logging in or signing up andreguinelli Gulkund Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINTLite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 682 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: December 28, 2007 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript RADIOLOGIA PEDIÁTRICA: RADIOLOGIA PEDIÁTRICA André Gulinelli 5° Ano - 2002História Clínica: História Clínica Identificação: MSS, feminina, 2 anos e 6 meses, natural de Guarulhos (SP). Queixa e duração: choro constante e aumento do volume abdominal há uma semana; febre e icterícia desde os 3 meses de idade. História Clínica: História Clínica História Pregressa da Moléstia Atual: Mãe relata que a paciente apresenta icterícia e febre de 38,5°C desde os 3 meses de idade, e há uma semana, aumento do volume abdominal. Procurou serviço de Pronto Socorro, onde foi realizada uma tomografia computadorizada de abdome, sendo, a paciente, encaminhada ao Instituto da Criança do Hospital das Clínicas.Exame Físico Admissional: Exame Físico Admissional BEG, CHAAAE, FC = 92 bpm, FR = 30 inc/min CÁRDIO: BRNF, 2T, sem sopros. PNEUMO: MV+, sem RA. ABDOME: globoso, com abaulamento visível em HCD e epigástrio. Fígado irregular, endurecido, a 10cm do RCD e 12cm do AX. MMII: sem edema.Tomografia Computadorizada de Abdome: Tomografia Computadorizada de Abdome “Tumor hepático em lobo esquerdo, com invasão do lobo direito. Ausência de invasão das vias biliares e veias hepáticas, porta ou cava inferior. Vesícula biliar sem alterações quanto à espessura da parede ou de seu conteúdo. Ausência de comprometimento ganglionar.”Biópsia Hepática: Biópsia Hepática “ Aspecto histológico consistente com hepatoblastoma epitelial, padrão predo-minantemente embrionário”Tomografia Computadorizada de Abdome: Tomografia Computadorizada de Abdome Paciente portadora de hepatoblastoma irressecável, acompanhada na Oncologia. Inicia quimioterapia. Evoluindo com T = 39°C há 6 dias. Em uso de cefalexina há 6 dias, sem melhora da febre. Interna para investigação.Exames Complementares: Exames Complementares Hb = 9,5 g/dL Ht = 30 % Leuco = 22 600/mm3 BT = 0 % SG = 62 % LØ = 25 % MO = 13% Plaquetas = 802 000/mm3 U = 36 mg/dL Cr = 0,54 mg/dL Na+ = 130 mEq/L K+ = 4,6 mEq/L AST = 35 UI ALT = 25,5 UI Fibrinogênio = 359 mg/dL Urina I = 250 hemáciasAvaliação Clínica: Avaliação Clínica Exame Físico: sem alterações, exceto à Propedêutica Abdominal. EC: Infecção Tracto Urinário - troca cefalexina por Maxcef.Quimioterapia: Quimioterapia Tentativa de downstaging para permitir ressecção cirúrgica; 6 ciclos em 4 meses, de 29/10/01 à 07/03/02 ; Cisplatina 50 mg EV em 6h Vepesid 150 mg EV em 1h Evolução com Quimioterapia: Evolução com Quimioterapia 04/11/01: quadro convulsivo de curta duração, apnéia com bradicardia e padrão respiratório irregular => Hidantal + IOT; Na+ = 110 mEq/L; Urina I = 198 000 leucócitos; 03/12/01: fígado palpável a 5cm do RCD; 18/12/01: fígado palpável a 2cm do RCD; Plaquetas = 27 000/mm3; Evolução após Quimioterapia: Evolução após Quimioterapia 27/03/02: CT abdome – “massa heterogênea de limites imprecisos, com discreto realce após contraste EV, nos segmentos II, III, IV e VIII, medindo 5,0 x 2,8 x 4,8 cm. Apresenta áreas de necrose em seu interior. Veias porta e cava inferior pérvias, sem sinais de invasão. Ausência de dilatação das vias biliares intra-hepáticas”. CT janela pulmonar: ausência de metástases. Evolução após Quimioterapia: Evolução após Quimioterapia 02/04/02: em CT abdominal, regressão da massa tumoral; 14/05/02: USG Doppler - “massa heterogênea com limites em lobos esquerdo e nos segmentos V e VIII. Veias hepáticas e artérias pérvias”. Cirurgias: Cirurgias 06/06/02: Laparotomia Exploradora hepatoblastoma estadio IV inoperável. 07/06/02: estudo dos pais quanto à compatibili-dade – ambos compatíveis, porém pai é hipertenso. 10/06/02: transplante hepático intervivos - mãe doou parte do fígado à filha.Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos Malignos 57% dos tumores hepáticos em crianças; 51% HBL + 39% HCC; 10% HBL descoberto em exames de rotina; Queixas comuns: aumento do volume abdominal; anorexia e perda de peso; vômitos; dor abdominal; Marcador: aumento AFP (excelente para avaliar resposta ao tratamento).Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos Malignos Classificação histológica: EPITELIAL: pequenas células fetais poligonais, ou células embionárias menores formando ácinos, túbulos ou estruturas papilares que lembram o desenvolvimento hepático MESENQUIMAL / MISTO: focos de diferenciação mesenquimal que podem conter mesênquima primitivo, osteóide, cartilagem ou MEE.Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos Malignos Estudo Imagenológico: USG abdominal (padrão hiperecóico difuso); USG doppler (invasão vascular e de VB); CT e MRI (definem extensão intra-hepática do tumor); CT tórax/óssea (disseminação metastática).Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos Malignos Prognóstico: Depende de: tipo do tumor; ressecabilidade (completa é essencial para sobrevivência); QT: downstaging ( inop => op); Biópsia + QT neoadjuvante: ressecção cirúrgica completa por downstaging + erradicação doença metastática.Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos Malignos Tumores não completamente ressecáveis: QT: cisplatina, fluorouracil e vincristina; Transplante hepático.Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos Malignos Diagnósticos Diferenciais: Hepatocarcinoma; Coriocarcinoma hepático.Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos MalignosTumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos MalignosImproved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Coorte de 41 pacientes com HBL por 5 anos; 35% primariamente ressecáveis; 18 (45%) irressecáveis por: acometimento hepático extenso; doença metastática ou extrahepática; 8 (20%) ressecabilidade discutível.Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Após QT, 22 (85%) dos tumores irressecáveis tornaram-se operáveis; USG e CT: extensão e local do tumor; avaliação nem sempre adequada da VCI; Angiografia hepática: anatomia arterial relacionada ao tumor e a posição da v porta e tributárias intrahepáticas; MRI: técnica sensível para avaliar extensão tumoral, ressecabilidade e anatomia vascular; pode substituir a angiografia no futuro.Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Complicações pós-operatórias: Fístula biliar secundariamente infectada (sem coleções subfrênicas); Pequena quantidade: uso rotineiro de antibioticoterapia profilática.Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Objetivo: ressecção cirúrgica completa; QT pode ser necessária para doença residual microscópica; RDT: papel incerto; Doença recorrente assintomática: AFP; USG abdominal; RX tórax.Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Prognóstico favorável: Tumores fetais puros; Prognóstico desfavorável: HBL indiferenciados. Invasão vascular não foi significante.Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Resultados: 1 óbito perioperatório por êmbolo tumoral intraoperatório (ressecável); 8 mortes: recorrência em 2 anos; 1 morte por cardiotoxicidade por doxorrubicina 1 mês após 8 ciclos QT; 1 morte por doença progressiva apesar de 2 toracotomias para remoção metastática.Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Resultados: 27 sobreviventes da ressecção hepática; 26 sem doença (2 sem QT); 2 recorrências após 5 anos (meta pulmonar) e 8 anos (ressecção lobo caudado + QT); AFP: primeiro indicador de doença recorrente em mais de 50% dos pacientes. Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma 8 Metástases Pulmonares: 3 óbitos por doença progressiva; 1 em QT; 4 em bom estado clínico e sem doença. 5 Disseminações extrahepáticas: 3 VCI + 2 VP + 2 diafragma/parede abd; 1 Transplante cardíaco: Cardiomiopatia 8 anos após último ciclo de QT. Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Análise retrospectiva de 12 HBL e 19 HCC primariamente irressecáveis que foram transplantados entre Mai/89 e Dez/98; QT neoadjuvante sistêmica (18) e intra-arterial (7); Follow-up: 1 – 185 meses.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence HBL: ressecção ou QT + ressecção; regressão espontânea já descrita; Níveis de AFP são preditores fidedignos para HBL e HCC; Invasão veias de grande calibre e doença linfonodal definem o limite curativo para HCC, mas não para HBL;Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Disseminação limitada e tardia para linfo-nodos ou baixo potencial de implantação em locais metastáticos para HBL; Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Massa assintomática inoperável: Evolução silenciosa e agressiva; Tumor multifocal extenso; Doença extrahepática; Protocolo: Ressecção cirúrgica radical para HBL e HCC.