A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930

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Conheça os principais fatores da crise da República Velha no Brasil.

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A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930:

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 1 – Movimento operário Causas : ampla exploração dos trabalhadores urbanos das fábricas e ausência de legislação trabalhista que os amparasse.

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A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930

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A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 1 – Movimento operário Até a década de 20 predomínio de imigrantes italianos de ideologia anarquista . Principais formas de luta: formação de sindicatos e organização de greves. A partir de 1922 o principal instrumento de luta operária foi o PCB , que tenta organizar os operários. Postura do governo em relação ao movimento operário: repressão (“ caso de polícia ”).

CHARGES E CARICATURAS DA REPÚBLICA VELHA (1889-1930):

CHARGES E CARICATURAS DA REPÚBLICA VELHA (1889-1930) A Greve de 1917. História Quaresma em crise Charge assinada por Vitolino Publicado na revista O Pirralho (1917)

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930:

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 2 – O Tenentismo Movimento da baixa oficialidade do exército (tenentes e capitães ). Classe média urbana e letrada . Contra o poder central das oligarquias . Objetivos : moralização política (voto secreto, fim das fraudes, afastamento do controle oligárquico), ensino obrigatório, centralização positivista . Programa elitista – para o povo, mas sem o povo . Consideravam-se a “salvação nacional”.

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930:

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 Revolta do Forte de Copacabana ou os 18 do Forte (RJ 1922 ): – Contra a posse do presidente Arthur Bernardes (1922 ). – Episódio das “Cartas Falsas”. – Movimento fracassou, mas 18 integrantes (sendo um civil) marcharam em Copacabana contra uma tropa do governo de mais de 3 mil homens. Sobreviveram ao gesto suicida dois tenentes: Siqueira Campos e Eduardo Gomes

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930:

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 Rebelião Paulista (1924): – Tenentes tomam o poder de São Paulo, liderados por Isidoro Dias Lopes, por 22 dias, até a reorganização das tropas federais. Fogem para o Paraná onde se encontram com outro grupo de tenentes vindos do RS, liderados por Luís Carlos Prestes.

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A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 Coluna Prestes (1924 – 1926): – Líder : Luís Carlos Prestes (“o Cavaleiro da Esperança”). – Marcha pelo interior do Brasil tentando debilitar o governo de Arthur Bernardes e conseguindo mais adeptos para a causa tenentista. – Caráter social mais amplo: alguns mencionavam o desejo pelo voto feminino e pela reforma agrária. – Fracassou . Seus integrantes se exilaram na Bolívia. Alguns retornaram ao Brasil posteriormente

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A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930:

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 3. – A Semana de Arte Moderna (SP – fev /1922 ): Crítica aos padrões artísticos e literários formais (métrica, rima, saudosismo, sentimentalismo). Criação de uma nova estética sem fórmulas fixas e limitadoras da criatividade . “ Paulicéia Desvairada” – MÁRIO DE ANDRADE : primeira obra modernista . Principais representantes: Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Menotti del Picchia (literatura), Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti (pintura), Villa-Lobos (música), Vitor Brecheret (escultura).

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A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 4. O fim da República Velha: Manifestações de diversos setores abalam o poder do governo. – Movimento operário. – Movimento tenentista.

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A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 A Revolução de 30 : Crise de 29 abala poder econômico dos cafeicultores. Governo não tem como valorizar artificialmente o café. Rompimento do pacto do café-com-leite: era a vez de MG indicar o candidato, porém, SP indica o paulista Júlio Prestes para a sucessão do presidente Washington Luís.

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A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 João Pessoa é assassinado na PB. Agitação popular aumenta. Exército resolve depor o então presidente Washington Luís antes mesmo da posse de Júlio Prestes e entregar a presidência ao comandante em chefe da revolta, Getúlio Vargas.

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930:

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 As versões sobre o movimento de 1930: – 1ª versão: Liderança da burguesia industrial. – 2ª versão: Liderança da classe média. – 3ª versão: Revisionismo histórico.

História do Brasil :

História do Brasil A Revolução de 1930

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930:

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 Revisionismo histórico da Revolução de 1930: – Ausência da liderança da burguesia industrial. – Discurso autoritário e elitista dos tenentes. – Liderança de setores heterogêneos. – Vazio de poder pós-1930. – Dirigismo estatal durante a Era Vargas (1930-1945). intervenção do Estado na Economia.

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930:

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 5. Os resultados da vitória do ideário da Aliança Liberal: Divergências entre os segmentos da Aliança Liberal: – Tempo de duração do governo. – Modelo de estado a ser adotado.

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930:

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 Proposta dos tenentes: – Estado centralizador, nacionalista e interventor.

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930:

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 Proposta das oligarquias dissidentes: – LIMITAÇÃO do poder da União. – AUTONOMIA para os estados. – Defesa de reformas sociais.

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A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 Posição das oligarquias do Norte e Nordeste: – APOIO aos tenentes.

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930:

A DÉCADA DE 1920 E A REVOLUÇÃO DE 1930 Primeiras medidas do governo provisório: – INTERVENÇÃO política nos estados . – COMBATE ao poder das oligarquias regionais . – Adoção de uma política centralizadora.

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