logging in or signing up 10ºano - Tempo geologico Alberto62 Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 215 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: September 19, 2011 This Presentation is Public Favorites: 1 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: P aulo V alentim 2010Slide 2: P aulo V alentim 2010 Perceber o significado de escalas de tempo geológico, reconhecendo que estas representam uma sequência de divisões da história da Terra, em M.a. Compreender que a datação relativa depende de informações geológicas recolhidas nos estratos. Conhecer e aplicar os princípios estratigráficos na determinação da idade relativa de rochas, estratos ou fósseis. Interpretar as informações fornecidas pelos fósseis como dados fulcrais para reconstituição da história da Terra. Reconhecer a importância dos fósseis de idade na determinação da idade relativa das rochas. Reconhecer que os métodos radiométricos permitem a datação absoluta das rochas. Relacionar as principais divisões da escala de tempo com momentos de grandes extinções.Slide 3: O tempo geológico é muito longo e a Terra tem uma idade aproximada de 4600 M.a . Estes acontecimentos podem ser datados, contribuindo para a compreensão da história da Terra . P aulo V alentim 2010Slide 4: O tempo é contínuo , flui e não está dividido em unidades limitadas por zonas ou superfícies, em que possa ter parado ou simplesmente não tenha existido. P aulo V alentim 2010Slide 5: Compreender a evolução do planeta é motivo suficiente para ordenar cronologicamente os acontecimentos geológicos que estiveram por trás dessa evolução. São necessários instrumentos e informações que ajudem a datar acontecimentos e a partir daqui reconstruir a história do nosso planeta . P aulo V alentim 2010Slide 6: Corresponde ao estabelecimento da idade de uns estratos em relação a outros, ou seja, determinar qual o estrato mais antigo e qual o mais recente . Para esta datação aplica-se um conjunto de vários princípios estratigráficos . P aulo V alentim 2010Slide 7: Estratigrafia Ramo da Geologia que trata do estudo, descrição, correlação de idades e classificação das rochas sedimentares . Estratificação Estrutura mais comum das rochas sedimentares, que resulta da deposição horizontal dos sedimentos por acção da gravidade. P aulo V alentim 2010Slide 8: Sequência estratigráfica Sucessão de estratos , de espessura variável. Forma-se um novo estrato sempre que ocorre uma variação brusca: no tipo de sedimentos ; uma pausa na sedimentação ; alteração das condições abióticas do meio. P aulo V alentim 2010Slide 9: Os princípios estratigráficos são fundamentais no estabelecimento da cronologia relativa , tomando em consideração as relações espaciais entre os estratos. P aulo V alentim 2010Slide 10: Refere que a deposição dos sedimentos ocorre numa posição horizontal . Qualquer fenómeno que altere a horizontalidade das camadas é sempre posterior à sedimentação. Este princípio foi definido por Nicolau Steno após ter feito observações em diferentes ambientes de sedimentação . P aulo V alentim 2010Slide 11: Numa sequência não deformada de rochas sedimentares , uma camada de sedimentos é mais recente do que a que está por baixo e mais antiga do que a que se situa por cima . A camada 2 é mais antiga que a camada 3 e mais recente que a camada 1 . Este pressuposto permite analisar um perfil vertical de camadas como uma linha de tempo vertical . P aulo V alentim 2010Slide 12: devido à não ocorrência de sedimentação no local ou à erosão de estratos que existiam. Discordâncias estratigráficas ou lacunas Descontinuidades no registo geológico, marcadas pela ausência de estratos , P aulo V alentim 2010Slide 13: Discordâncias estratigráficas ou lacunas A correlação foi estabelecida a partir dos fósseis