logging in or signing up 7ºano - A Terra e a sua historia Alberto62 Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 274 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: September 19, 2011 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: P aulo V alentim 2007Slide 2: P aulo V alentim 2007 Conhecer o conceito de Fóssil. Compreender o conceito de Fossilização. Distinguir os diferentes tipos de Fossilização. Reconhecer fósseis como indicadores de idade e de ambientes. Explicar os princípios básicos da estratigrafia. Compreender a importância dos fósseis na reconstituição da História da Terra. Compreender que a História da Terra se divide em Eras. Reconhecer a importância da preservação do Património Paleontológico.Slide 3: P aulo V alentim 2007 Todo o conhecimento que possuímos acerca do passado da Terra deve-se aos registos fósseis presentes nas rochas. Os fósseis encontram-se geralmente nas rochas sedimentares . formam-se por deposição dos sedimentos que se dispõem em camadas sucessivas e sobrepostas – estratos. os estratos são paralelos e horizontais. os estratos mais recentes sobrepõem-se aos mais antigos.Slide 4: P aulo V alentim 2007 Geologia – Ciência que estuda a Terra, a sua história e as transformações que nela ocorrem. Paleontologia Ciência que estuda os fósseis. Paleontólogos – cientistas que estudam os fósseis.Slide 5: P aulo V alentim 2007 Fósseis são restos de seres vivos , ou vestígios da sua actividade , que viveram há muitos anos no nosso planeta e que se formaram na rocha que os contém. Permitem conhecer as transformações por que passou a Terra. Dos organismos vivos que existiram na Terra em épocas passadas, apenas uma parte foi preservada sob a forma de fósseis. PORQUE As plantas e animais vivos podem ser atacados e comidos por predadores. Os organismos mortos podem ser comidos por animais necrófagos.Slide 6: P aulo V alentim 2007 Os Fósseis permitem conhecer diversas informações sobre o modo de vida dos respectivos seres vivos do passado. Locomoção Alimentação ReproduçãoSlide 7: P aulo V alentim 2007 Fossilização – conjunto de processos que permitem a preservação dos vestígios de seres vivos que existiram no passado. É, no entanto, um fenómeno raro na Natureza. Podem considerar-se vários tipos de fossilização: Conservação total (mumificação) Conservação parcial Mineralização Moldagem Impressão MarcasSlide 8: P aulo V alentim 2007 Ao morrerem, os restos dos organismos acumulam-se no fundo do mar e são rapidamente cobertos por partículas transportadas pela água, como as areias e as argilas. Os seus restos ficam, assim, protegidos do contacto com organismos decompositores e com o oxigénio , o que evita a sua degradação . A acumulação sucessiva de sedimentos sobre os fragmentos dos organismos vai provocando a sua compactação .Slide 9: P aulo V alentim 2007 À medida que a rocha onde se encontram restos de organismos – conchas , ossos , dentes – vai sendo lentamente consolidada, as substâncias que constituíam estes fragmentos são progressivamente substituídas por determinados minerais , como por exemplo, a calcite. Milhões de anos depois , as rochas que contêm os fósseis podem ficar expostas à superfície em consequência de movimentos tectónicos e da erosão.Slide 10: P aulo V alentim 2007 A existência de um esqueleto/partes duras (conchas, dentes, ossos…) fossilizam mais facilmente que as partes moles. O habitat em bacias de sedimentação a fossilização ocorre mais facilmente em meio aquático. Os sedimentos serem finos e impermeáveis diminui o contacto com o ar/água e o desenvolvimento de bactérias/fungos, o que provocaria a decomposição do organismo. A abundância da espécie Quanto maior é o número de seres vivos, maior é a probabilidade de fossilizarem.Slide 11: P aulo V alentim 2007 Mamute conservado nos gelos da Sibéria Insectos aprisionados em âmbar MUMIFICAÇÃO / CONSERVAÇÃO TOTAL É o mais raro processo de fossilização. Implica que o ser vivo fique envolvido logo após a sua morte, por uma substância impermeável, como, por exemplo, âmbar ou gelo.Slide 12: P aulo V alentim 2007 CONSERVAÇÃO PARCIAL As