logging in or signing up mde_aula3 Gusfischer Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 20 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: May 20, 2009 This Presentation is Public Favorites: 1 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: MDE Projetar a Comunicação AULA 3 Digital Internet Interface Web E a mídia? Cases, limites, possibilidades Slide 2: tecnologia redes digital online ciberespaço virtual games google .com web Interatividde Slide 3: a partir de uma noção sobre os fundamentos e propriedades da internet, sua evolução, mostrar características que se sedimentaram e como o caráter midiático da web se relaciona com as questões técnicas e subjetivas. Digitalização : Digitalização Dos meios de produção (“criamos conteúdo através de”): word, powerpoint, excel, photoshop, web) Dos suportes (“lugares onde guardamos o conteúdo produzido”): pendrives, DVDs, HDs, CDs, discos virtuais, disquetes... Dos processos: (“executamos tarefas com o auxílio de”): cartões eletrônicos, home-banking, celular, microondas, etc. Slide 5: Comunicação Mediada por Computadores (CMC) Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) Slide 6: A evolução da computação está ligada ao cálculo e armazenamento. Slide 7: O computador realiza operações. Essa faceta de máquina de processar, calcular, buscar resultados é fundamental para pensarmos a Internet. Internet : Internet ARPANET – 1969 (origem militar-acadêmica) – conexão de campi. Anos 70 – Vale do Silício 1983 – divisão Milnet e ARPANET Convívio das idéias de rede, compartilhamento/colaboração e segurança. Enquanto isso... : Enquanto isso... Slide 10: relacionamento <proposon>mútuo vivo canvasrepresentação : canvasrepresentação telas : telas Slide 13: mídias TvRádioJornalRevistaWeb TvRádioJornalRevistaWeb informações : informações Segundo Manovitch, a tela ou interface do computador é aquela que “separa dois espaços absolutamente diferentes e que de alguma maneira coexistem”. : Segundo Manovitch, a tela ou interface do computador é aquela que “separa dois espaços absolutamente diferentes e que de alguma maneira coexistem”. Quem ou o que são esses espaços? “Interfacear ou atender simultaneamente a dois ou mais pólos de um sistema de informações implica em, de um lado, cumprir com os procedimentos contidos no pólo inanimado, mas planejado e pré-definido do sistema, e de outro lado, atender a demanda de expectativas previsíveis por parte do indivíduo usuário e solicitante.” (Freitas, p. 188) : “Interfacear ou atender simultaneamente a dois ou mais pólos de um sistema de informações implica em, de um lado, cumprir com os procedimentos contidos no pólo inanimado, mas planejado e pré-definido do sistema, e de outro lado, atender a demanda de expectativas previsíveis por parte do indivíduo usuário e solicitante.” (Freitas, p. 188) “Oferecer possibilidade de uso, com linguagens decodificáveis a um ou mais indivíduos usuários pode ser considerado o principal desafio de uma interface”(Freitas,p. 189) : “Oferecer possibilidade de uso, com linguagens decodificáveis a um ou mais indivíduos usuários pode ser considerado o principal desafio de uma interface”(Freitas,p. 189) A função da metáfora fica bem clara conforme a conclusão de Steven Johnson, que diz que ela ajuda a imaginar o que é informado, propiciando a visão do todo em uma única tela (Gosciola, 2003, 92). Slide 18: Outros exemplos de metáforas nos ícones e Remidiação: video players Telas-interfaces-mídias : Telas-interfaces-mídias Slide 20: Com a hipermídia, a discussão passaria a ser o surgimento, desenvolvimento e transformação das interfaces que permitem comunicação e uso por imersão. (Freitas, p. 195) Telas-interfaces-mídias LINKPOINT AND CLICK : LINKPOINT AND CLICK Numa analogia entre o design na relação humana no campo do “real”, em termos de passagens entre ambientes, o autor afirma que no ciberespaço, “[o]s elementos ali presentes, quando permitem a movimentação de sua estrutura, apresentam um quadro hierárquico de movimentação com diferentes graus