uma prática económica e simples pois utiliza uma qualquer caixa em que a luz não penetre. A existência de um pequeno furo, estenopo do grego stenopo e que em português permite designar este tipo de fotografia por Fotografia Estenopeica. A pinhole consiste numa maneira de ver uma imagem real, através de uma câmara escura. De um pequeno orifício onde a luz é captada para dentro da câmara, e sofrendo um movimento de inversão, a imagem é projectada para a parede oposta ao orifício ao contrario. Para produzir uma imagem razoavelmente nítida, a abertura tem que ser um furo pequeno na ordem de 0,02 polegadas (0,5 mm) ou menos. O obturador da câmara pinhole geralmente consiste de uma mão espalmada ou de algum material à prova de luz para cobrir e descobrir o furo. As câmaras pinhole requerem um tempo maior de exposição do que as câmaras convencionais devido à pequena abertura; os tempos de exposição vão de 5 segundos a até mais de uma hora. A imagem pode ser projectada em uma tela translúcida para visualização em tempo-real (popularmente utilizadas para ver o eclipse solar), ou pode expor filme ou um dispositivo de carga acoplado (CCD). As câmaras pinhole com CCDs são algumas vezes utilizadas em serviço de vigilância devido a seu tamanho pequeno.

A Câmara Fotográfica :

A Câmara Fotográfica Uma câmara ou câmara fotográfica (também chamada máquina fotográfica) é um dispositivo usado para capturar imagens (geralmente fotografias), única ou em sequência, com ou sem som, como com câmara de vídeo. O nome é derivado de câmara obscura , latim para "câmara escura". Seu formato peculiar, deriva-se das antigas observações de Leonardo da Vinci tido até hoje como o primeiro a descrever os princípios da câmara escura. Basicamente, uma câmara, qualquer que seja ela, deriva de um único princípio. Uma caixa preta com um orifício por onde é captada a imagem. Por este orifício entram os raios do Espectro visual ou outras porções de espectro electromagnético.

Tipos de Corpos:

Tipos de Corpos O Corpo da Câmara: É uma caixa que abriga as várias partes e protege o filme de toda a luz, excepto a que entra através da lente quando se tira a fotografia. Ocular do Visor: O visor mostra a cena que será captada em geral por meio de um conjunto de lentes ou da própria objectiva da câmara. É através desse sistema que o fotógrafo visualiza e compõe a cena a ser fotografada. É também através do visor que o fotógrafo controlará o processo de focalização, entendendo-se foco como sendo o ponto em que os raios de luz, que passam através das lentes se convergem para formar uma imagem da cena. O sistema de visor pode ou não ser directamente ligado ao sistema de lentes da objectiva, por hora, chamaremos de câmara de visor qualquer câmara cujo sistema de visor se componha de uma pequena janela indicativa de seu campo de visão. Um telêmetro, basicamente, consiste de um dispositivo óptico para medir distâncias e, quando é acoplado a janela comum do visor, a câmara passa a ser chamada de "Câmara de Visor Telemétrico". Em virtude das diferenças mínimas na aparência desses dois tipos de câmaras, o uso dos termos visor e telêmetro tende a ser indiscriminado. Penta-Prisma: É uma saliência que fica na parte superior da câmara. Armador da Máquina, Avanço do Filme ou Sistema de Transporte do Filme: Após ser feita uma foto, existe um sistema que transporta o filme a fim de que uma nova foto possa ser tirada (repetição do processo). Esse sistema pode ser manual ou automático. Em geral, trata-se de uma alavanca encontrada no lado direito e em cima da máquina. Sua função é avançar o filme de um carretel para o outro em câmaras de filme em rolo ou cartucho. Esse mecanismo consiste em armar a máquina ao mesmo tempo em que avança o filme. Em outros tipos, nas de chapas, há uma tenda onde se coloca uma chapa para cada fotografia. Algumas máquinas possuem uma segunda alavanca logo abaixo do armador que possibilita a sobreposição de fotos. Accionada esta alavanca, ela retorna ao modo inicial no momento em que for armada novamente. Alavanca de Rebobinagem: Do lado oposto ao dispositivo de avança do filme, existe um outro que retorna o filme para a bobina depois de ter terminado. Existe uma trava que solta o filme para que este corra livremente para a bobina sem ser danificado (rebobinamento do filme). A localização do sistema de transporte do filme varia conforme o equipamento. Contador de Exposições.