formações duras de organismos (esqueleto, conchas…) também podem permanecer incluídas nas rochas por resistirem à decomposição. Aglomerado de conchas Esqueleto parcialSlide 13: P aulo V alentim 2007 Trilobite MINERALIZAÇÃO Processo que consiste na substituição gradual das substâncias originais do ser vivo por substâncias minerais, mantendo com perfeição as características originais. AmonitesSlide 14: P aulo V alentim 2007 Molde externo e interno de trilobite MOLDAGEM Tipo de fossilização em que o ser vivo desapareceu totalmente, deixando um molde das suas partes duras (conchas, dentes, ossos…) nas rochas sedimentares. Concha de TurritelaSlide 15: P aulo V alentim 2007 Neste processo diferenciam-se duas formas de relevo: Molde externo quando a parte exterior do ser vivo desaparece, deixando a sua forma gravada nas rochas que o envolveram. Molde interno quando os sedimentos entraram no interior da parte dura (ex: concha) e quando esta se dissolve fica o molde da parte interior.Slide 16: P aulo V alentim 2007 IMPRESSÃO Quando as folhas deixam marcas nas rochas.Slide 17: 2007 Pegadas - dinossauros Ovos - dinossauros MARCAS Tipo de fossilização mais abundante em que permanecem vestígios deixados pelos seres vivos. Este processo fornece informações importantes sobre a locomoção (pegadas), a reprodução (ovos fósseis), a alimentação (fezes fossilizadas)… Coprólitos - dinossauros P aulo V alentimSlide 18: P aulo V alentim 2007 Os fósseis dão-nos diversas informações para a reconstituição da História da Terra , entre estas destacam-se: idade relativa das rochas conhecimento dos climas do passado conhecimento dos ambientes do passado evolução dos seres vivos Para obter estas informações os cientistas baseiam-se no: Princípio das causas actuais – os processos que actuaram ao longo de toda a história da Terra são os mesmos que actuam hoje.Slide 19: P aulo V alentim 2007 Os “ fósseis vivos” são seres vivos que atravessaram os tempos geológicos, idênticos a si próprios, resistindo a todas as perturbações. Exemplos: Ginkgo – único representante vivo de um grupo de árvores que apareceram no planeta há cerca de 250 M.a. Náutilo – apareceu há cerca de 500 M.a., ainda vive no Pacífico. Fóssil Fóssil Actualidade ActualidadeSlide 20: P aulo V alentim 2007 Exemplos: Límulo (caranguejo-ferradura) – apareceu há cerca de 430 M.a. Celacanto – descoberto no séc. XX, ao largo da costa de África, é a única espécie viva pertencente a um grupo de peixes muito comum há 300 M.a. Fóssil Fóssil Actualidade ActualidadeSlide 21: P aulo V alentim 2007 Amonites – animais marinhos planctónicos e carnívoros, usavam os seus tentáculos como pés para se deslocarem. Fósseis de fácies – fósseis de seres que permitem, pela sua presença, conhecer as condições do ambiente em que as rochas que os contém se formaram. Exemplos: Corais – vivem em mares pouco profundos (< 50m), de águas límpidas e quentes (25ºC a 29ºC).Slide 22: P aulo V alentim 2007 Esse intervalo de tempo corresponde a um curto período de tempo geológico. Apresentam uma grande área de distribuição geográfica. São em número muito elevado. Fósseis de idade – permitem datar os terrenos/rochas onde se encontram, por serem contemporâneos da sua formação, ou seja, terem a mesma idade . Características: Surgem apenas num determinado intervalo de tempo.Slide 23: 2007 Paleozóico Graptólito Trilobite Mesozóico Parasauroloplus (Dinossauro) Amonite Cenozóico Pecten (bivalve) Australopitecus P aulo V alentimSlide 24: P aulo V alentim 2007 Numa sequência não deformada de rochas sedimentares, uma camada de sedimentos é mais recente do que a que está por baixo e mais antiga do que a que se situa por cima – Princípio da sobreposição dos estratos . A camada 2 é mais antiga que a camada 3 e mais recente que a camada 1 . O Princípio da sobreposição dos estratos é a base científica para a datação relativa das rochas.Slide 25: P aulo V alentim 2007 Estratos que contêm os mesmos fósseis têm a mesma idade e formaram-se em ambientes semelhantes – Princípio da Identidade Paleontológica . Os fósseis permitem relacionar estratos rochosos, mesmo que