logging in or signing up obesidade infantil Elodie Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINTLite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 4193 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (4) Added: December 29, 2007 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... By: claudiobios (13 month(s) ago) muy boa Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close Premium member Presentation Transcript OBESIDADE: OBESIDADE Obesidade Infantil e Exercício FísicoEspecialização em Fisiologia do Exercício – UFPR/2004: Especialização em Fisiologia do Exercício – UFPR/2004 Isabela L. A. Ribeiro Roberson R. Lupion Cíntia A. dos SantosConceito:: Conceito: A obesidade pode ser definida como um acúmulo de tecido gorduroso pelo corpo todo, sendo considerada uma epidemia global. Fernandez, 2004Causas:: Causas: Doenças Genéticas ou Endócrino-metabólicas; Alterações Nutricionais; Decréscimo ou Inatividade Física. Fernandez, 2004Classificação:: Classificação: Em classes (IMC) Clínica - Distribuição de Gordura (Andróide e Ginóide) Halpern, 1998Índice de Massa Corporal - IMC: Índice de Massa Corporal - IMC Vantagens: Mais utilizado na prática; Boa correlação com a percentagem de gordura corporal; Aceito como padrão de medida internacional Desvantagem: Risco de não distinção entre aumento de massa muscular/edema, da adiposidade. Ballone, 2003IMC = Peso (Kg)/Altura2 (m): IMC = Peso (Kg)/Altura2 (m) Halpern, 1998Distribuição de Gordura: Distribuição de Gordura Andróide: predominantemente na metade superior; Ginóide: predominantemente na metade inferior; Mista: indeterminada ou difusa. Halpern, 1998Avaliação Complementar (Riscos de Doenças Crônico-Degenerativas): Avaliação Complementar (Riscos de Doenças Crônico-Degenerativas) Relação Circunferência Cintura/Quadril Feminino > 0,80 Masculino > 0,90 Relação Cintura Feminino > 85cm Masculino > 95cm http://ids-saude.uol.com.br/psf/medicina/tama1/texto7Risco de Morbimortalidade: Risco de Morbimortalidade Relação Cintura/Quadril ou Perímetro da Cintura elevados; Diabetes Mellitus; Hipertensão Arterial ( Sist.>140 e Diast.>90mmHg) Hiperlipidemia; Apnéia do Sono; Tabagismo; Sedentarismo; Stress, etc. Halpern, 1998Obesidade no Brasil: Obesidade no Brasil Em 2003, O excesso de peso afetava 41,1% dos homens e 40% das mulheres; A obesidade afetava 8,9% dos homens e 13,1% das mulheres adultas do país. IBGE, POF 2002/2003Obesidade no Brasil: Obesidade no Brasil Excesso de peso e obesidade são diferentes entre homens e mulheres e nos meios urbanos e rurais; Nas classes de rendimentos mais altos, mais da metade dos homens apresentam excesso de peso; Em 30 anos, menos déficit de peso e mais excesso de peso e obesidade, especialmente entre homens. IBGE, POF 2002/2003Obesidade Infantil: Obesidade Infantil Tornou-se um problema de saúde pública devido ao progressivo aumento de sua incidência mesmo nos países em desenvolvimento. http://www.endocrino.org.br/oqtrata_006.phpEstatísticas:: Estatísticas: No Brasil, (INAN, 1989) 4,8% Meninos < 10 anos; 5,3% Meninas < 10 anos. Nos EUA, (NHANES ll e lll) 6% Meninos e Meninas (6 a 17 anos); 1976 e 1980; 10,6% Meninos e Meninas (6 a 17 anos); 1988 e 1994. http://www.endocrino.org.br/oqtrata_006.phpCausas:: Causas: Diminuição das Atividades Físicas; Mudança do Padrão Alimentar com Maior Ingestão de Gorduras; Irregularidade nos Horários das Refeições; Acesso à Alimentos “Fast Food”; Falta de Controle dos Pais; Instabilidade Familiar; Alterações Psico-Sociais; Fatores Genéticos Associados. http://www.endocrino.org.br/oqtrata_006.php Períodos Críticos do Desenvolvimento da Adiposidade: Períodos Críticos