PalestraSao Paulo2007

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Educação Corporativa Cenários e Tendências no Brasil e no mundo São Paulo, 20 de março de 2007 Profª Drª Kira Tarapanoff Pesquisadora Visitante Departamento de Articulação Tecnológica – STI - MDIC

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Sumário 1. Economia do Conhecimento; 2. Corporações como educadoras; 3. Evolução das UCs no mundo; 4.Cenário brasileiro; 5. Universidade Corporativa e Estratégia; 6. Estágios de Desenvolvimento das UCs no Brasil e no mundo; 7. Tendências e Cenário Atual.

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Economia do Conhecimento Na Economia do Conhecimento, os recursos humanos e não o capital físico e financeiro constituem a vantagem competitiva das organizações. Fonte: (CRAWFORD, 1994).

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Economia do Conhecimento O capital humano se constitui na variável econômica crítica e a utilização do potencial humano passa a ser o objetivo da administração moderna.

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Economia do Conhecimento Organização que aprende O principal foco da administração moderna recai sobre o desenvolvimento das competências profissionais, técnicas e gerenciais essenciais para o negócio e o sucesso das estratégias empresariais.

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Economia do Conhecimento Organização que aprende Ao definir sua estratégia competitiva a empresa identifica as competências essenciais do negócio e as competências necessárias a cada função.

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Economia do Conhecimento Organização que aprende As competências individuais devem ser consideradas no seu alinhamento com as competências essenciais da corporação.

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Economia do Conhecimento Organização que aprende As organizações que aprendem realmente aprendem como entidades, o resultante conhecimento adquirido é maior que o conjunto dos conhecimentos individuais que compõem a organização. Fonte: (DE GEUS, 1997)

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Rápida obsolescência do conhecimento formalmente adquirido; necessidade de aprendizado e reciclagem contínuos nas empresas diante da dinâmica do mercado; necessidade de adquirir novos conhecimentos e competências específicas. Corporações como Educadoras Justificativa de criação

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Corporações como Educadoras As universidades corporativas marcaram a chegada da educação continuada, a serviço das principais interessadas – as empresas.

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Corporações como Educadoras Gênese Nos Estados Unidos, berço da UC, desenvolveram-se a partir dos anos 1950, junto ao Departamento de T&D - denominadas Colégios, Institutos e Academias de Aprendizagem.

Corporações como Educadoras: 

Corporações como Educadoras É creditado a General Electric de Crotonville, New Jersey, o estabelecimento da primeira universidade corporativa, em 1955.

Corporações como Educadoras: 

Corporações como Educadoras General Motors Institute - curso de graduação em Engenharia em 1945; Primeiros estudantes - obtiveram grau em 1946; Credenciamento - obtido em 1962, concedido pela North Central Association of Colleges and Schools. Fonte: (SCHARCHBURGH, 1994).

Corporações como Educadoras: 

Corporações como Educadoras No início elas eram pouco mais do que centros destinados a melhorar as habilidades dos seus técnicos.

Corporações como Educadoras Níveis : 

Corporações como Educadoras Níveis Somente treinamento;   Treinamento mais desenvolvimento gerencial e/ou executivo;    Oferta de cursos com crédito acadêmico;    Oferta de cursos que levam efetivamente ao grau acadêmico. Fonte: (ALLEN, 2002, p.4)

Evolução das Universidades Corporativas - EUA: 

Evolução das Universidades Corporativas - EUA Mais de 2000 2000 2001 2001 - 2007 1.600 1.600 2000 2000 1.200 1.200 1997 1997 800 800 1995 1995 400 400 1988 1988 NUMEROS DE INSTITUIÇÕES ANO

Evolução das Universidades Corporativas Européias (Total + ou - 100): 

Evolução das Universidades Corporativas Européias (Total + ou - 100) Fonte: (adaptado de RENAUD – COULON, 2002, p. 222)

Evolução das Universidades Corporativas América Latina: 

