convite a filosofia - marilene chaui

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CONVITE À FILOSOFIA: 

CONVITE À FILOSOFIA O mundo da prática

A CULTURA: 

A CULTURA

CULTURA / CULTURAS: 

CULTURA / CULTURAS “ CULTURA é o conjunto de ferramentas, utensílios, língua, hábitos, normas, crenças, valores, rituais, objetos para vários fins, sentimentos, atitudes, etc. que todos os povos possuem.” (WHITE apud FERRARI,1983); Ex: Sociedade indígena e sociedade européia. )

Deve-se diferenciar...: 

Deve-se diferenciar... Df. Cultura Individual : como conhecimento a ser adquirido ou acumulado, refere-se a pessoa culta ou bem informada. É uma definição ligada ao senso comum. Df. Cultura Coletiva : para as Ciências Sociais, (Antropologia), a cultura é o conjunto de crenças, regras, técnicas, tradições e ensinamentos produzidos e transmitido no interior de uma sociedade.

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Em suma... A religião, a culinária, o vestuário, o mobiliário, as formas de habitação, os hábitos à mesa, as cerimônias, o modo de relacionar-se com os mais velhos e os mais jovens, com os animais e com a terra, os utensílios, as técnicas, as instituições sociais (como a família) e políticas (como o Estado), os costumes diante da morte, a guerra, o trabalho, as ciências, a Filosofia, as artes, os jogos, as festas, os tribunais, as relações amorosas, as diferenças sexuais e étnicas, tudo isso constitui a Cultura como invenção da relação com o Outro.

Cultura Organizacional: 

Cultura Organizacional “ ORGANIZAÇÃO é uma unidade social artificialmente criada e estruturada continuamente alterada para se manter no tempo, e com a função de atingir metas específicas que satisfaçam às necessidades de seus participantes e da sociedade” – segundo definição de Parsons.

Cultura Organizacional: 

Cultura Organizacional As organizações (independente de seu porte), enquanto microcosmos, também têm uma “cultura”; ou seja, um “modo específico de se estruturar, de se compreender, um conjunto de VALORES que professa, uma MISSÃO que persegue, NORMAS , FINS , relações que estabelece...”

O sagrado e a religião : 

O sagrado e a religião O sagrado é uma experiência da presença de uma potência ou de uma força sobrenatural que habita algum ser – planta, animal, humano, coisas, ventos, água, fogo. Essa potência é tanto um poder que pertence própria e definitivamente a um determinado ser, quanto algo que ele pode possuir e perder, não ter e adquirir. O sagrado é a experiência simbólica da diferença entre os seres, da superioridade de alguns sobre outros, do poderio de alguns sobre outros, superioridade e poder sentidos como espantosos, misteriosos, desejados e temidos.

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O sagrado opera o encantamento do mundo, habitado por forças maravilhosas e poderes admiráveis que agem magicamente. Criam vínculos de simpatia-atração e de antipatia-repulsão entre todos os seres, agem à distância, enlaçam entes diferentes com laços secretos e eficazes.

A religião...: 

A religião... A palavra religião vem do latim: religio , formada pelo prefixo re (outra vez, de novo) e o verbo ligare (ligar, unir, vincular). A religião é um vínculo. Quais as partes vinculadas? O mundo profano e o mundo sagrado, isto é, a Natureza (água, fogo, ar, animais, plantas, astros, metais, terra, humanos) e as divindades que habitam a Natureza ou um lugar separado da Natureza.

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Através da sacralização e consagração, a religião cria a idéia de espaço sagrado. Os céus, o monte Olimpo (na Grécia), as montanhas do deserto (em Israel), templos e igrejas são santuários ou moradas dos deuses. O espaço da vida comum separa-se do espaço sagrado: neste, vivem os deuses, são feitas as cerimônias de culto, são trazidas oferendas e feitas preces com pedidos às divindades (colheita, paz, vitória na guerra, bom parto, fim de uma peste); no primeiro transcorre a vida profana dos humanos.

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Há religiões em que os deuses se manifestam; outras em que o deus revela suas vontades aos humanos; outras em que a divindade se utiliza de intermediários para manifestar sua vontade; e outras, ainda em que os deuses manifestam sua lei diretamente

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Toda religião explica não só a origem da ordem do mundo natural, mas também do mundo humano. No caso dos humanos, a religião precisa explicar por que são mortais. O mistério da morte é sempre explicado como expiação de uma culpa original, cometida contra os deuses. No princípio, os homens eram imortais e viviam na companhia dos deuses; a seguir, uma transgressão imperdoável tem lugar e, com ela, a grande punição: a mortalidade.

