Introdução ao estudo da História

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Resumo sobre a introdução ao estudo da História

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Introdução ao estudo da História História Geral

1. O conceito tradicional de História :

1. O conceito tradicional de História • Sentido pragmático: Estudo e reconstituição do passado cultural da humanidade com a finalidade de compreender melhor o presente (função prática). Utilização da análise documental: – fontes escritas (documentais); – fontes não escritas (materiais);

2. O processo histórico :

2. O processo histórico • História: conjunto das transformações ocorridas na vida humana desde o aparecimento das primeiras civilizações até os dias atuais. O processo histórico compreende mudanças qualitativas e quantitativas.

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Mudanças quantitativas: – Aumento ou diminuição dos volumes e das proporções nas sociedades humanas; – Exemplos: crescimento populacional, queda na produção.

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• Mudanças qualitativas : – Condições inteiramente distintas das anteriores; – Alterações essenciais que se refletem na totalidade do corpo social; – Não tem conotação valorativa (não significa ser para melhor);

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• Exemplo: Revolução Industrial (ING século XVIII). Mudanças quantitativas: – Crescimento demográfico; – Aumento do comércio mundial; – Êxodo rural.

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• Mudanças qualitativas: – Produção maquinofatureira; – Dinamização da produção; – Alteração das relações sociais e econômicas; – Consolidação do sistema capitalista (burguesia e proletariado);

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• Períodos de transição : – Momentos em que a estrutura da sociedade se altera. – Rompimento do aparente equilíbrio e transformação do processo histórico. Revolução: períodos de transformações profundas e relativamente rápidas. – Exemplos: Revolução Francesa, Revolução Russa, Renascimento ou Revolução Industrial

3. Conceito fundamentais na historiografia :

3. Conceito fundamentais na historiografia • Tem finalidade operacional e são formulados com base no próprio processo histórico: – Modo de produção; – Sistema; – Regime; – Estrutura; – Conjuntura;

3.1. Modo de produção :

3.1. Modo de produção • Maneira pela qual os homens se organizam para garantir suas condições de sobrevivência e seu modo de vida. Abrange as forças produtivas e as relações sociais de produção. Complexo socieconômico e cultural composto por três elementos: – Forças materiais de produção (elementos naturais e instrumentos de produção); – Relações sociais (posição dos indivíduos na sociedade);

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– Sistema de padrões de comportamento (manutenção do modo de produção). Formas de consciência social (relações sociais e sistemas de padrões de comportamento). Períodos da História de acordo com os meios de produção: – Primitivo; – Asiático; – Escravista; – Servil; – Assalariado; – Coletivista;

3.2. Sistema :

3.2. Sistema • Combinação de elementos diversos, constituída de partes inter-relacionadas e articuladas entre si. Exemplos: – Sistema feudal, sistema capitalista. Características: – Tem o modo de produção como elemento fundamental; – Abarca todos os aspectos da sociedade humana (religião, política, legislação, organização militar)

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Sistema e modo de produção são conceitos interligados: – Modo de produção servil (sistema feudal); – Modo de produção assalariado (sistema capitalista); – Modo de produção coletivista (sistema socialista). • Um sistema se diferencia dos demais pela organização interna de suas várias partes (subsistemas). Exemplos: – subsistema econômico, subsistema político, subsistema social.

3.3. Regime :

3.3. Regime • Conjunto de regras legais que existem no seio de um subsistema. – Economia: r egime de propriedade (coletiva ou privada), regime de trabalho (escravista, servil, assalariado ou coletivista) e o regime de trocas (naturais ou monetárias). – Política: regime político (democrático, oligárquico, ou outros); – Social: regime social (de classes, de castas ou estamental).

3.4. Estrutura :

3.4. Estrutura • Conceito fundamental para a compreensão do processo histórico. Forma pela qual se articulam as partes de um sistema. Subdivide-se em infraestrutura (relações econômicas e sociais – modo de produção/base do sistema) e superestrutura (relações político-jurídicas, culturais e religiosas)

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• Contradições internas do sistema: – Conflito entre a infraestrutura em transformação e a superestrutura conservadora. – Transição (ruptura gradual) – Revolução (ruptura brusca)

3.5. Conjuntura :

3.5. Conjuntura • Situação momentânea, sazonal ou cíclica vivida por um sistema. – Tem caráter passageiro; – Seus efeitos permitem análise do funcionamento das relações estruturais de um sistema. – Exemplo: conjuntura de alta repentina dos preços e redução dos salários poderá estar indicando tensões na estrutura do sistema.

4. As especificidades das Ciências Sociais :

4. As especificidades das Ciências Sociais • A História é frequentemente dividida em áreas distintas – econômica, social, política, cultural e religiosa – estudadas por ciências específicas (Economia, Sociologia, Ciência Política, Antropologia). O caráter especializado das Ciências Sociais é resultado da complexidade da História. As Ciências Sociais só ganham consistência se forem pensadas como Ciências Históricas.

5. A cronologia histórica :

5. A cronologia histórica • A História deve ser analisada em termos de tempo, pois seu material de estudo é uma sucessão de acontecimentos interligados. Para fixar a ocorrência de um evento, geralmente são utilizados os anos. Cem anos constituem um século. – Metades de um século (50 anos); – Quartéis de século (25 anos). – Dez séculos formam um milênio.

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• A expressão época é usada para especificar o período dominado por uma grande personalidade (Época de Péricles, Época de Augusto) ou marcado por determinadas características (Época Clássica, Belle Époque).

5.1. A periodização histórica :

5.1. A periodização histórica • Tradicionalmente é dividida em quatro idades, relacionadas com o mundo ocidental: Antiga, Média, Moderna e Contemporânea.

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