Evolução das Universidades Corporativas América Latina * Com o projeto da Universidade de Alimentos, a Kraft Foods Brasil conquistou o Prêmio Top em RH 2001 Centro Internacional de Centro Internacional de Educaci Educaci ó ó n n y y Desarrollo Desarrollo ( ( PDVSA/Cied PDVSA/Cied ) ) 1995 1995 Venezuela Venezuela Cemex Cemex, Telmex; FM 2000 2000 M M é é xico xico TV Globo ; ; Accor Accor , Albert ; Albert Einstain Einstain ; ; Petrobrás; Xerox ; Banco do Brasil; CEF; CEF; Embratel Embratel ; ; Kraff Kraft Foods Foods ; *; Natura Natura ; Sadia; ; Sadia; Siemens Siemens ; ; Volkswagen Volkswagen ; ; 1985 - 1985 -; com maior intensidade em 2000- 100 100 Brasil Techint Techint ; Universidad del ; Universidad del Hamb Hamb ú ú rguer rguer 2000 2000 2 2 Argentina Argentina Exemplos Criação Numero de Universidades Pais

EC no Contexto da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior – Levantamento no Brasil: 

EC no Contexto da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior – Levantamento no Brasil Desenvolvido pela Secretaria de Tecnologia Industrial, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Dados coletados no 1º semestre de 2006; Informações solicitadas a 80 organizações de EC, das quais 51 (63,8 %) responderam ao questionário. Dados analisados - de 41 questionários, que perfazem 51,25% das organizações-alvo. Disponível em: http://www.educor.desenvolvimento.gov.br

Cenário no Brasil: 

Cenário no Brasil

Cenário no Brasil Estágio atual: 

Cenário no Brasil Estágio atual 70% SÃO CONSIDERADAS CONSOLIDADAS POR SEUS GERENTES, ATUANDO NOS NÍVEIS OPERACIONAL, TÁTICO E ESTRATÉGICO Destes, 39 % atendem também a fornecedores, clientes e comunidade 10% ATIVIDADES INICIADAS 7% ATIVIDADES EM PLANEJAMENTO 13% ATIVIDADES VOLTADAS PARA GERÊNCIA MÉDIA E NÍVEIS OPERACIONAIS

Cenário no Brasil Clientela das UC: 

Cenário no Brasil Clientela das UC 19 % Não atendem à clientela externa 71 % Atendem a clientes vinculados à sua Cadeia Produtiva; 10 % Atendem a qualquer interessado

Universidade Corporativa e Estratégia: 

Universidade Corporativa e Estratégia O que torna uma universidade corporativa, corporativa, é a sua ligação com a estratégia de sua empresa.

Universidade Corporativa e Estratégia Cenário no Brasil - Finalidade: 

Universidade Corporativa e Estratégia Cenário no Brasil - Finalidade Consecução de objetivos estratégicos da organização; Viabilizar a implementação de diretrizes táticas; Capacitar pessoal para o nível operacional; Constituir uma Unidade de Negócios para a Organização; Outros. OBS: - Notável ênfase dos objetivos estratégicos Fonte: http://www.educor.desenvolvimento.gov.br

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa: 

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa Corporações de alta tecnologia, com investimentos significativos em P&D, deram início a um novo ciclo de desenvolvimento para as universidades corporativas. Ex.: Universidade Motorola, fundada em 1981 .

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa - Motorola: 

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa - Motorola Strategic learning organization; Objetivo - agente catalisador de mudança - visa transformar as intenções estratégicas da firma em ação, por meio da gestão do conhecimento e do aprendizado.

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa - Motorola: 

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa - Motorola Causar impacto a todos os membros da “família” Motorola, e em todas as partes envolvidas nas estratégias de negócios da organização: clientes, fornecedores, unidades de negócios e parceiros.

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa - Motorola: 

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa - Motorola Universidade que transforma e implanta as estratégias empresariais, por meio da gestão do conhecimento e de seu “Aprendizado Ação”, capaz de transformar intenções estratégicas em ações concretas.

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa - Motorola: 

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa - Motorola

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa: 

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa Ênfase - cada empregado na empresa deve assumir o compromisso com a produtividade da empresa para que toda a corporação esteja apta a responder à competitividade e mudanças crescentes nos mercados e ambiência Fonte: (STEWART & McGOLDRICK, 1996).

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa: 

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa Ênfase – educação continuada, onde os empregados aprendem uns com os outros e compartilham inovações e melhores práticas tendo em vista a solução de problemas reais de negócios. Fonte : (DAVENPORT & PRUSSAK, 1997)

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa Conceito de EC: 

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa Conceito de EC Conjunto de subestruturas organizacionais capazes de empreender um vigoroso processo de aprendizagem e gestão do conhecimento, consoante com a visão e missão da empresa.