de permissividade”. (p. 189) : Numa analogia entre o design na relação humana no campo do “real”, em termos de passagens entre ambientes, o autor afirma que no ciberespaço, “[o]s elementos ali presentes, quando permitem a movimentação de sua estrutura, apresentam um quadro hierárquico de movimentação com diferentes graus de permissividade”. (p. 189) Slide 23: A idéia de ambientação como repetição de elementos de cenário ou de sonoridade nas telas que não devem se restringir ao seu próprio espaço. Devem sim, dar indicações que cada uma é uma continuidade física, em representação, da outra, permitindo que se visualize a continuidade do ambiente a cada tela para promover maior empatia do usuário. (idem, p.98) Para o planejamento de uma interface, “deve-se levar em consideração o histórico das experiências” vivenciadas do indivíduo que se pretende sensibilizar, podendo-se, então, projetar um conjunto de elementos estimulantes em um sistema específico de informações, objetivando-se sua interpretação unívoca e previamente determinada” (p. 191) : Para o planejamento de uma interface, “deve-se levar em consideração o histórico das experiências” vivenciadas do indivíduo que se pretende sensibilizar, podendo-se, então, projetar um conjunto de elementos estimulantes em um sistema específico de informações, objetivando-se sua interpretação unívoca e previamente determinada” (p. 191) Slide 26: Oops World Wide Web : World Wide Web Criada em 1991 por Tim-Berners Lee Lee propôs a criação de um espaço hipertextual global e aberto, no qual qualquer informação pudesse ser acessada através de um único Universal Document Identifier (Identificador Universal de Documentos). Nem tudo que é Internet, é web. A web fez pela Internet o que o Windows fez pelo computador, tornou a interface “amigável”. Slide 28: Os softwares chamados navegadores, permitem que se acesse os documentos HTML que universalizam a forma de “recepção” do conteúdo que se desejasse fazer circular pela Internet. Textos, imagens, sons, vídeos começam a aparecer nas interfaces gráficas digitais da web. O usuário ao requisitar uma página, faz um “pedido” ao servidor que a disponibilize. Mas a “máquina” continua operandonos “bastidores.” : Mas a “máquina” continua operandonos “bastidores.” Web : Web Diversos grupos de mídia passam a produzir suas “versões online” quando a Web torna-se, o lado mídia da Internet. Diferentes processos midiáticos ocorrem na web. Remidiation (Bolter & Grusin, 1999) (pesquisa de eye-track) : (pesquisa de eye-track) O sujeito deixa marcas. : O sujeito deixa marcas. O lado máquina nos mede, mensura, percebe nossos passos e comportamentos. O lado mídia nos oferece ambientes para nos inserirmos em processos gregários, desenvolvermos estratégias identitárias, CONSTRUÍRMOS RELACIONAMENTO. Como ver o princípio em ação : Como ver o princípio em ação Sites que nasceram sob idéia de publicação, visualização e compartilhamento: YouTube, Flickr, Slideshare, Delicious, etc. Tags (folskonomia) : Tags (folskonomia) Mash-Ups> A + B = C : Mash-Ups> A + B = C Sites que organizam conteúdo possuem uma espécie de DNA (API) Usa-se um DNA a favor de um objetivo específico: ver Mashup awards b) Ao reunir dois DNAs diferentes, forma-se um terceiro “SER”: Wonderwall e Boulevard of Broken Dreams Algumas conclusões: : Algumas conclusões: Decisões estratégicas reúnem dados+mídia Mutação permanente. Interfaces previstas, mas não previsíveis. 3. Informação embutível/distribuível para muitos lugares (igual e diferente ao mesmo tempo). 