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Nas religiões de encantamento o morto é concebido como encantado, torna-se algo mágico. Nas religiões de salvação a felicidade perene não é apenas individual, mas também coletiva. São religiões em que a divindade promete perdoar a falta originária, enviando um salvador, que, sacrificando-se pelos humanos, garante-lhes a imortalidade e a reconciliação com Deus.

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As religiões ordenam a realidade segundo dois princípios fundamentais: o bem e o mal (ou a luz e a treva, o puro e o impuro). Há religiões da exterioridade e da interioridade. Nas primeiras, a falta ou pecado é uma ação externa visível, cometida voluntária ou involuntariamente contra a divindade. Nas religiões da interioridade, [...]a falta ou pecado é uma ação interna invisível (mesmo que resulte num ato externo visível), causada por uma vontade má – nesse caso, a falta é um crime – ou por um entendimento equivocado – nesse caso, a falta é um erro.

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A invenção cultural do sagrado se realiza como processo de simbolização e encantamento do mundo, seja na forma da imanência do sobrenatural no natural, seja na transcendência do sobrenatural. O sagrado dá significação ao espaço, ao tempo e aos seres que neles nascem, vivem e morrem. A passagem do sagrado à religião determina as finalidades principais da experiência religiosa e da instituição social religiosa.

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A consciência pode relacionar-se com o mundo de maneiras variadas – senso comum, ciência, filosofia, artes, religião -, de sorte que não há oposição nem exclusão entre elas, mas diferença. Isso significa que a oposição só surgirá quando a consciência, estando numa atitude, pretender relacionar-se com o mundo utilizando significações e práticas de uma outra atitude. Foi isso que engendrou a oposição e o conflito entre Filosofia e religião, pois, sendo atitudes diferentes da consciência, cada uma delas não pode usurpar os modos de conhecer e agir, nem as significações da outra.

Doutrina Epicúrea: 

Elege no prazer a finalidade do agir humano. 120 Fundamentalmente empírica essa doutrina anuncia a explicação do mundo a partir dos elementos que o integram. O cosmos é infinito, “…porém , funciona como um conjunto concatenado de elementos mínimos, os átomos , que interagindo causam as condições de formação da vida. Doutrina Epicúrea

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A dissolução da vida é somente a desagregação dos átomos que a ela deram origem, o que causa a privação de toda sensação ; a morte nada significa à medida que deixa de existir a causa de todo conhecimento, de toda dor e de todo prazer, a sensação.” 121 “ Não há divindade , não há transcendência nem autoridade sobre o cosmos; ele autogoverna-se a partir das partículas em que se subdivide.” A metafísica sacerdotal , com seus mitos, lendas e crenças é insuficiente para responder as necessidades humanas.

A Arte: 

A Arte A palavra arte vem do latim ars e corresponde ao termo grego techne , técnica, significando: o que é ordenado ou toda espécie de atividade humana submetida a regras. Em sentido lato, significa habilidade, destreza, agilidade. Em sentido estrito, instrumento, ofício, ciência. Seu campo semântico se define por oposição ao acaso, ao espontâneo e ao natural. Por isso, em seu sentido mais geral, arte é um conjunto de regras para dirigir uma atividade humana qualquer.

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A distinção entre artes da utilidade e artes da beleza acarretou uma separação entre técnica (o útil) e arte (o belo), levando à imagem da arte como ação individual espontânea, vinda da sensibilidade e da fantasia do artista como gênio criador. Enquanto o técnico é visto como aplicador de regras e receitas vindas da tradição ou da ciência, o artista é visto como dotado de inspiração, entendida como uma espécie de iluminação interior e espiritual misteriosa, que leva o gênio a criar a obra.

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A arte não perde seu vínculo com a idéia de beleza, mas a subordina a um outro valor, a verdade. A obra de arte busca caminhos de acesso ao real e de expressão da verdade. Em outras palavras, as artes não pretendem imitar a realidade, nem pretendem ser ilusões sobre a realidade, mas exprimir por meios artísticos a própria realidade.