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Avaliação tumoral: Revisão dos materiais de biópsias prévias; Core biopsy se achados histopatológicos não foram previamente documentados; Níveis séricos de AFP; CT tóraco-abdominal ou MRI e cintilografia óssea.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence QT Neoadjuvante: Doxorrubicina, cisplatina, fluorouracil, leucovorina, vincristina, IFN, etoposide, ciclofosfamida; Ciclos em intervalos de 4 – 6 semanas, continuando até localizar doador hepático; Média = 5 ciclos/paciente. Resposta parcial: diminuição > 50% de 2 dïâmetro perpendiculares medidos à CT.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence QT Adjuvante: Doxorrubicina EV e cisplatina; Ciclos em intervalos de 4 – 6 semanas (dependendo da contagem de leucócitos); Duração: 6 – 12 meses.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Imunossupressão: Ciclosporina A e corticosteróides (n=15); Tacrolimus e corticosteróides (n=16). Controle de rejeição: Asatioprina + corticosteróides em bolus + OKT3.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Resultados para HBL: 4 (36%) com QT Neoadjuvante apresentaram respostas radiológicas e de marcadores tumorais; 7 (64%) sem resposta parcial à QT neoadjuvante; Complicações pré-transplante: trombose de A hepática + abscesso hepático; úlcera duodenal perfurada. Tamanho do tumor não foi preditor para recorrência, bem como invasão venosa intrahepática.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Resultados: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Conclusões: Transplante hepático para HBL e HCC irressecáveis pode ser curativo; Fatores de risco para recorrência foram significantes apenas para HCC; Estadios mais avançados tendem para a cura no grupo com HBL. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
andreguinelli Gulkund Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINTLite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 682 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: December 28, 2007 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript RADIOLOGIA PEDIÁTRICA: RADIOLOGIA PEDIÁTRICA André Gulinelli 5° Ano - 2002História Clínica: História Clínica Identificação: MSS, feminina, 2 anos e 6 meses, natural de Guarulhos (SP). Queixa e duração: choro constante e aumento do volume abdominal há uma semana; febre e icterícia desde os 3 meses de idade. História Clínica: História Clínica História Pregressa da Moléstia Atual: Mãe relata que a paciente apresenta icterícia e febre de 38,5°C desde os 3 meses de idade, e há uma semana, aumento do volume abdominal. Procurou serviço de Pronto Socorro, onde foi realizada uma tomografia computadorizada de abdome, sendo, a paciente, encaminhada ao Instituto da Criança do Hospital das Clínicas.Exame Físico Admissional: Exame Físico Admissional BEG, CHAAAE, FC = 92 bpm, FR = 30 inc/min CÁRDIO: BRNF, 2T, sem sopros. PNEUMO: MV+, sem RA. ABDOME: globoso, com abaulamento visível em HCD e epigástrio. Fígado irregular, endurecido, a 10cm do RCD e 12cm do AX. MMII: sem edema.Tomografia Computadorizada de Abdome: Tomografia Computadorizada de Abdome “Tumor hepático em lobo esquerdo, com invasão do lobo direito. Ausência de invasão das vias biliares e veias hepáticas, porta ou cava inferior. Vesícula biliar sem alterações quanto à espessura da parede ou de seu conteúdo. Ausência de comprometimento ganglionar.”Biópsia Hepática: Biópsia Hepática “ Aspecto histológico consistente com hepatoblastoma epitelial, padrão predo-minantemente embrionário”Tomografia Computadorizada de Abdome: Tomografia Computadorizada de Abdome Paciente portadora de hepatoblastoma irressecável, acompanhada na Oncologia. Inicia quimioterapia. Evoluindo com T = 39°C há 6 dias. Em uso de cefalexina há 6 dias, sem melhora da febre. Interna para investigação.Exames Complementares: Exames Complementares Hb = 9,5 g/dL Ht = 30 % Leuco = 22 600/mm3 BT = 0 % SG = 62 % LØ = 25 % MO = 13% Plaquetas = 802 