Absolutismo

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By: filipe12345 (16 month(s) ago)

como aluno agradeço o ter postado esta apresentaçao.... a minha professora utilizou-o como intrumento de aula e gostava de poder fazer o seu download para puder estudar a partir do material que a professora utilizou obrigado!!

By: marrocan (19 month(s) ago)

Óptima apresentação! Sou professor de História e, caso ma pudesse enviar, agradecia bastante. O meu email: humoreira@hotmail.com

By: Cinha (20 month(s) ago)

Muito interessante. Os meus alunos vão adorar

Presentation Transcript

Absolutismo e Mercantilismo numa Sociedade de Ordens : 

Absolutismo e Mercantilismo numa Sociedade de Ordens

O que é o Antigo Regime? : 

O que é o Antigo Regime?

O que é o Absolutismo? : 

O que é o Absolutismo? “Não é de meu interesse tomar ao meu serviço homens de uma categoria iminente. Antes de mais é preciso estabelecer a minha própria reputação e dar a conhecer ao público, (…) que a minha intenção não é partilhar com eles a minha autoridade.” Luís XIV, Memórias

Concluindo … : 

Concluindo … Todos os poderes provenientes de Deus pertencem ao rei, não estando limitado por quaisquer outros poderes: - Faz, promulga e revoga as leis - Comanda o exército - É o supremo juiz - Chefia a administração pública - Recolhe os impostos

A origem do poder absoluto : 

A origem do poder absoluto “Os príncipes agem como ministros de Deus e seus lugares-tenentes (representantes) na Terra. É por eles que Ele exerce o seu império. É por isto que o trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. Conclui-se daqui que a pessoa dos reis é sagrada e que atentar contra eles é um sacrilégio. É preciso considerar os monarcas como coisas sagradas e quem não os considera como tal é digno de morte”. Bossuet, Politique tirée de l’Écriture Sainte (1658)

Concluindo … : 

Concluindo … O poder absoluto dos reis derivava da sua origem divina - eles eram os representantes de Deus na Terra, por isso: O rei estava desobrigado do respeito pelas leis porque só tinha que prestar contas a Deus Ninguém podia obrigar o rei a executar o que quer que fosse O rei legislava sem partilhar esse poder O rei usava a equidade, imparcialidade e misericórdia na aplicação da lei O rei era uma figura sagrada que, por isso, deveria ser exaltada.

A Corte como instrumento de poder : 

A Corte como instrumento de poder “Luís XIV não só esperava que todas as pessoas de alta posição frequentassem permanentemente a corte, como rapidamente notava a ausência dos menos importantes. (...) Quem raramente ou nunca comparecia na corte estava certo de incorrer no seu desagrado. (...) Ninguém conhecia melhor que Luís XIV a arte de sobrevalorizar um favor pela maneira como o concedia; sabia como tirar o maior partido de uma palavra, um sorriso, até um olhar. Se se dirigia a alguém todos os olhos se voltavam para quem assim era honrado. Era um sinal de favorecimento que dava sempre lugar a comentários.” Duque de Saint-Simon, Memórias (cortesão em Versalhes)

A corte como instrumento de poder : 

A corte como instrumento de poder Grandiosidade da Corte LUÍS XIV Culto da personalidade de Luís XIV Subordinação de todos os grupos sociais através da atribuição de cargos, títulos e funções

Concluindo … : 

Concluindo … O rei atraia à corte inúmeros funcionários e conselheiros da nobreza tradicional, seduzidos pela expectativa de uma mercê ou benesse real O rei permitia a existência desta sociedade de corte pois possibilitava o controlo e a disciplina da nobreza

O absolutismo em Portugal : 

O absolutismo em Portugal Lei Mental (1434) Ordenações afonsinas (sé. XV) + Ordenações Manuelinas (séc. XVI) D. João V

O absolutismo em Portugal : 

O absolutismo em Portugal “D. João V tem boa figura, rosto comprido e é moreno como a maioria dos portugueses. Usa grande cabeleira negra, empoada, e veste habitualmente com grande magnificência. Tive ensejo de o ver na capela real. Nessa ocasião cobria-lhe as vestes um longo manto de seda preta semeada de estrelas bordadas a ouro. Ama excessivamente a magnificência e a ostentação. Presentemente, está a construir, numa alta e árida montanha chamada Mafra, um palácio, uma igreja e um convento que custarão quantias fabulosas. De trajes tem uma tão grande quantidade que não poderia usá-los todos, embora não vista cada um deles mais de três vezes. Em Londres vi uma peça de sua encomenda que bem revela o seu gosto pela magnificência.” In Lettres de Lisbonne, de César Saussure

O absolutismo em Portugal : 

O absolutismo em Portugal Palácio de Mafra

Concluindo … : 

Concluindo … Luxo e ostentação na Corte ( Palácio de Mafra ) O "Rei-Sol" português Reforço da autoridade e prestígio do rei

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FIM