O absolutismo e a sociedade de corte

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O absolutismo e a sociedade de corte

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte: 

O Absolutismo e a Sociedade de Corte

O Absolutismo e a Sociedade de Corte: 

O Absolutismo e a Sociedade de Corte O processo de centralização política - debilitação do poder da nobreza feudal - expansão do poder real - aliança rei + burguesia - ascensão da burguesia - mercantilização e monetarização econômica - enfraquecimento do poder da Igreja Católica (Reforma Protestante) A centralização do poder e o absolutismo

O Absolutismo e a Sociedade de Corte: 

O Absolutismo e a Sociedade de Corte A Paz de Augsburgo (1555) e o fim da Guerra dos Trinta Anos (1618-1648) decretação do “cujo regio, ejos religio” (tal príncipe, tal religião) - declínio do poder universal da Igreja e do Sacro Império Romano-Germânico

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte: 

O Absolutismo e a Sociedade de Corte O Absolutismo - monarquias centralizadas: FRA, ING, POR e ESP - concentração do poder político nas mãos dos reis - rei: expressão do poder supremo (monopólio do uso da força militar) - não foi sinônimo de tirania - limites do poder real: costumes e tradições de privilégios para certos grupos sociais

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte A sociedade no Estado moderno - posição social determinada pelo nascimento - grupos privilegiados: clero e nobreza - grupos explorados: terceiro Estado (maioria da população) - espoliação da massa camponesa

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte O Estado absolutista - camponeses: submetidos ao pagamento de impostos - alto clero: privilégios (dízimos e isenções) - nobreza tradicional: cargos administrativos (burocracia estatal) - burguesia: beneficiada com a dinamização comercial

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte Principal exemplo de absolutismo na Europa - após a Guerra dos Cem Anos (1337-1453): fortalecimento da monarquia francesa perante os senhores feudais - Concordata de Bolonha: aumento do poder real francês sobre a Igreja - processo de centralização política (cardeais Richilieu e Mazarino) O Absolutismo francês

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte Conflitos político-religiosos - final do séc. XVI e o início do séc. XVII - católicos X huguenotes (protestantes franceses) - 1572: “Noite de São Bartolomeu” (massacre de huguenotes) - pacificação dos conflitos com a ascensão de Henrique de Navarra (Henrique IV) - início da dinastia Bourbon - conversão de Henrique IV ao catolicismo: “Paris bem vale uma missa” - Edito de Nantes (1598): liberdade de culto aos protestantes na França

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte Guerra dos Trinta Anos (1618-1648) - Bourbons (FRA) X Habsburgos (AUS + ESP) - envolveu conflitos políticos e religiosos - disputas políticas e territoriais - conflito bélico que envolveu quase toda a Europa Tratado de Westphalia (1648) - fim do poder imperial dos Habsburgo na Germânia - autonomia dos principados locais - favoreceu o poder da monarquia absolutista francesa - formação da Prússia (século XVIII)

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte O reinado de Luis XIV - Rei Sol: “O Estado sou eu” - consolidação do absolutismo francês - construção do Palácio de Versalhes - política externa expansionista e militarista - Guerra de Sucessão espanhola (1713): Espanha passa para a esfera de influência francesa - França: principal potência da Europa

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte Luis XV - início da decadência do absolutismo francês - derrota na Guerra dos Sete Anos (1756-1763) - declínio do poderio francês - perda de vastos territórios (regiões do Canadá) para a Inglaterra

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte Predomínio de cidades-repúblicas independentes Fragmentação política A Península Itálica, as Províncias Unidas e o Sacro Império

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte A Península Itálica (séculos XV e XVI) - palco de disputas entre FRA e ESP - organização política fragmentada - após a expansão marítima as cidades italianas perdem seu destaque comercial

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte As Províncias Unidas - 1587: independência em relação à Espanha - estabelecimento de companhias de comércio com o Oriente e o Ocidente - ausência de um poder político fortemente organizado em meados do séc. XVII, a ING torna-se a “nova senhora dos mares”

O Absolutismo e a Sociedade de Corte: 

O Absolutismo e a Sociedade de Corte O Sacro Império Romano Germânico - disputas políticas entre papas, imperadores e príncipes protestantes - fragmentação política surgimento de reinos de médio porte (AUS: Habsburgos)

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte visava justificar o absolutismo defesa da manutenção de um Estado forte A teoria do Estado e o poder dos reis

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte Nicolau Maquiavel (1469-1527) - Obra: “O príncipe” - ética política “razão de Estado” acima de tudo obrigação do governante é manter o poder e a segurança do país que governa - “os fins justificam os meios” Thomas Hobbes (1558-1679) - Obra: Leviatã - poder de Estado acima de tudo O Estado serve para livrar a humanidade da anarquia e do caos - “o homem é o lobo do homem”

O Absolutismo e a Sociedade de Corte: 

O Absolutismo e a Sociedade de Corte Jean Bodin (1530-1596) - Obra: “A República” Direito divino dos reis Jacques Bossuet (1627-1704) - Obra: “A política tirada da Sagrada Escritura” teoria da origem divina dos reis lema: “um rei, uma lei, uma fé”

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte A teatralização do poder: o rei onipresente - construção da imagem pública dos governantes absolutistas - projeção internacional da imagem dos monarcas - exaltação do prestígio do rei em todos os lugares do reino e até fora dele - Luis XIV: “Rei Sol” – o rei onipresente A teatralização do poder real

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte A teatralização do poder real Representações de Luis XIV, o Rei Sol

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte A sociedade de corte - os reis atraíam os nobres para as suas cortes (domesticação da nobreza) - teatralização da autoridade real - uma das principais representações do absolutismo - surgimento de uma rígida e sóbria etiqueta cortesã - corte real francesa, instalada em Versalhes A sociedade de corte

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte O açúcar e a colonização Palácio de Versalhes

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte A política econômica mercantilista - conjunto de práticas econômicas dos Estados absolutista na Idade Moderna - intervenção do Estado na economia - política externa expansionista - balança comercial favorável - protecionismo alfandegário - metalismo (acumulação de metais preciosos) O mercantilismo

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O Absolutismo e a Sociedade de Corte Franca – Colbertismo ou Industrialismo indústria de artigos finos financiada e regulada pelo Estado Principados alemães – Cameralismo - controle sobre a importação de manufaturados Espanha- Metalismo - estocagem de metais nobres Inglaterra – Comercialismo/Industrialismo - lenta e gradual diminuição da intervenção estatal - processo de acumulação primitiva de capitais

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