Objectivas:

Objectivas objectiva é o elemento óptico que foca a luz da imagem no material sensível (filme fotográfico ou sensor digital) de uma câmara fotográfica. As objectivas podem estar embutidas no corpo da câmara (como numa câmara compacta) ou podem ser intermutáveis (como em câmaras SLR). A objectiva permite controlar a intensidade da luz que a atravessa (abertura) através do diafragma, permitindo maiores ou menores exposições à luz. A abertura é medida em números. f/2, f/2.8, f/4, f/5.6, f/8, f/11, f/16, f/22 (números maiores correspondem a menores aberturas). A distância focal (medida em milímetros) de uma objectiva indica o seu grau de ampliação da imagem e o seu ângulo de visão. Uma objectiva de 50mm, diz-se uma objectiva normal e corresponde aproximadamente ao ângulo de visão do olho humano. Todas as distancias focais abaixo de 50mm são consideradas grande angular, pois oferecem um maior ângulo de visão, e todas as distancias focais acima dos 50mm são consideradas teleobjectiva, pois têm um ângulo de visão inferior e aproximam a imagem. As objectivas podem ter apenas uma distância focal, comumente chamadas de "focal fixa" ou simplesmente "fixas", ou permitir um intervalo de distâncias focais, como por exemplo 28-80mm. Estas últimas denominam-se zoom. Uma objectiva de 50mm, diz-se uma objectiva normal e corresponde aproximadamente ao ângulo de visão do olho humano. Todas as distancias focais abaixo de 50mm são consideradas grande angular, pois oferecem um maior ângulo de visão, e todas as distancias focais acima dos 50mm são consideradas teleobjectiva, pois têm um ângulo de visão inferior e aproximam a imagem. As objectivas podem ter apenas uma distância focal, comummente chamadas de "focal fixa" ou simplesmente "fixas", ou permitir um intervalo de distâncias focais, como por exemplo 28-80mm. Estas últimas denominam-se zoom.

Visor:

Visor O visores reflexa - é aquele que permite ao fotógrafo ver a cena a retratar através do objectivo da câmara fotográfica, de modo que o que está a ver é exactamente o que será captado na fotografia evitando assim o erro de para laje que se dá nas câmaras com visores ópticos tradicionais. Inconveniente deste tipo de visores é que durante o disparo (enquanto o obturador permanece aberto) o espelho principal se é para deixar passo à luz para o elemento fotossensível da câmara (filme fotográfica ou sensor de imagem). Para possibilitar isto a câmara dispõe por trás do obturador de um espelho pregue finamente ajustado a 45º de modo que a luz que entra pelo objectivo se reflecte no espelho para acima onde um pentagrama a conduz para o visor e investe a imagem para que se veja correctamente. Uma objectiva de 50mm, diz-se uma objectiva normal e corresponde aproximadamente ao ângulo de visão do olho humano. Todas as distancias focais abaixo de 50mm são consideradas grande angular, pois oferecem um maior ângulo de visão, e todas as distancias focais acima dos 50mm são consideradas teleobjectiva, pois têm um ângulo de visão inferior e aproximam a imagem. As objectivas podem ter apenas uma distância focal, comummente chamadas de "focal fixa" ou simplesmente "fixas", ou permitir um intervalo de distâncias focais, como por exemplo 28-80mm. Estas últimas denominam-se zoom.