existentes nos estratos. Os estratos em falta na coluna da direita foram erodidos antes da deposição de outros estratos, comuns às duas sequências. P aulo V alentim 2010Slide 14: P aulo V alentim 2010Slide 15: Os estratos podem estender-se lateralmente por longas distâncias . Assim, um estrato delimitado por um muro ou por um tecto, e com determinadas propriedades litológicas, possui a mesma idade em toda a sua extensão lateral . P aulo V alentim 2010Slide 16: O uso dos fósseis para datação relativa das rochas iniciou-se no século XIX, por William Smith, um engenheiro inglês. Este engenheiro inglês verificou que rochas com localizações geográficas distintas podiam apresentar o mesmo conteúdo fóssil . P aulo V alentim 2010Slide 17: Rochas que apresentem o mesmo conteúdo fossilífero possuem provavelmente a mesma idade , independentemente da sua distribuição geográfica actual. P aulo V alentim 2010Slide 18: Estratos que contêm os mesmos fósseis têm a mesma idade e formaram-se em ambientes semelhantes . Os fósseis permitem relacionar estratos rochosos, mesmo que estes se encontrem muito afastados . P aulo V alentim 2010Slide 19: Fósseis são restos de seres vivos , ou vestígios da sua actividade , que viveram há muitos anos no nosso planeta e que se formaram na rocha que os contém. Permitem conhecer as transformações por que passou a Terra. P aulo V alentim 2010Slide 20: Os Fósseis permitem conhecer diversas informações sobre o modo de vida dos respectivos seres vivos do passado. Locomoção Alimentação Reprodução P aulo V alentim 2010Slide 21: Permitem escrever a história da vida , fornecem aos geólogos um meio de estabelecerem a idade relativa dos estratos e fornecem pistas para a reconstituição dos paleoambientes . P aulo V alentim 2010Slide 22: Geologia Ciência que estuda a Terra, a sua história e as transformações que nela ocorrem. Paleontologia Ciência que estuda os fósseis. Paleontólogos – cientistas que estudam os fósseis. P aulo V alentim 2010Slide 23: Normalmente são as partes mais resistentes dos organismos que fossilizam (troncos, carapaças, ossos, conchas, dentes,…) Tende a ocorrer decomposição ou remoção das partes moles. Estas são mais sensíveis aos agentes decompositores ou físico-químicos. P aulo V alentim 2010Slide 24: A existência de um esqueleto/partes duras (conchas, dentes, ossos…) fossilizam mais facilmente que as partes moles. O habitat em bacias de sedimentação a fossilização ocorre mais facilmente em meio aquático. Os sedimentos serem finos e impermeáveis diminui o contacto com o ar/água e o desenvolvimento de bactérias/fungos, o que provocaria a decomposição do organismo. A abundância da espécie Quanto maior é o número de seres vivos, maior é a probabilidade de fossilizarem. P aulo V alentim 2010Slide 25: Fossilização – conjunto de processos que permitem a preservação dos vestígios de seres vivos que existiram no passado. É, no entanto, um fenómeno raro na Natureza. P aulo V alentim 2010Slide 26: Ao morrerem, os restos dos organismos acumulam-se no fundo do mar e são rapidamente cobertos por partículas transportadas pela água , como as areias e as argilas. Os seus restos ficam, assim, protegidos do contacto com organismos decompositores e com o oxigénio , o que evita a sua degradação . A acumulação sucessiva de sedimentos sobre os fragmentos dos organismos vai provocando a sua compactação . P aulo V alentim 2010Slide 27: À medida que a rocha onde se encontram restos de organismos – conchas , ossos , dentes – vai sendo lentamente consolidada, as substâncias que constituíam estes fragmentos são progressivamente substituídas por determinados minerais , como por exemplo, a calcite. Milhões de anos depois , as rochas que contêm os fósseis podem ficar expostas à superfície em consequência de movimentos tectónicos