do Desenvolvimento da Adiposidade Pré e Perinatal: primeiro período ocorre durante a gestação e primeiro ano de vida; Pré-Escolar: o segundo entre os 5 e 7 anos de idade, o chamado período de rebote; Puberdade: o terceiro na adolescência. Guedes & Guedes, 1998Formas de Desenvolvimento da Adiposidade: Formas de Desenvolvimento da Adiposidade Adiposidade Hiperplásica Aumento do número total de células adiposas, podendo ser 5X maior que adulto normal, chegando a 100 bilhões de células; Adiposidade Hipertrófica Aumento no tamanho das células adiposas por acúmulo de lipídeos. Guedes & Guedes, 1998Fatores associados:: Fatores associados: 95% da obesidade na infância pode ser considerada exógena; 5% representariam as desordens endócrinas e síndromes genéticas; Riscos: nenhum dos pais é obeso = 9%; um dos pais é obeso = 50%; ambos obesos = 80% http://www.endocrino.org.br/oqtrata_006.php Prevenção: Prevenção Cuidados no comportamento alimentar dos pais mesmo antes do nascimento; Exclusividade para o leite materno durante os 6 primeiros meses de vida; Primeiro ano de vida: alimentos sólidos como frutas, legumes e carnes magras; Cuidado com fórmulas infantis milagrosas; Educação alimentar nas fases subsequentes; Evitar muitas horas na frente da teve ou jogos e computadores; Estimular a prática de atividades físicas. Ballone, 2003 Diagnóstico: Diagnóstico Avaliação da composição corporal: Técnicas antropométricas: peso, estatura, pregas cutâneas e circunferências. Guedes & Guedes, 1998 Técnicas mais utilizadas:: Técnicas mais utilizadas: Índice de Massa Corporal (IMC); Espessura de Dobras Cutâneas (Tr+Sb); Índice da Relação Peso/Estatura (P/E). Guedes & Guedes, 1997Índice de Massa Corporal: Índice de Massa Corporal A classificação pelo IMC de sobrepeso e obesidade para crianças e adolescentes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esta definida em estudos derivados de alguns países como o Brasil, Grã Bretanha, Hong Kong, Holanda, Singapura e Estados Unidos. (Tabela 3) COLE, 2000Espessura de Dobras Cutânease Equação de Regressão: Espessura de Dobras Cutâneas e Equação de Regressão NELSON & NELSON (1986), citam o somatório das medidas de espessura de dobras cutâneas, determinadas na região triciptal e subscapular, como melhor preditor de gordura subcutânea em crianças e adolescentes. A Equação de Regressão mais utilizada nos dias atuais foi idealizada com bases nos estudos de SLAUGHTER (1988), na predição da quantidade de gordura relativa através das Espessuras de Dobras Cutâneas. Guedes & Guedes, 1997 Equações: Equações 7 a 18 anos, quando a somatória de espessura de dobras cutâneas triciptal e subscapular se apresentar: < ou = a 35 mm: Guedes & Guedes,1997 Equações: Equações 7 a 18 anos, quando a somatória de espessura de dobras cutâneas triciptal e subscapular se apresentar: Guedes & Guedes,1997 Percentual de Gordura Recomendável: Percentual de Gordura Recomendável A classificação da criança, em relação ao Índice obtido, será da seguinte forma: Guedes & Guedes,1998 Peso/Estatura: Peso/Estatura Índice derivado da relação entre o peso ideal (percentil 50 para sua estatura, de acordo com os padrões de referência do National Center for Health Statistics (NCHS) multiplicado por 100, ou seja: (Tabela 4) P/E= peso real/peso ideal x 100 http://www.endocrino.org.br/oqtrata_006.php Estado Nutricional (P/E): Estado Nutricional (P/E) A classificação da criança, em relação ao Índice obtido, será da seguinte forma: http://www.endocrino.org.br/oqtrata_006.php Recomendações: Recomendações Portanto, para um bom diagnóstico, são imprescindíveis as medidas do peso e de estatura, aliadas à prega cutânea e as