4. Vida pessoal e vida das marcas cada vez mais diluídas uma na outra? Lifestream : Lifestream Registro online das atividades diárias de uma pessoa (...) agregando o conteúdo online do indivíduo como posts em blogs, sites de relacionamento, fotos (fonte: Wordspy). Brandstream : Brandstream 53% dos usuários consome conteúdo FORA do site daquele responsável pela publicação do conteúdo usando caminhos como RSS – Redes Sociais Dispositivos móveis – Widgets Fonte: Universal McCann Report Slide 42: x Mas a vida da marca já acontece independente dos esforços que ela faça ou não. : Mas a vida da marca já acontece independente dos esforços que ela faça ou não. Vida pessoal – Vida da marca : Vida pessoal – Vida da marca O que leva a gente a querer acompanhar a vida online dos amigos é compreensível. O que nos levará a querer acompanhar o stream de uma marca é a pergunta. Twitter brand index Hipóteses : Hipóteses Marcas “cultudas” serão seguidas (Apple) “Auxílio humano” por ferramentas de Lifestreaming em nome das marcas (ComCastCares – twitter) Isso nos faz olhar com mais anteção para entender que: : Isso nos faz olhar com mais anteção para entender que: WIKI não é apenas uma enciclopédia Blogs não são só diários abertos YouTube não é TV na Internet Conceitos ligados a isso: emergência (sistema organizado e desorganizado simultaneamente), Folksonomia Internet é: Máquina + Mídia + Ambiente de relacionamento : Internet é: Máquina + Mídia + Ambiente de relacionamento Cases ALMAPBBDO : Cases ALMAPBBDO Fiat Interactive Movie (fonte Adverlab.blogspot.com) : Fiat Interactive Movie (fonte Adverlab.blogspot.com) Estar + anunciar = SER (conviver, conversar, vibrar, chorar, amar, good and bad days) : Estar + anunciar = SER (conviver, conversar, vibrar, chorar, amar, good and bad days) Ivan Askwith (2006) : Ivan Askwith (2006) 5 lógicas de engajamento: Entretenimento (vejo e gosto) Conexão social (vejo e comento) Domínio do conteúdo (vejo e sei tudo sobre) Imersão (vejo e consumo/produzo tudo sobre) Identificação (vejo e quero ser como aquilo) Como sugerir ações? : Como sugerir ações? Vira cobaia das tuas próprias idéias e observações do que está acontecendo. Muda o jeito de olhar pro briefing. As ferramentas estão a serviço do problema, mas elas também “são a mensagem”. As pessoas querem ouvir histórias e sentirem parte delas. DE ALGUM JEITO, NÃO DE TODOS. Slide 61: Proposta única de venda, público(s), conceito, “estratégias e temas” Projetar a comunicação “sólida” e “líquida” You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
mde_aula3 Gusfischer Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 20 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: May 20, 2009 This Presentation is Public Favorites: 1 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: MDE Projetar a Comunicação AULA 3 Digital Internet Interface Web E a mídia? Cases, limites, possibilidades Slide 2: tecnologia redes digital online ciberespaço virtual games google .com web Interatividde Slide 3: a partir de uma noção sobre os fundamentos e propriedades da internet, sua evolução, mostrar características que se sedimentaram e como o caráter midiático da web se relaciona com as questões técnicas e subjetivas. Digitalização : Digitalização Dos meios de produção (“criamos conteúdo através de”): word, powerpoint, excel, photoshop, web) Dos suportes (“lugares onde guardamos o conteúdo produzido”): pendrives, DVDs, HDs, CDs, discos virtuais, disquetes... Dos processos: (“executamos tarefas com o auxílio de”): cartões eletrônicos, home-banking, celular, microondas, etc. Slide 5: Comunicação Mediada por Computadores (CMC) Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) Slide 6: A evolução da computação está ligada ao cálculo e armazenamento. Slide 7: O computador realiza operações. Essa faceta de máquina de processar, calcular, buscar resultados é fundamental para pensarmos a Internet. Internet : Internet ARPANET – 1969 (origem militar-acadêmica) – conexão de campi. Anos 70 – Vale do Silício 1983 – divisão Milnet e ARPANET Convívio das idéias de rede, compartilhamento/colaboração e segurança. Enquanto isso... : Enquanto isso... Slide 10: relacionamento <proposon>mútuo vivo canvasrepresentação : canvasrepresentação telas : telas Slide 13: mídias TvRádioJornalRevistaWeb TvRádioJornalRevistaWeb informações : informações Segundo Manovitch, a tela ou interface do computador é aquela que “separa dois espaços absolutamente diferentes e que de alguma maneira coexistem”. : Segundo Manovitch, a tela ou