7ºano - A Terra e a sua historia

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P aulo V alentim 2007

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P aulo V alentim 2007  Conhecer o conceito de Fóssil.  Compreender o conceito de Fossilização.  Distinguir os diferentes tipos de Fossilização.  Reconhecer fósseis como indicadores de idade e de ambientes.  Explicar os princípios básicos da estratigrafia.  Compreender a importância dos fósseis na reconstituição da História da Terra.  Compreender que a História da Terra se divide em Eras.  Reconhecer a importância da preservação do Património Paleontológico.

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P aulo V alentim 2007  Todo o conhecimento que possuímos acerca do passado da Terra deve-se aos registos fósseis presentes nas rochas. Os fósseis encontram-se geralmente nas rochas sedimentares .  formam-se por deposição dos sedimentos que se dispõem em camadas sucessivas e sobrepostas – estratos.  os estratos são paralelos e horizontais.  os estratos mais recentes sobrepõem-se aos mais antigos.

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P aulo V alentim 2007  Geologia – Ciência que estuda a Terra, a sua história e as transformações que nela ocorrem.  Paleontologia  Ciência que estuda os fósseis.  Paleontólogos – cientistas que estudam os fósseis.

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P aulo V alentim 2007  Fósseis são restos de seres vivos , ou vestígios da sua actividade , que viveram há muitos anos no nosso planeta e que se formaram na rocha que os contém. Permitem conhecer as transformações por que passou a Terra.  Dos organismos vivos que existiram na Terra em épocas passadas, apenas uma parte foi preservada sob a forma de fósseis. PORQUE  As plantas e animais vivos podem ser atacados e comidos por predadores.  Os organismos mortos podem ser comidos por animais necrófagos.

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P aulo V alentim 2007  Os Fósseis permitem conhecer diversas informações sobre o modo de vida dos respectivos seres vivos do passado.  Locomoção  Alimentação  Reprodução

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P aulo V alentim 2007  Fossilização – conjunto de processos que permitem a preservação dos vestígios de seres vivos que existiram no passado. É, no entanto, um fenómeno raro na Natureza.  Podem considerar-se vários tipos de fossilização:  Conservação total (mumificação)  Conservação parcial  Mineralização  Moldagem  Impressão  Marcas

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P aulo V alentim 2007 Ao morrerem, os restos dos organismos acumulam-se no fundo do mar e são rapidamente cobertos por partículas transportadas pela água, como as areias e as argilas. Os seus restos ficam, assim, protegidos do contacto com organismos decompositores e com o oxigénio , o que evita a sua degradação . A acumulação sucessiva de sedimentos sobre os fragmentos dos organismos vai provocando a sua compactação .

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P aulo V alentim 2007 À medida que a rocha onde se encontram restos de organismos – conchas , ossos , dentes – vai sendo lentamente consolidada, as substâncias que constituíam estes fragmentos são progressivamente substituídas por determinados minerais , como por exemplo, a calcite. Milhões de anos depois , as rochas que contêm os fósseis podem ficar expostas à superfície em consequência de movimentos tectónicos e da erosão.

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P aulo V alentim 2007  A existência de um esqueleto/partes duras  (conchas, dentes, ossos…) fossilizam mais facilmente que as partes moles.  O habitat em bacias de sedimentação  a fossilização ocorre mais facilmente em meio aquático.  Os sedimentos serem finos e impermeáveis  diminui o contacto com o ar/água e o desenvolvimento de bactérias/fungos, o que provocaria a decomposição do organismo.  A abundância da espécie  Quanto maior é o número de seres vivos, maior é a probabilidade de fossilizarem.

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P aulo V alentim 2007 Mamute conservado nos gelos da Sibéria Insectos aprisionados em âmbar MUMIFICAÇÃO / CONSERVAÇÃO TOTAL  É o mais raro processo de fossilização.  Implica que o ser vivo fique envolvido logo após a sua morte, por uma substância impermeável, como, por exemplo, âmbar ou gelo.

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P aulo V alentim 2007 CONSERVAÇÃO PARCIAL  As formações duras de organismos (esqueleto, conchas…) também podem permanecer incluídas nas rochas por resistirem à decomposição. Aglomerado de conchas Esqueleto parcial

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P aulo V alentim 2007 Trilobite MINERALIZAÇÃO  Processo que consiste na substituição gradual das substâncias originais do ser vivo por substâncias minerais, mantendo com perfeição as características originais. Amonites

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P aulo V alentim 2007 Molde externo e interno de trilobite MOLDAGEM  Tipo de fossilização em que o ser vivo desapareceu totalmente, deixando um molde das suas partes duras (conchas, dentes, ossos…) nas rochas sedimentares. Concha de Turritela

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P aulo V alentim 2007 Neste processo diferenciam-se duas formas de relevo: Molde externo  quando a parte exterior do ser vivo desaparece, deixando a sua forma gravada nas rochas que o envolveram. Molde interno  quando os sedimentos entraram no interior da parte dura (ex: concha) e quando esta se dissolve fica o molde da parte interior.

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P aulo V alentim 2007 IMPRESSÃO  Quando as folhas deixam marcas nas rochas.

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2007 Pegadas - dinossauros Ovos - dinossauros MARCAS  Tipo de fossilização mais abundante em que permanecem vestígios deixados pelos seres vivos. Este processo fornece informações importantes sobre a locomoção (pegadas), a reprodução (ovos fósseis), a alimentação (fezes fossilizadas)… Coprólitos - dinossauros P aulo V alentim

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P aulo V alentim 2007  Os fósseis dão-nos diversas informações para a reconstituição da História da Terra , entre estas destacam-se:  idade relativa das rochas  conhecimento dos climas do passado  conhecimento dos ambientes do passado  evolução dos seres vivos Para obter estas informações os cientistas baseiam-se no:  Princípio das causas actuais – os processos que actuaram ao longo de toda a história da Terra são os mesmos que actuam hoje.