e da erosão. P aulo V alentim 2010Slide 28: Podem considerar-se vários tipos de fossilização : Conservação total (mumificação) Conservação parcial Moldagem Impressão Mineralização Marcas P aulo V alentim 2010Slide 29: Mamute conservado nos gelos da Sibéria Insectos aprisionados em âmbar É o mais raro processo de fossilização. Implica que o ser vivo fique envolvido logo após a sua morte, por uma substância impermeável , como, por exemplo, âmbar ou gelo. P aulo V alentim 2010Slide 30: Aglomerado de conchas Esqueleto parcial As formações duras de organismos (esqueleto, conchas…) também podem permanecer incluídas nas rochas por resistirem à decomposição. P aulo V alentim 2010Slide 31: Molde externo e interno de trilobite Concha de Turritela Tipo de fossilização em que o ser vivo desapareceu totalmente , deixando um molde das suas partes duras (conchas, dentes, ossos…) nas rochas sedimentares. P aulo V alentim 2010Slide 32: O organismo ou partes imprimem um molde em sedimentos finos , que o envolvem ou preenchem , que persiste, mesmo que o organismo seja posteriormente destruído. Molde interno de um bivalve Molde externo de um bivalve P aulo V alentim 2010Slide 33: Neste processo diferenciam-se duas formas de relevo: Molde externo quando a parte exterior do ser vivo desaparece , deixando a sua forma gravada nas rochas que o envolveram. Molde interno quando os sedimentos finos entraram no interio r da parte dura (ex: concha) e quando esta se dissolve fica o molde da parte interior. P aulo V alentim 2010Slide 34: Molde interno de Amonite Molde interno de Gastrópode Molde externo de Gastrópode Molde externo de Artrópode P aulo V alentim 2010Slide 35: Podem formar-se contramoldes dos moldes internos e externos , se estes forem, posteriormente, preenchidos por sedimentos . Contramolde P aulo V alentim 2010Slide 36: Tipo de moldagem originada por órgãos achatados , como asas de insectos e folhas de plantas. P aulo V alentim 2010Slide 37: Trilobite Amonites Processo que consiste na substituição gradual das substâncias originais do ser vivo por substâncias minerais , mantendo com perfeição as características originais. P aulo V alentim 2010Slide 38: P aulo V alentim 2010 Trilobite Tronco Bivalve AmoniteSlide 39: Dentes de tubarão Dentes de cavalo Vértebra de Dinossauro Esqueleto de peixe P aulo V alentim 2010Slide 40: Pegadas - dinossauros Ovos - dinossauros Coprólitos - dinossauros P aulo V alentim 2010 Tipo de fossilização mais abundante em que permanecem vestígios deixados pelos seres vivos. Este processo fornece informações importantes sobre a locomoção (pegadas), a reprodução (ovos fósseis), a alimentação (fezes fossilizadas)…Slide 41: P aulo V alentim 2010Slide 42: Fósseis de idade – permitem datar os terrenos/rochas onde se encontram, por serem contemporâneos da sua formação, ou seja, terem a mesma idade . Características: Surgem apenas num determinado intervalo de tempo. Esse intervalo de tempo corresponde a um curto período de tempo geológico. Apresentam uma grande área de distribuição geográfica. São em número muito elevado. P aulo V alentim 2010Slide 43: Paleozóico Graptólito Trilobite Mesozóico Parasauroloplus (Dinossauro) Amonite Cenozóico Pecten (bivalve) Australopitecus P aulo V alentim 2010Slide 44: Toda a estrutura que intersecta outra é mais recente do que ela. Fragmentos de rochas incorporados noutra rocha são mais antigos do que a rocha que os engloba. P aulo V alentim 2010Slide 45: P aulo V alentim 2010Slide 46: P aulo V alentim 2010Slide 47: Amonites – animais marinhos planctónicos e carnívoros, usavam os seus tentáculos como pés para se deslocarem. Fósseis de seres que permitem, pela sua presença, conhecer as condições do ambiente em que as rochas que os contém se formaram. Exemplos: Corais – vivem em mares