000/mm3 U = 36 mg/dL Cr = 0,54 mg/dL Na+ = 130 mEq/L K+ = 4,6 mEq/L AST = 35 UI ALT = 25,5 UI Fibrinogênio = 359 mg/dL Urina I = 250 hemáciasAvaliação Clínica: Avaliação Clínica Exame Físico: sem alterações, exceto à Propedêutica Abdominal. EC: Infecção Tracto Urinário - troca cefalexina por Maxcef.Quimioterapia: Quimioterapia Tentativa de downstaging para permitir ressecção cirúrgica; 6 ciclos em 4 meses, de 29/10/01 à 07/03/02 ; Cisplatina 50 mg EV em 6h Vepesid 150 mg EV em 1h Evolução com Quimioterapia: Evolução com Quimioterapia 04/11/01: quadro convulsivo de curta duração, apnéia com bradicardia e padrão respiratório irregular => Hidantal + IOT; Na+ = 110 mEq/L; Urina I = 198 000 leucócitos; 03/12/01: fígado palpável a 5cm do RCD; 18/12/01: fígado palpável a 2cm do RCD; Plaquetas = 27 000/mm3; Evolução após Quimioterapia: Evolução após Quimioterapia 27/03/02: CT abdome – “massa heterogênea de limites imprecisos, com discreto realce após contraste EV, nos segmentos II, III, IV e VIII, medindo 5,0 x 2,8 x 4,8 cm. Apresenta áreas de necrose em seu interior. Veias porta e cava inferior pérvias, sem sinais de invasão. Ausência de dilatação das vias biliares intra-hepáticas”. CT janela pulmonar: ausência de metástases. Evolução após Quimioterapia: Evolução após Quimioterapia 02/04/02: em CT abdominal, regressão da massa tumoral; 14/05/02: USG Doppler - “massa heterogênea com limites em lobos esquerdo e nos segmentos V e VIII. Veias hepáticas e artérias pérvias”. Cirurgias: Cirurgias 06/06/02: Laparotomia Exploradora hepatoblastoma estadio IV inoperável. 07/06/02: estudo dos pais quanto à compatibili-dade – ambos compatíveis, porém pai é hipertenso. 10/06/02: transplante hepático intervivos - mãe doou parte do fígado à filha.Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos Malignos 57% dos tumores hepáticos em crianças; 51% HBL + 39% HCC; 10% HBL descoberto em exames de rotina; Queixas comuns: aumento do volume abdominal; anorexia e perda de peso; vômitos; dor abdominal; Marcador: aumento AFP (excelente para avaliar resposta ao tratamento).Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos Malignos Classificação histológica: EPITELIAL: pequenas células fetais poligonais, ou células embionárias menores formando ácinos, túbulos ou estruturas papilares que lembram o desenvolvimento hepático MESENQUIMAL / MISTO: focos de diferenciação mesenquimal que podem conter mesênquima primitivo, osteóide, cartilagem ou MEE.Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos Malignos Estudo Imagenológico: USG abdominal (padrão hiperecóico difuso); USG doppler (invasão vascular e de VB); CT e MRI (definem extensão intra-hepática do tumor); CT tórax/óssea (disseminação metastática).Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos Malignos Prognóstico: Depende de: tipo do tumor; ressecabilidade (completa é essencial para sobrevivência); QT: downstaging ( inop => op); Biópsia + QT neoadjuvante: ressecção cirúrgica completa por downstaging + erradicação doença metastática.Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos Malignos Tumores não completamente ressecáveis: QT: cisplatina, fluorouracil e vincristina; Transplante hepático.Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos Malignos Diagnósticos Diferenciais: Hepatocarcinoma; Coriocarcinoma hepático.Tumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos MalignosTumores Hepáticos Malignos: Tumores Hepáticos MalignosImproved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Coorte de 41 pacientes com HBL por 5 anos; 35% primariamente ressecáveis; 18 (45%) irressecáveis por: acometimento hepático extenso; doença metastática ou extrahepática; 8 (20%) ressecabilidade discutível.Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Após QT, 22 (85%) dos tumores irressecáveis tornaram-se operáveis; USG e CT: extensão e local do tumor; avaliação nem sempre adequada da VCI; Angiografia hepática: anatomia arterial relacionada ao tumor e a posição da v porta e tributárias intrahepáticas; MRI: técnica sensível para avaliar extensão tumoral, ressecabilidade e anatomia vascular; pode substituir a angiografia no futuro.Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Complicações pós-operatórias: Fístula biliar secundariamente infectada (sem coleções subfrênicas); Pequena quantidade: uso rotineiro de antibioticoterapia profilática.Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Objetivo: ressecção cirúrgica completa; QT pode ser necessária para doença residual microscópica; RDT: papel incerto; Doença recorrente assintomática: AFP; USG abdominal; RX tórax.Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Prognóstico favorável: Tumores fetais puros; Prognóstico desfavorável: HBL indiferenciados. Invasão vascular não foi significante.Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Resultados: 1 óbito perioperatório por êmbolo tumoral intraoperatório (ressecável); 8 mortes: recorrência em 2 anos; 1 morte por cardiotoxicidade por doxorrubicina 1 mês após 8 ciclos QT; 1 morte por doença progressiva apesar de 2 toracotomias para remoção metastática.Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma Resultados: 27 sobreviventes da ressecção hepática; 26 sem doença (2 sem QT); 2 recorrências após 5 anos (meta pulmonar) e 8 anos (ressecção lobo caudado + QT); AFP: primeiro indicador de doença recorrente em mais de 50% dos pacientes. Improved outcome for children with hepatoblastoma: Improved outcome for children with hepatoblastoma 8 Metástases Pulmonares: 3 óbitos por doença progressiva; 1 em QT; 4 em bom estado clínico e sem doença. 5 Disseminações extrahepáticas: 3 VCI + 2 VP + 2 diafragma/parede abd; 1 Transplante cardíaco: Cardiomiopatia 8 anos após último ciclo de QT. Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Análise retrospectiva de 12 HBL e 19 HCC primariamente irressecáveis que foram transplantados entre Mai/89 e Dez/98; QT neoadjuvante sistêmica (18) e intra-arterial (7); Follow-up: 1 – 185 meses.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence HBL: ressecção ou QT + ressecção; regressão espontânea já descrita; Níveis de AFP são preditores fidedignos para HBL e HCC; Invasão veias de grande calibre e doença linfonodal definem o limite curativo para HCC, mas não para HBL;Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Disseminação limitada e tardia para linfo-nodos ou baixo potencial de implantação em locais metastáticos para HBL; Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Massa assintomática inoperável: Evolução silenciosa e agressiva; Tumor multifocal extenso; Doença extrahepática; Protocolo: Ressecção cirúrgica radical para HBL e HCC.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Avaliação tumoral: Revisão dos materiais de biópsias prévias; Core biopsy se achados histopatológicos não foram previamente documentados; Níveis séricos de AFP; CT tóraco-abdominal ou MRI e cintilografia óssea.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence QT Neoadjuvante: Doxorrubicina, cisplatina, fluorouracil, leucovorina, vincristina, IFN, etoposide, ciclofosfamida; Ciclos em intervalos de 4 – 6 semanas, continuando até localizar doador hepático; Média = 5 ciclos/paciente. Resposta parcial: diminuição > 50% de 2 dïâmetro perpendiculares medidos à CT.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence QT Adjuvante: Doxorrubicina EV e cisplatina; Ciclos em intervalos de 4 – 6 semanas (dependendo da contagem de leucócitos); Duração: 6 – 12 meses.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Imunossupressão: Ciclosporina A e corticosteróides (n=15); Tacrolimus e corticosteróides (n=16). Controle de rejeição: Asatioprina + corticosteróides em bolus + OKT3.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Resultados para HBL: 4 (36%) com QT Neoadjuvante apresentaram respostas radiológicas e de marcadores tumorais; 7 (64%) sem resposta parcial à QT neoadjuvante; Complicações pré-transplante: trombose de A hepática + abscesso hepático; úlcera duodenal perfurada. Tamanho do tumor não foi preditor para recorrência, bem como invasão venosa intrahepática.Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Resultados: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence: Liver transplantation and QT for HBL and HCC in childhood and adolescence Conclusões: Transplante hepático para HBL e HCC irressecáveis pode ser curativo; Fatores de risco para recorrência foram significantes apenas para HCC; Estadios mais avançados tendem para a cura no grupo com HBL.