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Três manifestações artísticas contemporâneas podem ilustrar o modo como arte e técnica se encontram e se comunicam: a fotografia, o cinema e o design. Fotografia e cinema surgem, inicialmente, como técnicas de reprodução da realidade. Pouco a pouco, porém, tornam-se interpretações da realidade e artes da expressão. O design, por sua vez, introduz as artes (pintura, escultura, arquitetura) no desenho e na produção de objetos técnicos (usados na indústria e nos laboratórios científicos) e de utensílios cotidianos (máquinas domésticas, automóveis, mobiliário, talheres, copos, pratos, xícaras, lápis, canetas, aviões, tecidos para móveis e cortinas, etc.).

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A modernidade terminou um processo que a Filosofia começara desde a Grécia: o desencantamento do mundo, isto é, a passagem do mito à razão, da magia à ciência e à lógica. Esse processo liberou as artes da função e finalidade religiosas, dando-lhes autonomia.

Slide 25: 

A partir da segunda revolução industrial no século XIX e prosseguindo no que se denomina agora sociedade pós-industrial ou pós-moderna (iniciada nos anos 70 do século passado), as artes foram submetidas a uma nova servidão: as regras do mercado capitalista e a ideologia da indústria cultural , baseada na idéia e na prática do consumo de “produtos culturais” fabricados em série. As obras de arte são mercadorias, como tudo o que existe no capitalismo.

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Por ser um ramo da indústria cultural e, portanto, por ser fundamentalmente uma vendedora de Cultura que precisa agradar o consumidor, a mídia infantiliza. Como isso acontece? Uma pessoa (criança ou não) é infantil quando não consegue suportar a distância temporal entre seu desejo e a satisfação dele.

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Como a mídia nos infantiliza, diminui nossa atenção e capacidade de pensamento, inverte realidade e ficção e promete, por meio da publicidade, colocar a felicidade imediatamente ao alcance de nossas mãos, transforma-nos num público dócil e passivo. Uma vez que nos tornamos dóceis e passivos, os programas de aconselhamento, longe de divulgar informações (como parece ser a intenção generosa dos especialistas) torna-se um processo de inculcação de valores, hábitos, comportamentos e idéias, pois não estamos preparados para pensar, avaliar e julgar o que vemos, ouvimos e lemos.

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1. Política: Ciência / exercício do poder. Governo / ação em função do bem comum / coletivo. Grécia: Política: Participar da cidade. Agir / reivindicar. Democracia: Poder do povo.

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Roma: República: Res publica: Coisa pública. Estado: Conjunto de instituições públicas administradas pelos cidadãos. Cidadania elitista e excludente. Bases: Leis / regras.

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2. Pólis ideal: Platão ( A República ): Imaginou modelo de Estado : O exercício do poder conforme as aptidões de cada um na educação: 1) Ginástica e música. 2) Ciências,Matemática,Astronomia. 3) Filosofia.

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Obs: Os melhores ocupariam cargos de magistrados e governantes. Quem não se destacasse seria da classe produtora ou guerreira. Essa hierarquia natural reflete a Noção platônica de justiça e de Estado, na busca do bem comum. O rei filósofo conheceu a verdade e deveria comunicá –la aos outros.

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Funções do governante: Como os vícios, desejos e ilusões dificultariam a alma racional pela sabedoria, ele deveria ser justo, bom e sábio, governando acima das leis, mas de acordo com as necessidades do povo.

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3. Aristóteles: “O homem é um animal político.” Política: Bases: bem comum e justiça. Política é da essência humana. Razão, justiça, bem comum. Estado: homens livres garantem dignidade, ética e felicidade.

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O pensamento de Aristóteles: Valorização das leis escritas. Defesa da submissão dos políticos à Constituição. Estado deveria promover virtude e bem comum. Excluía mulheres do poder. Justificava a escravidão.

Atualmente: 

Atualmente Dicotomia: público x privado Dicotomia: Estado x sociedade civil

Público: 

Público Não é simplesmente, aquilo que é de todos. Indica, de fato, os assuntos / temas que estão sob a alçada coativa, regulamentadora, do poder público, estatal. Não pode ser confundido com a “esfera pública” (conf. Habermas), (onde atua) a sociedade civil.

Privado: 

Privado Não é aquilo que é secreto ou oculto. Indica o conjunto de ações, atos, deliberações que dizem respeito ao âmbito da vida do indivíduo, enquanto sujeito pessoal de direitos.