pouco profundos (< 50m), de águas límpidas e quentes (25ºC a 29ºC). P aulo V alentim 2010Slide 48: A datação absoluta permite determinar a idade de uma rocha , estrato ou fóssil em unidades de tempo geológico . Quando se determina a idade absoluta das rochas, entramos na Geocronologia – a escala utilizada é 1 milhão de anos (M.a). P aulo V alentim 2010Slide 49: Em 1896, Henri Becquerel, um físico francês, descobriu a radioactividade no urânio, introduzindo um importante avanço na física moderna. O potássio (k), o rubídio (Rb), o tório (Th), entre outros, também apresentam instabilidade e sofrem desintegração radioactiva . P aulo V alentim 2010Slide 50: Em 1905, o físico Ernest Rutherford sugeriu que os princípios da radioactividade podiam ser aplicados para medições mais objectivas e fiáveis da idade das rochas. Tornou-se claro que a Terra apresentava uma idade superior à anterior referida, apoiando as previsões teóricas de muitos geólogos. P aulo V alentim 2010Slide 51: Os átomos dos isótopos radioactivos instáveis recebem o nome de isótopos-pai que, ao se desintegrarem , são designados por isótopos- filho , mais estáveis . P aulo V alentim 2010Slide 52: O tempo necessário à transformação de metade do número de átomos iniciais de uma amostra em átomos estáveis período de semi- transformação. P aulo V alentim 2010Slide 53: P aulo V alentim 2010Slide 54: P aulo V alentim 2010 Esta escala contém dois Éons (idade geocronológica mais ampla): Criptozóico (rochas à partida desprovidas de fósseis); Fanerozóico (rochas dotadas de fósseis). Os Éons subdividem-se em Eras (caracterizadas pelos grupos de animais que nelas dominaram). Estas, por sua vez, subdividem-se em Períodos .Slide 55: Ao longo da sua extensa história , a Terra tem sido afectada por eventos marcantes, alguns de carácter cósmico ou geológico , outros relacionados com a fantástica evolução da vida : P aulo V alentim 2010Slide 56: P aulo V alentim 2010 (4600 M.a. – 540 M.a.) Formação da Terra. Origem da vida . Primeiros organismos unicelulares e pluricelulares . Primeiras algas produtoras de oxigénio. Fósseis: Estromatólitos Fósseis de EdiacaraSlide 57: P aulo V alentim 2010 (540 M.a. – 250 M.a.) Primeiros organismos com concha e esqueleto externo – Trilobites. Peixes evoluíram no mar. Anfíbios e répteis começaram a ocupar os continentes. Grande desenvolvimento das plantas terrestres – fetos e coníferas. Extinção de 60% das espécies existentes .Slide 58: P aulo V alentim 2010 (250 M.a. – 65 M.a.) Primeiros répteis marinhos, dinossauros e mamíferos. Domínio das amonites e dos dinossauros. Primeiras aves (ainda com dentes). Primeiras plantas com flor Extinção dos dinossauros e de muitas outras espécies.Slide 59: P aulo V alentim 2010 (65 M.a. – actualidade) Grande desenvolvimento das aves e mamíferos. Flora dominante constituída por plantas com flor. Primeiros primatas. Os mamíferos tornam-se dominantes. Surge o ser humano.Slide 60: P aulo V alentim 2010Slide 61: P aulo V alentim 2010Slide 62: P aulo V alentim 2010 DIAS, A. G.; GUIMARÃES, P.; ROCHA, P., Geologia 10, Areal Editores , Porto, Portugal, 2003. LOURENÇO, M. H.; RAMOS, J. C.; JÁCOME, M. G., Da Biologia e da Geologia, Geologia 10º. Lisboa Editora , Lisboa, Portugal, 2003. MARQUES, M. Uma Breve História Natural da Terra – Geologia. Edições Asa , Lisboa, Portugal, 2010. OLIVEIRA, Ó.; RIBEIRO, E.; SILVA, J. C. Desafios – Biologia e Geologia 10º Ano, vol. I , Edições Asa, Lisboa, Portugal, 2010. REIS, J.; LEMOS, P.; GUIMARÃES, A., Preparação para o Exame Nacional 2010 – Biologia e Geologia 11 , Porto, Portugal, 2010. SILVA, A. D. e outros, Terra, Universo de Vida – Geologia. Biologia e Geologia 10º Ano, Porto Editora, Porto, Portugal, 2010. http://www.netxplica.com/ - Princípios da Estratigrafia . You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