circunferências, quando possível e recomendável, não somente para o excesso de gordura corporal, mas para iniciar as orientações necessárias aos grupos de risco (sobrepeso) e àquelas com obesidade grave, propensas ao desencadeamento de doenças graves e potencialmente fatais, principalmente ao atingirem a vida adulta. Obesidade Infantil e Exercício Físico: Obesidade Infantil e Exercício Físico Programas de Exercícios Físicos podem provocar importantes modificações nos parâmetros de composição corporal provocando a manutenção do peso corporal. Maiores mudanças nas quantidade de gordura corporal: Exercícios que predominam a utilização de energia do metabolismo aeróbio Maiores alterações envolvendo força e resistência, modificações mais acentuadas no componente de massa magra: predominância do sistema anaeróbico. Guedes & Guedes,1997 Obesidade Infantil e Exercício Físico: Obesidade Infantil e Exercício Físico Como resultado dos efeitos potenciais do exercício na criança obesa ROWLAND (1990) acrescenta: "Diminui a percentagem de gordura corporal; Aumenta a massa magra; Potencializa a termogênese (dieta); Diminui a pressão arterial; Aumenta a condição cardiovascular; Beneficia a saúde psico-social entre outros". Obesidade Infantil e Exercício Físico: Obesidade Infantil e Exercício Físico Dentre as atividades desenvolvidas são indicados jogos recreativos incluindo iniciação desportiva, atividades aquáticas, atividades com música, circuitos contendo exercícios que desenvolvem flexibilidade, força e equilíbrio e caminhadas coletivas. Executados em três sessões semanais com duração de cinquenta minutos cada aula. (ALBERTI & ROTHENNBERG, 1989)Obesidade Infantil e Exercício Físico: Obesidade Infantil e Exercício Físico Modificações Metabólicas e Funcionais: Diminuição da insulina plasmática e maior sensibilidade insulínica; Lipólises mais intensas, com maior mobilização de ácidos graxos livres; Diminuição do LDL colesterol plasmático; Aumento do HDL; Redução do stress fisiológicos durante esforços físicos; FCR e durante esforço sub-máximo diminui, bem como a PAR; Ventilação pulmonar diminui; VO2 máx. se eleva, etc. Guedes & Guedes,1998Obesidade Infantil e Exercício Físico: Obesidade Infantil e Exercício Físico A associação entre o exercício físico e dietas hipocalóricas, oferece maior efetividade aos programas de controle de peso corporal: Mediante revisão de programas com duração entre 4 e 30 semanas, exercícios físicos e dietas hipocalóricas em crianças e adolescentes entre 5 e 18 anos, constatam-se reduções de 5% a 20% do peso corporal, e de 15 a 30% de gordura corporal. Guedes & Guedes,1998Obesidade Infantil e Exercício Físico: Obesidade Infantil e Exercício Físico Conclusão: Da mesma forma que em adultos, o incremento da prática de atividades físicas deverá constituir-se no componente essencial dos programas de controle de peso corporal em crianças e adolescentes. A inclusão de rotinas de exercícios físicos, prescritas e orientadas de maneira adequada, tem-se mostrado extremamente útil não apenas por elevar a demanda energética mas, por estabelecer mecanismos de prevenção da saúde presente e futura.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABRANTES, M. M. et. al. Prevalência de Sobrepeso e Obesidade em Crianças e Adolescentes das Regiões Sudeste e Nordeste. J.Pediatria, v.78, n.4, Porto Alegre, 2002. ALBERTI & ROTHENNBERG. O Ensino de Jogos Esportivos. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1989. BALLONE, G.J. Obesidade. www.psiqweb.med.br/infantil/obesid.html. Revisto em 2003. COLE, T. J., BELLIZZI, M. G., FLEGAL, K. M., DIETZ, W. H. Establishing a standard definition For child overwheight and obesity worldwide: international survey. BMJ, 2000 6(320) 1-6. FERNANDEZ, A. C. et. al. Influência do Treinamento Aeróbio e Anaeróbio na Massa de Gordura Corporal de Adolescentes Obesos. Rev. Bras. Med. Esporte, v.10, n.3, maio/junho, 2004. GUEDES, J. E. R. P. & GUEDES, D. P. Crescimento, Composição Corporal e Desempenho Motor de Crianças e Adolescentes. Balieiro, São Paulo, 1997. GUEDES, J. E. R. P. & GUEDES, D. P. Controle de Peso Corporal: Composição Corporal, Atividade Física e Nutrição. Midiograf, Londrina, 1998. geocities.yahoo.com.br/cirurgiadeobesidade/definição.htm HALPERN, A. et.al. Obesidade. Lemos, São Paulo, 1998.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HAMILL, P. V. V.; DRIZD, A. T.; JOHNSON, L. C.; REDE, B. R.; ROCHE, F. A. & MOORE, M. W. Physical Growth: National Center for Health Statistics Percentiles. American Journal of Clinical Nutrition, 32:607-629, 1979. IBGE. Pesquisa de Orçamentos Familiares, 2002 – 2003. www.ibge.gov.br. GENOVESI, J. F. et. al. Perfil de Atividade Física em Escolares da Rede Pública de Diferentes Estados Nutricionais. Rev. Bras. Ci. e Mov., V.11, n.4, p.57-62, 2003. LOTUFO, P. A. Programa Saúde da Família. ids-saude.uol.com.br/psf/medicina/tema1/texto7_definicao.asp NELSON, J. K. & NELSON, K. R. Skinfold Profiles of Black and White Boys and Girls Aged 11-13. Human Biology, v.58, n.3, p.379-390, 1986. ROSS, W. D. et. al. Kinanthropometry. In: J. D. Macddougall, et. al. Physiological Testing of the Elite Canadian, 1982. ROWLAND, T. W. Exercise and Helth. Champaign, Illionois, Humman Kinetics Books, 1990. SILVA, R. R. et. al. Sobrepeso, Atividade Física e Tempo de Televisão Entre Adolescentes de Niterói, RJ. Rev. Bras. Ci. e Mov., Brasília, v.11, n.4, p.63-66, Out/Dez, 2003. MUITO OBRIGADO!: MUITO OBRIGADO! You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
obesidade infantil Elodie Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINTLite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 4193 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (4) Added: December 29, 2007 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... By: claudiobios (13 month(s) ago) muy boa Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close Premium member Presentation Transcript OBESIDADE: OBESIDADE Obesidade Infantil e Exercício FísicoEspecialização em Fisiologia do Exercício – UFPR/2004: Especialização em Fisiologia do Exercício – UFPR/2004 Isabela L. A. Ribeiro Roberson R. Lupion Cíntia A. dos SantosConceito:: Conceito: A obesidade pode ser definida como um acúmulo de tecido gorduroso pelo corpo todo, sendo considerada uma epidemia global. Fernandez, 2004Causas:: Causas: Doenças Genéticas ou Endócrino-metabólicas; Alterações Nutricionais; Decréscimo ou Inatividade Física. Fernandez, 2004Classificação:: Classificação: Em classes (IMC) Clínica - Distribuição de Gordura (Andróide e Ginóide) Halpern, 1998Índice de Massa Corporal - IMC: Índice de Massa Corporal - IMC Vantagens: Mais utilizado na prática; Boa correlação com a percentagem de gordura corporal; Aceito como padrão de medida internacional Desvantagem: Risco de não distinção entre aumento de massa muscular/edema, da adiposidade. Ballone, 2003IMC = Peso (Kg)/Altura2 (m): IMC = Peso (Kg)/Altura2 (m) Halpern, 1998Distribuição de Gordura: Distribuição de Gordura Andróide: predominantemente na metade superior; Ginóide: predominantemente na metade inferior; Mista: indeterminada ou difusa. Halpern, 1998Avaliação Complementar (Riscos de Doenças Crônico-Degenerativas): Avaliação Complementar (Riscos de Doenças Crônico-Degenerativas) Relação Circunferência Cintura/Quadril Feminino > 0,80 Masculino > 0,90 Relação Cintura Feminino > 85cm Masculino > 95cm http://ids-saude.uol.com.br/psf/medicina/tama1/texto7Risco de Morbimortalidade: Risco de Morbimortalidade Relação Cintura/Quadril ou Perímetro da Cintura elevados; Diabetes Mellitus; Hipertensão Arterial ( Sist.