estes se encontrem muito afastados .Slide 26: P aulo V alentim 2007 A idade absoluta das rochas é determinada através de métodos que utilizam a radioactividade de certos minerais. Métodos Radiométricos Quando se determina a idade absoluta das rochas, entramos na Geocronologia – a escala utilizada é 1 milhão de anos (M.a).Slide 27: P aulo V alentim 2007Slide 28: P aulo V alentim 2007 (4600 M.a. – 540 M.a.) Formação da Terra. Origem da vida . Primeiros organismos unicelulares e pluricelulares . Primeiras algas produtoras de oxigénio. Fósseis: Estromatólitos Fósseis de EdiacaraSlide 29: P aulo V alentim 2007 (540 M.a. – 250 M.a.) Primeiros organismos com concha e esqueleto externo – Trilobites. Peixes evoluíram no mar. Anfíbios e répteis começaram a ocupar os continentes. Grande desenvolvimento das plantas terrestres – fetos e coníferas. Extinção de 60% das espécies existentes .Slide 30: P aulo V alentim 2007 (250 M.a. – 65 M.a.) Primeiros répteis marinhos, dinossauros e mamíferos. Domínio das amonites e dos dinossauros. Primeiras aves (ainda com dentes). Primeiras plantas com flor Extinção dos dinossauros e de muitas outras espécies.Slide 31: P aulo V alentim 2007 (65 M.a. – actualidade) Grande desenvolvimento das aves e mamíferos. Flora dominante constituída por plantas com flor. Primeiros primatas. Os mamíferos tornam-se dominantes. Surge o ser humano.Slide 32: P aulo V alentim 2007 CAMPOS, C.; DELGADO, Z., Sistema Terra – Ciências Naturais 7º Ano , Texto Editores, Lisboa, Portugal, 2006. BARROS, A. C.; DELGADO, F., Planeta Terra – Ciências Naturais 7º Ano , Santilhana Constância, Carnaxide, Portugal, 2006. ANTUNES, C. e outros, Novo descobrir a Terra 7 – Ciências Naturais 7º Ano , Areal Editores, Porto, Portugal, 2008. SILVA, A.D. e outros, Planeta vivo – Ciências Naturais 7º Ano , Porto Editora, Porto, Portugal, 2008. MOTTA, L.; VIANA, M. A., Bioterra – Ciências Naturais 7º Ano , Porto Editora, Porto, Portugal, 2008. AGRIA, M. T.; SALVATERRA, V. M., Ecosfera – Ciências Naturais 7º Ano, Texto Editores, Lisboa, Portugal, 2006. DOMINGUES, H. V.; BATISTA, J. A., Gaia – Ciências Naturais 7º Ano, Texto Editores, Lisboa, Portugal, 2006. SALES, A., Um ponto no Universo – Ciências Naturais 7º Ano , Edições Asa, Lisboa, Portugal, 2006. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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Compreender a importância dos fósseis na reconstituição da História da Terra. Compreender que a História da Terra se divide em Eras. Reconhecer a importância da preservação do Património Paleontológico.Slide 3: P aulo V alentim 2007 Todo o conhecimento que possuímos acerca do passado da Terra deve-se aos registos fósseis presentes nas rochas. Os fósseis encontram-se geralmente nas rochas sedimentares . formam-se por deposição dos sedimentos que se dispõem em camadas sucessivas e sobrepostas – estratos. os estratos são paralelos e horizontais. os estratos mais recentes sobrepõem-se aos mais antigos.Slide 4: P aulo V alentim 2007 Geologia – Ciência que estuda a Terra, a sua história e as transformações que nela ocorrem. Paleontologia Ciência que estuda os fósseis. Paleontólogos – cientistas que estudam os fósseis.Slide 5: P aulo V alentim 2007 Fósseis são restos de seres vivos , ou vestígios da sua actividade , que viveram há muitos anos no nosso planeta e que se formaram na rocha que os contém. Permitem conhecer as transformações por que passou a Terra. Dos organismos vivos que existiram na Terra em épocas passadas, apenas uma parte foi preservada sob a forma de fósseis. PORQUE As plantas e animais vivos podem ser atacados e comidos por predadores. Os organismos mortos podem ser comidos por animais necrófagos.Slide 6: P aulo V alentim 2007 Os Fósseis permitem conhecer diversas informações sobre o modo de vida dos respectivos seres vivos do passado. Locomoção Alimentação ReproduçãoSlide 7: P aulo V alentim 2007 Fossilização – conjunto de processos que permitem a preservação dos vestígios de seres vivos que existiram no passado. É, no entanto, um fenómeno raro na Natureza. Podem considerar-se vários tipos