ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO:

ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS • 1870: Reabertura da navegação pelo Rio Paraguai. – Conexão de MT com os países platinos – Chegada de imigrantes, mercadorias e notícias do Brasil e do mundo 1856 – 1914: período em que a maioria dos italianos se fixou em MT. – Negócios de importação e exportação – Desenvolvimento do porto de Corumbá.

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO • 1870 – 1940: incentivo à vinda de imigrantes europeus e latino-americanos para MT. – Desenvolvimento da navegação à vapor. – Aumento do volume de capitais e incentivos fiscais Chegada de italianos ao porto de Corumbá – Oportunidades de trabalho e investimentos em MT.

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO 2 . TEMAS ABORDADOS NO CAPÍTULO • Dinâmica do comércio e da livre navegação pós Guerra do Paraguai. Relatos de trajetórias e experiências de italianos em diversas localidades mato-grossenses. – Destaque para a cidade de Corumbá P rincipal entreposto comercial de MT.

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO PRINCIPAIS PORTOS MATO-GROSSENSES CORUMBÁ: porto de médio porte, capaz de receber navios de médio calado; CÁCERES e CUIABÁ: portos menores, com capacidade de acolher somente embarcações de pequeno calado – chatas, lanchas e vapores

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO • D esenvolvimento de colônias estrangeiras em Corumbá e região – Estabelecimento de diversos consulados (BOL, PAR, ARG, URU, POR, ITA, FRA e BEL). – Sociedade Italiana di Instrucione-Beneficenza-Fratellanza – Sociedade Portugueza de Beneficência 1º de Dezembro A imprensa corumbaense ilustrava o emaranhado de culturas, línguas e sotoques . – Publicação de anúncios de entidades estrangeiras.

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO 3. O PORTO DE CORUMBÁ • Instalação de casas comerciais. • Espaço de vivências e experiências de indivíduos de diversas nacionalidades. – Local de passagem. Movimento singular de povos de diferentes etnias, culturas e nacionalidades.

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO 4 . AS CASAS COMERCIAIS • Comércio de importação e exportação. – Importação: produtos industrializados (tecidos, bebidas, calçados, chapéus, moveis, produtos alimentícios e outros) – Exportação: matérias-primas ou produtos em seu estado bruto (ipecacuanha, borracha, penas de garças, couro de gado vacum, entre outros) – Representantes de agências bancárias e proprietárias de áreas destinadas à pecuária ou extrativismo vegetal. • As principais estavam localizadas em Corumbá, Cáceres e Cuiabá.

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO 5. ITALIANOS EM MATO GROSSO • Antonio Mandetta . – Estabelecido em Corumbá – Fundação, em sociedade com Fermino Pierinide “A Meridional” Fábrica de gelo, água mineral, bebidas e refrigerantes ( Guaraná Tupy e Soda Limonada Mandetta ). – Importação de máquinas da ALE.

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO • Vicente Anastácio – Estabelecido em Corumbá (1871) – Fundação de duas casas comerciais – Estabelecimento do serviço regular de navegação (Corumbá – Nioaque – Aquidauna ). – Formação de um povoado: Anastácio (divisa com Aquidauana)

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO • José Dulce e Leopoldo Ambrósio – Chegada em Cáceres (1871) – Casa “Ao anjo da Ventura” • Luigi e José Lotufo (pai e filho) – Estabelecido em Cuiabá (1909) José e Francisco Orlando (irmãos) – Estabelecimento em Cuiabá (1893) – Casa Comercial Orlando irmãos e cia.

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO • Santiago Solari – Estabelecido em Corumbá, ao final do séc. XIX. – Fundação da Casa de Comércio “A Casa de Ferro”

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO 6 . DESCRIÇÃO DA ROTA DO PRATA • Karl Von den Steinen (1883) – Expedição alemã para a exploração do rio Xingu. – Informações sobre o percurso, condições das embarcações e o cotidiano de passageiros e tripulação.

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO • Edil Pedroso (2004) – Dissertação de mestrado. – Descrição do cotidiano dos viajantes nos caminhos fluviais de MT no século XIX.

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO 7. AS USINAS DE AÇÚCAR • Modernização da produção – Importação de maquinaria moderna – Utilização de mão de obra especializada Produção industrial (estrangeiros capacitados) • Principal exemplo: Usina Itaici .

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ITALIANOS EM TEMPOS DE LIVRE NAVEGAÇÃO • Trabalhadores braçais – Principal força de trabalho nas usinas – Exploração de homens, mulheres e crianças Condições análogas ao trabalho escravo • Fonte: Vozes no silêncio: subordinação, resistência e trabalho em Mato Grosso (1870-1930) – Lúcia Helena Gaeta Aleixo.

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PRINCIPAIS USINAS DE MATO GROSSO USINA LOCALIZAÇÃO FUNDAÇÃO 1º PROPRIETÁRIO Conceição Margem direita do rio Cuiabá, pouco acima do porto de Santo Antônio de Leverger 1888 Joaquim José Paes de Barros Itaici Margem direita do rio Cuiabá, acima da cidade de Barão de Melgaço 1896 Antônio Paes de Barros Maravilha Margem direita do rio Cuiabá, abaixo de Sto. Antônio de Leverger 1928 Alberto Garcia e Palmiro Paes de Barros Flexas Margem direita do rio Cuiaba 1884 Cesário Correia da Costa Aricá Margem direita do rio Cuiabá, na barra do Aricá -açu, ou Bambá 1886 Antônio Manuel da Silva Fontes São Gonçalo Rio Cuiabá Abaixo s.d. Ressaca Rio Paraguai 1872 Francisco Vilanova

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