10ºano - Tempo geologico Alberto62 Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 215 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: September 19, 2011 This Presentation is Public Favorites: 1 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: P aulo V alentim 2010Slide 2: P aulo V alentim 2010 Perceber o significado de escalas de tempo geológico, reconhecendo que estas representam uma sequência de divisões da história da Terra, em M.a. Compreender que a datação relativa depende de informações geológicas recolhidas nos estratos. Conhecer e aplicar os princípios estratigráficos na determinação da idade relativa de rochas, estratos ou fósseis. Interpretar as informações fornecidas pelos fósseis como dados fulcrais para reconstituição da história da Terra. Reconhecer a importância dos fósseis de idade na determinação da idade relativa das rochas. Reconhecer que os métodos radiométricos permitem a datação absoluta das rochas. Relacionar as principais divisões da escala de tempo com momentos de grandes extinções.Slide 3: O tempo geológico é muito longo e a Terra tem uma idade aproximada de 4600 M.a . Estes acontecimentos podem ser datados, contribuindo para a compreensão da história da Terra . P aulo V alentim 2010Slide 4: O tempo é contínuo , flui e não está dividido em unidades limitadas por zonas ou superfícies, em que possa ter parado ou simplesmente não tenha existido. P aulo V alentim 2010Slide 5: Compreender a evolução do planeta é motivo suficiente para ordenar cronologicamente os acontecimentos geológicos que estiveram por trás dessa evolução. São necessários instrumentos e informações que ajudem a datar acontecimentos e a partir daqui reconstruir a história do nosso planeta . P aulo V alentim 2010Slide 6: Corresponde ao estabelecimento da idade de uns estratos em relação a outros, ou seja, determinar qual o estrato mais antigo e qual o mais recente . Para esta datação aplica-se um conjunto de vários princípios estratigráficos . P aulo V alentim 2010Slide 7: Estratigrafia Ramo da Geologia que trata do estudo, descrição, correlação de idades e classificação das rochas sedimentares . Estratificação Estrutura mais comum das rochas sedimentares, que resulta da deposição horizontal dos sedimentos por acção da gravidade. P aulo V alentim 2010Slide 8: Sequência estratigráfica Sucessão de estratos , de espessura variável. Forma-se um novo estrato sempre que ocorre uma variação brusca: no tipo de sedimentos ; uma pausa na sedimentação ; alteração das condições abióticas do meio. P aulo V alentim 2010Slide 9: Os princípios estratigráficos são fundamentais no estabelecimento da cronologia relativa , tomando em consideração as relações espaciais entre os estratos. P aulo V alentim 2010Slide 10: Refere que a deposição dos sedimentos ocorre numa posição horizontal . Qualquer fenómeno que altere a horizontalidade das camadas é sempre posterior à sedimentação. Este princípio foi definido por Nicolau Steno após ter feito observações em diferentes ambientes de sedimentação . P aulo V alentim 2010Slide 11: Numa sequência não deformada de rochas sedimentares , uma camada de sedimentos é mais recente do que a que está por baixo e mais antiga do que a que se situa por cima . A camada 2 é mais antiga que a camada 3 e mais recente que a camada 1 . Este pressuposto permite analisar um perfil vertical de camadas como uma linha de tempo vertical . P aulo V alentim 2010Slide 12: devido à não ocorrência de sedimentação no local ou à erosão de estratos que existiam. Discordâncias estratigráficas ou lacunas Descontinuidades no registo geológico, marcadas pela ausência de estratos , P aulo V alentim 2010Slide 13: Discordâncias estratigráficas ou lacunas A correlação foi estabelecida a partir