>140 e Diast.>90mmHg) Hiperlipidemia; Apnéia do Sono; Tabagismo; Sedentarismo; Stress, etc. Halpern, 1998Obesidade no Brasil: Obesidade no Brasil Em 2003, O excesso de peso afetava 41,1% dos homens e 40% das mulheres; A obesidade afetava 8,9% dos homens e 13,1% das mulheres adultas do país. IBGE, POF 2002/2003Obesidade no Brasil: Obesidade no Brasil Excesso de peso e obesidade são diferentes entre homens e mulheres e nos meios urbanos e rurais; Nas classes de rendimentos mais altos, mais da metade dos homens apresentam excesso de peso; Em 30 anos, menos déficit de peso e mais excesso de peso e obesidade, especialmente entre homens. IBGE, POF 2002/2003Obesidade Infantil: Obesidade Infantil Tornou-se um problema de saúde pública devido ao progressivo aumento de sua incidência mesmo nos países em desenvolvimento. http://www.endocrino.org.br/oqtrata_006.phpEstatísticas:: Estatísticas: No Brasil, (INAN, 1989) 4,8% Meninos < 10 anos; 5,3% Meninas < 10 anos. Nos EUA, (NHANES ll e lll) 6% Meninos e Meninas (6 a 17 anos); 1976 e 1980; 10,6% Meninos e Meninas (6 a 17 anos); 1988 e 1994. http://www.endocrino.org.br/oqtrata_006.phpCausas:: Causas: Diminuição das Atividades Físicas; Mudança do Padrão Alimentar com Maior Ingestão de Gorduras; Irregularidade nos Horários das Refeições; Acesso à Alimentos “Fast Food”; Falta de Controle dos Pais; Instabilidade Familiar; Alterações Psico-Sociais; Fatores Genéticos Associados. http://www.endocrino.org.br/oqtrata_006.php Períodos Críticos do Desenvolvimento da Adiposidade: Períodos Críticos do Desenvolvimento da Adiposidade Pré e Perinatal: primeiro período ocorre durante a gestação e primeiro ano de vida; Pré-Escolar: o segundo entre os 5 e 7 anos de idade, o chamado período de rebote; Puberdade: o terceiro na adolescência. Guedes & Guedes, 1998Formas de Desenvolvimento da Adiposidade: Formas de Desenvolvimento da Adiposidade Adiposidade Hiperplásica Aumento do número total de células adiposas, podendo ser 5X maior que adulto normal, chegando a 100 bilhões de células; Adiposidade Hipertrófica Aumento no tamanho das células adiposas por acúmulo de lipídeos. Guedes & Guedes, 1998Fatores associados:: Fatores associados: 95% da obesidade na infância pode ser considerada exógena; 5% representariam as desordens endócrinas e síndromes genéticas; Riscos: nenhum dos pais é obeso = 9%; um dos pais é obeso = 50%; ambos obesos = 80% http://www.endocrino.org.br/oqtrata_006.php Prevenção: Prevenção Cuidados no comportamento alimentar dos pais mesmo antes do nascimento; Exclusividade para o leite materno durante os 6 primeiros meses de vida; Primeiro ano de vida: alimentos sólidos como frutas, legumes e carnes magras; Cuidado com fórmulas infantis milagrosas; Educação alimentar nas fases subsequentes; Evitar muitas horas na frente da teve ou jogos e computadores; Estimular a prática de atividades físicas. Ballone, 2003 Diagnóstico: Diagnóstico Avaliação da composição corporal: Técnicas antropométricas: peso, estatura, pregas cutâneas e circunferências. Guedes & Guedes, 1998 Técnicas mais utilizadas:: Técnicas mais utilizadas: Índice de Massa Corporal (IMC); Espessura de Dobras Cutâneas (Tr+Sb); Índice da Relação Peso/Estatura (P/E). Guedes & Guedes, 1997Índice de Massa Corporal: Índice de Massa Corporal A classificação pelo IMC de sobrepeso e obesidade para crianças e