Obturadores:

Obturadores O obturador é um dispositivo mecânico que abre e fecha, controlando o tempo de exposição do filme (ou do sensor das câmaras digitais) à luz em uma câmara fotográfica. É uma espécie de cortina que protege a câmara da luz, e quando accionado o disparador, ele se abre. Quanto mais tempo aberto, mais luz entra. Ele fica embutido no interior do corpo da câmara após o diafragma. A velocidade do obturador, é um dos factores utilizados para alterar o resultado final de uma fotografia pelo fotógrafo. O tempo de abertura do Obturador deve ser adequado ao ISO do filme/ou selecção da câmara digital utilizado. Sua nomenclatura é B, que em sua numeração corresponde ao "nulo" ou "zero", onde o tempo de abertura do obturador é igual ao tempo em que seu dispositivo estiver sendo accionado. Além de B têm-se as "velocidades" positivas: 1, 2, 4, 8, 15, 60, 125, 250, 500, 1.000, 2.000, 4.000, 8.000 . E as negativas: 30, 15, 8, 4, 2. As velocidades do obturador são subdivididas em baixa (de 1 até 30), média (de 60 até 250) e alta (de 500 até 8.000) A relação entre obturador e Sensibilidade ISSO é a seguinte: Filmes de alto ISO, necessitam de menos luz, logo maior é a velocidade do obturador. Filmes de baixo ISO, necessitam de mais luz, logo menor é a velocidade do obturador.

Diafragma:

Diafragma O diafragma fotográfico é o dispositivo que regula a abertura de um sistema óptico. É composto por um conjunto de finas lâminas justapostas que se localiza dentro da objectiva, e que permitem a Regularem da intensidade de luz/iluminada que ira sair na material fotossensível. O valor do diafragma se dá através de números, conhecidos como números f ou f-stop, e seguem um padrão numérico universal. Esta escala inicia-se em 1, 1.4, 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 11, 16, 22, 32, 44, 64 etc, sendo que, quanto menor for o número f, maior a quantidade que luz que ele permite passar e, quanto maior o número f, menor a quantidade de luz que passará pelo diafragma. Cada número maior, ou seja, mais fechado, representa a metade da luz que a abertura anterior permite passar, assim como a cada número menor, ou seja, mais aberto, permite a entrada do dobro de luz.

Exposímetro:

Exposímetro O exposímetro (em inglês, light meter ) é um fotómetro para uso em fotografia e em cinema que indica o valor de exposição (EV) adequado para uma dada sensibilidade de filme medindo a luz do ambiente que envolve os objectos a fotografar ou a luz reflectida pelos objectos iluminados. Exposímetro Minolta com domo para medida de luz ambiente. No sistema de medição da luz ambiente o exposímetro usa um domo que capta a luz proveniente de todas as direcções e corrige o nível de luz para usar a mesma escala utilizada no sistema de medição de luz reflectida. Já no sistema de medição de luz reflectida, o fotodetector é atingido directamente pela luz, mas pode receber acessórios para medição de luz em ângulo mais aberto que o normal ( wide ) ou mais fechado ( spot ). Os exposímetros de melhor qualidade costumam ser sensíveis ao nível de iluminação por luz de estrelas até o nível de iluminação por luz solar zenital. Os fotómetros mais modernos são flash meters , capazes de medir o fluxo luminoso de flashes de luz de alta intensidade e com duração de milésimos de segundo.

A Câmara Fotográfica Digital :