de fossilização: Conservação total (mumificação) Conservação parcial Mineralização Moldagem Impressão MarcasSlide 8: P aulo V alentim 2007 Ao morrerem, os restos dos organismos acumulam-se no fundo do mar e são rapidamente cobertos por partículas transportadas pela água, como as areias e as argilas. Os seus restos ficam, assim, protegidos do contacto com organismos decompositores e com o oxigénio , o que evita a sua degradação . A acumulação sucessiva de sedimentos sobre os fragmentos dos organismos vai provocando a sua compactação .Slide 9: P aulo V alentim 2007 À medida que a rocha onde se encontram restos de organismos – conchas , ossos , dentes – vai sendo lentamente consolidada, as substâncias que constituíam estes fragmentos são progressivamente substituídas por determinados minerais , como por exemplo, a calcite. Milhões de anos depois , as rochas que contêm os fósseis podem ficar expostas à superfície em consequência de movimentos tectónicos e da erosão.Slide 10: P aulo V alentim 2007 A existência de um esqueleto/partes duras (conchas, dentes, ossos…) fossilizam mais facilmente que as partes moles. O habitat em bacias de sedimentação a fossilização ocorre mais facilmente em meio aquático. Os sedimentos serem finos e impermeáveis diminui o contacto com o ar/água e o desenvolvimento de bactérias/fungos, o que provocaria a decomposição do organismo. A abundância da espécie Quanto maior é o número de seres vivos, maior é a probabilidade de fossilizarem.Slide 11: P aulo V alentim 2007 Mamute conservado nos gelos da Sibéria Insectos aprisionados em âmbar MUMIFICAÇÃO / CONSERVAÇÃO TOTAL É o mais raro processo de fossilização. Implica que o ser vivo fique envolvido logo após a sua morte, por uma substância impermeável, como, por exemplo, âmbar ou gelo.Slide 12: P aulo V alentim 2007 CONSERVAÇÃO PARCIAL As formações duras de organismos (esqueleto, conchas…) também podem permanecer incluídas nas rochas por resistirem à decomposição. Aglomerado de conchas Esqueleto parcialSlide 13: P aulo V alentim 2007 Trilobite MINERALIZAÇÃO Processo que consiste na substituição gradual das substâncias originais do ser vivo por substâncias minerais, mantendo com perfeição as características originais. AmonitesSlide 14: P aulo V alentim 2007 Molde externo e interno de trilobite MOLDAGEM Tipo de fossilização em que o ser vivo desapareceu totalmente, deixando um molde das suas partes duras (conchas, dentes, ossos…) nas rochas sedimentares. Concha de TurritelaSlide 15: P aulo V alentim 2007 Neste processo diferenciam-se duas formas de relevo: Molde externo quando a parte exterior do ser vivo desaparece, deixando a sua forma gravada nas rochas que o envolveram. Molde interno quando os sedimentos entraram no interior da parte dura (ex: concha) e quando esta se dissolve fica o molde da parte interior.Slide 16: P aulo V alentim 2007 IMPRESSÃO Quando as folhas deixam marcas nas rochas.Slide 17: 2007 Pegadas - dinossauros Ovos - dinossauros MARCAS Tipo de fossilização mais abundante em que permanecem vestígios deixados pelos seres vivos. Este processo fornece informações importantes sobre a locomoção (pegadas), a reprodução (ovos fósseis), a alimentação (fezes fossilizadas)… Coprólitos - dinossauros P aulo V alentimSlide 18: P aulo V alentim 2007 Os fósseis dão-nos diversas informações para a reconstituição da História da Terra , entre estas destacam-se: idade relativa das rochas conhecimento dos climas do passado conhecimento dos ambientes do passado evolução dos seres vivos Para obter estas informações os cientistas baseiam-se no: Princípio das causas actuais – os processos que actuaram ao longo de toda a história da Terra são os mesmos que actuam hoje.Slide 19: P aulo V alentim 2007 Os “ fósseis vivos” são seres vivos que atravessaram os tempos geológicos, idênticos a si próprios, resistindo a todas as perturbações. Exemplos: Ginkgo – único representante vivo de um grupo de árvores que apareceram no planeta há cerca de 250 M.a. Náutilo – apareceu há cerca de 500 M.a., ainda vive no Pacífico. Fóssil Fóssil Actualidade ActualidadeSlide 20: P aulo V alentim 