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa: 

Estágios de Desenvolvimento da Educação Corporativa Fonte: ( RADEMAKER e HUIZINGA, 2000).

Níveis de desenvolvimento estratégico: 

Níveis de desenvolvimento estratégico 1º Caso: Reforçar e perpetuar o comportamento (cidadania corporativa) – Exemplos: McDonald´s, Disney, Boticário, Natura.

Níveis de desenvolvimento estratégico Educação Corporativa Natura: 

Níveis de desenvolvimento estratégico Educação Corporativa Natura Foco – princípio da perpetuidade Educação corporativa como um processo de transmissão da herança cultural a fim de perpetuar a existência da empresa. http://www.educor.desenvolvimento.gov.br/arq_oficinaii/artigo11-deniseasnis.pdf

Níveis de desenvolvimento estratégico: 

Níveis de desenvolvimento estratégico 2º Caso: Gerenciar mudanças –induzir e promover iniciativas de mudança organizacional. Exemplos: Petrobrás, TV Globo, Banco do Brasil.

Níveis de desenvolvimento estratégico Banco do Brasil - (UniBB) : 

Níveis de desenvolvimento estratégico Banco do Brasil - (UniBB) Gestão de Competências Gerenciamento das lacunas de competências; Procurar eliminá-las ou minimizá-las; Aproximar as competências existentes daquelas necessárias para a consecução dos objetivos organizacionais.

Níveis de desenvolvimento estratégico: 

Níveis de desenvolvimento estratégico 3º Caso: Direcionar e moldar a organização - universidade corporativa como força-motriz moldando direcionamentos futuros. Exemplos: Embraer; General Eletric (USA); Motorola (USA), Cap and Gemini Ernst & Young.

Níveis de desenvolvimento estratégico Caso de sucesso: 

Níveis de desenvolvimento estratégico Caso de sucesso Criada nos anos 90 a Cap Gemini Ernst & Young University (França), no ano de 2000, foi agraciada com o prêmio European Excellence Award, pela Corporate University Xchange, CUX .

Níveis de desenvolvimento estratégico Cap & Gemini- características: 

Níveis de desenvolvimento estratégico Cap & Gemini- características alinhamento com as estratégias organizacionais; desenvolvimento de alianças estratégicas com universidades; utilização de tecnologias para criar um ambiente de aprendizado contínuo; marketing inovador e técnicas de excelência.

Tendências Unir Gestão do Conhecimento e Aprendizado: 

Tendências Unir Gestão do Conhecimento e Aprendizado Uma forma de criar esta capacidade, integra quatro componentes: sistemas de conhecimento e processos; redes e parcerias; sistemas para pessoas; e processos de aprendizado. Fonte: (PRINCE e BEAVER, p.194-195).

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Tendências Unir Gestão do Conhecimento e Aprendizado

Tendências Parcerias com a Academia: 

Tendências Parcerias com a Academia Uma das grandes tendências do futuro nos treinamentos corporativos é a incorporação de créditos académicos às iniciativas de treinamentos organizacionais específicos.

Cenário Atual Parcerias com a Academia no Brasil: 

Cenário Atual Parcerias com a Academia no Brasil Forte interação com Instituições de Ensino superior; Mediana interação com Instituições de pesquisa; Atividades em que há maior nível de cooperação: docência e elaboração de metodologias e/ou material pedagógico Fonte: http://www.educor.desenvolvimento.gov.br

Cenário Atual Parcerias com a Academia em Portugal : 

Cenário Atual Parcerias com a Academia em Portugal A criação de universidades corporativas é um serviço que Universidade Fernando Pessoa – Porto (Portugal) disponibiliza através do seu Programa Integrado de Apoio a Empresas (PIAE) voltado para a PME. http://www.educor.desenvolvimento.gov.br/docs/miguel%20trigo.ppt

Cenário Atual Parcerias com a Academia em Portugal: 

Cenário Atual Parcerias com a Academia em Portugal Tecido empresarial, em Portugal é constituído por 99,9% de empresas de pequeno e médio porte. Empregam três em cada quatro trabalhadores do setor privado e representam sete em cada 1o euros produzidos no País. Fonte: (Trigo, 2007)

Tendências Educação corporativa setorial para micro e pequenas empresas: 

Tendências Educação corporativa setorial para micro e pequenas empresas Educação para setores de atividades específicas ou para determinadas categorias profissionais. http://www.educor.desenvolvimento.gov.br/arq_oficinaiii/educacaocorporativasetorial_andre%20fabio%20de%20souza.pdf

Tendências Educação corporativa setorial para micro e pequenas empresas: 

Tendências Educação corporativa setorial para micro e pequenas empresas Promovidas por associações , sindicatos ou organizações não governamentais, que realizam parcerias, envolvendo universidades ou institutos que têm competência para agregar valor aos programas educacionais.