adolescentes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esta definida em estudos derivados de alguns países como o Brasil, Grã Bretanha, Hong Kong, Holanda, Singapura e Estados Unidos. (Tabela 3) COLE, 2000Espessura de Dobras Cutânease Equação de Regressão: Espessura de Dobras Cutâneas e Equação de Regressão NELSON & NELSON (1986), citam o somatório das medidas de espessura de dobras cutâneas, determinadas na região triciptal e subscapular, como melhor preditor de gordura subcutânea em crianças e adolescentes. A Equação de Regressão mais utilizada nos dias atuais foi idealizada com bases nos estudos de SLAUGHTER (1988), na predição da quantidade de gordura relativa através das Espessuras de Dobras Cutâneas. Guedes & Guedes, 1997 Equações: Equações 7 a 18 anos, quando a somatória de espessura de dobras cutâneas triciptal e subscapular se apresentar: < ou = a 35 mm: Guedes & Guedes,1997 Equações: Equações 7 a 18 anos, quando a somatória de espessura de dobras cutâneas triciptal e subscapular se apresentar: Guedes & Guedes,1997 Percentual de Gordura Recomendável: Percentual de Gordura Recomendável A classificação da criança, em relação ao Índice obtido, será da seguinte forma: Guedes & Guedes,1998 Peso/Estatura: Peso/Estatura Índice derivado da relação entre o peso ideal (percentil 50 para sua estatura, de acordo com os padrões de referência do National Center for Health Statistics (NCHS) multiplicado por 100, ou seja: (Tabela 4) P/E= peso real/peso ideal x 100 http://www.endocrino.org.br/oqtrata_006.php Estado Nutricional (P/E): Estado Nutricional (P/E) A classificação da criança, em relação ao Índice obtido, será da seguinte forma: http://www.endocrino.org.br/oqtrata_006.php Recomendações: Recomendações Portanto, para um bom diagnóstico, são imprescindíveis as medidas do peso e de estatura, aliadas à prega cutânea e as circunferências, quando possível e recomendável, não somente para o excesso de gordura corporal, mas para iniciar as orientações necessárias aos grupos de risco (sobrepeso) e àquelas com obesidade grave, propensas ao desencadeamento de doenças graves e potencialmente fatais, principalmente ao atingirem a vida adulta. Obesidade Infantil e Exercício Físico: Obesidade Infantil e Exercício Físico Programas de Exercícios Físicos podem provocar importantes modificações nos parâmetros de composição corporal provocando a manutenção do peso corporal. Maiores mudanças nas quantidade de gordura corporal: Exercícios que predominam a utilização de energia do metabolismo aeróbio Maiores alterações envolvendo força e resistência, modificações mais acentuadas no componente de massa magra: predominância do sistema anaeróbico. Guedes & Guedes,1997 Obesidade Infantil e Exercício Físico: Obesidade Infantil e Exercício Físico Como resultado dos efeitos potenciais do exercício na criança obesa ROWLAND (1990) acrescenta: "Diminui a percentagem de gordura corporal; Aumenta a massa magra; Potencializa a termogênese (dieta); Diminui a pressão arterial; Aumenta a condição cardiovascular; Beneficia a saúde psico-social entre outros". Obesidade Infantil e Exercício Físico: Obesidade Infantil e Exercício Físico Dentre as atividades desenvolvidas são indicados jogos recreativos incluindo iniciação desportiva, atividades aquáticas, atividades com música, circuitos contendo exercícios que desenvolvem flexibilidade, força e equilíbrio e caminhadas coletivas. Executados em três sessões semanais com duração de cinquenta minutos cada aula. (ALBERTI & ROTHENNBERG, 1989)Obesidade Infantil e Exercício Físico: Obesidade Infantil e Exercício Físico Modificações Metabólicas e Funcionais: Diminuição da insulina plasmática