2007 Exemplos: Límulo (caranguejo-ferradura) – apareceu há cerca de 430 M.a. Celacanto – descoberto no séc. XX, ao largo da costa de África, é a única espécie viva pertencente a um grupo de peixes muito comum há 300 M.a. Fóssil Fóssil Actualidade ActualidadeSlide 21: P aulo V alentim 2007 Amonites – animais marinhos planctónicos e carnívoros, usavam os seus tentáculos como pés para se deslocarem. Fósseis de fácies – fósseis de seres que permitem, pela sua presença, conhecer as condições do ambiente em que as rochas que os contém se formaram. Exemplos: Corais – vivem em mares pouco profundos (< 50m), de águas límpidas e quentes (25ºC a 29ºC).Slide 22: P aulo V alentim 2007 Esse intervalo de tempo corresponde a um curto período de tempo geológico. Apresentam uma grande área de distribuição geográfica. São em número muito elevado. Fósseis de idade – permitem datar os terrenos/rochas onde se encontram, por serem contemporâneos da sua formação, ou seja, terem a mesma idade . Características: Surgem apenas num determinado intervalo de tempo.Slide 23: 2007 Paleozóico Graptólito Trilobite Mesozóico Parasauroloplus (Dinossauro) Amonite Cenozóico Pecten (bivalve) Australopitecus P aulo V alentimSlide 24: P aulo V alentim 2007 Numa sequência não deformada de rochas sedimentares, uma camada de sedimentos é mais recente do que a que está por baixo e mais antiga do que a que se situa por cima – Princípio da sobreposição dos estratos . A camada 2 é mais antiga que a camada 3 e mais recente que a camada 1 . O Princípio da sobreposição dos estratos é a base científica para a datação relativa das rochas.Slide 25: P aulo V alentim 2007 Estratos que contêm os mesmos fósseis têm a mesma idade e formaram-se em ambientes semelhantes – Princípio da Identidade Paleontológica . Os fósseis permitem relacionar estratos rochosos, mesmo que estes se encontrem muito afastados .Slide 26: P aulo V alentim 2007 A idade absoluta das rochas é determinada através de métodos que utilizam a radioactividade de certos minerais. Métodos Radiométricos Quando se determina a idade absoluta das rochas, entramos na Geocronologia – a escala utilizada é 1 milhão de anos (M.a).Slide 27: P aulo V alentim 2007Slide 28: P aulo V alentim 2007 (4600 M.a. – 540 M.a.) Formação da Terra. Origem da vida . Primeiros organismos unicelulares e pluricelulares . Primeiras algas produtoras de oxigénio. Fósseis: Estromatólitos Fósseis de EdiacaraSlide 29: P aulo V alentim 2007 (540 M.a. – 250 M.a.) Primeiros organismos com concha e esqueleto externo – Trilobites. Peixes evoluíram no mar. Anfíbios e répteis começaram a ocupar os continentes. Grande desenvolvimento das plantas terrestres – fetos e coníferas. Extinção de 60% das espécies existentes .Slide 30: P aulo V alentim 2007 (250 M.a. – 65 M.a.) Primeiros répteis marinhos, dinossauros e mamíferos. Domínio das amonites e dos dinossauros. Primeiras aves (ainda com dentes). Primeiras plantas com flor Extinção dos dinossauros e de muitas outras espécies.Slide 31: P aulo V alentim 2007 (65 M.a. – actualidade) Grande desenvolvimento das aves e mamíferos. Flora dominante constituída por plantas com flor. Primeiros primatas. Os mamíferos tornam-se dominantes. Surge o ser humano.Slide 32: P aulo V alentim 2007 CAMPOS, C.; DELGADO, Z., Sistema Terra – Ciências Naturais 7º Ano , Texto Editores, Lisboa, Portugal, 2006. BARROS, A. C.; DELGADO, F., Planeta Terra – Ciências Naturais 7º Ano , Santilhana Constância, Carnaxide, Portugal, 2006. ANTUNES, C. e outros, Novo descobrir a Terra 7 – Ciências Naturais 7º Ano , Areal Editores, Porto, Portugal, 2008. SILVA, A.D. e outros, Planeta vivo – Ciências Naturais 7º Ano , Porto Editora, Porto, Portugal, 2008. MOTTA, L.; VIANA, M. A., Bioterra – Ciências Naturais 7º Ano , Porto Editora, Porto, Portugal, 2008. AGRIA, M. T.; SALVATERRA, V. M., Ecosfera – Ciências Naturais 7º Ano, Texto Editores, Lisboa, Portugal, 2006. DOMINGUES, H. V.; BATISTA, J. A., Gaia – Ciências Naturais 7º Ano, Texto Editores, Lisboa, Portugal, 2006. SALES, A., Um ponto no Universo – Ciências Naturais 7º Ano , Edições Asa, Lisboa, Portugal, 2006.