Cenário Atual Universidade corporativa da Indústria da Paraíba: 

Cenário Atual Universidade corporativa da Indústria da Paraíba Proposta pela FIEP - voltada para a demanda do setor produtivo. Congrega a cadeia de valor (parceiros, clientes, fornecedores, distribuidores, comunidade externa em geral e profissionais que serão absorvidos pelo setor produtivo). http://www.educor.desenvolvimento.gov.br/arq_oficinaii/artigo7-franciscobenevidesgadelha.pdf

Tendências Certificação de Competências: 

Tendências Certificação de Competências Áreas de conhecimento específicas; aumento da complexidade de algumas tecnologias; necessidade de reconhecer a performance adequada de um grupo de profissionais; criou um fenômeno conhecido como “certificação profissional”

Cenário Atual Certificação de Competências: 

Cenário Atual Certificação de Competências Na década de 80 teve início no mundo de TI . Hoje é utilizado para certificar conteúdos de negócio (APICS, PMI), idiomas (TOEFL), e mais recentemente, conteúdos internos das empresas. http://www.educor.desenvolvimento.gov.br/arq_oficinaiii/certificacaoprofissional_julio%20cunha.pdf

Referências: 

Referências ALLEN, M., (Ed.) Corporate University Handbook; designing, managing, and growing a sucessful program. New York: Amacon, 2002 CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede.2.ed. Trad. Roneide Venâncio Majer. São Paulo: Ed. Paz e Terra, 1999. (A era da informação: Economia, Sociedade e Cultura, v.I). CRAWFOD, r. Na era do capital humano. Trad. Luciana B. Gouveia. São Paulo: Atlas, 1994. DAVENPORT, T.H. & PRUSAK, L. Working Knowledge. Boston, MA: Harvard Business School Press, 1997. DE GEUS, A. The Living Company. Harvard Business Review, p.51-59, March-April 1997. ÉBOLi, Marisa. Educação Corporativa no Brasil; mitos e verdades. São Paulo: Editora Gente, 2004. McCARTHY, T. The Corporate University as a strategic lever: integrating the strategic objectives of the firm with the desired outcomes of the corporate university. In: ALLEN, M., (Ed.). Corporate University Handbook; designing, managing, and growing a sucessful program. New York: Amacon, 2002. Chap 4, p.67-90. MEISTER, Jeanne C. Corporate Universities; lessons in building a world-class work force. Rev. and updated edition. New York: McGraw Hill, 1998.

Referências: 

Referências NONAKA, I., TAKEUCHI, H. e UMEMOTO, K.. A theory of organizational knowledge creation. International Journal of Technology Management, Special Issue on Unlearning and Learning for Technological Innovation, v.11, n.7/8, p. 833-845, 1996. RADEMAKERS, M & HUIZINGA, N. How strategic is your Corporate University? The New Corporate University Review, Nov./Dec.2000. RENAUD-COULON, A. Corporate Universities in Europe. In: ALLEN, M., ed. The Corporate University Handbook. New York: AMACON, 2002. Chap. 11, p.219-230. RENAUD-COULON, A. Corporate Universities, Corporate Institutes; International Evaluation and Comparison. English Version. Washington: Corporate University Enterprise, February 2002. SCHARCHBURGH, R.P. GMI: America’s co-op college – the first 75 years. Flint, MI: The GMI Press, 1994. SENGE, P.M. The Fifth Discipline; Art and Practice of the Living Organization. New York: Doublday, 1990. STEWART, J. & McGOLDRICK, J. Human Resource Development: Perspectives, Strategies and Practice. London: Pittman, 1996. TRIGO, Salvato Miguel Rombert. L`Intelligence competitive appliqué aux Institutions de L`enseignement Superieur (IES) comme element strategique de performance. Toulon-Var: Uiversité Sud Toulon-Var, 2007.

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Obrigada pela atenção! kat309@unb.br