A Câmara Fotográfica Digital A câmara ou câmara digital, seja ela máquina fotográfica ou de cinema, revolucionou o processo de captura de imagens, contribuindo para a popularização da fotografia ou da técnica cinematográfica digital. Ao invés de utilizar a película fotossensível (filme) para o registo das imagens, que requer, posteriormente à aquisição das imagens, um processo de revelação e ampliação das cópias, a câmara digital registar as imagens através de um sensor que entre outros tipos podem ser do tipo CMOS ou do tipo CCD, armazenando as imagens em cartões de memória. Uma câmara pode suportar um só ou vários tipos de memória, sendo os mais comuns: CompactFlash tipos I e II, SmartMedia, MMC e Memory stick e SD (os dois mais usados). Estas imagens podem ser visualizadas imediatamente no monitor da própria câmara, podendo ser apagadas caso o resultado não tenha sido satisfatório. Posteriormente são transferidas para um e-mail, álbum virtual, revelação digital impressa, apresentadas em telas de TV ou armazenada em CD, disquete, pen-drive, etc. Uma das características mais exploradas pelos fabricantes de câmaras digitais é a resolução do sensor da câmara, medida em megapixels. Em teoria, quanto maior a quantidade de megapixels, melhor a qualidade da foto gerada, pois o seu tamanho será maior e permitirá mais zoom e ampliações sem perda de qualidade. Entretanto, a qualidade da foto digital não depende somente da resolução em megapixels, mas de todo o conjunto que forma a câmara digital. Os factores que mais influenciam a qualidade das fotos/vídeos são a qualidade das lentes da objectiva, o algoritmo (software interno da câmara que processa os dados capturados) e os recursos que o fotógrafo pode usar para um melhor resultado, ou até mesmo eventuais efeitos especiais na foto. No entanto, dependendo do uso que será dado à fotografia, um número excessivo de megapixels não trará benefício adicional à qualidade da imagem e onerará o custo do equipamento. Normalmente as câmaras voltadas ao uso profissional são dotadas de maior quantidade de megapixels, o que lhes permite fazer grandes ampliações. Já para o usuário amador, máquinas com resolução entre três e cinco megapixels geram excelentes resultados.

CCD:

CCD CCD ( charge-coupled device ) ou Dispositivo de Carga Acoplada é um sensor para captação de imagens formado por um circuito integrado contendo uma matriz de capacitores ligados (acoplados). Sob o controle de um circuito externo, cada capacitor pode transferir sua carga eléctrica para um outro capacitor vizinho. Os CCDs são usados em fotografia digital, imagens de satélites, equipamentos médico-hospitalares (como por exemplo os endoscópios), e na astronomia (particularmente em fotometria, óptica e espectroscopia UV e técnicas de alta velocidade). A capacidade de resolução ou detalhe da imagem depende do número de células fotoeléctricas do CCD. Expressa-se este número em pixels. Quanto maior o número de pixels, maior a resolução da imagem. Actualmente as câmaras fotográficas digitais incorporam CCDs com capacidades de até 160 milhões de pixels. Princípio de funcionamento de um CCD: cargas eléctricas (elétrons, em azul) são confinadas por barreiras de potencial criadas pela aplicação de tensões positiva às portas (gates - G) do dispositivo CMOS. Aplicando-se a voltagem aos gates em sequência adequada tem-se a transferência das cargas ao longo da estrutura .

A RESOLUÇÃO E SENSIBILIDADE DO SENSOR:

A RESOLUÇÃO E SENSIBILIDADE DO SENSOR Um sensor de imagem digital, agindo como a retina dos olhos, capta a luminosidade das imagens que são projectadas sobre ele continuamente e dá início ao processo de captura de uma instância ou de uma sequência de instâncias da imagem consecutivamente. Um sensor de imagem CCD montado num circuito impresso flexível Um sensor de imagem CMOS Trata-se de um chip que pode contar com dezenas de milhões de transdutores fotossensíveis ( photosites ), cada um deles capaz de converter a energia luminosa de um ponto da imagem em carga eléctrica para ser lida ou gravada posteriormente na forma de imagem digitalizada em valores numéricos. Para captação de imagem a cores, é comum câmaras de vídeo usarem três sensores (sistema 3CCD), cada sensor com um filtro de uma tripla de filtros triatómicos sobre ele, sendo que câmaras fotográficas geralmente contam com um único sensor de imagem que agrupa seus photosites sob um mosaico de filtros de luminosidade e de cor. Sensores de imagens não são sensíveis apenas à luz visível, são sensíveis também a raios ultravioletas e infravermelhos. Esta característica é controlada tendo por paradigma a sensibilidade espectral de um observador humano padrão .