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P aulo V alentim 2007  Os “ fósseis vivos” são seres vivos que atravessaram os tempos geológicos, idênticos a si próprios, resistindo a todas as perturbações. Exemplos:  Ginkgo – único representante vivo de um grupo de árvores que apareceram no planeta há cerca de 250 M.a.  Náutilo – apareceu há cerca de 500 M.a., ainda vive no Pacífico. Fóssil Fóssil Actualidade Actualidade

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P aulo V alentim 2007 Exemplos:  Límulo (caranguejo-ferradura) – apareceu há cerca de 430 M.a.  Celacanto – descoberto no séc. XX, ao largo da costa de África, é a única espécie viva pertencente a um grupo de peixes muito comum há 300 M.a. Fóssil Fóssil Actualidade Actualidade

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P aulo V alentim 2007  Amonites – animais marinhos planctónicos e carnívoros, usavam os seus tentáculos como pés para se deslocarem.  Fósseis de fácies – fósseis de seres que permitem, pela sua presença, conhecer as condições do ambiente em que as rochas que os contém se formaram. Exemplos:  Corais – vivem em mares pouco profundos (< 50m), de águas límpidas e quentes (25ºC a 29ºC).

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P aulo V alentim 2007  Esse intervalo de tempo corresponde a um curto período de tempo geológico.  Apresentam uma grande área de distribuição geográfica.  São em número muito elevado.  Fósseis de idade – permitem datar os terrenos/rochas onde se encontram, por serem contemporâneos da sua formação, ou seja, terem a mesma idade . Características:  Surgem apenas num determinado intervalo de tempo.

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2007 Paleozóico Graptólito Trilobite Mesozóico Parasauroloplus (Dinossauro) Amonite Cenozóico Pecten (bivalve) Australopitecus P aulo V alentim

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P aulo V alentim 2007  Numa sequência não deformada de rochas sedimentares, uma camada de sedimentos é mais recente do que a que está por baixo e mais antiga do que a que se situa por cima – Princípio da sobreposição dos estratos . A camada 2 é mais antiga que a camada 3 e mais recente que a camada 1 .  O Princípio da sobreposição dos estratos é a base científica para a datação relativa das rochas.

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P aulo V alentim 2007  Estratos que contêm os mesmos fósseis têm a mesma idade e formaram-se em ambientes semelhantes – Princípio da Identidade Paleontológica .  Os fósseis permitem relacionar estratos rochosos, mesmo que estes se encontrem muito afastados .

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P aulo V alentim 2007  A idade absoluta das rochas é determinada através de métodos que utilizam a radioactividade de certos minerais. Métodos Radiométricos  Quando se determina a idade absoluta das rochas, entramos na Geocronologia – a escala utilizada é 1 milhão de anos (M.a).

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P aulo V alentim 2007

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P aulo V alentim 2007 (4600 M.a. – 540 M.a.)  Formação da Terra.  Origem da vida .  Primeiros organismos unicelulares e pluricelulares .  Primeiras algas produtoras de oxigénio. Fósseis:  Estromatólitos  Fósseis de Ediacara

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P aulo V alentim 2007 (540 M.a. – 250 M.a.)  Primeiros organismos com concha e esqueleto externo – Trilobites.  Peixes evoluíram no mar. Anfíbios e répteis começaram a ocupar os continentes.  Grande desenvolvimento das plantas terrestres – fetos e coníferas.  Extinção de 60% das espécies existentes .

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P aulo V alentim 2007 (250 M.a. – 65 M.a.)  Primeiros répteis marinhos, dinossauros e mamíferos.  Domínio das amonites e dos dinossauros.  Primeiras aves (ainda com dentes).  Primeiras plantas com flor  Extinção dos dinossauros e de muitas outras espécies.

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P aulo V alentim 2007 (65 M.a. – actualidade)  Grande desenvolvimento das aves e mamíferos.  Flora dominante constituída por plantas com flor.  Primeiros primatas. Os mamíferos tornam-se dominantes.  Surge o ser humano.

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P aulo V alentim 2007  CAMPOS, C.; DELGADO, Z., Sistema Terra – Ciências Naturais 7º Ano , Texto Editores, Lisboa, Portugal, 2006.  BARROS, A. C.; DELGADO, F., Planeta Terra – Ciências Naturais 7º Ano , Santilhana Constância, Carnaxide, Portugal, 2006.  ANTUNES, C. e outros, Novo descobrir a Terra 7 – Ciências Naturais 7º Ano , Areal Editores, Porto, Portugal, 2008.  SILVA, A.D. e outros, Planeta vivo – Ciências Naturais 7º Ano , Porto Editora, Porto, Portugal, 2008.  MOTTA, L.; VIANA, M. A., Bioterra – Ciências Naturais 7º Ano , Porto Editora, Porto, Portugal, 2008.  AGRIA, M. T.; SALVATERRA, V. M., Ecosfera – Ciências Naturais 7º Ano, Texto Editores, Lisboa, Portugal, 2006.  DOMINGUES, H. V.; BATISTA, J. A., Gaia – Ciências Naturais 7º Ano, Texto Editores, Lisboa, Portugal, 2006.  SALES, A., Um ponto no Universo – Ciências Naturais 7º Ano , Edições Asa, Lisboa, Portugal, 2006.

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