interface do computador é aquela que “separa dois espaços absolutamente diferentes e que de alguma maneira coexistem”. Quem ou o que são esses espaços? “Interfacear ou atender simultaneamente a dois ou mais pólos de um sistema de informações implica em, de um lado, cumprir com os procedimentos contidos no pólo inanimado, mas planejado e pré-definido do sistema, e de outro lado, atender a demanda de expectativas previsíveis por parte do indivíduo usuário e solicitante.” (Freitas, p. 188) : “Interfacear ou atender simultaneamente a dois ou mais pólos de um sistema de informações implica em, de um lado, cumprir com os procedimentos contidos no pólo inanimado, mas planejado e pré-definido do sistema, e de outro lado, atender a demanda de expectativas previsíveis por parte do indivíduo usuário e solicitante.” (Freitas, p. 188) “Oferecer possibilidade de uso, com linguagens decodificáveis a um ou mais indivíduos usuários pode ser considerado o principal desafio de uma interface”(Freitas,p. 189) : “Oferecer possibilidade de uso, com linguagens decodificáveis a um ou mais indivíduos usuários pode ser considerado o principal desafio de uma interface”(Freitas,p. 189) A função da metáfora fica bem clara conforme a conclusão de Steven Johnson, que diz que ela ajuda a imaginar o que é informado, propiciando a visão do todo em uma única tela (Gosciola, 2003, 92). Slide 18: Outros exemplos de metáforas nos ícones e Remidiação: video players Telas-interfaces-mídias : Telas-interfaces-mídias Slide 20: Com a hipermídia, a discussão passaria a ser o surgimento, desenvolvimento e transformação das interfaces que permitem comunicação e uso por imersão. (Freitas, p. 195) Telas-interfaces-mídias LINKPOINT AND CLICK : LINKPOINT AND CLICK Numa analogia entre o design na relação humana no campo do “real”, em termos de passagens entre ambientes, o autor afirma que no ciberespaço, “[o]s elementos ali presentes, quando permitem a movimentação de sua estrutura, apresentam um quadro hierárquico de movimentação com diferentes graus de permissividade”. (p. 189) : Numa analogia entre o design na relação humana no campo do “real”, em termos de passagens entre ambientes, o autor afirma que no ciberespaço, “[o]s elementos ali presentes, quando permitem a movimentação de sua estrutura, apresentam um quadro hierárquico de movimentação com diferentes graus de permissividade”. (p. 189) Slide 23: A idéia de ambientação como repetição de elementos de cenário ou de sonoridade nas telas que não devem se restringir ao seu próprio espaço. Devem sim, dar indicações que cada uma é uma continuidade física, em representação, da outra, permitindo que se visualize a continuidade do ambiente a cada tela para promover maior empatia do usuário. (idem, p.98) Para o planejamento de uma interface, “deve-se levar em consideração o histórico das experiências” vivenciadas do indivíduo que se pretende sensibilizar, podendo-se, então, projetar um conjunto de elementos estimulantes em um sistema específico de informações, objetivando-se sua interpretação unívoca e previamente determinada” (p. 191) : Para o planejamento de uma interface, “deve-se levar em consideração o histórico das experiências” vivenciadas do indivíduo que se pretende sensibilizar, podendo-se, então, projetar um conjunto de elementos estimulantes em um sistema específico de informações, objetivando-se sua interpretação unívoca e previamente determinada” (p. 191) Slide 26: Oops World Wide Web : World Wide Web Criada em 1991 por Tim-Berners Lee Lee propôs a criação de um espaço hipertextual global e aberto, no qual qualquer informação pudesse ser acessada através de um único Universal Document Identifier (Identificador Universal de Documentos). Nem tudo que é Internet, é web. A web fez pela Internet o que o Windows fez pelo computador, tornou a interface “amigável”. Slide 28: Os softwares chamados navegadores, permitem que se acesse os documentos HTML que universalizam a forma de “recepção” do conteúdo que se desejasse fazer circular pela