A calibração dos brancos:

A calibração dos brancos Com o balanço dos brancos automática, a câmara tenta determinar a temperatura da cor da luz e ajustar automaticamente. Muitas câmaras são ajustadas automaticamente e esta calibração funciona quando esta aplicação : -Não exija precisão de cores; -Não haja preponderância de uma cor em cena; -E quando o fotografo justa feitos para a temperatura de cor da luz. Quando este balanço dos brancos é automático, a câmara faz o seu melhor para determinar a cor e este das com que haja resultados perfeitos. A calibração se caracteriza por tornar os periféricos densitometricamente capazes de reproduzir cor sob uma condição balanceada. Se somente as densidades máximas estiverem ajustadas, a reprodução dos meios tons e mínimas poderão ficar comprometidas .

A transferências de Dados :

A transferências de Dados Transferência de dados - é a transferência física de dados (a digital de fluxo de bits ) em um ponto-a-ponto ou ponto-multiponto meio de transmissão. Exemplos de tais meios são fios de cobre, fibras ópticas , wireless meios de comunicação e mídia de armazenamento . Os dados são muitas vezes representado como um electro-magnéticos do sinal , como uma tensão eléctrica de sinais, uma onda de rádio ou microondas ou um sinal de infra-vermelho do sinal. As comunicações analógicas é a transferência de sinal continuamente variável informação, comunicação digital é a transmissão de mensagens discretas. As mensagens são representadas por uma sequência de pulsos por meio de um código de linha ( banda de transmissão), ou por um conjunto limitado de formas de onda continuamente variável ( banda passante de transmissão), usando uma câmara digital de modulação método. Segundo a definição mais comum de sinal digital , tanto banda e passband sinais que representam bits fluxos são considerados como a transmissão digital, enquanto uma outra definição considera apenas o sinal digital em banda base, e a transmissão de banda passante como uma forma de digital-analógico conversão. Os dados transmitidos podem ser a originating mensagens digitais a partir de uma fonte de dados, por exemplo, um computador ou um teclado. Também pode ser uma analógica de sinal, como uma chamada telefónica ou um sinal de vídeo, digitalizado em um fluxo de bits por exemplo, utilizando o código de pulso modulação (PCM) ou mais avançada fonte de codificação ( compressão de dados), os regimes.

Função da Câmara:

Função da Câmara Fotografia digital - é a fotografia tirada com uma câmara digital ou determinados modelos de telemóvel , resultando em um arquivo de computador que pode ser editado, impresso, enviado por e-mail ou armazenado em websites ou CD-ROM. A fotografia tradicional era um fardo considerável para os fotógrafos que trabalhavam em localidades distantes - como correspondentes de órgãos de imprensa - sem acesso às instalações de produção. Com o aumento da competição com a televisão, houve um aumento na urgência para se transferir imagens aos jornais mais rapidamente. A fotografia não é a obra final de um único criador. Ao longo da história, diversas pessoas foram agregando conceitos e processos que deram origem à fotografia como a conhecemos. O mais antigo destes conceitos foi o da câmara escura, descrita pelo napolitano Giovanni Baptista Della Porta, já em 1558, e conhecida por Leonardo da Vinci que a usava, como outros artistas no século XVI para esboçar pinturas. O cientista italiano Ângelo Sala, em 1604, percebeu que um composto de prata escurecia ao Sol, supondo que esse efeito fosse produzido pelo calor. Foi então que, Johann Heinrich Schulze fazendo experiências com ácido nítrico, prata e gesso em 1724, determinou que era a prata alógena, convertida em prata metálica, e não o calor, que provocava o escurecimento. A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judeia. A imagem foi produzida com uma câmara, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar.