POLÍTICA: 

POLÍTICA Produção da convivência entre sujeitos sociais... Sinônimo de Governo, Estado... Atividade do “cidadão” (habitante da “pólis”) Rosseau: contrato social visando o equilíbrio social “Arte” de identificar as forças (do poder) em jogo a fim de agir com eficácia ... ???

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O ANALFABETO POLÍTICO O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem de decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe, o imbecil, que da sua ignorância nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior dos bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e o lacaio dos exploradores do povo. ( Bertolt Brecht )

RESUMO -A FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA: 

RESUMO -A FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA REVISÃO DE CONCEITOS PRINCIPAIS; PRINCIPAIS AUTORES; CORRENTES FILOSÓFICAS.

Filosofia Contemporânea- datação: 

Filosofia Contemporânea- datação Período que abarca meados do século XIX até nossos dias. Porém há divergências quanto a extensão deste momento: Já estamos em uma pós -contemporaneidade?

FATORES HISTÓRICOS SURGIMENTO: 

FATORES HISTÓRICOS SURGIMENTO Momento histórico : Agentes motivadores: segunda revolução industrial (meados do século XIX); Novas concepções filosóficas e ideológicas (positivismo científico, psicologia, o liberalismo como capital)

FATORES HISTÓRICOS SURGIMENTO: 

FATORES HISTÓRICOS SURGIMENTO Mudanças : A quebra de paradigmas; A contingência mundana (fracasso das ciências); Surge um problema epistemológico: é possível conhecer? Crises humanas I e II Guerras Mundiais

Autores- Influência hegeliana.: 

Autores- Influência hegeliana. Ernest Bloch (1880-1956) Georg Lukács (1885-1971) Herbert Marcuse (1898-1979) Gotthard Günther (1900- 1984) Alexandre Kojeve (1902-1968) Theodor Adorno (1903-1969) Jean Paul Sartre (1905-1980) Maurice Merleau Ponty (1908-1961)

Principais correntes- Idealismo Alemão.: 

Principais correntes- Idealismo Alemão. Característica: Totalidade, do Saber absoluto; A idéia: possibilidade de conceituar toda a realidade. Propõe um movimento histórico por meio da dialéctica: tese_ antítese (negação da tese)_síntese (convergência de tese e antítese, que forma uma nova tese).

Neo-kantismo preocupações.: 

Neo-kantismo preocupações. Efeito= estabilidade (dimensionado e controlável) Resultado= assegurar um caminho unívoco O REAL = ob-jeto (Gegen-stand)- o procedimento é o cálculo. Necessidade de um método eficaz e transparente.

Evolucionismo : 

Evolucionismo Objeto de estudo: o evolucionismo Situação histórica: conflito entre duas compreensões de mundo. Fixismo: nada se transforma no curso das eras. O mundo é criado por Deus, portanto tudo já está consumado (imutabilidade). Transformismo: as espécies se transformam (mutabilidade) destaca-se Darwinismo e a teoria de Lamarck (lei do uso e desuso)

Positivismo: 

Positivismo Positivismo: doutrina caracterizada pelo método empirista, portanto as experiências sensíveis .Utiliza-se da observação (ato intelectual) -como principal fonte de conhecimento. A teoria: A verdade como aquilo que se manifesta no mundo (fenômeno). Portanto, palpável, quantificável , qualificável.

Positivismo e o evolucionismo: 

Positivismo e o evolucionismo Todo organismo vivo é derivado de uma série de combinações químicas complexas (protoplasma- a parte essencial das células); O universo está em um constante progredir em todos os seus elementos; O mais apto sobrevive como conseqüência da evolução e progresso natural

O utilitarismo: 

O utilitarismo Utilitarismo: Teoria dos fins da ação humana. O fim dirigido ao bem, na aplicação social promover em maior grau o bem geral. A) O Fim seja bom B) os meios sejam bons e com o menor efeito colateral possível C) o importante: os efeitos e conseqüências da ação. O conhecimento se dá no “aqui e agora” onde o veículo é a percepção (sentidos) que se dá na vivência cotidiana.

Fenomenologia: 

Fenomenologia Fenomenologia: estudo puramente descritivo do fenômeno tal qual se apresenta a nossa experiência. Fenômeno- evento observável- dados da ciência(conhecimento). Quebra de paradigma: extinção da separação entre sujeito e objeto