Internet. Textos, imagens, sons, vídeos começam a aparecer nas interfaces gráficas digitais da web. O usuário ao requisitar uma página, faz um “pedido” ao servidor que a disponibilize. Mas a “máquina” continua operandonos “bastidores.” : Mas a “máquina” continua operandonos “bastidores.” Web : Web Diversos grupos de mídia passam a produzir suas “versões online” quando a Web torna-se, o lado mídia da Internet. Diferentes processos midiáticos ocorrem na web. Remidiation (Bolter & Grusin, 1999) (pesquisa de eye-track) : (pesquisa de eye-track) O sujeito deixa marcas. : O sujeito deixa marcas. O lado máquina nos mede, mensura, percebe nossos passos e comportamentos. O lado mídia nos oferece ambientes para nos inserirmos em processos gregários, desenvolvermos estratégias identitárias, CONSTRUÍRMOS RELACIONAMENTO. Como ver o princípio em ação : Como ver o princípio em ação Sites que nasceram sob idéia de publicação, visualização e compartilhamento: YouTube, Flickr, Slideshare, Delicious, etc. Tags (folskonomia) : Tags (folskonomia) Mash-Ups> A + B = C : Mash-Ups> A + B = C Sites que organizam conteúdo possuem uma espécie de DNA (API) Usa-se um DNA a favor de um objetivo específico: ver Mashup awards b) Ao reunir dois DNAs diferentes, forma-se um terceiro “SER”: Wonderwall e Boulevard of Broken Dreams Algumas conclusões: : Algumas conclusões: Decisões estratégicas reúnem dados+mídia Mutação permanente. Interfaces previstas, mas não previsíveis. 3. Informação embutível/distribuível para muitos lugares (igual e diferente ao mesmo tempo). 4. Vida pessoal e vida das marcas cada vez mais diluídas uma na outra? Lifestream : Lifestream Registro online das atividades diárias de uma pessoa (...) agregando o conteúdo online do indivíduo como posts em blogs, sites de relacionamento, fotos (fonte: Wordspy). Brandstream : Brandstream 53% dos usuários consome conteúdo FORA do site daquele responsável pela publicação do conteúdo usando caminhos como RSS – Redes Sociais Dispositivos móveis – Widgets Fonte: Universal McCann Report Slide 42: x Mas a vida da marca já acontece independente dos esforços que ela faça ou não. : Mas a vida da marca já acontece independente dos esforços que ela faça ou não. Vida pessoal – Vida da marca : Vida pessoal – Vida da marca O que leva a gente a querer acompanhar a vida online dos amigos é compreensível. O que nos levará a querer acompanhar o stream de uma marca é a pergunta. Twitter brand index Hipóteses : Hipóteses Marcas “cultudas” serão seguidas (Apple) “Auxílio humano” por ferramentas de Lifestreaming em nome das marcas (ComCastCares – twitter) Isso nos faz olhar com mais anteção para entender que: : Isso nos faz olhar com mais anteção para entender que: WIKI não é apenas uma enciclopédia Blogs não são só diários abertos YouTube não é TV na Internet Conceitos ligados a isso: emergência (sistema organizado e desorganizado simultaneamente), Folksonomia Internet é: Máquina + Mídia + Ambiente de relacionamento : Internet é: Máquina + Mídia + Ambiente de relacionamento Cases ALMAPBBDO : Cases ALMAPBBDO Fiat Interactive Movie (fonte Adverlab.blogspot.com) : Fiat Interactive Movie (fonte Adverlab.blogspot.com) Estar + anunciar = SER (conviver, conversar, vibrar, chorar, amar, good and bad days) : Estar + anunciar = SER (conviver, conversar, vibrar, chorar, amar, good and bad days) Ivan Askwith (2006) : Ivan Askwith (2006) 5 lógicas de engajamento: Entretenimento (vejo e gosto) Conexão social (vejo e comento) Domínio do conteúdo (vejo e sei tudo sobre) Imersão (vejo e consumo/produzo tudo sobre) Identificação (vejo e quero ser como aquilo) Como sugerir ações? : Como sugerir ações? Vira cobaia das tuas próprias idéias e observações do que está acontecendo. Muda o jeito de olhar pro briefing. As ferramentas estão a serviço do problema, mas elas também “são a mensagem”. As pessoas querem ouvir histórias e sentirem parte delas. DE ALGUM JEITO, NÃO DE TODOS. Slide 61: Proposta única de venda, público(s), conceito, “estratégias e temas” Projetar a comunicação “sólida” e “líquida”