Software de Tratamento de Imagem:

Software de Tratamento de Imagem Gimp Photoshop WorldPressPhoto Nikon Capture NX Photofunia Paintshop WinTech Photo GNU ISO Macintosh Photo Mechanic Picnik corelDRAW9 Paint

Protocolos:

Protocolos Um protocolo é um método standard que permite a comunicação entre processos, isto é, um conjunto de regras e procedimentos a respeitar para emitir e receber dados numa rede. Existem vários, de acordo com o que se espera da comunicação. Certos protocolos, por exemplo, serão especializados na troca de ficheiros outros poderão servir para gerir simplesmente o estado da transmissão e os erros. Exemplos de protocolo: Cabos de USB; Bluethooh; Infravermelhos.

Compressões:

Compressões compressão de imagens é a aplicação de compressão de dados em imagens digitais. Com efeito, o objectivo é reduzir a redundância dos dados da imagem, a fim de ser capaz de armazenar ou transmitir dados de forma eficiente. Um gráfico mostrando a qualidade relativa das várias configurações jpg e também compara salvar um arquivo como jpg normalmente e usar um "salvar para Web" techniqueImage compressão pode ser com ou sem perdas. compressão de Lossless é o preferido para fins de arquivamento de imagens médicas e, muitas vezes, desenhos técnicos, clip-art ou quadrinhos. Isso ocorre porque os métodos de compressão com perdas, especialmente quando usado em baixas taxas de bits, introduzir artefactos de compressão. Os métodos com perdas são especialmente adequados para imagens naturais, tais como fotos em aplicações onde menor (às vezes imperceptível) perda de fidelidade é aceitável para conseguir uma redução substancial na taxa de bits. A compressão lossy que produz diferenças imperceptíveis visualmente pode ser chamado de lossless.

Retoque :

Retoque Às vezes, por distracção, a foto sai torta, as pessoas ficam com olhos vermelhos ou fechados outras coisas inconvenientes. O retoque é o melhoramento da imagem, é o acto de corrigir, remover e aperfeiçoar certos detalhes da fotografia que não gostamos. Em um tratamento de imagem também pode haver remoção, troca ou alterações de fundo e modificações de vários tipos para atender a necessidade da utilização. Fotos antigas podem ser recuperadas, recobrando suas características originais. O principal programa a utilizar para haver este melhoramente das imagens/fotografias é o Adobe Photoshop.

Fotocomposição:

Fotocomposição Fotocomposição é a composição tipográfica feita por projecção de caracteres sobre papel fotossensível. Esta tecnologia foi introduzida em 1944, as duas primeiras fotocompositoras foram o aparelho francês Photon e o Fotosetter da empresa Intertype. Para estas máquinas era preciso uma película transparente. Uma luz focada projecta uma imagem destes glifos sobre papel fotográfico. Um sistema óptico ajusta o tamanho, escalando a fonte ao corpo pretendido.

Dimensão/Resolução:

Dimensão/Resolução A resolução de uma imagem digital é a definição, a imagem é formada por pixels, a resolução é medida pela quantidade de pixels que há na área da imagem. Dessa forma, a imagem de tamanho definido, quanto maior for a sua definição, mais pixels haverá por polegada em ambas as dimensões (altura e largura). O sensor conter mais pixels para maiores ampliações e qualidade e nitidez melhor .

Exportação:

Exportação Para exportar imagens com maior qualidade, o truque é exportar uma imagem ampliada que você possa reduzir até o tamanho e resolução desejados. Tem que se seleccionar um tamanho de exportação que seja grande o suficiente para fornecer uma boa imagem impressa, mas não tão grande a ponto de perder a definição das arestas no desenho. Normalmente você obtém os melhores resultados de impressão exportando do SketchUp como TIF ou PNG. O SketchUp exporta imagens raster no tamanho da visualização na janela do SketchUp, na resolução de 72 PPP. A opção de suavização de serrilhado do SketchUp aumenta o tamanho da imagem e depois reduz, através da reajustarem bilinear.

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