dos fósseis existentes nos estratos. Os estratos em falta na coluna da direita foram erodidos antes da deposição de outros estratos, comuns às duas sequências. P aulo V alentim 2010Slide 14: P aulo V alentim 2010Slide 15: Os estratos podem estender-se lateralmente por longas distâncias . Assim, um estrato delimitado por um muro ou por um tecto, e com determinadas propriedades litológicas, possui a mesma idade em toda a sua extensão lateral . P aulo V alentim 2010Slide 16: O uso dos fósseis para datação relativa das rochas iniciou-se no século XIX, por William Smith, um engenheiro inglês. Este engenheiro inglês verificou que rochas com localizações geográficas distintas podiam apresentar o mesmo conteúdo fóssil . P aulo V alentim 2010Slide 17: Rochas que apresentem o mesmo conteúdo fossilífero possuem provavelmente a mesma idade , independentemente da sua distribuição geográfica actual. P aulo V alentim 2010Slide 18: Estratos que contêm os mesmos fósseis têm a mesma idade e formaram-se em ambientes semelhantes . Os fósseis permitem relacionar estratos rochosos, mesmo que estes se encontrem muito afastados . P aulo V alentim 2010Slide 19: Fósseis são restos de seres vivos , ou vestígios da sua actividade , que viveram há muitos anos no nosso planeta e que se formaram na rocha que os contém. Permitem conhecer as transformações por que passou a Terra. P aulo V alentim 2010Slide 20: Os Fósseis permitem conhecer diversas informações sobre o modo de vida dos respectivos seres vivos do passado. Locomoção Alimentação Reprodução P aulo V alentim 2010Slide 21: Permitem escrever a história da vida , fornecem aos geólogos um meio de estabelecerem a idade relativa dos estratos e fornecem pistas para a reconstituição dos paleoambientes . P aulo V alentim 2010Slide 22: Geologia Ciência que estuda a Terra, a sua história e as transformações que nela ocorrem. Paleontologia Ciência que estuda os fósseis. Paleontólogos – cientistas que estudam os fósseis. P aulo V alentim 2010Slide 23: Normalmente são as partes mais resistentes dos organismos que fossilizam (troncos, carapaças, ossos, conchas, dentes,…) Tende a ocorrer decomposição ou remoção das partes moles. Estas são mais sensíveis aos agentes decompositores ou físico-químicos. P aulo V alentim 2010Slide 24: A existência de um esqueleto/partes duras (conchas, dentes, ossos…) fossilizam mais facilmente que as partes moles. O habitat em bacias de sedimentação a fossilização ocorre mais facilmente em meio aquático. Os sedimentos serem finos e impermeáveis diminui o contacto com o ar/água e o desenvolvimento de bactérias/fungos, o que provocaria a decomposição do organismo. A abundância da espécie Quanto maior é o número de seres vivos, maior é a probabilidade de fossilizarem. P aulo V alentim 2010Slide 25: Fossilização – conjunto de processos que permitem a preservação dos vestígios de seres vivos que existiram no passado. É, no entanto, um fenómeno raro na Natureza. P aulo V alentim 2010Slide 26: Ao morrerem, os restos dos organismos acumulam-se no fundo do mar e são rapidamente cobertos por partículas transportadas pela água , como as areias e as argilas. Os seus restos ficam, assim, protegidos do contacto com organismos decompositores e com o oxigénio , o que evita a sua degradação . A acumulação sucessiva de sedimentos sobre os fragmentos dos organismos vai provocando a sua compactação . P aulo V alentim 2010Slide 27: À medida que a rocha onde se encontram restos de organismos – conchas , ossos , dentes – vai sendo lentamente consolidada, as substâncias que constituíam estes fragmentos são progressivamente substituídas por determinados minerais , como por exemplo, a calcite. Milhões de anos depois , as rochas que contêm os fósseis podem ficar expostas à superfície em consequência de