e maior sensibilidade insulínica; Lipólises mais intensas, com maior mobilização de ácidos graxos livres; Diminuição do LDL colesterol plasmático; Aumento do HDL; Redução do stress fisiológicos durante esforços físicos; FCR e durante esforço sub-máximo diminui, bem como a PAR; Ventilação pulmonar diminui; VO2 máx. se eleva, etc. Guedes & Guedes,1998Obesidade Infantil e Exercício Físico: Obesidade Infantil e Exercício Físico A associação entre o exercício físico e dietas hipocalóricas, oferece maior efetividade aos programas de controle de peso corporal: Mediante revisão de programas com duração entre 4 e 30 semanas, exercícios físicos e dietas hipocalóricas em crianças e adolescentes entre 5 e 18 anos, constatam-se reduções de 5% a 20% do peso corporal, e de 15 a 30% de gordura corporal. Guedes & Guedes,1998Obesidade Infantil e Exercício Físico: Obesidade Infantil e Exercício Físico Conclusão: Da mesma forma que em adultos, o incremento da prática de atividades físicas deverá constituir-se no componente essencial dos programas de controle de peso corporal em crianças e adolescentes. A inclusão de rotinas de exercícios físicos, prescritas e orientadas de maneira adequada, tem-se mostrado extremamente útil não apenas por elevar a demanda energética mas, por estabelecer mecanismos de prevenção da saúde presente e futura.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABRANTES, M. M. et. al. Prevalência de Sobrepeso e Obesidade em Crianças e Adolescentes das Regiões Sudeste e Nordeste. J.Pediatria, v.78, n.4, Porto Alegre, 2002. ALBERTI & ROTHENNBERG. O Ensino de Jogos Esportivos. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1989. BALLONE, G.J. Obesidade. www.psiqweb.med.br/infantil/obesid.html. Revisto em 2003. COLE, T. J., BELLIZZI, M. G., FLEGAL, K. M., DIETZ, W. H. Establishing a standard definition For child overwheight and obesity worldwide: international survey. BMJ, 2000 6(320) 1-6. FERNANDEZ, A. C. et. al. Influência do Treinamento Aeróbio e Anaeróbio na Massa de Gordura Corporal de Adolescentes Obesos. Rev. Bras. Med. Esporte, v.10, n.3, maio/junho, 2004. GUEDES, J. E. R. P. & GUEDES, D. P. Crescimento, Composição Corporal e Desempenho Motor de Crianças e Adolescentes. Balieiro, São Paulo, 1997. GUEDES, J. E. R. P. & GUEDES, D. P. Controle de Peso Corporal: Composição Corporal, Atividade Física e Nutrição. Midiograf, Londrina, 1998. geocities.yahoo.com.br/cirurgiadeobesidade/definição.htm HALPERN, A. et.al. Obesidade. Lemos, São Paulo, 1998.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HAMILL, P. V. V.; DRIZD, A. T.; JOHNSON, L. C.; REDE, B. R.; ROCHE, F. A. & MOORE, M. W. Physical Growth: National Center for Health Statistics Percentiles. American Journal of Clinical Nutrition, 32:607-629, 1979. IBGE. Pesquisa de Orçamentos Familiares, 2002 – 2003. www.ibge.gov.br. GENOVESI, J. F. et. al. Perfil de Atividade Física em Escolares da Rede Pública de Diferentes Estados Nutricionais. Rev. Bras. Ci. e Mov., V.11, n.4, p.57-62, 2003. LOTUFO, P. A. Programa Saúde da Família. ids-saude.uol.com.br/psf/medicina/tema1/texto7_definicao.asp NELSON, J. K. & NELSON, K. R. Skinfold Profiles of Black and White Boys and Girls Aged 11-13. Human Biology, v.58, n.3, p.379-390, 1986. ROSS, W. D. et. al. Kinanthropometry. In: J. D. Macddougall, et. al. Physiological Testing of the Elite Canadian, 1982. ROWLAND, T. W. Exercise and Helth. Champaign, Illionois, Humman Kinetics Books, 1990. SILVA, R. R. et. al. Sobrepeso, Atividade Física e Tempo de Televisão Entre Adolescentes de Niterói, RJ. Rev. Bras. Ci. e Mov., Brasília, v.11, n.4, p.63-66, Out/Dez, 2003. MUITO OBRIGADO!: MUITO OBRIGADO!