movimentos tectónicos e da erosão. P aulo V alentim 2010Slide 28: Podem considerar-se vários tipos de fossilização : Conservação total (mumificação) Conservação parcial Moldagem Impressão Mineralização Marcas P aulo V alentim 2010Slide 29: Mamute conservado nos gelos da Sibéria Insectos aprisionados em âmbar É o mais raro processo de fossilização. Implica que o ser vivo fique envolvido logo após a sua morte, por uma substância impermeável , como, por exemplo, âmbar ou gelo. P aulo V alentim 2010Slide 30: Aglomerado de conchas Esqueleto parcial As formações duras de organismos (esqueleto, conchas…) também podem permanecer incluídas nas rochas por resistirem à decomposição. P aulo V alentim 2010Slide 31: Molde externo e interno de trilobite Concha de Turritela Tipo de fossilização em que o ser vivo desapareceu totalmente , deixando um molde das suas partes duras (conchas, dentes, ossos…) nas rochas sedimentares. P aulo V alentim 2010Slide 32: O organismo ou partes imprimem um molde em sedimentos finos , que o envolvem ou preenchem , que persiste, mesmo que o organismo seja posteriormente destruído. Molde interno de um bivalve Molde externo de um bivalve P aulo V alentim 2010Slide 33: Neste processo diferenciam-se duas formas de relevo: Molde externo quando a parte exterior do ser vivo desaparece , deixando a sua forma gravada nas rochas que o envolveram. Molde interno quando os sedimentos finos entraram no interio r da parte dura (ex: concha) e quando esta se dissolve fica o molde da parte interior. P aulo V alentim 2010Slide 34: Molde interno de Amonite Molde interno de Gastrópode Molde externo de Gastrópode Molde externo de Artrópode P aulo V alentim 2010Slide 35: Podem formar-se contramoldes dos moldes internos e externos , se estes forem, posteriormente, preenchidos por sedimentos . Contramolde P aulo V alentim 2010Slide 36: Tipo de moldagem originada por órgãos achatados , como asas de insectos e folhas de plantas. P aulo V alentim 2010Slide 37: Trilobite Amonites Processo que consiste na substituição gradual das substâncias originais do ser vivo por substâncias minerais , mantendo com perfeição as características originais. P aulo V alentim 2010Slide 38: P aulo V alentim 2010 Trilobite Tronco Bivalve AmoniteSlide 39: Dentes de tubarão Dentes de cavalo Vértebra de Dinossauro Esqueleto de peixe P aulo V alentim 2010Slide 40: Pegadas - dinossauros Ovos - dinossauros Coprólitos - dinossauros P aulo V alentim 2010 Tipo de fossilização mais abundante em que permanecem vestígios deixados pelos seres vivos. Este processo fornece informações importantes sobre a locomoção (pegadas), a reprodução (ovos fósseis), a alimentação (fezes fossilizadas)…Slide 41: P aulo V alentim 2010Slide 42: Fósseis de idade – permitem datar os terrenos/rochas onde se encontram, por serem contemporâneos da sua formação, ou seja, terem a mesma idade . Características: Surgem apenas num determinado intervalo de tempo. Esse intervalo de tempo corresponde a um curto período de tempo geológico. Apresentam uma grande área de distribuição geográfica. São em número muito elevado. P aulo V alentim 2010Slide 43: Paleozóico Graptólito Trilobite Mesozóico Parasauroloplus (Dinossauro) Amonite Cenozóico Pecten (bivalve) Australopitecus P aulo V alentim 2010Slide 44: Toda a estrutura que intersecta outra é mais recente do que ela. Fragmentos de rochas incorporados noutra rocha são mais antigos do que a rocha que os engloba. P aulo V alentim 2010Slide 45: P aulo V alentim 2010Slide 46: P aulo V alentim 2010Slide 47: Amonites – animais marinhos planctónicos e carnívoros, usavam os seus tentáculos como pés para se deslocarem. Fósseis de seres que permitem, pela sua presença, conhecer as condições do ambiente em que as rochas que os contém se formaram. Exemplos: Corais – vivem em mares pouco profundos (< 50m), de águas límpidas e quentes (25ºC a 29ºC). P aulo V alentim 2010Slide 48: A datação absoluta permite determinar a idade de uma rocha , estrato ou fóssil em unidades de tempo geológico . Quando se determina a idade absoluta das rochas, entramos na Geocronologia – a escala utilizada é 1 milhão de anos (M.a). P aulo V alentim 2010Slide 49: Em 1896, Henri Becquerel, um físico francês, descobriu a radioactividade no urânio, introduzindo um importante avanço na física moderna. O potássio (k), o rubídio (Rb), o tório (Th), entre outros, também apresentam instabilidade e sofrem desintegração radioactiva . P aulo V alentim 2010Slide 50: Em 1905, o físico Ernest Rutherford sugeriu que os princípios da radioactividade podiam ser aplicados para medições mais objectivas e fiáveis da idade das rochas. Tornou-se claro que a Terra apresentava uma idade superior à anterior referida, apoiando as previsões teóricas de muitos geólogos. P aulo V alentim 2010Slide 51: Os átomos dos isótopos radioactivos instáveis recebem o nome de isótopos-pai que, ao se desintegrarem , são designados por isótopos- filho , mais estáveis . P aulo V alentim 2010Slide 52: O tempo necessário à transformação de metade do número de átomos iniciais de uma amostra em átomos estáveis período de semi- transformação. P aulo V alentim 2010Slide 53: P aulo V alentim 2010Slide 54: P aulo V alentim 2010 Esta escala contém dois Éons (idade geocronológica mais ampla): Criptozóico (rochas à partida desprovidas de fósseis); Fanerozóico (rochas dotadas de fósseis). Os Éons subdividem-se em Eras (caracterizadas pelos grupos de animais que nelas dominaram). Estas, por sua vez, subdividem-se em Períodos .Slide 55: Ao longo da sua extensa história , a Terra tem sido afectada por eventos marcantes, alguns de carácter cósmico ou geológico , outros relacionados com a fantástica evolução da vida : P aulo V alentim 2010Slide 56: P aulo V alentim 2010 (4600 M.a. – 540 M.a.) Formação da Terra. Origem da vida . Primeiros organismos unicelulares e pluricelulares . Primeiras algas produtoras de oxigénio. Fósseis: Estromatólitos Fósseis de EdiacaraSlide 57: P aulo V alentim 2010 (540 M.a. – 250 M.a.) Primeiros organismos com concha e esqueleto externo – Trilobites. Peixes evoluíram no mar. Anfíbios e répteis começaram a ocupar os continentes. Grande desenvolvimento das plantas terrestres – fetos e coníferas. Extinção de 60% das espécies existentes .Slide 58: P aulo V alentim 2010 (250 M.a. – 65 M.a.) Primeiros répteis marinhos, dinossauros e mamíferos. Domínio das amonites e dos dinossauros. Primeiras aves (ainda com dentes). Primeiras plantas com flor Extinção dos dinossauros e de muitas outras espécies.Slide 59: P aulo V alentim 2010 (65 M.a. – actualidade) Grande desenvolvimento das aves e mamíferos. Flora dominante constituída por plantas com flor. Primeiros primatas. Os mamíferos tornam-se dominantes. Surge o ser humano.Slide 60: P aulo V alentim 2010Slide 61: P aulo V alentim 2010Slide 62: P aulo V alentim 2010 DIAS, A. G.; GUIMARÃES, P.; ROCHA, P., Geologia 10, Areal Editores , Porto, Portugal, 2003. LOURENÇO, M. H.; RAMOS, J. C.; JÁCOME, M. G., Da Biologia e da Geologia, Geologia 10º. Lisboa Editora , Lisboa, Portugal, 2003. MARQUES, M. Uma Breve História Natural da Terra – Geologia. Edições Asa , Lisboa, Portugal, 2010. OLIVEIRA, Ó.; RIBEIRO, E.; SILVA, J. C. Desafios – Biologia e Geologia 10º Ano, vol. I , Edições Asa, Lisboa, Portugal, 2010. REIS, J.; LEMOS, P.; GUIMARÃES, A., Preparação para o Exame Nacional 2010 – Biologia e Geologia 11 , Porto, Portugal, 2010. SILVA, A. D. e outros, Terra, Universo de Vida – Geologia. Biologia e Geologia 10º Ano, Porto Editora, Porto, Portugal, 2010. http://www.netxplica.com/ - Princípios da Estratigrafia .